Capelão demitido por contestar agenda LGBT tem vitória judicial

Um juiz no Reino Unido decidiu que a demissão do pastor Bernard Randall, capelão de Trent College, em Long Eaton, Derbyshire, foi “insegura” devido ao preconceito anticristão de um membro do Tribunal Trabalhista que havia rejeitado seu recurso.

O caso foi decidido pelo Tribunal de Apelações Trabalhistas em Londres, sob a supervisão do juiz James Tayler, que remeteu o caso de volta ao tribunal original para um novo julgamento completo. Além disso, o Trent College foi ordenado a pagar £ 20 mil (aproximadamente US$ 24.457) em custas judiciais a Randall.

Randall foi demitido em junho de 2019 após pregar um sermão em que defendia a ideia de que era razoável questionar e debater a ideologia LGBT. A mensagem foi proferida depois que a escola convidou o grupo ativista Educate and Celebrate (E&C) para promover uma agenda que Randall considerava problemática, como a “desconstrução de binários” relacionados a gênero, a moralidade e a infância.

Em sua declaração após o julgamento, Randall explicou que, como capelão e ministro da Igreja da Inglaterra, era seu dever promover o debate e orientar os alunos sobre as diferentes visões e crenças em torno das questões LGBT+.

Ele argumentou que a teoria queer, defendida pelo E&C, pode abrir caminho para comportamentos prejudiciais e inapropiados, especialmente em um ambiente escolar. Randall também criticou a influência de grupos como o E&C, que, segundo ele, promovem uma agenda ideológica radical, prejudicial à sociedade e à igreja.

O processo de Randall começou após sua demissão, movendo uma ação contra o Trent College, embora seu recurso tenha sido inicialmente rejeitado pelo Tribunal Trabalhista em 2022.

Uma das questões centrais do caso foi a alegada parcialidade do tribunal original, em especial de um dos juízes, Jed Purkis, que foi acusado de fazer declarações anticristãs nas redes sociais. Essas declarações, juntamente com o histórico de Purkis, foram levantadas como evidência de parcialidade no julgamento, segundo informações do portal The Christian Post.

Em 2024, Purkis foi formalmente repreendido após suas postagens nas redes sociais serem descobertas durante outro caso, o que ajudou a adicionar o fundamento de parcialidade ao recurso de Randall.

Esse caso envolvia também uma professora cristã que foi demitida por questionar a transição de gênero de uma criança, apoiando ainda mais o argumento de Randall de que ele foi tratado injustamente devido à sua oposição à ideologia LGBT+.

A Christian Concern, organização que apoia Randall, tem levantado preocupações sobre a liberdade de expressão e os direitos religiosos em escolas, especialmente em relação ao ensino cristão.

Andrea Williams, presidente-executiva do Christian Legal Centre, destacou que o caso de Randall tem implicações mais amplas sobre os direitos de professores e pais que se opõem a agendas ideológicas radicais, como a promovida pelo E&C.

Randall já havia sido inocentado por várias autoridades governamentais, incluindo a Prevent, que monitora ameaças extremistas, e a Teaching Regulation Agency (TRA), que não encontrou evidências para justificar sua demissão.

A Comissão de Caridade que supervisionava o E&C fechou a organização após escândalos envolvendo abusos e comportamentos inapropriados de alguns de seus representantes.

Chris Pratt marca posição em anunciar Cristo: ‘Mesmo que custe’

Chris Pratt, conhecido por seu papel em Guardiões da Galáxia, tem construído sua carreira no entretenimento com um estilo humorado e carismático. No entanto, o ator revelou em uma entrevista que sua missão mais significativa vai além de Hollywood.

Em suas palavras: “Eu me importo o suficiente com Jesus para tomar uma posição, mesmo que isso me custe. Poderia me custar tudo, mas eu não me importo. Vale a pena para mim porque é isso que sou chamado a fazer, é onde meu coração está”.

Pratt, que é pai de quatro filhos, disse que seu objetivo é criar seus filhos com a compreensão de que seu pai não tem vergonha de sua fé em Jesus: “Quero que eles compreendam o poder da oração, da graça, do amor e da alegria que podem advir de um relacionamento com Jesus”, compartilhou.

“Uma cidade sobre uma colina não pode ser escondida”, acrescentou, destacando sua intenção de não se esconder por trás de sua fé, mesmo diante de críticas, segundo informações do The Christian Post.

Sua jornada espiritual, marcada por momentos de luta, tomou um rumo decisivo em 2012, após o nascimento prematuro de seu filho, Jack, que nasceu sete semanas antes do esperado.

Jack foi transferido para a unidade de terapia intensiva neonatal (UTIN) por um mês, e durante esse período, Pratt orou intensamente. Ele descreveu a experiência como um ponto de virada em sua fé: “Foi o momento em que minha fé foi cimentada. Meu coração amoleceu, e minha fé endureceu. Esse foi o momento em que eu pensei, ‘Seguindo em frente, vou dar minha plataforma a Deus’”.

Desde então, o ator, que é amigo do pastor Judah Smith, tem usado sua visibilidade para compartilhar suas crenças abertamente. Pratt também destacou o impacto que o podcast “Bíblia em um Ano” teve em sua caminhada espiritual, promovendo uma compreensão mais profunda das Escrituras.

“Fiz a coisa toda. Isso me deu uma compreensão mais profunda e abrangente da Bíblia. Fortaleceu totalmente minha caminhada com Jesus”, disse.

Para a Quaresma de 2025, Pratt uniu forças com Jonathan Roumie e Mark Wahlberg, incentivando os fiéis a aprofundarem suas vidas espirituais. Ele também se envolveu no desafio Pray40, que encoraja os participantes a reservar um tempo diário para orações e meditação. “Esta plataforma me foi dada por um motivo”, afirmou Pratt, explicando seu desejo de inspirar outros a fortalecerem sua fé.

Além disso, o ator compartilhou sua preocupação com os efeitos da tecnologia na geração mais jovem, especialmente em relação à crescente ansiedade e depressão: “Quero ensinar meus filhos a estar no mundo, não a ser dele”, afirmou.

Apesar das críticas que enfrenta tanto de setores seculares quanto cristãos, Pratt permanece firme em sua fé, baseando sua resposta nas palavras de Provérbios 26:20: “Por falta de lenha, o fogo se apagará. Onde não há sussurrador, cessa a discussão”.

O ator afirmou que, ao lidar com críticas, ele ora por seus críticos e continua seu trabalho de focar no que é mais importante para ele, que é “falar sobre Jesus”.

Para Pratt, ser cristão em Hollywood apresenta desafios, mas ele está determinado a ser uma luz em meio às dificuldades, com um foco claro em sua fé e na mensagem de Cristo.

Assembleia de Deus lamenta morte cruel da jovem Vitória

A Igreja Assembleia de Deus Ministério Belém de Cajamar (SP), lamentou profundamente a morte de Vitória Regina de Sousa, de 17 anos, que foi encontrada morta em uma região de mata na última quarta-feira, 5 de março.

A jovem estava desaparecida desde a noite de 26 de fevereiro, quando, após sair do trabalho, pegou um ônibus para retornar à sua residência, onde morava com os pais.

Em uma publicação no Instagram, o ministério de adolescentes “CREIO” da igreja expressou tristeza e solidariedade, mencionando que Vitória fez parte do grupo: “Vitória foi uma das nossas integrantes do grupo CREIO de Cajamar centro, vivemos muitas coisas boas juntos e hoje pela tarde recebemos a notícia que teria partido de forma cruel, Estamos de luto”, declarou.

A publicação conclui com um pedido de oração: “Oremos para que o Senhor possa consolar o coração da família.”

A causa da morte foi confirmada pelas autoridades, que indicaram que o corpo da adolescente foi encontrado em estado de decomposição e com marcas de violência, incluindo uma facada no tórax.

Investigação

O cabelo de Vitória estava raspado. A identificação foi possível graças a tatuagens presentes no corpo. O caso está sendo investigado pela polícia, que já ouviu mais de 11 testemunhas.

De acordo com o delegado Aldo Galiano, da seccional de Franco da Rocha, a suspeita inicial é de que o assassinato tenha sido motivado por vingança, com a possibilidade de envolvimento de uma facção criminosa.

O ex-namorado da vítima, que já havia feito ameaças contra ela e não era bem-vindo na família, está sendo investigado e é considerado foragido. A polícia solicitou a prisão preventiva dele.

Em registros de áudio enviados a uma amiga na noite do desaparecimento, Vitória relatou sentir-se insegura devido à perseguição de homens em um carro, mencionando em um dos áudios que estava com medo.

Uma câmera de segurança capturou as últimas imagens da jovem, onde ela aparece embarcando em um ônibus, com o carro e os jovens mencionados por Vitória também registrados nas imagens.

Testemunhas afirmam que, após descer do ônibus, outro veículo estava esperando por ela no ponto de ônibus, antes que ela seguisse em direção à sua casa.

Polêmica: pastor critica distorções na Igreja Assembleia de Deus

Durante o congresso da UMADECRE, o Pastor Oziel levantou a voz para alertar sobre mudanças que, segundo ele, estão distorcendo os valores da Assembleia de Deus.

O líder religioso criticou a influência da Doutrina da Prosperidade e do Neopentecostalismo, afirmando que muitos fiéis têm priorizado bens materiais em vez da espiritualidade. O evento ocorreu em um momento em que líderes religiosos debatem o futuro da igreja e suas raízes pentecostais.

Crítica ao materialismo

O Pastor Oziel não poupou palavras ao abordar o que considera uma distorção da essência da Assembleia de Deus. “Antes, os crentes oravam pedindo unção. Hoje, só querem bens materiais!”, disse ele, em tom de preocupação.

Segundo o pastor, a busca por prosperidade financeira e sucesso pessoal tem substituído o foco na fé e na comunhão com Deus, valores que sempre nortearam a igreja.

O pastor também destacou que muitas práticas do Neopentecostalismo, antes rejeitadas pela Assembleia de Deus, estão sendo incorporadas por alguns ministérios. Ele alertou que isso pode levar ao abandono das raízes pentecostais, como a ênfase na oração, no batismo no Espírito Santo e na santificação. “Estamos vendo uma mudança preocupante. Muitos estão seguindo caminhos que não condizem com nossa história”, afirmou.

Reações

As declarações do Pastor Oziel geraram debates entre os membros da Assembleia de Deus. Enquanto alguns concordam que a igreja está se afastando de seus princípios, outros defendem que é possível conciliar a fé com a busca por uma vida mais próspera.

“Acredito que Deus quer o nosso bem em todas as áreas, inclusive na financeira”, argumentou uma fiel que preferiu não se identificar, segundo o JM Notícias.

O discurso do Pastor Oziel reacendeu uma discussão necessária sobre o rumo que a Assembleia de Deus deve seguir. Para ele, é essencial que a igreja retome suas raízes e reafirme os valores que a fizeram crescer ao longo dos anos. “Precisamos voltar ao que realmente importa: a fé, a oração e a unção de Deus”, concluiu.

Pastor perde ação após processar igreja por vínculo trabalhista

A 9ª Câmara do Tribunal Regional do Trabalho da 15ª Região (interior de São Paulo) rejeitou o pedido de reconhecimento de vínculo trabalhista de um pastor evangélico com a Igreja Mundial do Poder de Deus, na qual ele atuou por quase dez anos.

A decisão foi proferida após análise do acórdão do desembargador Gerson Lacerda Pistori, que destacou que a sentença da 1ª Vara do Trabalho de Jaú (SP), que negou o pedido do pastor, está em conformidade com o entendimento do Tribunal Superior do Trabalho.

Embora o colegiado tenha reconhecido que o pastor exerceu suas funções na igreja entre 1º de fevereiro de 2012 e 25 de outubro de 2021, a decisão ressaltou que, conforme depoimento do próprio trabalhador, ele ingressou na igreja por vocação religiosa e tornou-se pastor devido ao seu desejo de evangelizar.

O pastor explicou que inicialmente frequentava a igreja como membro, passou a ser obreiro, depois auxiliar de pastor e, por fim, assumiu o cargo de pastor.

Durante sua atuação, ele se dedicava a atividades religiosas, como a abertura e fechamento da igreja, além de realizar reuniões e atender fiéis quando solicitado, mas sem atribuições que configurassem um vínculo empregatício, como o cumprimento de metas ou a arrecadação de dízimos.

A decisão enfatizou que, apesar de o pastor ter realizado suas funções dentro da igreja, não houve a configuração de um contrato de trabalho, pois a prestação de serviços foi voluntária e sem onerosidade, sendo um vínculo de natureza religiosa.

O Tribunal também apontou que o pastor assinou um termo de adesão no qual se comprometeu a prestar serviços gratuitos, recebendo apenas meios de sustento para ele e sua família, conforme a Lei 9.608/1998, que regula o trabalho voluntário. O suporte financeiro oferecido pela igreja, portanto, não foi considerado como salário, mas como um apoio decorrente de sua escolha de se dedicar ao sacerdócio.

A decisão final manteve a sentença de primeiro grau, que descartou o reconhecimento do vínculo trabalhista e confirmou a natureza voluntária da relação entre o pastor e a igreja. O processo foi registrado sob o número 0011222-79.2022.5.15.0024.

Franklin Ferreira: o globalismo virou a nova Torre de Babel

O teólogo Franklin Ferreira, em um artigo publicado esta semana, discute as falhas e os desafios do globalismo, especialmente em relação à sua crise no contexto atual e como isso se reflete no cristianismo.

Ele argumenta que o globalismo não é uma tentativa legítima de cooperação entre nações, mas sim um esforço para substituir as soberanias nacionais por uma governança centralizada, administrada por elites não eleitas e hostis às tradições locais, muitas das quais nutridas pelos valores cristãos.

Essa agenda, segundo Ferreira, se reflete em instituições como a União Europeia, a ONU e a OMS, que promovem a uniformização ideológica, enfraquecendo as culturas locais e criando uma nova forma de tirania, composta por tecnocratas e juízes.

“Os valores que uma vez uniram o Ocidente na defesa da liberdade, do império da lei e da civilização cristã foram corroídos por décadas de um crescente globalismo progressista e autorreferente. Talvez o fim iminente dessa parceria, 80 anos depois da guerra, seja uma oportunidade para que os fundamentos dessa unidade – ou o que resta dela – sejam reavaliados”, diz Ferreira em sua coluna na Gazeta do Povo.

Além disso, Ferreira aborda o impacto do globalismo nas democracias, com a ascensão do ativismo judicial e a censura de vozes dissidentes, o que leva à erosão das liberdades individuais.

Ele também critica o liberalismo, que, segundo o autor, falhou ao promover um Estado centralizado e corporações poderosas, resultando em indivíduos atomizados e sem comunidade, condição que alimenta o projeto globalista.

No nível teológico, Ferreira compara o globalismo à Torre de Babel, destacando que, assim como essa construção buscava a unidade sem Deus, o globalismo também tenta criar um mundo sem a presença divina, o que, em sua visão, leva à confusão e ao colapso.

“O resultado? A fragmentação das culturas, o enfraquecimento das soberanias nacionais e o avanço de uma ideologia que promove uma uniformidade ideológica forçada em nome de uma suposta paz mundial, o enfraquecimento constitucional das nações e o surgimento de uma forma velada de tirania, formada por juízes e tecnocratas. O Brasil segue a passos firmes o que já acontece no globalismo europeu”, avalia o autor.

A solução para a crise globalista, segundo Ferreira, não está em restaurar o sistema globalista ou em buscar alternativas políticas, mas na redescoberta da fé cristã, que, para ele, é a única base capaz de unir os povos de maneira verdadeira e duradoura, sem recorrer à tirania ou à destruição das culturas.

“Deus dispersou os homens em Babel não para condená-los à divisão eterna, e sim para conduzi-los à unidade verdadeira – não sob a bandeira da uniformização, mas sob a cruz de Cristo. Somente o evangelho tem o poder de unir os povos sem destruir suas culturas, de trazer ordem sem impor tirania, de prometer redenção sem recorrer à força”, diz ele.

Ferreira, portanto, conclui que apenas Cristo pode oferecer a verdadeira unidade e redenção, contrastando com as promessas vazias do globalismo.

“O fracasso do globalismo não é apenas político ou econômico; é teológico. Nenhum sistema baseado no afastamento de Deus pode perdurar. O Ocidente se esqueceu de suas raízes cristãs e, ao fazer isso, abriu caminho para a sua própria dissolução. Mas a resposta para essa crise não está em restaurar o globalismo sob novas formas, nem em buscar uma alternativa puramente política. A resposta está na redescoberta da fé que uma vez fez do Ocidente uma civilização forte e vibrante”, conclui o autor.

Cantora Nilane Silva fará lançamento e seguidores se emocionam

A cantora gospel Nilane Silva estará lançando seu novo trabalho no próximo dia 23 de março, na Igreja Assembleia de Deus da Praia da Costa, localizada na Rua Inácio Higino, 524, em Vila Velha (ES).

O evento, que incluirá a gravação de seu mais recente clipe, contará com a presença de cerca de 200 convidados. A cerimônia de lançamento reunirá amigos, familiares e fiéis para celebrar a nova fase da carreira da cantora.

O Pastor Marinelshington Silva, presidente da igreja, teve a oportunidade de reencontrar o casal Silva, composto por Nilane e seu esposo Célio Zamprogno, com quem manteve uma longa amizade, especialmente no contexto de trabalho.

A visita foi marcada por um momento de confraternização, pois o Pastor Marinelshington e Célio haviam trabalhado juntos em um projeto na cidade de Cachoeiro de Itapemirim, há muitos anos.

Na segunda-feira (17), o produtor responsável pelas agendas e pela distribuição de materiais da cantora no estado, o Pr. Charles Manga, fez uma visita inesperada à igreja.

Charles, que também foi pastor na Comunidade Evangélica de Nilópolis, no Rio de Janeiro, e na Assembleia de Deus Praia da Costa, onde se tornou ovelha do Pastor Marinelshington, hoje é um renomado produtor de diversos artistas gospel no Brasil.

O evento na Assembleia de Deus da Praia da Costa está marcado para o dia 23 de março, às 19h30. Nilane Silva tem gerado grande expectativa entre seus seguidores, especialmente após divulgar, nas suas redes sociais, uma prévia de sua nova canção “Quase Nada”.

A música, que também estará disponível nas plataformas digitais a partir do dia 28 de março, promete marcar um novo ciclo em sua trajetória musical.

Natural da Bahia e criada em um lar cristão, Nilane começou sua jornada musical desde muito jovem, cantando em igrejas e cultos infantis. Em entrevista à Rádio Ativa, a cantora revelou que, desde os cinco anos, a música foi parte essencial de sua vida. “Sempre busquei me aprimorar e estudar o meio musical”, destacou.

Após uma pausa devido à pandemia de 2020, Nilane voltou com força total, dedicando-se integralmente à sua carreira. Atualmente, ela conta com o apoio da Manga Produtora, parceria que representa, segundo sua assessoria, apenas o início de grandes projetos que Deus tem preparado para sua jornada.

A cantora também compartilhou sobre o impacto do período pandêmico em sua vida. Membro da Igreja Batista Atos, em Vila Velha (ES), Nilane utilizou esse tempo para refletir e amadurecer em sua fé. “Louvar ao Senhor é mais do que um ministério; é uma forma de levar vidas ao reino de Deus”, ressaltou.

A nova canção de Nilane, Quase Nada, foi composta pelo Pr. Lucas, e sua estreia no YouTube ocorrerá no dia 16 de março, sendo disponibilizada também em todas as plataformas digitais.

Nilane enfatizou que este momento representa a realização de um chamado maior, e que a confiança nos planos de Deus é fundamental para o sucesso de seu ministério. “Nossa expectativa deve estar sempre firmada nele”, afirmou.

Carreira de sucesso

Com mais de 30 anos de carreira no meio gospel, Nilane tem se apresentado em diversos eventos, incluindo congressos evangélicos e shows promovidos por prefeituras. Entre suas gravações, destacam-se reinterpretações de canções como Oferta Agradável (Cassiane), Ninguém Explica Deus (Preto no Branco) e Guia-me (Daniela Araújo).

O videoclipe de Quase Nada está previsto para ser lançado no dia 28 de março, com uma apresentação ao vivo programada para o dia 16 de março, em uma igreja a ser definida. Para o futuro, Nilane espera que suas músicas possam tocar e transformar vidas, levando mais pessoas a conhecerem a palavra de Deus.

Para agendamentos e mais informações sobre eventos, os interessados podem entrar em contato pelo telefone (27) 99293-7403 ou (27) 99900-0113, com Eliane, Lenice ou Karla. Confira o card abaixo:

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Lançamento de Nilane Silva. Foto: reprodução/banner.

Jovem morta, Vitória cantava e fazia parte da Assembleia de Deus

O assassinato da jovem Vitória, ocorrido em Cajamar/SP, tem gerado grande comoção em todo o Brasil. A adolescente de 17 anos, que era integrante do grupo de jovens “Creio” da Assembleia de Deus em São Paulo, foi encontrada morta após um ato brutal de tortura e decapitação.

Vitória, que cantava no conjunto de adolescentes durante os cultos da igreja, foi encontrada em um estado avançado de decomposição, com sinais claros de violência.

Segundo as autoridades locais, ela foi atacada com uma faca no tórax. O corpo da jovem foi levado ao Instituto Médico-Legal (IML), onde foi identificado pela família, que reconheceu as tatuagens presentes no corpo.

A jovem foi vista pela última vez no dia 26 de fevereiro, por volta da meia-noite, quando saia do shopping onde trabalhava. Em mensagens enviadas a uma amiga, Vitória relatou estar com medo de dois rapazes que estavam próximos ao ponto de ônibus. As câmeras de segurança da cidade confirmaram a presença desses dois indivíduos nas proximidades no momento.

Testemunhas afirmam que a jovem desapareceu ao chegar ao ponto de ônibus perto de sua residência, onde foi seguida por dois homens em um veículo. Vitória enviou áudios desesperados para sua amiga, relatando ter sido seguida, assediada e levada até uma favela pelos rapazes. Essa foi a última vez que ela teve contato com alguém.

Suposta vingança do PCC

De acordo com informações divulgadas pela TV Globo, o delegado Aldo Galiano, da seccional de Franco da Rocha, suspeita que o crime tenha sido uma vingança ligada ao PCC (Primeiro Comando da Capital).

O ex-namorado de Vitória, cuja identidade ainda não foi revelada, também está sendo investigado pelo seu possível envolvimento no caso. A polícia descobriu que ele havia feito ameaças a jovem no passado e não era bem visto pela família dela.

Na manhã desta quinta-feira, o ex-namorado de Vitória foi preso preventivamente. A polícia identificou incongruências nos depoimentos do rapaz, que entraram em contradição com os relatos de outros membros da família da vítima. Até o momento, ele estava foragido.

O caso segue sob investigação, e novas informações podem ser reveladas nas próximas horas. Com informações do perfil Assembleianos de Valor.

Entenda o motivo dos evangélicos não celebrarem a Quaresma

Na Quarta-feira de Cinzas dá-se início à Quaresma, um período de 40 dias que antecede a celebração da Páscoa. Este tempo é tradicionalmente observado por católicos e algumas denominações cristãs, sendo marcado por práticas de jejum, penitência e reflexão sobre o sacrifício de Jesus Cristo. No entanto, para os evangélicos, em sua maioria, essa prática não é seguida.

A Quaresma tem suas raízes na Igreja Católica e remonta aos 40 dias em que Jesus esteve no deserto, enfrentando tentações e jejuando, conforme relatado nas Escrituras.

O período começa na Quarta-feira de Cinzas e termina no Domingo de Páscoa, sendo tradicionalmente um tempo em que os fiéis se dedicam à oração, ao arrependimento e à renúncia de certos hábitos, como o consumo de carne vermelha, ou outras práticas que são vistas como prejudiciais à saúde ou à espiritualidade.

Porém, os evangélicos não celebram a Quaresma, pois a observância desse período não é prescrita de forma explícita nas Escrituras Sagradas.

Isso, porque, para as igrejas evangélicas, a Bíblia é a única norma de fé, e a Quaresma é vista como uma tradição humana que foi estabelecida pela Igreja Católica ao longo dos séculos, não sendo por isso considerada parte da doutrina bíblica.

Dessa forma, muitos evangélicos consideram que essa prática não deve ser imposta como um requisito espiritual obrigatório, tal como os católicos entendem.

Santificação é diária

Além disso, a maioria das igrejas evangélicas enfatiza que a fé cristã não deve estar atrelada a ritos ou períodos específicos do ano. Para os evangélicos, a busca por Deus, a reflexão sobre o sacrifício de Cristo e o arrependimento são aspectos que devem ser vividos de maneira contínua, diariamente, ao longo de todo o ano, e não apenas em um período determinado como a Quaresma.

Outro ponto relevante é a compreensão evangélica sobre a salvação, que, de acordo com a doutrina protestante, é alcançada exclusivamente por meio da fé em Jesus Cristo e não por sacrifícios pessoais.

A ideia de que a penitência e os rituais, como jejuns e confissões, são necessários para a salvação não é compatível com a visão evangélica, que entende que a graça divina, como é dito em Efésios 2:8, é um dom imerecido, recebido pela fé.

A separação histórica e teológica entre os evangélicos e a Igreja Católica remonta à Reforma Protestante, no século XVI, quando os reformadores rejeitaram várias práticas e tradições que não tinham base bíblica. Como a Quaresma não é mencionada nas Escrituras como uma prática obrigatória, ela foi afastada das igrejas protestantes e, posteriormente, pelas comunidades evangélicas.

Ponto importante

Isso não significa que os evangélicos rejeitam o jejum ou a reflexão sobre a Páscoa. Muitas igrejas evangélicas promovem períodos de oração e jejum em outras épocas do ano, mas essas práticas são voluntárias e não fazem parte de um calendário litúrgico fixo.

Algumas denominações evangélicas também adotam práticas que se assemelham à Quaresma, mas sem o mesmo peso ou formalidade dada pela Igreja Católica, que a vê como uma espécie de “expurgo”, especialmente devido ao período pós-Carnaval.

Apesar disso, algumas igrejas protestantes históricas, como os luteranos, anglicanos e metodistas, mantêm formas adaptadas de observância da Quaresma, embora sem as mesmas exigências e rituais rigorosos da Igreja Católica.

Para os evangélicos em geral, contudo, a morte e ressurreição de Cristo são essenciais para a fé cristã. Contudo, a preparação para a Páscoa não precisa ser marcada por um período fixo de abstinência ou práticas religiosas específicas.

A ênfase quanto a esse quesito recai sobre uma vida diária de comunhão com Deus, com santidade e dedicação constantes, sem a necessidade de rituais ou tradições religiosas estabelecidas em datas específicas.

Assim, enquanto a Quaresma é uma tradição observada por católicos e algumas denominações cristãs, ela não possui a mesma relevância para a maioria dos evangélicos. Para estes, a vida cristã é uma jornada contínua, pautada pela fé em Cristo e pela busca constante por uma relação pessoal com Deus, sem depender de um período específico de penitência ou preparação. Veja também:

Cada vez mais católicos têm frequentado cultos evangélicos, diz pesquisador da UFRJ

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Governador sanciona lei proibindo homens em banheiros femininos

Na segunda-feira, 3 de março de 2025, Wyoming se tornou o mais recente estado a adotar uma legislação que proíbe homens trans de acessarem espaços femininos em prédios governamentais, como parte de um movimento nacional para assegurar a privacidade e segurança feminina.

O governador republicano Mark Gordon sancionou o PL-72, que foi aprovado pela Câmara dos Representantes de Wyoming em 7 de fevereiro, com uma votação de 52 a 8. O Senado de Wyoming, também controlado pelos republicanos, aprovou a medida na semana passada por 25 votos a 6.

A legislação, programada para entrar em vigor em 1º de julho de 2025, define os termos “masculino” e “feminino” com base no sexo biológico de um indivíduo. O projeto exige que as instalações públicas, como vestiários, banheiros e dormitórios multiocupados, sejam segregados por sexo, com acesso restrito a espaços destinados exclusivamente a homens ou mulheres.

A medida proíbe indivíduos de entrar em instalações segregadas por sexo que não correspondam ao seu sexo biológico, mas prevê “acometimento razoável” para pessoas trans, sem incluir o acesso a vestiários ou banheiros de uso exclusivo de outro sexo.

A legislação estabelece que qualquer pessoa que se sinta desconfortável ao encontrar alguém do sexo oposto em um vestiário ou banheiro poderá tomar medidas legais contra as instalações públicas responsáveis. Da mesma forma, prevê o direito de ação para aqueles que forem obrigados a compartilhar dormitórios em unidades correcionais ou educacionais com pessoas do sexo oposto.

Sara Beth Nelson, consultora jurídica do escritório Alliance Defending Freedom, elogiou a medida, afirmando que os estados têm a responsabilidade de proteger a privacidade, segurança e dignidade de mulheres e meninas. “Deixar os homens invadirem os espaços das mulheres — seja na faculdade, em prédios públicos ou em instalações correcionais — é uma invasão de privacidade, uma ameaça à segurança delas e uma negação das reais diferenças biológicas entre os dois sexos”, declarou Nelson.

Wyoming agora se junta a outros 15 estados que promulgaram legislações semelhantes, exigindo que pessoas trans utilizem banheiros e outras instalações públicas de acordo com seu sexo biológico, em vez de sua identidade de gênero.

Estados como Flórida e Utah implementaram leis que se aplicam a todas as instalações públicas, incluindo escolas K-12, faculdades e universidades, enquanto outros estados, como Alabama e Ohio, limitam a legislação a escolas K-12 e alguns edifícios públicos.

A presença de homens que se identificam como mulheres trans em espaços femininos gerou preocupações relacionadas à segurança e à privacidade das mulheres. Em 2023, um grupo de irmãs de uma irmandade da Universidade de Wyoming processou a organização, alegando desconforto com a presença de um homem.

Em outro caso, nadadoras que competiram com o atleta trans Lia Thomas, da Universidade da Pensilvânia, relataram sentir desconforto ao compartilhar vestiários com alguém que ainda mantinha características físicas masculinas.

Além disso, o uso de instalações femininas por indivíduos transidentificados tem gerado controvérsias em escolas e prisões, com incidentes em que mulheres expressaram desconforto ou enfrentaram problemas relacionados à segurança e à privacidade.

Amie Ichikawa, que dirige uma organização sem fins lucrativos voltada para mulheres encarceradas, destacou em um evento do The Christian Post que 44 indivíduos nascidos do sexo masculino foram transferidos com sucesso para prisões femininas, resultando em consequências imprevistas, como o nascimento de bebês sob custódia.