Menina chora ao ser curada milagrosamente de um olho cego

Relatos de milagres continuam existindo no mundo atual, e das mais diversas formas. Em um vídeo compartilhado nas redes sociais do ARB Ministries, em 5 de setembro, por exemplo, uma menina ficou emocionada ao relatar a cura milagrosa de um olho cego.

A gravação foi divulgada no perfil oficial do ministério no Instagram, onde é possível ver a jovem, que estava acompanhada pela mãe, chorando logo após a oração feita pelo evangelista Ankit Rambabu.

“Eu abri meus olhos e podia ver com o meu olho direito”, disse a jovem sobre o olho cego, mas que acabara de ser curado. Questionada sobre a veracidade da deficiência, ou enfermidade, a mãe da menina confirmou ao evangelista, que deu um conselho para elas:

“Ouça, você não pode negar o fato de que Jesus te ama. Pelo resto da sua vida, é melhor lembrar disso”, disse ele. O fato ocorreu durante a cruzada evangelística Tendas de Milagres, que já percorreu várias cidades dos Estados Unidos, alcançando 1160 pessoas para Jesus Cristo.

Mais relatos

Relatos de curas milagrosas também ocorrem quando são resultado de acidentes ou atentados, como aconteceu com o pastor Hans Schmidt, que foi baleado na cabeça, mas sobreviveu graças à intervenção de Deus.

“É um milagre — absolutamente um milagre”, disse ele ao testemunhar o feito sobrenatural. “Eu não deveria estar vivo. Sendo realista, eu deveria estar morto. E por causa de Sua graça e Seu amor, eu ainda estou aqui”.

Há casos também que não envolvem atentados ou acidentes, mas a proteção divina sobre eventos impossíveis aos olhos humanos, como aconteceu com menino de apenas um ano, de Planaltina, Região Metropolitana de Brasília (DF), que sobreviveu mesmo após ter ficado mais de 1 hora em parada cardíaca, conforme notícia do GospelMais.

Assista, abaixo, o vídeo da menina com um olho cego que foi curada após oração, abaixo:

Mãe é levada a Cristo e se batiza após testemunho da filha

O testemunho de fé de uma criança de apenas 10 anos foi fundamental para que a sua mãe resolvesse se voltar para Jesus Cristo. Tudo aconteceu em Minas Gerais, onde Larissa Assis foi impactada pelo exemplo de fé da filha Allice.

A pequena Allice se converteu e se tornou membro da igreja, mas estava triste pelo fato da mãe não seguir os seus passos, o que deixou a criança preocupada. “Eu quero ver a minha mãe no Céu”, dizia ela.

Com o testemunho de fé da criança, contudo, o Espírito Santo de Deus convenceu Larissa da sua necessidade de conversão e batismo.  “Eu que deveria estar ensinando sobre obediência a Deus para minha filha”, disse a mãe, segundo o Guiame.

Foi assim que, após um certo tempo, a mãe optou por seguir a Deus. “Eu resolvi tomar essa decisão porque entendi que o meu propósito nesta Terra é conhecer Jesus e fazê-lo conhecido para todos”, disse ela.

Exemplo

Assim como o exemplo da pequena Allice, o batismo é um testemunho público da fé em Jesus Cristo, sendo uma prática seguida pelo próprio Senhor, a fim de que os seus seguidores pudessem ver e entender, através dEle, a importância desse ato simbólico.

É dessa forma que igrejas dentro e fora do Brasil, como a Church City, situada em Anápolis, Goiás, realizam batismos até mesmo em locais improvisados, como na caçamba de uma caminhonete.

“O batismo não é condição para a salvação de alguém”, disse a igreja, “ele é a evidência da salvação que já aconteceu. Ele é um sinal visível de uma graça invisível. É uma declaração pública e pessoal, um compromisso genuíno com um novo estilo de vida, a vida de Deus.” Confira:

Igreja utiliza caçambas de 10 caminhonetes para batismo público: ‘A fé proclamada’

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Com doença rara, criança faz desabafo: 'Eu não tenho esperança'

Viralizou nas redes sociais um vídeo comovente, onde uma criança de apenas 7 anos faz um desabafo para a sua mãe. O garoto chamado Enoque Arnoni possui uma doença rara conhecida como Hipoplasia Cartilagem-Cabelo (Condrodisplasia metafisária do tipo McKusick) e falência intestinal.

Há anos os pais da criança, chamados Gustavo Arnoni e Jaqueline Arnoni, compartilham nas redes sociais a luta que travam para arcar com o caro tratamento de Enoque, a fim de mantê-lo vivo e com a melhor qualidade de vida possível.

Na gravação recente divulgada nas redes, o garoto aparece com um semblante bastante abatido, chorando, demonstrando estar muito sofrido com os constantes exames que precisa fazer devido ao seu tratamento.

A mãe, Jaqueline, tentou consolar o filho: “A mamãe vai tá aqui por vc, quase querer desistir, eu vou ser sua força para continuar, quando vc perder as esperanças, eu vou ter esperanças por você. O papai do céu me deu vc pra eu cuidar, amar e proteger. Te amo tanto”, disse ela, também escrevendo a reação no perfil de Enoque no Instagram.

“Tudo isso vai passar, tá bom?”, diz Jaqueline, no que Enoque respondeu “não vai”. Ela insistiu, dizendo “tenha fé, filho… tem que ter fé e esperança”, e o pequeno novamente retrucou: “Eu não tenho esperança”.

Reações

Ao compartilhar a gravação, os pais do garoto com a doença rara disseram que nunca haviam visto ele “tão cansado, tão deprimido e tão sem esperança. Não é fácil passar pelo que ele passa, mas eu creio que vai vir o renovo do senhor [sic].”

Gustavo Arnoni, que é teólogo e filósofo, escreveu o livro “Pais de Filhos Doentes: Encontrando a Deus no Sofrimento de uma Criança”, cuja publicação é um relato da trajetória da sua família e uma reflexão acerca da dor.

A família conta com a ajuda dos familiares e seguidores para arcar com as despesas do tratamento de Enoque, uma vez que a sua doença rara, que é fruto de uma condição genética, não possui tratamento capaz de reverter o processo, mas de oferecer uma melhor qualidade de vida. Assista:

Jornalista da Folha reconhece papel social dos evangélicos no BR

O papel social que os evangélicos vêm desempenhando no Brasil há décadas é algo já bastante reconhecido pela sociedade, não por acaso tem recebido o destaque, também, de profissionais da imprensa secular, como a jornalista da Folha de S. Paulo Anna Virginia Balloussier.

Autora do livro recém-lançado “Púlpito: fé, poder e Brasil dos evangélicos”, a comunicadora que desde 2010 vem cobrindo temas relativos ao mundo cristão, sociedade e política, concedeu uma entrevista onde destacou algumas questões que lhe chamaram a atenção ao longo desses anos.

A principal dessas questões, aparentemente, é o grande impacto comunitário causado pelo trabalho social dos evangélicos, algo que tem se revelado mediante a ausência do poder público, por exemplo, na lida com temas como a violência doméstica e o abuso de drogas.

“Geralmente a mulher é a primeira que entra para a igreja. E aí ela leva o marido que, muitas vezes, podia beber demais; há vários casos de violência doméstica, que depois de beber, o marido batia na mulher”, disse a autora à Revista Comunhão.

Após a entrada na igreja, a família adquire outra perspectiva de vida, seguindo princípios e valores que ajudam na lida com os problemas. Segundo a jornalista da Folha de S. Paulo, essa é uma realidade que a Igreja Católica, além do Estado, tem deixado a desejar.

“Quando a família se converte – não que seja tudo cor-de-rosa – mas de repente você tem a ideia de prosperidade diferente, a comunidade arranja [emprego] para quem está desempregado, ou consegue cesta básica, ou um tipo de suporte que o Estado, muitas vezes, falha em dar; e, a igreja católica, que já foi muito forte nessa área, tem sido negligente”, disse ela.

Atuação política

Outro ponto destacado pela jornalista da Folha de S. Paulo é o da participação política dos evangélicos brasileiros, algo que tem se intensificado a cada eleição, com um número cada vez maior de lideranças religiosas e instituições do segmento envolvidas no apoio aos candidatos.

Para Balloussier, esse contexto faz parte do processo democrático e reflete o cenário de franco crescimento dos evangélicos no país. “A ideia de que o evangélico não deve participar me parece um pouco estranha e até antidemocrática”, disse ela.

“É legítimo que qualquer grupo organizado lute pelas suas bandeiras, lute pelas suas visões de mundo. […] Eu diria que se você está jogando dentro das regras do jogo democrático, essa posição religiosa não só é bem-vinda, como é parte do jogo democrático”, concluiu.

‘Tu És a Direção’: Sarah Beatriz lança nova música inédita

A cantora Sarah Beatriz está lançando sua nova música inédita, Tu És a Direção, com uma letra inspiradora sobre a importância de estar na presença de Deus.

A gravadora Musile Records destaca que a canção traz uma mensagem de encorajamento para os momentos de angústia e dúvida, a partir do que a Bíblia ensina nos Salmos 32.8.

“Eu sempre tive muita fé, ao ponto de olhar para essa situação e dizer: ‘Vai passar’. Se as pessoas entendessem o quão importante é a presença de Deus, ninguém mais conseguiria ficar sem ela”, declarou Sarah Beatriz ao relembrar experiências que viveu ainda na adolescência.

A música Tu És a Direção também se destaca pela interpretação surpreendente de Sarah Beatriz e os seus agudos desafiadores – uma de suas marcas registradas. De acordo com a assessoria de imprensa, a faixa também traz a participação de um coral.

A música é parte de um projeto gravado ao vivo em São Paulo, somando nove faixas, sendo uma delas, Pentecostes, que será lançada em breve com participação de Bruna Karla; além dessa, são destaques também Deus na Minha História, uma versão em português de God Is In This Story; e Chega de Errar Pra Aprender, com Mauro Henrique e Eli Soares.

Recentemente a cantora esteve no Conversa com Bial e afirmou que não se vê abandonando a música gospel porque “não saberia cantar outra coisa” a não ser o louvor a Deus.

Sarah Beatriz soma mais de 700 milhões de execuções nas plataformas de streaming e oito milhões de seguidores nas redes sociais.

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Guerras são parte de um “contexto profético” para a volta de Cristo

Tema recorrente entre os teólogos e líderes cristãos, a volta de Jesus Cristo à Terra tem sido estudada há séculos dentro de um “contexto profético” que envolve diversos fatores de impacto global, como guerras e pandemias, além da perseguição religiosa crescente.

Essa também é a opinião do especialista em profecias bíblicas Joel Rosenberg, que mora em Israel, país [o significado do seu conceito religioso] considerado por muitos estudiosos como uma espécie de “relógio” do mundo nesse quesito.

Em uma entrevista para a emissora CBN News, Joel levantou disse que “determinantemente” os acontecimentos atuais no Oriente Médio, em referência à guerra de Israel na Faixa de Gaza e no Líbano, bem como a guerra da Rússia contra a Ucrânia, fazem parte de um cenário de “contrações” para a volta de Jesus.

O especialista lembrou que Cristo, em Mateus 24, comparou o seu retorno ao trabalho de parto, onde as contrações duram mais e são mais persistentes do que o nascimento da criança. O mundo atual, segundo Joel, passa por esse momento de contrações.

“Jesus fala em Mateus 24 que haverá contrações”, disse ele, e “momentos de guerras e rumores de guerras, e reino contra reino, nação contra nação, bem como terremotos e fomes e outros desastres.”

A escalada da guerra russo-ucraniana, que agora já envolve outros países como a Coreia do Norte e, indiretamente, o Irã e membros da OTAN (Organização do Tratado do Atlântico Norte), como os Estados Unidos, representa um sinal evidente do contexto profético citado pela Bíblia.

Israel como alvo

Ainda segundo Joel, os acontecimentos diplomáticos e militares parecem desenhar o que alguns estudiosos acreditam ser uma profecia descrita em Ezequiel 38-39, conhecida como guerra de Gog e Magog, uma referência ao que seria, atualmente, uma guerra entre Rússia, Irã e Turquia contra Israel e seus aliados.

Ver essa escalada de conflitos, segundo o especialista, é como ver “as peças de xadrez no tabuleiro se alinharem de uma maneira que é consistente com os pré-requisitos de Ezequiel 38-39”.

Apesar do contexto profético estar cada vez mais cristalino, Joel disse que é preciso ter cautela antes de qualquer conclusão. Veja também:

“É impressionante”, diz hebraísta Luiz Sayão sobre profecias se cumprindo em Israel

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Tony Campolo: morreu pastor que negava ser chamado evangélico

Tony Campolo, um pregador evangelista, professor e escritor de best-sellers, faleceu aos 89 anos na noite da última terça-feira, 19 de novembro.

A informação sobre a morte de Tony Campolo foi compartilhada pela família em sua página no Facebook, esclarecendo que ele “faleceu em sua casa em Bryn Mawr, Pensilvânia […] cercado por sua família e entes queridos”.

“Sua vida foi um testemunho de fé, amor e do poder transformador dos relacionamentos, e sua influência será sentida pelas gerações futuras […] Por mais de seis décadas, como pastor, professor distinto, orador público fascinante e autor prolífico, Tony tocou inúmeras vidas ao redor do mundo com sua mensagem esperançosa de justiça social, amor e reconciliação”, dizia o comunicado.

Em 2017, Tony Campolo se posicionou recusando ser identificado como “evangélico”, e explicou seus motivos: “Nos sentimos desconfortáveis em nos chamarmos como evangélicos, porque o público em geral supõe coisas sobre nós que não são verdadeiras. Não somos favoráveis à pena de morte, não somos a favor da guerra, não odiamos gays e não somos antifeministas”, disse na ocasião.

O movimento do qual fazia parte tem forte identificação com o posicionamento “politicamente correto” e linha política de centro-esquerda. Outros integrantes do mesmo movimento lamentaram sua morte, como Shane Claiborne, um ativista cristão progressista e escritor, que lamentou a partida do “querido amigo e irmão”.

“Tony Campolo tem sido meu parceiro no ministério pelos últimos 20 anos na [Red Letter Christians]. Sentirei muita falta dele, mas sei que há uma festa do outro lado”, escreveu no X.

Vida e ministério

Nascido em 25 de fevereiro de 1935, na Filadélfia, Pensilvânia, Campolo era conhecido por sua pregação carismática, além dos anos trabalhando como professor e ativista social, especialmente entre os necessitados.

Por quase 40 anos, Campolo liderou um grupo conhecido como Evangelical Association for the Promotion of Education, que ele lançou para ajudar a servir comunidades necessitadas. Ele se aposentou de sua posição na organização em 2014.

Em 2007, ele ajudou a fundar um grupo chamado Red Letter Christians, assim chamado porque em algumas versões publicadas da Bíblia, as palavras de Jesus são impressas em tinta vermelha.

O movimento sempre foi alvo de críticas, como as feitas por Mark Tooley, do Instituto sobre Religião e Democracia, que acreditava que o raciocínio do movimento era “destrutivo e perigoso porque implica que toda a Escritura é menos confiável e que indivíduos modernos em uma cultura podem reinterpretar ou rejeitar singularmente o ensino ético cristão histórico sem o conselho da Igreja universal”.

Campolo gerou polêmica por algumas das posições ideológicas que assumiu nos últimos anos, incluindo sua crença de que as igrejas deveriam aceitar totalmente uniões entre pessoas do mesmo sexo.

Ele deixou a esposa, Peggy, com quem foi casado por mais de 65 anos, dois filhos, quatro netos e três bisnetos, de acordo com informações do portal The Christian Post.

Today I lost a dear friend and brother… Tony Campolo has been my partner in ministry for the past 20+ years at @RedLetterXians. I will miss him something fierce, but I know there’s a party on the other side.

I don’t have much more to say right now. But I will soon.

Thanks… pic.twitter.com/aD9YPicTTA

— Shane Claiborne (@ShaneClaiborne) November 20, 2024

Jovem cristã forçada a se casar com muçulmano é libertada

Uma jovem cristã de 18 anos passou cinco meses sob o poder de um idoso muçulmano, que forçou sua conversão ao islamismo e a um casamento. Ela foi sequestrada próximo de sua casa em 9 de junho deste ano. Sua família não desistiu de procura-la, e agora celebra seu resgate.

Sana Javed, 18 anos, saiu de casa para ir a uma loja na cidade de Lahore, na província paquistanesa de Punjab, e nunca mais voltou para casa. Com seu desaparecimento, o pai, Javed Masih, um motorista de caminhão, iniciou uma busca por informações para localiza-la.

“Nossa busca frenética por ela terminou em meados de outubro, quando recebi um telefonema de uma cristã da província de Baluchistão [região conhecida como “terra sem lei”] que me informou sobre seu paradeiro”, disse Masih.

A situação envolveu uma ação planejada, já que uma mulher muçulmana identificada como Hafsa fez amizade com Sana pelo WhatsApp, dias antes do desaparecimento: “Sana nos disse que a garota a chantageou emocionalmente e a forçou a se encontrar pessoalmente sem o conhecimento da família”, disse Masih.

“Ela até lhe enviou dinheiro e a orientou a embarcar em um ônibus para Dera Ismail Khan, uma cidade na província de Khyber Pakhtunkhwa. De lá, Sana embarcou em outro ônibus para cruzar para uma vila remota na província de Baluchistão”, acrescentou o pai.

O sequestro

Quando Sana chegou à casa de Hafsa, ela foi imediatamente privada de seu telefone e mantida refém, narrou o pai: “Um clérigo foi chamado, e Sana foi forçada a recitar o Kalima [proclamação de conversão ao islamismo] e se casar com um muçulmano idoso sob ameaças de violência. Mais tarde, ela descobriu que ele era tio materno de Hafsa”.

O pai de Sana havia registrado um boletim de ocorrência no mesmo dia do desaparecimento, e três dias depois a família descobriu que os policiais haviam perdido o documento. Eles registraram um novo e a polícia registrou um First Information Report (FIR), mas os policiais não fizeram nenhum esforço para encontrá-la.

“Em vez disso, ele nos pedia para fornecer pistas para a investigação, quando na verdade não tínhamos as informações nem os recursos”, desabafou Masih.

Orações e resposta

A família depositou sua confiança em Deus e passou a pedir que outros cristãos se juntassem a eles em oração pelo retorno da filha caçula de um total de sete filhos. Assim, visitando diversas igrejas e uma série de pastores, as orações foram respondidas: Masih recebeu uma ligação de uma professora cristã na província de Baluchistão que se identificou apenas como Waseem, e contou que Sana estava em sua aldeia.

A professora disse também que um político local a havia contatado para ajudar a encontrar sua família, já que um familiar havia levado informações a ele. “Não sei o nome do homem, mas Deus o usou para resgatar nossa filha do cativeiro”, disse Masih sobre o político muçulmano.

“Quando informei a polícia sobre a localização da minha filha e pedi ajuda, eles me disseram que precisariam de permissão oficial e recursos para viajar para outra província. Entrei em contato com um grupo de paralegais cristãos para obter ajuda, e sou grato por eles nos fornecerem apoio legal e financeiro para ajudar a trazer Sana de volta para Lahore”.

Uma equipe jurídica do Christians’ True Spirit (CTS) acompanhou a polícia e a família até a vila no Baluchistão, onde recuperaram Sana Javed no dia 14 de novembro: “Não posso expressar minha gratidão ao líder político da província e Waseem, a professora, que não apenas nos ajudou a resgatar Sana, mas também forçou seu ‘marido’ a assinar uma declaração de divórcio”, disse o pai, de acordo com informações do portal The Christian Post.

Fala de Ana Paula Valadão na Lagoinha expõe 'racha' na família

Viralizou nas redes sociais o trecho de uma pregação feita por Ana Paula Valadão, uma das líderes da Igreja Batista da Lagoinha, onde a mesma aparece em prantos tecendo críticas ao que parece ser o atual cenário de “racha” familiar entre os líderes da denominação.

“Eu estou muito brava. Não sou apenas mãe dos meus filhos; sou mãe dessa casa, dessa cidade, dessa nação! Investi aqui o que tenho de mais precioso, e questiono: o que estão fazendo?”, questionou ela, chorando.

Uma vez que os cultos e ministrações são gravados, o registro da pregação ficou disponível nas redes sociais da igreja, mas acabou sendo deletado na última terça-feira (19), sugerindo que a fala teria causado desconforto à cúpula da denominação liderada por seu irmão, André Valadão.

Essa tese ganhou força após a repercussão de uma notícia na coluna da jornalista Fabíola Oliveira, no Metrópoles, onde a comunicadora diz que André Valadão processou a Igreja Lagoinha de Niterói, representada por Felippe Valadão, seu cunhado, uma vez que é o esposo de Mariana Valadão.

O motivo do processo, segundo a colunista, seria a utilização do nome “Lagoinha”, algo que, apesar de autorizado no início da igreja liderada por Felippe no Rio de Janeiro, teria deixado de ser permitido no ano de 2022.

Nas redes sociais, internautas também especularam se a exigência de André Valadão quanto à remoção do nome “Lagoinha” sobre a igreja de Niterói seria por causa de discordâncias doutrinárias. Essa informação, contudo, não foi trazida à tona pelos pastores envolvidos no imbróglio.

A ira que Ana Paula Valadão, portanto, demonstrou em sua ministração, seria fruto desse conflito que, na prática, sugere um “racha” entre os próprios parentes.

Indireta

Apesar de nenhum dos envolvidos no suposto conflito pela disputa da marca “Lagoinha” ter se pronunciado publicamente sobre o caso, até então, negando ou confirmando as informações, algumas publicações sugerem que trata-se de uma realidade.

O pastor Felippe Valadão, por exemplo, publicou em seu perfil no Instagram, em aparente indireta sobre a situação, a passagem de 1 Coríntios 6:5-8, onde está escrito o seguinte:

“Digo isso para envergonhá-los. Acaso não há entre vocês alguém suficientemente sábio para julgar uma causa entre irmãos? Mas, ao invés disso, um irmão vai ao tribunal contra outro irmão, e isso diante de descrentes! O fato de haver litígios entre vocês já significa uma completa derrota. Por que não preferem sofrer a injustiça? Por que não preferem sofrer o prejuízo? Em vez disso vocês mesmos causam injustiças e prejuízos, e isso contra irmãos!”.

O líder da Lagoinha Niterói comentou a postagem, incluindo emojis de choro. “Só Ele pra nos colocar de pé!!! Eu sempre estive aqui abençoando a sua vida, mas hoje você que está lendo esse texto pode orar por mim e por minha família hoje? Precisamos muito das suas orações”, escreveu.

Uma seguidora do pastor lamentou a situação, também, dando a entender que o conflito por trás do processo pela remoção do nome “Lagoinha” possa ser, de fato, por questões doutrinárias e não apenas pelo mero uso da marca.

“A Lagoinha Niterói nasceu com o respaldo e o nome da [Igreja Batista de] Lagoinha de BH, o que foi crucial para seu crescimento. No entanto, se hoje essa igreja não segue mais os princípios e a doutrina originais, é válido refletir sobre a necessidade de mudanças”, postou a internauta.

'Não saberia cantar outra coisa', diz cantora Sarah Beatriz para Bial

Uma das vozes de maior ascensão da música gospel nacional na atualidade, a cantora Sarah Beatriz foi a convidada do programa Conversa com Bial, exibido pela Rede Globo no último dia 28, ocasião em que ela testemunhou a sua fidelidade a Deus.

Aos 26 anos e casada com o jogador de futebol Calebe, que atua pelo Fortaleza, a cantora gospel tratou de temas que envolveram o início da sua carreira e também o seu relacionamento com o atleta, de quem ficou noiva em outubro passado.

Um dos pontos que chamou atenção das redes sociais, contudo, foi a postura contundente de fidelidade de Sarah Beatriz quanto à fé em Deus. Questionada por Bial se ela cantaria músicas seculares, ela foi taxativa:

“Eu não saberia falar sobre outra coisa. Eu não saberia viver sobre ou viver para outra coisa ou cantar sobre outra coisa, porque Deus fez tudo na minha vida acontecer. Ele é o verdadeiro motivo de eu estar aqui, na sua frente”, disse ela, ficando emocionada em seguida.

Intérprete do sucesso “Todovia Me Alegrarei”, a cantora gospel lembrou que se sente realizada quando percebe a presença de Deus na vida das pessoas que escutam a sua canção, sendo isso algo do qual não quer se afastar.

“Amo o fato de eu cantar um ‘Todovia Me Alegrarei’ e todo o público sentir a presença de Deus dentro ou fora. E eu nasci para exatamente isso, para que Deus me use de uma forma que até talvez quem nem sabia que sentiu a presença de Deus pare e veja, sabe? E sinta o que nunca sentiu antes”, compartilhou.

Elogios

No perfil oficial do programa Conversa com Bial, internautas elogiaram Sarah Beatriz, apontando que a cantora gospel preferiu focar em seus princípios ao invés de acenar para o meio secular, onde também poderia obter sucesso.

“Nem tudo é sobre dinheiro, é sobre valores. Entender isso é a maior riqueza”, comentou uma internauta, enquanto outra frisou que “só quem tem o verdadeiro encontro vai entender o que ela fala”. Assista: