Mario Frias relata “visita da morte” após ficar na UTI, até Deus agir

O deputado federal Mario Frias (PL-SP) utilizou suas plataformas digitais para se pronunciar publicamente após ter sido submetido a uma intervenção médica destinada a desobstruir vasos sanguíneos localizados na região abdominal.

O parlamentar encontra-se hospitalizado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Sírio-Libanês, na capital federal, desde a última terça-feira (14).

Frias deu entrada no centro médico apresentando um quadro de dores abdominais de forte intensidade. Exames de imagem subsequentes revelaram a presença de uma obstrução vascular, condição clínica classificada pelos especialistas como de alta complexidade e risco.

Conforme informações divulgadas pela assessoria do congressista, o cateterismo para desobstrução foi concluído de maneira exitosa, embora a equipe médica ainda não tenha estabelecido uma data provável para a liberação hospitalar.

Por intermédio de suas redes, o parlamentar fez um desabafo reflexivo, afirmando ter estado frente a frente com a iminência da finitude. Apesar do susto, Frias declarou sentir-se revigorado após o episódio:

— Cada vez que o espectro da morte nos ronda de perto, a existência se desnuda com maior nitidez. É nesse exato limiar que a hierarquia dos nossos valores se reordena, que a essência da alma se sobrepõe ao ruído cotidiano e que o ânimo para prosseguir na batalha ressurge com vigor redobrado — expressou.

O deputado também fez questão de sublinhar a centralidade do sentimento de gratidão e da confiança inabalável na providência divina durante esse período de provação:

— Tenho a plena convicção de que Deus governa soberanamente sobre todas as circunstâncias. Aquilo que muitas vezes nos escapa ao entendimento imediato, aquilo que contestamos ou que chegamos a tachar de iníquo, não representa senão a materialização de uma vontade perfeita, inscrita em linhas que nossa visão presente ainda não alcança decifrar. (…) Hoje, com mais intensidade do que nunca, minha gratidão é integral e incondicional — ressaltou.

Ao final de sua manifestação, Frias reiterou seu compromisso de permanecer inabalável na persecução dos objetivos que o trouxeram à vida pública e na defesa de suas bandeiras no âmbito da Câmara dos Deputados:

— Permaneço inabalável na incumbência de restaurar o Brasil à sua legítima gente. Uma missão que, por mais efêmera que se mostre à luz da eternidade, conduzo com honradez e senso de dever. E detenho o privilégio de desempenhá-la ao lado de Jair Messias Bolsonaro, líder, companheiro de jornada e combatente. Que o Altíssimo nos revista de fortaleza e nos guie até a consumação dos tempos — finalizou.

De acordo com atualizações fornecidas por Juliana Frias, esposa do deputado, a previsão é de que ele permaneça sob monitoramento contínuo na UTI até, ao menos, esta sexta-feira (17). O quadro clínico do parlamentar é descrito como estável, e ele já não reporta os episódios de dor aguda que motivaram a internação inicial.

Justiça rejeita investigar Bolsonaro por chamar petistas de 'feias'

O Ministério Público Federal (MPF) decidiu pelo encerramento, sem abertura de procedimento investigatório, da representação que tinha como alvo o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) por suposta prática de violência política de gênero.

A notícia de fato havia sido protocolada pelo Conselho Nacional de Direitos Humanos (CNDH) em decorrência de um vídeo que circulou nas vésperas do Dia Internacional da Mulher do ano anterior, no qual o ex-mandatário afirmava que as integrantes do Partido dos Trabalhadores são “desprovidas de beleza” e “incomíveis”.

Conforme o parecer subscrito pelo procurador regional dos Direitos do Cidadão, Anselmo Henrique Cordeiro Lopes, embora as manifestações do ex-presidente possam ser classificadas como “censuráveis do ponto de vista social e ético, elas configuram um fato pontual e desconexo de uma estratégia mais ampla de alijamento feminino do debate público”.

O documento acrescenta que não restou comprovada, no bojo do expediente, “qualquer consequência objetiva que caracterize uma ofensa de natureza coletiva apta a justificar a intervenção por meio de ação civil pública”.

Inconformado com o arquivamento sumário, o CNDH interpôs um recurso na esfera administrativa para tentar reverter a deliberação do órgão ministerial.

“Em uma nação que contabiliza a morte de quatro mulheres por dia vítimas de feminicídio, soa intolerável que uma figura pública de projeção nacional se expresse de modo tão agressivo e leviano. As palavras proferidas pelo ex-presidente Jair Bolsonaro, para além de seu teor misógino, atentam frontalmente contra o princípio da isonomia de gênero e contra a deferência que se deve guardar às mulheres que atuam na vida pública”, declarou Ivana Leal, presidente do CNDH.

A peça recursal também leva a assinatura do advogado Carlos Nicodemos, que integra o colegiado do conselho na condição de conselheiro.

Contexto da polêmica

As declarações controversas de Bolsonaro foram trazidas a público em 6 de março do ano passado, por intermédio de um de seus filhos, o vereador Jair Renan (PL).

“Basta observar, não há nenhuma representante do PT que seja bela. Apenas as desprovidas de formosura. Por vezes, quando estou transitando por um aeroporto, alguém me dirige ofensas. Uma mulher, geralmente. Eu a observo e penso: ‘Minha nossa, mãe. Incomível’”, registrou o ex-presidente no trecho divulgado.

A gravação que veio à tona consiste em um fragmento editado de uma locução mais extensa, desprovido de qualquer indicação quanto ao seu contexto original. Na montagem, a palavra “incomível” é repetida em destaque, e a peça recebeu a sobreposição do adereço visual conhecido como “óculos Thug Life“, um recurso estilístico frequentemente utilizado por Bolsonaro para enfatizar suas invectivas contra oponentes.

O histórico do ex-chefe do Executivo é pontuado por diversas manifestações de cunho misógino empregadas como instrumento de depreciação de mulheres com as quais travou embates políticos.

Em episódio anterior, por exemplo, afirmou que a deputada federal Maria do Rosário (PT) “não faz jus a ser estuprada por ser demasiadamente feia”, declaração pela qual acabou condenado judicialmente a se retratar publicamente e a indenizar a parlamentar por danos morais.

Ao repercutir a informação sobre o arquivamento do caso, publicada originalmente na coluna da jornalista Mônica Bergamo, no periódico Folha de S.Paulo, o também jornalista Paulo Figueiredo reagiu com um comentário de tom provocador: “Se a apuração fosse feita a sério, constatariam que ele está coberto de razão”, escreveu.

Ex-gay processado por testemunhar conversão encoraja cristãos

O cristão maltês Matthew Grech afirmou que enfrentou um processo judicial por compartilhar seu testemunho de fé e deixou um apelo para que outros cristãos defendam publicamente suas crenças. Ele foi levado repetidas vezes aos tribunais ao longo de três anos após declarar que abandonou o estilo de vida homossexual, caso que terminou com sua absolvição no mês anterior.

As acusações tiveram início em 2022, após uma entrevista concedida ao PMnews Malta. Na ocasião, Grech comentou suas convicções sobre fé e sexualidade, o que levou à abertura de um processo com base na legislação que proíbe práticas conhecidas como “terapia de conversão”. Malta foi o primeiro país da Europa a adotar esse tipo de proibição, em 2016.

Segundo Grech, ele compareceu 17 vezes ao tribunal e chegou a enfrentar a possibilidade de multa de até 5 mil euros ou prisão de até cinco meses. Ele afirmou que considerou a acusação desproporcional, por se tratar de declarações feitas em entrevista.

Durante o relato, Grech disse que passou por uma experiência de conversão religiosa aos 19 anos e que, a partir disso, decidiu rever sua vida pessoal: “Tive um encontro com Jesus quando tinha 19 anos, e Ele passou a ocupar o centro da minha vida”, declarou, acrescentando que, após esse processo, optou por encerrar um relacionamento e seguir os ensinamentos bíblicos.

O maltês também afirmou que sua decisão trouxe mudanças em sua percepção pessoal. “Foi incrível sentir-me livre para descobrir minha masculinidade, meu propósito de Deus para minha vida”, disse. Ele acrescentou que o processo envolveu desafios, mas afirmou que encontrou “esperança, alegria e paz” em sua fé.

Grech declarou que a legislação no país tem sido usada para restringir relatos como o seu e criticou o que chamou de limitação ao debate público. Ele também afirmou que, após o início do processo judicial, deixou de ser convidado para entrevistas na mídia local.

O caso envolveu denúncias apresentadas por ativistas ligados a movimentos LGBT no país, incluindo participantes da elaboração da legislação que proíbe evangelismo. O processo também incluiu questionamentos sobre a menção feita por Grech à Federação Internacional para Escolha Terapêutica e de Aconselhamento (IFTCC), entidade que oferece apoio a pessoas que desejam mudar comportamentos ou sentimentos relacionados à sexualidade.

Após a absolvição, Grech afirmou que o caso teve impacto na liberdade de expressão e defendeu a necessidade de discussões abertas sobre o tema. Ele mencionou decisões recentes nos Estados Unidos como indicativo de mudanças no cenário internacional.

Ao comentar sua experiência, Grech incentivou cristãos a manterem suas convicções mesmo diante de pressões sociais. “Jesus disse: ‘Alegrem-se quando forem perseguidos por causa do Reino dos Céus, porque grande é a sua recompensa’”, afirmou. Ele acrescentou que acredita que a fé deve ser compartilhada com confiança, mesmo em contextos adversos.

Grech também declarou que vê sua trajetória como parte de sua vivência religiosa. “Eu não passei por isso como um criminoso. Passei por isso como um cristão que crê na Bíblia”, disse, conforme informado pelo The Christian Post. Segundo ele, a experiência reforçou sua disposição de continuar expressando suas crenças publicamente.

Lee Strobel: filme ‘A História de Tudo’ pode converter ateus

Assine o Canal

O apologista Lee Strobel afirmou que o debate entre ciência e fé ganhou maior relevância nas últimas décadas. Segundo ele, quando iniciou suas investigações sobre o cristianismo no início dos anos 1980, os principais recursos disponíveis eram históricos, como textos antigos, relatos de testemunhas e argumentos filosóficos.

“O debate entre ciência e fé tornou-se cada vez mais relevante e proeminente nos últimos anos”, declarou Strobel, autor do livro Em Defesa de Cristo. Ele acrescentou: “Vamos encarar os fatos: muitas das evidências surgiram apenas nos últimos 50 anos. Quanto mais evidências vemos, mais elas desafiam as suposições céticas sobre a fé. Agora que as evidências da cosmologia, da física e da bioquímica apontam de forma tão convincente para um Criador, os jovens, em particular, estão reagindo”.

Strobel atua como produtor executivo do documentário A História de Tudo, com estreia prevista para 30 de abril. O filme apresenta argumentos de que descobertas recentes em áreas como cosmologia, física e biologia molecular podem ser interpretadas como indicativos da existência de um Criador.

Ex-editor jurídico do Chicago Tribune, Strobel afirmou que o documentário reúne elementos que ele próprio buscava quando ainda se identificava como cético. “O filme faz um trabalho criativo e convincente ao apresentar o argumento de que a ciência aponta para a existência de um Criador que corresponde à descrição do Deus da Bíblia”, disse.

Baseado em ideias do autor Stephen C. Meyer, o filme aborda desde a origem do universo até a estrutura da informação no DNA. Segundo Strobel, a proposta é apresentar dados científicos para que o público avalie as conclusões. Ele afirmou que sua própria trajetória incluiu análise de evidências científicas e históricas. “Minha jornada até Cristo como ateu teve duas fases”, declarou.

“Certamente considerei as evidências da ciência e como elas apontam para um Criador sobrenatural. Também me aprofundei nas evidências da ressurreição para determinar se Jesus é o Filho unigênito de Deus”.

Entre os argumentos apresentados, Strobel citou a ideia de que o universo teve um início: “Agora sabemos que o universo começou a existir em algum momento do passado”, afirmou. “Portanto, deve haver uma causa além do universo”. Ele acrescentou que essa causa seria, em sua avaliação, “transcendente, atemporal, imaterial, poderosa e pessoal”.

Strobel reconheceu que a conclusão envolve um elemento de fé, mas afirmou que a decisão pode ser tomada com base em evidências. “Sim, no fim das contas, é preciso dar um ato de fé, mas é um ato na direção para a qual as evidências apontam. Isso é lógico e racional”, declarou.

O documentário também aborda o conceito de ajuste fino do universo e a complexidade da informação biológica. “Onde quer que vejamos informações, sempre há uma inteligência por trás delas”, afirmou Strobel. Ele acrescentou que, em sua avaliação, as evidências atuais são mais claras do que nas décadas anteriores. “Esse tipo de evidência se tornou muito mais nítido do que quando eu investigava questões espirituais na década de 1980”, disse.

Segundo Strobel, o interesse pelo tema tem crescido, especialmente entre jovens, embora a percepção de conflito entre ciência e religião ainda persista. “Por diversas razões, algumas pessoas não querem que exista um Criador”, afirmou. “À primeira vista, a ciência pode argumentar contra a existência de um Criador; mas se investigarmos mais a fundo, encontraremos a face do próprio Deus”.

O filme é produzido por Brian Bird, com participação de especialistas como o matemático John Lennox e o filósofo Jay W. Richards. A produção reúne entrevistas e análises sobre a relação entre descobertas científicas recentes e a hipótese de design.

Strobel afirmou que o objetivo do documentário é incentivar reflexão. “O design implica um Designer, e se tal Designer existe, por que Ele nos criou à Sua imagem? E se fomos criados à Sua imagem, o que isso implica sobre o nosso propósito e lugar no universo?”, disse. Ele acrescentou: “Não somos um acidente; Deus nos criou intencionalmente. E se isso é verdade, então a coisa mais poderosa que podemos fazer é nos conectar pessoalmente com Ele”.

O autor concluiu afirmando que espera que o filme contribua para o debate: “Espero que os cristãos assistam ao filme porque ele fortalecerá sua fé. E espero que as pessoas espiritualmente curiosas assistam ao filme porque ele abrirá seus olhos como nunca antes para a realidade de um Criador”, declarou, segundo informações do portal The Christian Post.

Prisão do fundador da Choquei faz ressurgir bordão “grande dia”

A detenção do influenciador digital Raphael Sousa Oliveira, proprietário do perfil de grande alcance Choquei, provocou intensa movimentação nas plataformas digitais na quarta-feira (15).

O episódio fez reacender a circulação em massa da expressão “grande dia”, bordão que remonta à figura do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), o qual foi amplamente resgatado e replicado nos trending topics.

A frase ganhou tração meteórica na rede social X (antigo Twitter), figurando entre os assuntos mais mencionados do dia, puxada sobretudo por internautas que manifestavam regozijo com o desfecho judicial envolvendo Oliveira.

Nas postagens que acompanhavam o termo, os usuários fizeram questão de recordar o histórico de alinhamento e suporte público que o administrador da Choquei havia dispensado ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

O conglomerado de mídia Choquei ostenta uma audiência superior a 36 milhões de seguidores, somadas as bases nas plataformas X e Instagram.

O perfil ascendeu nos últimos anos como um dos principais polos de engajamento no ambiente virtual brasileiro, notabilizando-se também pelo viés editorial explicitamente favorável à gestão petista, em virtude dos laços próximos mantidos entre Raphael Sousa e a primeira-dama, Rosângela da Silva, a Janja. Durante a disputa eleitoral de 2022, a página não disfarçou sua predileção, promovendo uma cobertura massiva e favorável à candidatura do petista.

Detalhamento da operação policial que resultou na captura

Raphael Sousa foi capturado na capital goiana, na manhã desta quarta-feira (15), no escopo de uma ofensiva deflagrada pela Polícia Federal (PF) que desmantela uma organização criminosa especializada em ocultação de capitais.

As investigações apuram um fluxo financeiro clandestino que teria superado a cifra de R$ 1,6 bilhão. A mesma ação resultou na prisão dos artistas do gênero funk MC Ryan SP e MC Poze do Rodo.

Além da ordem de prisão temporária, o influenciador também foi alvo de mandado judicial de busca e apreensão.

Conforme o relato da autoridade policial, os suspeitos estruturavam uma complexa engenharia para dissimular a origem e o destino de vultosos recursos, empregando operações de câmbio não declaradas, manejo de grandes volumes de papel-moeda e negociações lastreadas em ativos digitais.

A investida contou com um efetivo superior a 200 agentes federais, responsáveis pelo cumprimento de 45 mandados de busca e apreensão e 39 de prisão de natureza temporária.

As diligências se estendem por múltiplas unidades da federação, abarcando os estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Pernambuco, Espírito Santo, Maranhão, Santa Catarina, Paraná e Goiás, bem como a capital da República.

No decurso da execução das medidas cautelares, as equipes lograram apreender uma frota de veículos de luxo, montantes em espécie, extensa documentação contábil e dispositivos eletrônicos de armazenamento de dados.

Os implicados no esquema poderão vir a ser responsabilizados judicialmente pelos crimes de constituição de organização criminosa, lavagem de capitais e remessa ilegal de divisas para o exterior. Com: Pleno News.

Franklin Graham minimiza meme de Jesus criado por Trump

O evangelista Franklin Graham divulgou um comunicado na manhã de quinta-feira, 17 de abril, no qual comentou a repercussão de uma publicação do presidente Donald Trump nas redes sociais. A imagem, posteriormente removida, mostrava Trump com aparência semelhante à de Jesus Cristo.

Graham afirmou não acreditar que Trump tenha feito a associação de forma intencional. “Não acredito que o presidente Trump se retrataria conscientemente como Jesus Cristo — isso certamente seria inapropriado. Agradeço que o presidente tenha deixado bem claro que não era isso que ele pensava que a imagem gerada por IA representava — ele achou que era um médico ajudando alguém e, quando soube das preocupações, removeu a publicação imediatamente”, declarou.

A postagem havia sido publicada na Truth Social e foi apagada na segunda-feira, 14 de abril, após críticas de apoiadores e do presidente da Câmara dos Representantes, Mike Johnson. Trump negou que estivesse se comparando a Cristo e afirmou que interpretou a imagem como a de “um médico” auxiliando pessoas.

Na quarta-feira, 16 de abril, Trump compartilhou outro conteúdo, no qual aparece sendo abraçado por Jesus diante de uma bandeira dos Estados Unidos. A legenda sugeria que Deus poderia estar utilizando o presidente para expor adversários políticos. “Os lunáticos da esquerda radical podem não gostar disso, mas eu acho muito legal!!!”, escreveu.

Franklin Graham declarou concordar com a explicação apresentada por Trump sobre a primeira imagem e afirmou não ter identificado elementos religiosos na ilustração. “Quando olhei para a ilustração, não cheguei à mesma conclusão que alguns. Não havia referências espirituais — nenhuma auréola, nenhuma cruz, nenhum anjo. Era uma bandeira, soldados, uma enfermeira, aviões de caça, águias, a Estátua da Liberdade, e acho que isso é muito barulho por nada”, disse em publicação no X.

Ele também comentou as críticas direcionadas ao presidente. “Há muita especulação mal-intencionada. Acho que seus inimigos estão sempre se precipitando em qualquer oportunidade para prejudicá-lo”, afirmou.

Ao mencionar a segunda imagem, Graham incentivou a busca por orientação espiritual. “Devo dizer que gosto do fato de esta ser uma imagem de Jesus sussurrando em seu ouvido, ou pelo menos com a mão em seu ombro, guiando-o. Todos nós precisamos disso — todos nós precisamos ouvir Jesus”, declarou.

O evangelista acrescentou que a repercussão estaria sendo ampliada de forma indevida. “Mais uma vez, acho que estão tentando distorcer a situação para que pareça algo que não é. Lembrem-se, o presidente Trump não desenhou isso, ele não criou isso, ele republicou em suas redes sociais porque achou bonito — e eu concordo”, disse.

As declarações ocorrem em meio a divergências públicas entre Trump e o papa Leão XIV sobre temas internacionais, incluindo a guerra no Irã. No comunicado, Graham manifestou expectativa de um eventual encontro entre ambos. “Não sou católico, sou evangélico, mas reconheço a forma como o presidente Trump defendeu a liberdade religiosa de pessoas de todas as crenças, incluindo milhões de evangélicos e católicos nos EUA e em todo o mundo. Ele é o presidente mais pró-cristão e pró-vida da minha vida, e não se esquiva disso”, afirmou.

Ele também declarou: “Espero que o presidente e o papa Leão possam se encontrar em algum momento, e que o papa tenha a oportunidade de agradecer ao presidente pelos seus esforços para proteger a liberdade religiosa dos católicos e das pessoas de todas as crenças”.

Nos últimos dias, Graham também esteve envolvido em outros episódios relacionados ao presidente. No Domingo de Ramos, Trump divulgou uma carta enviada pelo evangelista em outubro anterior, na qual ele o incentivava a refletir sobre sua fé. Durante a Semana Santa, Graham participou de um almoço na Casa Branca que gerou repercussão após declarações da televangelista Paula White-Cain, segundo o The Christian Post.

Em março, durante a Conferência de Ação Política Conservadora (CPAC), realizada em Grapevine, no Texas, Graham afirmou que era importante apoiar Trump. Posteriormente, ele declarou que “se expressou mal” e que se referia às políticas defendidas pelo presidente.

Multidão de 400 mil lota cruzada evangelística no Congo

Uma grandiosa concentração evangelística está mobilizando uma vasta multidão no sudoeste da República Democrática do Congo, onde milhares de pessoas têm acorrido diariamente para escutar a proclamação do Evangelho. A cruzada evangelística já contabiliza um expressivo número de conversões à fé cristã.

Intitulada “Campanha Jesus que Cura”, a cruzada evangelísticca é conduzida pelo evangelista ganês Dag Heward-Mills e teve sua abertura na quarta-feira (14), no município de Kikwit, situado na província de Kwilu.

De acordo com os organizadores, aproximadamente 400 mil pessoas marcaram presença já na noite inaugural da cruzada. A estimativa foi compartilhada pelo evangelista Willem Fiege, um dos pregadores que integram a programação como convidados especiais.

“Manifestaram uma alegria contagiante ao se depararem com Jesus naquela noite. Cânticos de exaltação irromperam espontaneamente, embalados por danças típicas do continente africano. A atmosfera remetia diretamente aos relatos das Escrituras, como se estivéssemos testemunhando as tribos de Israel congregadas em adoração a Yahweh”, descreveu Willem em um registro divulgado em sua conta no Instagram.

Relatos de curas e manifestações de libertação espiritual

Após o período de louvor e adoração congregacional, o evangelista Dag Heward-Mills tomou a palavra para ministrar a mensagem de redenção. Durante o chamado ao arrependimento, uma legião de congoleses, visivelmente impactados, tomou a decisão de render suas vidas a Jesus Cristo.

A programação da cruzada evangelística também foi assinalada por episódios de libertação de opressões espirituais e por testemunhos de curas consideradas milagrosas. “Entidades malignas começaram a se exteriorizar e foram energicamente repreendidas, recebendo ordem de se retirar. Uma extensa corrente de fiéis se pôs de pé para relatar publicamente como Jesus os restaurou de enfermidades como a cegueira, moléstias crônicas e dores debilitantes”, testemunhou Willem Fiege.

Contexto de hostilidade contra a comunidade cristã

A “Campanha Jesus que Cura” tem previsão de encerramento para o dia 18 de abril. O evento de avivamento ocorre em um momento particularmente sombrio, coincidindo com uma escalada de violência direcionada especificamente contra comunidades cristãs na região oriental do Congo.

Durante a celebração da Semana Santa, integrantes das Forças Aliadas Democráticas (ADF), uma facção extremista que jurou lealdade ao autoproclamado Estado Islâmico, perpetraram uma incursão sangrenta contra a aldeia de Bafwakao, localizada no território de Mambasa. O atentado resultou na execução sumária de 43 cristãos.

Ainda em janeiro do corrente ano, combatentes das ADF foram responsáveis pelo assassinato brutal de outros 25 cristãos durante uma invasão noturna à vila de Apakolu.

“Eles avançavam de residência em residência, ceifando vidas de civis sem qualquer demonstração de piedade e ateando fogo às moradias”, narrou um agricultor local ao veículo especializado International Christian Concern.

Analistas e especialistas em geopolítica da região apontam que as Forças Aliadas Democráticas intensificaram significativamente seu grau de letalidade nos últimos anos, promovendo ataques coordenados e sistemáticos contra populações indefesas, frequentemente em áreas de difícil acesso e com presença insuficiente das forças de segurança do governo congolês.

A República Democrática do Congo figura atualmente na 29ª posição da Lista Mundial da Perseguição 2026, ranking elaborado e atualizado anualmente pela Missão Portas Abertas, que monitora os países onde a vivência da fé cristã enfrenta maiores restrições e perigos.

TV Novo Tempo fecha filial e demite toda a equipe regional

A TV Novo Tempo decidiu encerrar as atividades da filial regional em Pindamonhangaba (SP). A decisão foi anunciada na quarta-feira, 8 de abril.

A emissora, vinculada à Igreja Adventista do Sétimo Dia, era responsável pela produção de conteúdo regional. Ao todo, 10 funcionários foram desligados.

A decisão foi comunicada diretamente à equipe e ocorre em meio a mudanças na liderança e a um processo de reestruturação da rede. Em nota, a emissora informou que o fechamento da unidade integra um planejamento anterior e que a medida seguiu os procedimentos legais e regulatórios exigidos.

A rede afirmou ainda que a programação local foi considerada redundante, uma vez que outras emissoras da região exibem conteúdos semelhantes, segundo informações do portal Exibir.

A Rede Novo Tempo de Comunicação informou que a unidade desativada funcionava como filial. A sede da rede está localizada em Jacareí e conta com mais de 600 funcionários.

Luiz Sayão confirma notícia da conversão de Pelé antes de morrer

Assine o Canal

O pastor Luiz Sayão relatou, em participação no podcast PodCrê, experiências envolvendo o ex-jogador Pelé, cujo nome completo é Edson Arantes do Nascimento. Segundo ele, o ex-atleta teve contato com a mensagem cristã e demonstrou interesse pelo Evangelho.

Sayão afirmou que conheceu Pelé por meio de amigos em comum e que ambos tiveram conversas sobre temas religiosos. Ele também mencionou lembranças pessoais relacionadas ao futebol, incluindo a Copa do Mundo de 1970, na qual Pelé atuou.

“Ele fez perguntas, perguntas bem sérias […] A gente teve conversas muito sérias. Nem tudo caminhou tão bem porque nem sempre o procedimento de pessoas ligadas à comunidade da fé é tão inspiradora assim. Mas, a gente teve boas conexões e ele estava interessado, lendo a Bíblia”, afirmou.

O pastor declarou ter recebido informações de que Pelé teria tomado uma decisão de fé antes de morrer: “A informação que eu tenho é a de que antes de partir para a Eternidade, ele firmou uma convicção plena na pessoa de Jesus Cristo”, disse Sayão. O relato é compatível com declarações do pastor Charlston Soares, amigo da família que acompanhou o ex-jogador nos últimos meses de vida.

Sayão também relatou que desenvolveu materiais evangelísticos em diferentes idiomas durante edições da Copa do Mundo e que convidou Pelé para participar da iniciativa. De acordo com ele, o ex-atleta aceitou colaborar: “Eu fiz uma apresentação do plano de Salvação na linguagem do futebol […] Ele aceitou dizer ‘Jesus Cristo é a pessoa mais importante da história humana, procure conhecer seus ensinamentos’”, afirmou.

Pelé morreu em 29 de dezembro de 2022, aos 82 anos, após complicações de saúde. Ele tratava um câncer de cólon diagnosticado em 2021 e faleceu em decorrência de falência múltipla dos órgãos.

Após críticas a bolsonaristas, pastor Anderson Silva será candidato

O pastor Anderson Silva anunciou na quinta-feira, 16 de abril, em Brasília, sua pré-candidatura a deputado distrital pelo PSD. A declaração foi feita por meio das redes sociais, onde ele apresentou propostas e posicionamentos.

Na publicação, o pastor afirmou manter a mesma convicção desde a eleição de 2022, quando obteve 9.067 votos para o mesmo cargo. “Existe um povo que deseja uma política com alma, com coragem e com propósito”, declarou.

Ele se definiu como conservador e afirmou que sua atuação política inclui pautas sociais: “Não existe verdadeiro conservadorismo sem responsabilidade social. Não existe fé autêntica sem compaixão prática”, disse. Recentemente, Anderson Silva provocou polêmica ao criticar os evangélicos.

Entre as prioridades mencionadas, Anderson Silva citou apoio a vítimas de crimes sexuais, pessoas com autismo, órfãos, viúvas, egressos do sistema prisional, policiais e mães solo. “Minha missão é restaurar dignidade”, afirmou.

O pastor também fez críticas a diferentes correntes políticas. “É preciso romper com uma direita que fala de valores, mas ignora pessoas” e “confrontar uma esquerda que fala de pessoas, mas despreza valores”, declarou, de acordo com o Exibir.

Anderson Silva já foi apoiador do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). Na ocasião, foi alvo de investigação da Polícia Federal após divulgar um vídeo em que citava o Salmo 58:6 para quebrar a mandíbula do adversário, ao se referir a Lula (PT).

Após o episódio, ele passou a adotar um discurso mais moderado e a fazer críticas a setores da direita ligados ao bolsonarismo, indicando mudança de posicionamento no cenário político.