Pastor confronta ataques ao cristianismo com desenho cristão

A produção de conteúdos contrários aos valores da fé cristã, voltados para o mundo infantil, tem se tornado cada vez mais frequente, desafiando a capacidade dos pais em filtrar esses materiais. Pensando em contrapor essa realidade, o pastor Greg Laurie resolveu lançar um desenho específico.

O desenho conta a história do personagem Ben Born Again, que possui um amigo chamado YellowDog, ou “cachorro amarelo”. Ambos narram histórias que refletem a transformação de vida do Ben, após a sua decisão de se entregar a Jesus Cristo.

A iniciativa do pastor representa um confronto direto à cultura anticristã que tem influenciado a produção de conteúdos infantis. Conforme o GospelMais vem registrando, gigantes de entretenimento como a Disney se curvaram à militância ideológica progressista, promovendo pautas que atacam os valores do cristianismo, como o satanismo, a agenda LGBT+, o feminismo e o identitarismo.

Na contramão desses movimentos, o desenho Ben Born Again, que será lançado em fevereiro nos Estados Unidos – ainda sem previsão para lançamento no Brasil – visa promover a verdadeira transformação social através do poder do Evangelho.

Instrumento de alcance

O pastor Greg explicou a sua motivação para o lançamento do desenho, dizendo que esse tipo de conteúdo lhe serviu como um suporte na infância, quando passava por problemas familiares.

“Não sei se você conhece minha história ou não, mas minha mãe foi casada e se divorciou sete vezes. Ela era alcoólatra, então quando criança eu me sentia muito sozinho e os desenhos eram um lugar para onde eu poderia fugir”, contou o líder da igreja Harvest Fellowship, na Califórnia, Estados Unidos.

“Isso me ajudou a escapar da vida louca que me cercava e a me conectar com algo maior do que eu e minhas circunstâncias”, continuou, frisando que, a partir disso, passou a desenhar ainda muito jovem, algo que foi retomado agora, como projeto evangelístico.

“Nossa esperança é que as crianças venham a Cristo assistindo aos episódios. Mostrei para alguns de nossos filhos e eles adoraram e vários deles oraram e pediram que Jesus entrasse em suas vidas”, concluiu. Assista uma prévia, abaixo:

Pastor: exposição que recebe crianças tem 'deboche à fé cristã'

A exibição de conteúdos impróprios para menores ou com intenções de cunho ideológico se tornou algo recorrente no mundo “artístico”, o que voltou a ser alvo de críticas do pastor e autor Pedro Pamplona, que usou as mídias sociais para fazer uma nova denúncia, após também denunciar o filme “Fuga das Galinhas 2”, exibido na Netflix.

Dessa vez, o líder religioso denunciou a existência de uma pinacoteca no estado do Ceará, onde segundo o pastor estaria exibindo conteúdos de promiscuidade, com imagens que simulam atos sexuais, e tudo em um espaço que recebe a visita de crianças.

“Essa é Pinacoteca do Ceará, um espaço cultural que recebe crianças e escolas. Nas imagens você vê o esgoto cultural promovido pela ideologia que domina nosso estado. Na última imagem temos um deboche à fé cristã numa cena de carnaval e promiscuidade ao som de Cassiane”, postou Pamplona.

As imagens divulgadas pelo pastor, de fato, fazem alusão à promiscuidade. Já o site oficial da Assembleia Legislativa do Ceará, ao divulgar a exposição na pinacoteca, não faz referência direta a esse tipo de conteúdo, avisando apenas que a classificação indicativa é de 12 anos.

“Inaugurada em 3 de dezembro de 2022, a Pinacoteca do Ceará tem a missão de salvaguardar, preservar, pesquisar e difundir a coleção de arte do Governo do Estado, sendo espaço de ações formativas com artistas, comunidade escolar, famílias, movimentos sociais, organizações não-governamentais e demais profissionais do campo das artes e da cultura”, diz a Alece.

Ao comentar a denúncia de Pamplona, uma seguidora disse ter se arrependido “amargamente” de ter visto a exposição, enquanto o pastor frisou que o conceito de “arte”, atualmente, tem sido usado para atacar os valores do cristianismo.

“É revoltante ver o que estão fazendo com a arte e com nossos espaços culturais. Até intolerância religiosa (contra o cristianismo claro) ganha status de arte. Ideologias tem consequências e algumas geram consequências infernais. Lute pela verdade, beleza e bondade!”, comentou o pastor da Igreja Batista Filadélfia. Confira:

https://twitter.com/pedromcp/status/1752090850115359066

Youtuber admite erros com vídeos maliciosos e aceita a Jesus

O mundo virtual permitiu o surgimento de vários criadores de conteúdo, mas muitos deles passaram a fazer uso das plataformas sociais para atividades maliciosas, a fim de adquirir seguidores e obter lucros. É o caso do youtuber Jidon Adams, também conhecido pelo apelido “JiDion”.

A boa notícia é que JiDion, diferentemente de outros, resolveu mudar de curso e assumir uma nova vida, admitindo os erros do passado. Tudo começou quando ele contratou um transporte de aplicativo.

O youtuber já tinha algum conhecimento sobre a vontade de Deus para a sua vida, mas não havia se dado conta do quanto estava fora desse caminho. Por causa disso, passou a ganhar dinheiro fazendo vídeos com “pegadinhas” maliciosas, chegando ao cúmulo de prejudicar trabalhadores.

Isso aconteceu quando, certa vez, JiDion fingiu ser funcionário da empresa Gatorade, conseguindo passar pela segurança do edifício. Como resultado, os seguranças responsáveis pelo controle da entrada no local acabaram perdendo o emprego.

“Como menti e disse que trabalhava lá, fiz com que três seguranças fossem demitidos porque queria fazer uma brincadeira”, disse o influenciador.

Arrependimento

Durante a sua viagem de aplicativo, contudo, o youtuber que já possuía 8 milhões de seguidores apenas na plataforma de vídeos do Google, se deparou com uma pergunta inesperada feita pelo motorista.

“Se você morresse agora, iria para o Céu ou para o inferno?”, perguntou ele, segundo a God TV. O influenciador respondeu: “Do jeito que estou vivendo agora, se Deus me tirasse o fôlego agora, eu iria para o inferno”.

“Eu não conseguia nem mentir sobre isso. Tinha deixado tantas coisas mundanas ditarem como seria o meu dia”, lembrou JiDion. Atualmente, o influenciador usa seu canal para transmitir a verdade a respeito do seu passado, em vez de fazer gravações contrárias aos princípios cristãos.

“Eu me vendi cara, eu me vendi para vocês. Meus vídeos eram apenas um band-aid, eles não conseguiam resolver nenhum dos seus problemas mais profundos”, disse ele, que concluiu:

“Se você faz uma pegadinha com alguém tem que enganá-lo, e sabemos quem é o mestre do engano: o próprio Satanás. Quando me submeti a Jesus, ganhei sabedoria e entendi que se voltasse aos meus velhos hábitos e continuasse pregando peças apenas por causa do meu ganho, seria um tolo e mau”.

Pastor Anderson Silva vira alvo da Polícia Federal: 'Perseguição'

O pastor Anderson Silva, apresentador do podcast Tretas e Diálogos e liderança religiosa residente em Brasília, DF, fez uma gravação para anunciar que foi alvo de uma ligação da Polícia Federal, segundo ele, devido à instauração da “perseguição política” no Brasil.

O líder religioso já havia tido que dar explicações em juízo devido a declarações feitas por ele durante uma edição do seu podcast com o deputado federal Nikolas Ferreira  (PL-MG), que além de parlamentar, é um ferrenho opositor do atual governo Luiz Inácio Lula da Silva, influenciador de milhões de seguidores nas plataformas digitais.

Segundo Anderson Silva, os agentes da PF foram solícitos e gentis ao falar com ele, incluindo um delegado. O religioso lamentou o fato de ter que tratar de teologia com os federais, a fim de explicar o contexto bíblico da sua fala durante o podcast, no ano passado.

Naquela ocasião, o pastor fez referência aos salmos imprecatórios como forma dos cristãos no Brasil pedirem a Deus a punição dos agentes públicos considerados autoritários.

“A gente precisa crer, cara. Abrir uma janela aqui, a Igreja diz ‘eu estou orando’, mas às vezes a gente não está orando na fé, na intensidade da fé, do tipo assim ‘o guerreiro é Deus’. Salmos 2 diz que o Senhor está rindo. Rindo porque ele é capaz de destruir o imperador da Terra. Falta essas orações imprecatórias dos salmistas. ‘Senhor, mata meus inimigos’; ‘quebra os dentes dos meus inimigos’”, afirmou o pastor.

Na mesma ocasião, pelo fato do pastor ter dito “Senhor, arrebenta a mandíbula do Lula”, o então ministro da Justiça do governo, Flávio Dino (posteriormente indicado para ministro do Supremo Tribunal Federal), anunciou que o evangélico seria alvo da Polícia Federal.

“A frase que incita violência é anticristã. E criminosa, por isso mandarei hoje para a Polícia Federal”, postou Dino na época, já em tom condenatório. Assista:

Pastor viraliza ao compartilhar estudos bíblicos com os filhos

Educar os filhos para que caminhem nos caminhos de Jesus Cristo é uma obrigação que todo pai e mãe cristão possui, muito embora esta tarefa pareça difícil para alguns. Mas, apesar disso, um pastor resolveu demonstrar, nas redes sociais, como fazer estudos bíblicos em família pode ser simples e enriquecedor.

Ricardo Firagi vem utilizando as redes sociais para compartilhar estudos bíblicos com os filhos, o popular devocional cristão. A prática é incentivada por muitas igrejas como um estímulo ao relacionamento com Deus, em consequência ao aprendizado das Escrituras sagradas.

Por meio de questões simples, como ensinamentos sobre fidelidade e amor a Deus, o pastor Firagi estimula os filhos fazendo perguntas e obtendo pequenas reflexões, ao mesmo tempo que orienta e explica textos básicos da Bíblia.

Em uma das questões, por exemplo, o pai pergunta “como a gente se relaciona com Deus?”, no que responde: “A gente pode ler a Bíblia, orar, conversar sobre Ele, isso que a gente está fazendo [se referindo ao devocional], indo à igreja, louvar. Então, a gente se relaciona e conforme nos relacionamos começamos a confiar nele”.

“Que a gente não se iluda e ache que temos um conhecimento muito profundo em nós mesmos. Que a gente possa conhecer Ele, se relacionar com Ele e a cada dia mais confiar nele a ponto de confiar de todo o nosso coração”, ressalta o líder da Igreja Batista Capital, em Engenheiro Coelho, São Paulo.

Exemplo de fé

Seguidores do pastor elogiaram o seu exemplo, destacando o quanto a maneira simples de fazer estudos bíblicos com os filhos serve como inspiração para outros pais. “Aleluia lindo a forma que o Senhor ensina seus filhos”, postou uma internauta.

Outro perfil observou que pelo método adotado pelo religioso “fica bem fácil compreender a Palavra” de Deus, enquanto outros disseram aprender junto com a família, sempre que um vídeo novo é publicado. Assista:

Amazônia: evangélicas são 56,5% das vítimas de escalpelamento

Com uma extensão de 8 milhões de km², a região amazônica possui a maior bacia hidrográfica do planeta, o que gera, consequentemente, a maior rede fluvial do mundo, com aproximadamente 21.232 mil embarcações só no Pará, gerando com isso um número alarmante de acidentes por escalpelamento.

O escalpelamento é um acidente que ocorre quando o cabelo da cabeça humana é enroscado no motor de pequenas embarcações. Só no Pará, cerca de 40 mil desses veículos fluviais naveguem em condições clandestinas, segundo um levantamento feito pela Fundação Amazônia de Amparo a Estudos e Pesquisas (Fapespa).

Do total de ocorrências de escalpelamento entre os anos de 1964 a 2023, 98% das vítimas foram mulheres, sendo um total de 207 casos, com 173 deles ocorridos entre 2006 e 2022.

Isto se deve ao grande volume de transporte de passageiros nas regiões ribeirinhas, onde os “ribeirinhos”, ou seja, moradores locais, costumam usar os trechos de rios para pesca, banho, lazer e etc.

De acordo com uma análise feita por Regiões de Integração (RI) do Pará, a maioria das ocorrências foram em Marajó, com 111 casos; seguida da RI Tocantins, com 53 casos; e posteriormente, com 19 registros, a RI Baixo Amazonas.

Evangélicas

Ainda de acordo com a Fabespa, do total de casos de escalpelamentos registrados, 56,5% das vítimas são mulheres evangélicas, o que pode ser explicado devido ao cabelo longo, mais tradicional na tradição pentecostal.

Damares Alves, ex-ministra da Mulher, Família e Direitos Humanos durante a gestão do ex-presidente Jair Bolsonaro, já havia observado a necessidade de políticas públicas para a prevenção do escalpelamento na região amazônica.

Foi pensando nisso que o governo lançou o o Programa de Enfrentamento ao Escalpelamento, em fevereiro de 2022, dando continuidade a uma ação iniciada no ano anterior.

“Estamos encontrando mulheres em cabanas, escondidas, que não sabem o mínimo direito que têm. Os gritos de dor ecoam pela floresta, mas muitas vezes essa mulher não tem acesso ao Benefício de Prestação Continuada (BPC), por exemplo. É por isso que temos que entregar ações concretas, para que seja possível mudar essa realidade”, disse a ministra na época.

A ação do programa consiste em prevenir os acidentes, por exemplo, incentivando o revestimento dos motores das embarcações, a fim de evitar que eles enrosquem no cabelo em caso de contato. Além disso, a ideia também visou a oferta de meios para o acolhimento humanizado das vítimas do escalpelamento.

“A entrega de perucas com cabelo natural é para amenizar um pouco o sofrimento. Mas o nosso objetivo é trabalhar para que nunca mais a gente precise fazer isso, já que nossas mulheres e meninas estarão protegidas”, concluiu Damares na ocasião, segundo o Governo Federal. Com informações: Agencia Pará.

Menino ‘trans’ expõe pênis e traumatiza meninas em escola cristã

Uma escola cristã que decidiu permitir a matrícula de um menino de 4 anos como se fosse menina está no centro de uma polêmica depois que ele decidiu mostrar a genitália às colegas. Até o episódio, o verdadeiro sexo da criança vinha sendo ocultado de todos.

O caso foi registrado em uma escola primária administrada pela Igreja da Inglaterra, e quando a crise se tornou pública, a secretária da Educação do país, Gillian Keegan, e a ministra da Mulher e da Igualdade, Kemi Badenoch, vieram a público expressar suas preocupações e afirmar que pretendem intervir.

A polêmica se tornou um debate em todo o país porque as demais crianças passaram mais de 3 anos convivendo com menino como se fosse uma menina, e quando ele decidiu mostrar o pênis, causou traumas nas colegas. Atualmente com 7 ou 8 anos e estudando o terceiro ano do Ensino Fundamental, o menino nunca havia feito menção ao sexo biológico até então.

De acordo com informações do portal The Christian Post, a mãe de uma das meninas que testemunharam a cena afirmou que a filha ficou angustiada ao descobrir a verdadeira identidade da criança que ela considerava amiga, passando a sofrer com estresse, insônia e alterações de comportamento.

Ela relatou que a filha ficou em choque ao saber que a amiga era um menino, e tudo foi agravado pelo comportamento inadequado da criança identificada como “trans” que decidiu “mostrar [seu] willy” [gíria em inglês para se referir ao pênis] para as meninas e contar-lhes sobre “espíritos sombrios que irão sugar suas almas”.

A mãe também disse à imprensa local que sua filha estava “perturbada” porque sua amiga havia “mentido” para ela e que ela estava “de mãos dadas com um menino”.

Repercussões

A ministra da Mulher e da Igualdade comentou o caso dizendo que a decisão da escola contraria as novas orientações do governo, enfatizando que a transição social é inadequada para crianças em idade escolar primária.

O projeto de orientação para as escolas do governo do Reino Unido, publicado em dezembro, aborda as preocupações sobre as crianças que se identificam como sendo do sexo oposto na escola e aconselha cautela no tratamento de pedidos de mudança de gênero de crianças do ensino primário, fazendo referência a um relatório da Dra. Hilary Cass, que alerta para o impacto significativo da transição social no funcionamento psicológico das crianças.

Pelo lado da Igreja de Inglaterra, os responsáveis afirmam que a postura foi adotada para prevenção do bullying, sem falar especificamente sobre os casos de crianças que questionam sua identidade.

Evangélicos assombram PT: Dirceu vê Michelle candidata em 2026

A ex-primeira-dama do Brasil, Michelle Bolsonaro, vem se tornando um nome consolidado no cenário político nacional, algo que parece estar incomodando velhos caciques aliados ao governo de ocasião, como o ex-ministro José Dirceu, que já foi condenado a 10 anos e 10 meses de prisão por ligação com o escândalo do “mensalão”.

Dirceu concedeu uma entrevista à emissora CNN Brasil, onde admitiu que mesmo derrotado nas eleições presidenciais de 2022, o ex-presidente Jair Messias Bolsonaro mantém uma força política capaz de eleger nomes para grandes cargos da República, como o da própria esposa.

“Eu não subestimaria a Michelle como candidata [à Presidência], porque o Bolsonaro tem uma natureza duma força, o Bolsonaro elegeu senadores, o Tarcísio foi eleito em São Paulo”, disse o ex-ministro.

Evangélicos na política

A possibilidade levantada por Dirceu se baseia na força dos evangélicos na política nacional, o que segundo a revista Veja constitui um grande desafio para o atual governo, que vem tentando conquistar a confiança do segmento.

“Celebrado em cultos lotados, o avanço dos evangélicos no Brasil representa uma tremenda dor de cabeça para o Palácio do Planalto — as grandes denominações cerraram fileiras em torno do bolsonarismo e, por mais acenos que faça, o presidente Lula, passado um ano da posse, segue sendo um filisteu no universo dos crentes”, afirma a revista numa matéria publicada três dias atrás.

Como se não bastasse a distância entre o governo do PT e os evangélicos, que rejeitam pautas liberais como a agenda LGBT+, a descriminalização das drogas, aborto e a promoção de medidas consideradas uma ameaça à liberdade da educação familiar, Michelle Bolsonaro, em contrapartida, possui grande aceitação entre as igrejas.

Com uma oratória cada vez mais fluida e presença marcante, a ex-primeira-dama também agrada o leitorado feminino, uma parcela considerada deficiente durante a gestão do seu marido. Veja também:

Em tom de ameaça, Gleisi acusa Michelle de ‘manipulação da crença e da fé’

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Professora: 'Quem vai cuidar dos seus filhos, você ou o Estado?'

Políticas públicas em favor da saúde, segurança e educação fazem parte da sociedade. Contudo, quando elas ameaçam a liberdade dos pais sobre a forma como desejam conduzir a formação dos seus filhos, incluindo a decisão sobre medidas controversas que podem afetas suas vidas, a realidade se torna bem diferente.

Foi sobre isso que a professora Verônica Rodrigues gravou um vídeo, a fim de alertar aos pais sobre como o Estado brasileiro, atualmente, vem avançando em medidas que vão na contramão da liberdade familiar, como a promoção da vacinação obrigatória contra o COVID para crianças.

A docente evangélica usou como exemplo uma notícia publicada dias atrás, onde é dito que uma conselheira de Jaraguá do Sul, em Santa Catarina, ao falar da vacinação, afirmou que “as crianças e adolescentes não são propriedades dos pais, mas sim sujeitos de direito”.

A fala é vista com preocupação por parte dos conservadores, não por discordarem dos direitos inerentes à criança e ao adolescente, mas por entenderem que sempre cabe à família, e não ao Estado, o papel de decidir o que é ou não melhor para seus filhos, obviamente considerando as devidas proporções de razoabilidade e contexto.

Para a professora Verônica, a omissão e negligência de muitos pais tem feito com que a sociedade encare como “normal” circunstâncias onde famílias são ameaçadas, por exemplo, por não concordarem com determinadas diretrizes públicas.

Plano de Educação

Um exemplo de possível ameaça à liberdade da família, consequentemente ao futuro de crianças e adolescentes, são as diretrizes propostas pelo atual governo no campo da educação.

A cada dez anos, o Estado brasileiro realiza uma Conferência Nacional de Educação (CONAE) que tem por objetivo estabelecer as diretrizes educacionais para a rede pública de ensino, o Plano Nacional de Educação (PNE), o qual vem chamando atenção de autoridades políticas, jurídicas e evangélicas no ano vigente.

Isso, porque, sob o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, a proposta para o PNE 2024 aparece repleta de medidas de cunho ideológico de viés progressista, o que já provocou a reação da Associação Nacional de Juristas Evangélicos (Anajure).

Em nota, a entidade afirma, por exemplo, que o Documento Referência do PNE  “propõe para a educação nacional a imposição de concepções ideológicas radicais e controversas, contrárias às presentes disposições da legislação nacional e à vontade da parcela majoritária da população”.

São questões que, segundo a ANAJURE, podem afetar até mesmo o currículo das escolas confessionais, como evangélicas e católicas, mesmo particulares, já que incluem “perspectivas restritivas da laicidade que ocasionaram graves violações à liberdade religiosa”.

Diante do aparente avanço do controle estatal sobre a vida social, a professora Verônica conclama aos pais a necessidade de posicionamento, frisando que se nada for feito a tempo, amanhã poderá ser tarde. Assista:

‘Eguinha Pocotó’: Fernanda Brum protesta e abandona culto

A cantora Fernanda Brum relatou uma experiência que viveu durante um culto em uma igreja grande que tocou Eguinha Pocotó para compor uma cena de teatro, e ela decidiu se levantar e ir embora para não compactuar com o erro.

O relato da cantora foi feito durante uma pregação, em que ela cita essa experiência de forma ilustrativa para explicar qual deve ser a postura do crente diante de situações que a Bíblia reprova:

“Vou guardar a igreja, não vou dizer nomes, mas eu nunca mais voltei lá. Fui a uma igreja uma vez, estava cantando no púlpito, uma igreja muito grande, importante, e o filho do pastor estava como pastor de jovens na época, e ele foi fazer uma encenação”, introduziu a cantora.

Segundo ela, o pastor de jovens “colocou pessoas vestidas como se estivessem na gandaia, no púlpito, com roupas curtas, encenando bebedices”.

“Até ali, estava incômodo, só. Mas, era uma peça. Eu falei ‘que besteira, Fernanda, é só uma peça, ele tem que ilustrar, mostrar para as pessoas como é, então é só uma peça, deixa pra lá’. E ele continuou ilustrando cenas de casais se abraçando, fazendo menção de se beijar, até que ele abriu o rádio e colocou pra tocar Eguinha pocotó. No púlpito”, descreveu.

Indignada com a memória do episódio, Fernanda Brum contou que “não satisfeito” o pastor de jovens “Colocou o microfone no rádio e a igreja cantou junto com ele” a música secular.

“Sabe o que eu fiz? Levantei, olhei a porta da igreja. Eu tava no púlpito, a igreja era muito grande, peguei minha Bíblia, a toalhinha que eles tinham me dado, peguei o rumo do meio da igreja de onde eu estava e nunca mais voltei lá. A Bíblia diz que não é para a gente concordar com eles. Se eu fico, eu concordo. Ou então eu pego o microfone e discordo. Se eu tenho oportunidade de discordar, eu discordo”, finalizou.

No meio evangélico, há divergências sobre o uso de peças de teatro como elemento válido para o culto ao Senhor, mas mesmo entre os que defendem essa arte como uma das formas de culto, há o princípio de que tudo deve ser feito para o louvor a Deus.

Confira o vídeo compartilhado pela página Assembleianos de Valor: