Cuba Gooding Jr. impactado por novo filme: 'Hora de voltar a Deus'

O ator Cuba Gooding Jr. revelou que o papel interpretado em um novo filme sobre a conversão de um traficante de drogas o constrangeu e o fez voltar às origens. O Pelotão de Fuzilamento é um longa-metragem dirigido por um diretor cristão e tem a mensagem do Evangelho como ponto central.

Cuba Gooding Jr., 56 anos, coleciona papeis marcantes em diversos filmes, incluindo a interpretação de Rod Tidwell em Jerry Maguire, que rendeu a ele um Oscar. Mas agora, com sua carreira já consolidada, o ator revelou ter ficado comovido com a história que seu novo filme conta:

“Depois de passar pela pandemia e por todas as guerras pelas quais estamos passando, é hora de voltar para Deus. Recebi o roteiro deste filme e me atingiu com tanta força que esses homens não tinham nada pelo que viver, mas encontraram fé nos momentos mais sombrios de suas vidas, em uma cela de prisão. Eles foram capazes de enfrentar o inevitável com dignidade e orgulho”, comentou o ator.

O Pelotão de Fuzilamento conta também com o ator cristão Kevin Sorbo, e foi dirigido pelo cineasta cristão Tim Chey. O roteiro é baseado na história real de três homens condenados à morte.

O filme narra os momentos que levaram esses condenados à morte, com uma série de acontecimentos inesperados revelando o profundo impacto da fé e a sua capacidade de oferecer esperança em momentos sombrios.

Interpretando Samuel Wilson, um presidiário que está prestes a ser executado, o ator afirmou que viu no roteiro uma oportunidade de levar ao mundo uma “história de redenção e fé em um momento realmente crucial”.

“Eu simplesmente chorei”, disse ele sobre o momento que leu o roteiro e decidiu aceitar o papel. Outro fator foi a certeza que o público cristão apreciaria a produção: “Muitos filmes que você vê hoje vão para sites de streaming, e o público que vai ao cinema fica em casa. Fomos acostumados durante a pandemia e agora temos medo de voltar aos cinemas. Mas qual é o público nunca vacilou? A congregação. Eles vão à igreja todos os domingos, faça chuva, granizo, faça sol”.

“E aqui temos um filme, como Som da Liberdade, como esses outros filmes baseados na fé que dizem: ‘veja a sua história nos cinemas’, e eles [cristãos] estão comparecendo. Estamos tendo essas exibições e as pessoas vêm como loucas porque esse é o último público real disponível para ir ao cinema”, destacou, em entrevista ao portal The Christian Post.

Filho pródigo

A jornada pessoal de Cuba Gooding Jr. reflete os temas de seu último filme. Criado como cristão, ele se afastou da fé durante sua carreira em Hollywood, mas recentemente se rendeu a Cristo.

Anos atrás, o ator admitiu que passou por um “momento sombrio” em sua vida depois que seu pai morreu. Em 2023, acusado de estupro por uma mulher, ele fez um acordo com a suposta vítima antes do julgamento e evitou uma condenação. Em 2020, quando decidiu dar queixa do caso alegadamente ocorrido em 2013, ela pedia US$ 6 milhões em indenização.

“Um dia, eu literalmente acordei e Deus disse: ‘Tudo bem, você está pronto para voltar? Lembra de mim?’ Começo todas as manhãs e vou para a cama todas as noites com a mesma oração: ‘Deus, seja feita a tua vontade. A vontade de Deus seja feita em minha vida’. Muitas vezes estive em situações e cenários que sei que são sombrios. E eu digo ‘não, não sei por que estou aqui e por que estou fazendo o que estou fazendo, mas sei que é a vontade de Deus’. E toda vez eu saio do outro lado, ainda mais forte”.

Ao final da entrevista, Cuba disse que O Pelotão de Fuzilamento reacendeu seu desejo de impactar positivamente a sociedade e, segundo ele, marca uma direção que prioriza uma mensagem inspiradora: “Todos os dias, tenho uma lista de orações que faço, não apenas por indivíduos, mas por grupos de pessoas. E acho que o que este filme fez realmente despertou essa atenção para a sociedade e como minha jornada pode ter um impacto positivo para muitas pessoas.”

A estreia de O Pelotão de Fuzilamento nos cinemas dos EUA está prevista para agosto deste ano, mas ainda sem data definida para o Brasil.

Antissemitismo é batalha espiritual, diz pastor Jack Graham

As manifestações de ódio a Israel, chamadas de antissemitismo, são uma demonstração de batalha espiritual e se explica, segundo o pastor Jack Graham, como o ódio de satanás por tudo que Deus ama.

Jack Graham, 73 anos, é pastor da Igreja Batista Prestonwood na cidade de Plano, no Texas (EUA). Ele afirmou que o que está em jogo agora é o frágil equilíbrio entre os países: “O sistema geopolítico do mundo depende do Médio Oriente e da pequena nação de Israel”.

“Pense nisso: de todos os povos do mundo, neste pequeno país, mais ou menos do tamanho de Nova Jersey aqui nos Estados Unidos, e ainda assim tanto ódio. Por que o ódio? Acredito que o ódio é porque Deus ama o povo judeu. E satanás odeia tudo e todos que Deus ama. Em última análise, esta é uma batalha espiritual. Devemos continuar, portanto, a lutar com a Palavra de Deus e o testemunho de Jesus e amar nossos vizinhos judeus, não apenas lá, mas aqui, porque na América há muitos judeus que estão assustados com isso”, acrescentou o veterano pastor.

O contexto das afirmações de Jack Graham são os protestos realizados em universidades em diversos estados dos EUA, onde alunos têm tentado impedir o acesso de judeus às instalações, em uma das maiores manifestações de antissemitismo vistas no país ao longo das últimas décadas.

A motivação dos estudantes vem das narrativas de que Israel estaria cometendo genocídio na Faixa de Gaza contra os palestinos, na guerra que trava contra o grupo terrorista Hamas, em resposta ao ataque realizado em 07 de outubro de 2023. Na ocasião, 1.163 pessoas de diversas nacionalidades foram massacradas.

Segundo informações do portal The Christian Post, uma pesquisa recente – feita com 1.497 eleitores dos EUA – descobriu que embora a maioria dos americanos ainda apoie Israel, quase metade dos eleitores da Geração Z dizem que a campanha contra o Hamas é “injusta”. Além disso, um terço dos membros da Geração Z acredita que Israel não tem o direito de existir como país.

“Para os cristãos, temos a obrigação bíblica de amar Israel”, disse Jack Graham, apontando a ligação cristã apontada pela Bíblia Sagrada com Israel e também o dever moral de se opor ao terrorismo.

“Deus ama Israel. Ele os escolheu de acordo com Sua Palavra como Seu povo particular. Ele os estabeleceu como uma nação, deu-lhes uma terra, uma vida e um legado para gerações. Como cristãos, somos eternamente gratos pela herança que temos no Antigo Testamento e o povo judeu… o nosso Messias, a nossa Bíblia, veio do povo judeu… por isso temos esta tremenda ligação com o povo judeu”, enfatizou o pastor.

Graham também esclareceu a distinção entre apoio espiritual e político a Israel: “A Igreja, no meu entendimento da Bíblia, não suplanta Israel. Deus ainda tem um plano e um propósito para Israel. É aí que começamos. Se amamos alguém, ficamos com essa pessoa e a apoiamos. Isso não significa que apoiamos, como cristãos, tudo o que é político em Israel, o que o governo pode fazer”, ponderou.

“Mas [apoiamos] as pessoas e o seu direito de existir. O que temos agora é este movimento de genocídio e antissemitismo que está a aumentar, não só no Médio Oriente, mas na Europa e na América. E então, devemos nos posicionar contra esse ódio em nossa igreja”, frisou.

Kanye West: rapper abandonou a fé para criar estúdio pornográfico

O rapper e empresário Kanye West, que há alguns anos compartilhou na mídia sua história de conversão, chegando a lançar álbuns classificados como gospel, agora expõe ao mundo sua queda na fé anunciando planos de criar um estúdio de pornografia.

Kanye West sempre demonstrou sua extravagância de forma franca. Se comparou a Jesus em alguns momentos de sua carreira, se converteu ao cristianismo e transformou isso em um verdadeiro espetáculo musical, colocou-se como um aspirante a presidente dos Estados Unidos e, após se divorciar da socialite Kim Kardashian, seu novo capítulo é – talvez – o mais polêmico.

Em sua “fase cristã”, Kanye West declarou que o Evangelho o havia libertado da pornografia, dizendo que se dedicar a organizar os eventos “Sunday Service”, onde apresentava um evento de louvor em diferentes cidades, era “uma alternativa aos opioides e à pornografia” que o havia livrado da morte: “Salvou minha vida”, disse em janeiro de 2020.

A maneira espetacular como Kanye West apresentou ao mundo sua conversão gerou, à época, muitos questionamentos nas redes sociais. O pastor Yago Martins dedicou um vídeo em novembro de 2019 para falar sobre como a sinceridade do rapper seria comprovada ou não pelo tempo:

“Se Kanye West está apenas usando o nome de Deus para autopromoção, isto não é diferente de casos pontuais que podem passar desapercebidos ao nosso redor. O caso de Kanye West só teria maior visibilidade. Por isso, nós temos que presumir menos, e observar mais. Pelos frutos conhecemos quem realmente é filho de Deus”, disse Yago.

A queda

O anúncio do projeto de criar um estúdio de pornografia foi feito pelo rapper após ele admitir que a pornografia é uma mazela que o aflige desde os 5 anos de idade quando encontrou exemplares de uma revista masculina que seu pai comprava: “A Playboy foi minha porta de entrada para o vício total em pornografia”, resumiu, em 2019.

Três anos depois, já divorciado, ele afirmou que “a pornografia destruiu minha família”, mas faria o que pudesse para que seus filhos não sofressem com isso: “Eu lido com o vício […] [mas] não vou deixar isso acontecer com Northy e Chicago”, enfatizou, citando os filhos que teve com Kim Kardashian.

Agora, a parceria no estúdio de filmes adultos com Mike Moz, ex-marido de uma atriz do mesmo ramo, está sendo associada à perda de contratos de publicidade, causando uma perda de US$ 1,5 bilhão, segundo informações da revista Veja.

A ex-atriz pornográfica Brittni De La Mora, convertida ao Evangelho, fez um pedido público ao rapper: “Não, não faça isso”.

“Eu acho que Kanye é um gênio criativo. Acredito que seus dons foram dados a ele por Deus e é devastador vê-lo querendo usar seus dons para servir a satanás e não a Deus. É realmente comovente”, lamentou Brittni, em entrevista à emissora Christian Broadcasting Network (CBN News).

“É muito traumático para uma criança de cinco anos ver esse tipo de imagem. E então o fato de ter sido deixado sem tratamento […] ele continuou assistindo pornografia. E sabemos que estudos mostram que a pornografia afeta o cérebro da mesma forma que a cocaína, por isso libera a mesma dopamina nos receptores”, finalizou a ex-atriz.

Taylor Swift zomba de Deus em novo álbum

A cantora Taylor Swift, maior fenômeno da música pop na atualidade, acaba de lançar um novo álbum, e algumas das músicas zombam de Deus e dos cristãos como figuras a serem derrotadas em uma batalha pelo domínio cultural.

O álbum “The Tortured Poets Department” motivou alguns líderes evangélicos dos EUA a observarem que algumas das 31 faixas se dedicam a zombar de Deus e dos cristãos. Uma delas, But Daddy I Love Him, sugere que Deus é fruto da imaginação humana e explicita repulsa à rotina adotada pelos crentes de congregar aos domingos:

“Mas papai, eu o amo / Acabei de aprender que essas pessoas só criam você / Para enjaular você / Sarahs e Hannahs em suas melhores roupas de domingo / Agarrando suas pérolas, suspirando, ‘Que bagunça’ / Acabei de aprender que essas pessoas tentam salvar você Porque eles te odeiam”, diz a letra.

Em outro trecho, a artista se refere aos pregadores do Evangelho como “canalhas críticos” e rejeita suas orações: “Dizem que querem o que é melhor para mim / Realizando monólogos hipócritas que nunca verei / Pensando que isso pode mudar a batida / Do meu coração quando ele me toca / E neutralizar a química / E desfazer o destino / Você não precisa orar por mim”.

Em outra faixa, o título Guilty As Sin (“culpada por pecar”, em tradução livre) demonstra o deboche de Taylor Swift contra a mensagem de arrependimento. Ao todo, 11 das 31 faixas trazem um alerta de conteúdo explícito, com várias se valendo de palavrões.

Reação de líderes

Shane Pruitt, um pastor e diretor da Convenção Batista do Sul (maior denominação dos EUA) pontuou que há uma diferença entre ser secular e ser “anticristão”, e exortou pais cristãos a considerarem seriamente se deveriam permitir que seus filhos ouçam a música de Taylor Swift:

“Definitivamente não sou o ministro ou pai que tem a postura de proibir ‘música secular’. Além disso, percebo plenamente que os incrédulos agirão como incrédulos. No entanto, há uma diferença entre ser secular e ser anticristo”, ponderou, dizendo que antes costumava ouvir as músicas da artista, mas “agora é hora de reconsiderar”.

“Como cristãos, cheios do Espírito, deveríamos nos divertir, cantar e expor nossos filhos a letras que não são apenas diferentes daquilo em que você acredita, mas que na verdade zombam daquilo em que você acredita?”, questionou o pastor.

Um portal de entretenimento cristão, MovieGuide, resumiu o conteúdo das músicas do novo álbum da artista como uma zombaria ao cristianismo: “Embora não seja segredo que Taylor Swift não é cristã, ela tornou conhecido seu ódio pela religião através de seu álbum recém-lançado, ‘The Tortured Poets Department’. O álbum está cheio de pequenas piadas que elevam Swift acima de Deus, ao mesmo tempo que apresenta duas canções dedicadas a destruir a ética sexual cristã”.

Na avaliação do portal, a letra da música I Can Fix Him (No Really I Can) contém sugestão de que Deus não quer “levantar um dedo” para fazer nada: “A letra diz: ‘Eles balançam a cabeça dizendo ‘Deus a ajude’ / Quando eu digo a eles que ele é meu homem / mas seu bom Deus não levanta um dedo / eu posso consertá-lo, não, realmente, eu posso. E só eu posso”.

“O fato de uma das celebridades mais populares e famosas da sua geração não conseguir encontrar a felicidade revela que viver no mundo leva à morte, enquanto viver para Cristo e sob os seus ensinamentos leva à vida. Infelizmente, Swift escolheu o caminho da morte e está colhendo os frutos do seu trabalho”, diz a crítica do MovieGuide.

Sean Feucht, um cantor cristão e ex-líder de louvor da Bethel Church tem a mesma impressão: “Quase metade das músicas do novo álbum de Taylor Swift contém letras explícitas (E), zombam dos cristãos e blasfemam contra Deus. Essa é a música que você quer que seus filhos ouçam?”.

“Você acha que estou apenas sendo religioso e exagerando? Leia a letra e decida por si mesmo”, desafiou o cantor, segundo informações do portal The Christian Post.

Ana Paula Valadão condenada por associar LGBTs à AIDS

A Justiça do Distrito Federal condenou a cantora Ana Paula Valadão a pagar R$ 25 mil de indenização por danos coletivos devido a uma declaração sua que foi entendida como uma associação da homossexualidade com o vírus HIV, uma das doenças sexualmente transmissíveis (DSTs) mais severas.

Em 2016 a Rede Super de Televisão transmitiu uma pregação de Ana Paula Valadão durante um Congresso do Diante do Trono. Em determinado momento, quando falava sobre a reprovação bíblica à imoralidade sexual, a cantora exemplificou as consequências do pecado de maneira polêmica:

“Isso [a homossexualidade] não é normal. Deus criou o homem e a mulher e é assim que nós cremos. A qualquer outra opção sexual é uma escolha do livre-arbítrio do ser humano. E qualquer escolha leva a consequências. A Bíblia chama de qualquer opção contrária ao que Deus determinou, de pecado. E o pecado tem uma consequência que é a morte. Taí a AIDS para mostrar que a união sexual entre dois homens causa uma enfermidade que leva à morte e contamina as mulheres, enfim… Não é o ideal de Deus”, declarou.

“Sabe qual é o sexo seguro? Que não transmite doença nenhuma? O sexo seguro se chama: aliança do casamento”, acrescentou Ana Paula.

Em 2020, o Ministério Público Federal passou a investiga-la por “discurso de ódio”, e em 2021 decidiu denuncia-la à Justiça, cobrando R$ 2 milhões de indenização da cantora e da Rede Super de Televisão.

Agora, o juiz de direito Hilmar Castelo Branco Raposo Filho, da 21ª Vara Cível de Brasília do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios, entendeu que houve dano moral coletivo no pronunciamento de Ana Paula, mas estabeleceu um valor de indenização muito inferior ao pleiteado pelo MPF inicialmente:

“Foi revivida para toda uma parcela da população a injusta e superada pecha da culpa pelo surgimento e propagação de uma doença terrível, situação que macula interesses coletivos fundamentais”, disse o juiz.

A cantora gospel, durante a defesa no processo, argumentou que exerceu o direito “legítimo da liberdade de expressão e religiosa”. A decisão foi tomada em primeira instância, e cabe recurso, de acordo com informações do portal Metrópoles.

Bolsonaro no Gideões MIssionários: 'Algo divino está acontecendo'

O Congresso Gideões Missionários da Última Hora recebeu o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) na última quinta-feira, 25 de abril. Durante o culto, o líder político conservador expôs sua percepção da ação de Deus sobre a política do Brasil.

No início da fala de Bolsonaro, alguns fiéis mais exaltados ensaiaram palavras de ordem em apoio, mas o pastor que conduzia o culto repreendeu o excesso: “Atenção irmãos, nós estamos em um culto. Irmãos, nós estamos em um culto! Sentem-se, por favor. Reverência no culto! Respeitamos a autoridade, mas vamos devagar”.

Passado o tumulto inicial, Bolsonaro fez alusão à exposição das ordens emitidas pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), para censurar jornalistas e políticos de direita durante os últimos anos, em especial durante as eleições presidenciais de 2022.

“Cada um de nós deve fazer o possível pelo seu país, quando não for mais possível, entregue na mão de Deus. E o que nós estamos vendo nos últimos dias, que veremos nos próximos, é que algo divino está acontecendo”, disse o ex-presidente.

O empresário Elon Musk, dono do X, entregou os dados prometidos à Câmara dos Representantes dos EUA, afirmando em seguida que Alexandre de Moraes interferiu nas eleições brasileiras de 2022. Após isso, a plataforma Rumble – concorrente do YouTube que abandonou a operação no Brasil – também entregou as determinações do ministro aos parlamentares norte-americanos.

O caso vem repercutindo na imprensa internacional como um caso de censura com fortes indicações de que há práticas ilegais por parte da Justiça. Por isso, Bolsonaro afirmou crer que a repercussão leve a novas descobertas ainda mais relevantes: “A gente acredita que brevemente estaremos libertos daqueles que não têm qualquer compromisso com a nossa liberdade, com a nossa democracia, e por que não dizer, com os valores da nossa família e da cristandade”.

“Assim sendo, agradeço mais uma vez a Deus por tudo que está acontecendo, sabendo dos riscos que corro, mas temos que enfrentar porque a vitória virá. E como disse, também, o choro pode durar a noite toda, mas tendo o amanhecer, a glória virá”, finalizou o ex-presidente.

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'Casais em crise não devem ouvir quem não segue a Bíblia'

Muitos casais em crise no casamento procuram por ajuda profissional e terminam por adicionar uma nova complicação à situação, pois muitos terapeutas não compartilham de valores morais coerentes com a fé cristã. Por esse motivo, uma pregadora recomendou aconselhamentos que tenham a Bíblia como referência.

O pastor Rich Wilkerson e sua esposa, Dawncheré, fizeram uma palestra sobre maturidade espiritual e um dos tópicos eram as ameaças ao casamento durante as crises matrimoniais. Eles lideram a Vous Church, que já foi visitada pelo apresentador brasileiro Marcos Mion.

Nesse contexto, Dawncheré afirmou que os cristãos não deveriam buscar aconselhamento com profissionais que não tenham a Bíblia como referência, pois há a possibilidade de que as sugestões oferecidas sejam danosas ao casamento e o levem à destruição:

“Se você está seguindo Jesus, não deveria receber conselhos de alguém que não esteja usando a Bíblia como estrutura para sua terapia e aconselhamento”, disse a pregadora Dawncheré.

Em seguida, ela relatou o caso de um casal cristão que ela e seu marido estavam discipulando. Esse casal recorreu a um terapeuta incrédulo e terminou ouvindo recomendações que vão completamente contra à vontade de Deus revelada para o casamento:

“O terapeuta deles olha para e diz ‘bem, vocês já consideraram um relacionamento aberto?; vocês já pensaram em redefinir os limites do seu casamento?’”, relatou Dawncheré, acrescentando: “Me deixe lhe dizer, isso não está ajudando o seu casamento. Isso está destruindo seu casamento”.

Ela e o marido observaram que buscar a ajuda de um profissional para auxiliar nas dificuldades do relacionamento é saudável e recomendável, ressaltando, porém, que é importante que o terapeuta seja cristão: “Você precisa de um conselheiro cristão, você precisa de um terapeuta baseado na Bíblia. Encontre alguém que pregue a Palavra de Deus para você. Não preciso [só] de conselhos, preciso da Verdade”, finalizou Dawncheré.

Confira a palestra na íntegra sobre casais em crise (com as legendas do YouTube):

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Desaparecido, pastor é encontrado morto e Polícia indica suicídio

Um novo caso de suicídio de um pastor traz um alerta sobre como a sobrecarga afeta a saúde mental dos líderes evangélicos. O caso em questão estava sendo investigado como desaparecimento, mas foi esclarecido pela Polícia como suicídio após ele ser encontrado morto.

Gene Jacobs, que liderava a igreja Real Life Ministries Silver Valley, no estado de Idaho (EUA), foi encontrado morto em uma área montanhosa de uma cidade no mesmo estado. Os policiais identificaram um “ferimento autoinfligido por arma de fogo”, o que praticamente esclareceu o fato.

A Polícia da cidade emitiu comunicado informando de forma clara que os investigadores “não tinham motivos para suspeitar de crime” no caso: “A indicação inicial é que o pastor Gene Jacobs morreu devido a um ferimento autoinfligido por arma de fogo”.

O chefe de Polícia de Pinehurst, John Richter, foi procurado por membros da igreja por volta de 08h05 na última quinta-feira, informando que não conseguiam localizar o pastor. Eles tinham uma reunião marcada às 06h com Jacobs, mas ele não apareceu e não atendeu as ligações.

Quando os presbíteros tentaram ligar para a casa do pastor após a reunião, sua esposa lhes disse que ele havia saído de casa a pé por volta de 05h30, o que foi confirmado por gravações da câmera de segurança de um vizinho:

“Ele estava a pé, o que era normal. Uma tela de câmeras de campainhas residenciais e empresas com câmeras foi conduzida ao longo de sua rota normal para a igreja e além. Não houve nenhum outro vídeo do pastor Gene depois que ele saiu de casa, e o vídeo não indicava outra direção de caminhada além do norte de sua residência”, disseram os investigadores.

Inicialmente, os investigadores pediram ajuda à companhia telefônica para tentar rastrear o celular do pastor, mas a empresa indicou que ele poderia ter desligado o aparelho. Em buscas realizadas inicialmente na direção de sua caminhada, sua garrafa d’água foi encontrada, o que os levou a iniciar a procura na região montanhosa.

Cerca de 40 pessoas iniciaram as buscas à pé, de bicicleta e de avião: “Foi aproximadamente às 18h que a Two Bear Air localizou o pastor Gene em um local fora da trilha e não revistado pelas equipes a pé devido ao local remoto, íngreme e arborizado. Todas as equipes de infantaria foram chamadas para descer da montanha naquele momento”, disseram os investigadores.

“Uma equipe de recuperação foi ao local e encontrou o pastor Gene morto. Seu corpo foi removido com segurança do local e entregue ao legista do condado de Shoshone e à casa funerária de Shoshone”, finalizou o comunicado da Polícia.

O luto

A igreja usou o Facebook para compartilhar uma nota de pesar e pedir aos fiéis que permitam à família um momento de luto: “Esta é uma grande perda para nossa congregação. Estamos fazendo o nosso melhor para ser a igreja que Jesus nos chamou para ser. Isso significa ministrar às necessidades da nossa congregação e da comunidade. Este também é um momento muito difícil para a família Jacobs. Sua graça em dar-lhes tempo e espaço para curar é apreciada”.

O pastor Jacobs servia na Real Life Ministries Silver Valley desde que a igreja foi plantada em 2007, de acordo com o site da igreja. Ex-militar da Marinha dos EUA, ele se formou no seminário Boise Bible College, e deixou a esposa e dois filhos adultos, segundo informações do The Christian Post.

'Viu a perna crescer': mulher relata cura milagrosa em culto

A Igreja Batista da Lagoinha de Barueri, em São Paulo, sediou dias atrás um evento com a presença do pastor e evangelista de rua Todd White, que veio ao Brasil para participar da conferência “Power & Love” (“Poder e Amor”, do inglês), onde houve cura e salvação.

Com um forte testemunho de libertação das drogas e de abandono familiar, Todd viaja o mundo relatando como Jesus Cristo mudou radicalmente a sua vida, sendo hoje um instrumento de bênçãos para o Reino de Deus.

Durante o culto ministrado pelo pastor, uma mulher que possuía uma deficiência nas pernas, sendo uma maior que a outra, disse que viu sua cura durante uma oração. “Jesus me curou no primeiro dia, no período da noite”, disse ela.

“Meu irmão mais novo foi o que mediu as minhas pernas, e viu a perna esquerda crescer e alcançar a perna direita”, destacou a fiel. Devido à deficiência, ela também sofria com dores na coluna, o que também foi curado.

“Fui curada da minha coluna, estava agendando com ortopedista para fazer RPG, porém não vou precisar mais”, completou.

Além das curas, muitos que participaram do culto na Lagoinha também disseram que foram despertados pelo Espírito Santo para a necessidade de haver uma postura diferente em relação ao mundo espiritual.

“Eu saí da conferência com a ideia de ser um agente transformador por onde eu passar, estou orando por pessoas em restaurantes, pessoas que estão com problemas, pelo poder do Espírito Santo. E na autoridade do nome de Jesus curei minha esposa de uma dor no ciático”, contou um dos participantes, segundo o Guiame.

Além de São Paulo, a conferência Poder e Amor também será realizada em Recife nos dias 14 e 15 de junho, na “Igreja do Amor”, assim como em Belém do Pará (PA) nos dias 12 e 13 de julho, no Templo Central da Assembleia de Deus.

“Espírito de avivamento” continua em Asbury, diz professora

Os relatos de avivamento espiritual ocorrido na Universidade de Asbury, Estados Unidos, no começo do ano passado, ganharam reforço com o testemunho de uma professora que agora, este ano, diz estar vendo os frutos desse fenômeno na vida dos estudantes universitários.

A professora Sarah Thomas Baldwin está escrevendo um livro sobre o que viu na capela da Universidade a partir de 8 de fevereiro do ano passado, mas trazendo informações atualizadas sobre o atual cenário de avivamento no local.

“Tem havido muitas histórias de pessoas de todo o mundo se conectando para compartilhar seus testemunhos”, disse ela, explicando que após uma diminuição das atividades nos meses posteriores a fevereiro, quando estudantes ficaram por 16 dias consecutivos fazendo orações ininterruptas a Deus no local, um novo mover teve início durante o outono.

“Nossos alunos voltaram com esse espírito de reavivamento”, disse Baldwin. “E o que quero dizer com isso é ficar depois da capela para adorar e orar. Quero dizer, eles sempre fizeram isso um pouco, mas agora é apenas uma parte da nossa vida normal no campus.”

Em outras palavras, segundo a docente, o avivamento de fevereiro do ano passado impactou a vida dos jovens de forma duradoura, modificando suas atitudes. Sarah diz, por exemplo, que eles passara a “orar juntos” com frequência desde então.

Sarah, que disse ter ficado no “centro” dos acontecimentos do ano passado, acredita que a iniciativa dos alunos modificou toda a Universidade. “Tivemos esta experiência compartilhada onde vimos Jesus estar presente com nossos alunos e isso se tornou realmente um fio de prumo”, disse ela, segundo a CBN News.

O relato de Sarah reforça uma colocação feita pelo teólogo canadense David Koyzis, que, na época do avivamento em Asbury, explicou sobre a necessidade de haver “frutos” como um sinal da autenticidade do agir de Deus entre os estudantes. Confira:

Renomado teólogo diz que frutos de Asbury só serão provados com “o tempo”

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