Cristão é agredido por falar de Jesus em evangelismo de rua

Um incidente ocorrido durante uma ação de evangelismo de rua em Utrecht, na Holanda, gerou reações em redes sociais após a divulgação de um vídeo mostrando um evangelista sendo agredido fisicamente.

O caso foi reportado por Allan Machado, líder do ministério cristão Presence Revival, que alertou para o que classificou como um cenário crescente de intolerância religiosa no continente europeu.

Nas imagens divulgadas, é possível ver um voluntário identificado como Elyas sendo alvo de socos e chutes enquanto realizava uma pregação em espaço público. Durante a agressão, o evangelista é ouvido dizendo: “Você pode me bater, mas Deus te ama”.

Allan Machado, que compartilhou o vídeo, afirmou que o episódio, embora triste, não o surpreendeu. “O islamismo está expulsando à força o Evangelho da Europa”, declarou. Ele relacionou o ocorrido a experiências anteriores, relatando que já foi agredido enquanto cantava com um violão dentro de um metrô. “É a mesma brutalidade. A mesma intolerância. O mesmo ódio contra a mensagem, não contra o homem”, avaliou.

Em suas declarações, Machado fez uma reflexão sobre a perseguição religiosa. “A perseguição sempre acompanhou o Evangelho. Jesus nunca prometeu aplausos; Ele prometeu presença”, disse.

Ele também previu que tais incidentes contra o evangelismo de rua devem se repetir: “Precisamos ter clareza: isso não será a última vez. A intolerância espiritual tende a aumentar à medida que o Evangelho avança”.

O líder missionário expressou convicção de que a perseguição não silenciará as atividades evangelísticas. “Não seremos silenciados. A perseguição nunca conseguiu calar a Igreja, e não será agora que conseguirá”, afirmou. Ele encerrou seu relato solicitando orações e informando que o ministário retornará ao mesmo local para continuar as atividades.

Allan Machado é pastor, fundador da IDE Escola Missionária e atua com pregação em espaços públicos, fazendo evangelismo de rua ao lado da esposa. O Presence Revival, ministério com base na Holanda, tem como objetivo promover adoração e oração em “lugares de influência”.

Cantora Camila Campos e esposo renovam votos de casamento

A cantora Camila Campos e o marido, o ex-zagueiro Léo Lacerda, renovaram os votos de casamento em um cenário de inverno e divulgaram o momento nas redes sociais. O casal afirmou que completou 12 anos de matrimônio e associou a neve a uma trajetória marcada por períodos difíceis e continuidade da relação.

Camila Campos relembrou que enfrentou um câncer há dois anos e disse que o marido permaneceu ao seu lado, com apoio a ela e às filhas. Ela escreveu: “A renovação de votos mais linda que você vai ver hoje. Quando fizemos 10 anos de casado, as coisas estavam bem confusas e difíceis por conta de tudo o que vivenciamos há 2 anos atrás, acerca da minha saúde. Mas hoje, graças a Deus, que nos deu uma linda vitória e uma nova história, Léo, meu amor, meu companheiro de alma, não se esqueceu do meu desejo de renovar nossos votos”.

A cantora afirmou que o marido organizou a celebração em um ambiente de frio intenso. Ela escreveu: “Ele planejou renovar nossos votos de 12 anos de casamento em meio ao frio mais rigoroso, em meio ao inverno mais intenso das montanhas de neve, renovar sua aliança de amor comigo e agora também com nossas filhas!”. Camila Campos acrescentou: “Ele escolheu o inverno para simbolizar tudo o que vivemos, o frio, os ventos, o nublado, dias difíceis que vencemos juntos!”.

Ao final, a cantora agradeceu ao esposo e falou sobre os próximos anos do relacionamento. Ela escreveu: “Ao meu amor, Léo, obrigada por seguir em frente comigo mesmo nos dias mais frios. Serei sempre sua princesa do Gelo, sua companheira de ski (mesmo sem saber esquiar rsrs) e seu amor eterno! Te amo e vamos juntos rumo aos próximos anos, juntos com Deus em nossa frente, amém!”.

Ação missionária atrai centenas de jovens para a Ilha de Marajó

Um grupo de duzentos jovens iniciou o ano de 2026 realizando uma ação missionária na Ilha do Marajó, no estado do Pará. A iniciativa é coordenada pela organização “Minha Missão”, liderada pelo evangelista Guilherme Batista.

Na sexta-feira, 2 de janeiro, os voluntários partiram de barco da cidade de Belém com destino ao arquipélago. Em declaração ao Guiame, Guilherme Batista explicou o objetivo do projeto.

“Nosso objetivo é levar jovens do país inteiro para regiões em situação de vulnerabilidade social para que eles conheçam essa realidade e ajudem a transformá-la”, afirmou.

O líder da ação missionária detalhou a escolha da localidade. “A ilha do Marajó foi escolhida por nós desde 2024. Hoje, o arquipélago abriga as cidades com os piores IDHs (Índice de Desenvolvimento Humano) do Brasil, além de altos índices de abuso infantil e violência. Acreditamos que o poder de Deus é capaz de transformar a realidade desse local”.

Atividades Realizadas

A ação missionária incluiu ações de evangelismo e assistência social. No primeiro dia, a equipe atuou no município de Melgaço, realizando visitas domiciliares, orações e uma cruzada evangelística. Foi realizado também um culto infantil, com distribuição de presentes, doces, sorvetes e doação de bicicletas.

Os missionários estão distribuindo Bíblias – incluindo edições infantis – e cestas básicas para a população local. A organização também prevê a doação de 20 motores de popa para comunidades ribeirinhas.

Projetos de Assistência Prática

A missão tem identificado e respondido a necessidades específicas das famílias. Em um caso, a equipe reformou completamente uma residência que se encontrava sem telhado, realizando reparos, pintura e doando um colchão e uma geladeira para os moradores.

Em outra ação, os voluntários construíram uma rampa de acesso para uma menina de oito anos que utiliza cadeira de rodas. A organização descreveu o projeto em sua rede social: “Enquanto a rampa ia tom

Netanyahu promete atuar para apoiar cristãos sob perseguição

O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, afirmou que pretende se unir a iniciativas lideradas pelos Estados Unidos para proteger cristãos perseguidos em diferentes países.

Ele fez a declaração em um discurso a líderes evangélicos na Flórida e disse que Israel trabalha “em conjunto com os Estados Unidos e outros países” nesse tema.

O apoio de cristãos evangélicos a Israel nos Estados Unidos tem sido associado, em parte, a leituras teológicas como o dispensacionalismo, que atribui papel central a Israel e ao povo judeu nos planos de Deus. O tema também passou a aparecer em debates políticos internos, inclusive entre conservadores.

O apresentador Tucker Carlson, que é episcopal, questionou em declarações públicas se é correto o governo dos Estados Unidos atuar de forma que, na avaliação dele, possa priorizar interesses de um país estrangeiro em detrimento de prioridades domésticas.

No encontro com líderes evangélicos, Netanyahu afirmou: “Estamos nos unindo a um esforço para criar, basicamente, uma nação unida de países que apoiam as comunidades cristãs ao redor do mundo, comunidades ameaçadas que merecem nossa ajuda. Assim como vocês estão nos ajudando, queremos retribuir. E somos capazes de fazer isso”.

“Na África, com informações de inteligência, no Oriente Médio, com muitos meios que não vou detalhar. Essa é a nossa agenda, é uma parte fundamental da nossa agenda, e ela continuará com ainda mais força e poder no próximo ano”, acrescentou, de acordo com o Christian Today.

As declarações ocorreram após referências, no debate público, a ataques aéreos dos Estados Unidos no dia 25 de dezembro contra grupos armados na Nigéria. A Nigéria tem uma população cristã significativa e é citada com frequência em discussões internacionais sobre violência contra comunidades cristãs.

Nos últimos meses, críticas e alertas também passaram a mencionar episódios envolvendo cristãos em Israel. Essas manifestações incluem questionamentos sobre restrições a visitantes cristãos em locais considerados sagrados, especialmente durante a Páscoa, e cobranças para que autoridades atuem para impedir ataques violentos de colonos israelenses contra comunidades cristãs na Cisjordânia.

Philip Yancey confessa adultério e abandona ministério

O escritor cristão Philip Yancey, de 76 anos, afirmou que manteve um caso extraconjugal por oito anos com uma mulher casada e disse que vai se afastar de atividades públicas ligadas ao ministério.

A revista Christianity Today publicou a declaração em que ele escreveu: “Confesso que, durante oito anos, mantive um caso pecaminoso com uma mulher casada de forma deliberada”.

Yancey afirmou que a conduta contrariou o que ele defende sobre casamento e disse que a situação causou sofrimento a familiares. Ele escreveu: “Minha conduta contrariou tudo em que acredito sobre o casamento. Foi também totalmente incompatível com a minha fé e com os meus escritos, e causou profunda dor ao marido dela e a ambas as nossas famílias”. Ele acrescentou: “Confessei meu pecado diante de Deus e da minha esposa e me comprometi com um programa profissional de aconselhamento e responsabilização. Falhei moral e espiritualmente e lamento a devastação que causei”.

O autor descreveu o episódio como “minha grande vergonha” e afirmou estar “focado em reconstruir a confiança e restaurar meu casamento de 55 anos”. Ele também escreveu: “Tendo-me desqualificado do ministério cristão, estou, portanto, me aposentando da escrita, da oratória e das mídias sociais”. Yancey acrescentou: “Em vez disso, preciso passar meus anos restantes vivendo de acordo com as palavras que já escrevi”.

Ele concluiu: “Oro pela graça e pelo perdão de Deus — assim como pelos seus — e pela cura na vida daqueles que feri”.

O site oficial do escritor apresenta Yancey como natural de Atlanta, no estado da Geórgia, e afirma que ele foi criado “em uma igreja fundamentalista rigorosa no sul dos EUA”. No mesmo relato, o autor descreveu a imagem de Deus que formou na juventude como “um Superpolicial carrancudo, à procura de qualquer pessoa que estivesse se divertindo — para esmagá-la”.

Yancey escreveu livros como Decepcionado com Deus, Onde está Deus Quando Chega a Dor?, O Jesus Que Eu Nunca Conheci, Maravilhosa Graça, Oração: Ela Faz Alguma Diferença? e Onde Bateu a Luz. Ele atuou como jornalista e escreveu para a revista Campus Life e, depois, para a Christianity Today, onde chegou ao cargo de editor-chefe.

Em 2016, durante uma passagem por Madri, na Espanha, Yancey disse à publicação Evangelical Focus que ficou “impressionado” com o apoio evangélico a Donald Trump: “Fico perplexo que tantos cristãos conservadores ou evangélicos vejam um homem que é um valentão, que fez fortuna com cassinos, que teve várias esposas e vários casos extraconjugais… Que eles, de alguma forma, o pintem como um herói, como alguém que possamos apoiar”.

Depois das críticas, Yancey afirmou que não estava apoiando Hillary Clinton, adversária de Trump naquela eleição, e escreveu: “Reconheci que algumas questões são tão importantes (por exemplo, o aborto) que um cristão pode decidir votar em um candidato com sérias falhas por causa dessas questões”.

Em 2023, Yancey informou que foi diagnosticado com doença de Parkinson. Ele continuou realizando palestras nos Estados Unidos enquanto lidava com o quadro, de acordo com o relato divulgado, de acordo com o The Christian Post.

Cristianismo tem menor aceitação na Coreia do Sul, mas impacta

Uma análise divulgada pela Associação Coreana de Mídia Religiosa, com base na “Pesquisa de Percepção Religiosa de 2025”, indica que o cristianismo protestante apresenta o menor nível de aceitação pública entre as principais religiões na Coreia do Sul. Contudo, os fiéis desta denominação relatam o impacto mais significativo de sua fé na vida pessoal.

O estudo, conduzido pela Hankook Research entre 21 e 26 de novembro com 2.000 adultos, avaliou as atitudes em relação ao cristianismo protestante, budismo, catolicismo, budismo Won e islamismo.

Aprovação Pública

A aprovação geral em relação ao cristianismo foi de 34,7 pontos em uma escala. A aceitação foi ligeiramente maior entre mulheres (35,8 pontos) do que entre homens (33,6 pontos). A faixa etária com a avaliação mais baixa foi a dos 30 anos (26,8 pontos), enquanto a pontuação mais alta foi entre entrevistados com 70 anos ou mais (49,0 pontos).

A aceitação do cristianismo na Coreia do Sul mostrou-se particularmente baixa entre seguidores de outras crenças. Católicos atribuíram uma pontuação média de 28,0, budistas de 22,9 e pessoas sem filiação religiosa de 23,2. A associação interpretou que as percepções sobre o cristianismo são formadas de maneira independente das visões sobre outras religiões.

Esta tendência se refletiu nas correlações estatísticas de favorabilidade. O cristianismo apresentou correlações fracas com o catolicismo (0,077) e o budismo (-0,182). Em contraste, correlações mais fortes foram observadas entre budismo e catolicismo (0,482) e entre budismo Won e budismo (0,504).

Influência da Orientação Ideológica

A orientação ideológica dos entrevistados mostrou influência nas atitudes. A aprovação entre autodeclarados progressistas foi de 28,5 pontos, enquanto entre moderados foi de 35,1 pontos e entre conservadores, 41,5 pontos. Em comparação com o ano anterior, a aprovação caiu 5,8 pontos entre progressistas e subiu 0,4 e 2,5 pontos entre moderados e conservadores, respectivamente.

Impacto Pessoal

Apesar da menor aceitação pública, os cristãos da Coreia do Sul relataram a maior percepção de influência religiosa no cotidiano. No total, 37% dos entrevistados disseram que a religião afeta sua vida diária. Quando segmentado por filiação, 84% dos cristãos protestantes afirmaram esse impacto, contra 62% dos católicos e 47% dos budistas.

Os cristãos também obtiveram as pontuações mais altas em medidas de eficácia religiosa. Entre os fiéis desta denominação, 92% disseram que sua fé auxilia em um comportamento ético, 91% que proporciona estabilidade emocional e promove emoções positivas, e 84% que ajuda nos relacionamentos interpessoais e no senso de pertencimento.

Conclusões da Análise

A Associação Coreana de Mídia Religiosa concluiu que, embora a aprovação pública do cristianismo (34,7 pontos) permaneça abaixo da do budismo (54,4 pontos) e do catolicismo (52,7 pontos), os benefícios percebidos e a influência na vida pessoal são “notavelmente maiores” entre seus seguidores.

A entidade finalizou a análise instando as igrejas a trabalharem para melhorar sua percepção pública, ao mesmo tempo em que devem continuar a fortalecer a influência positiva da fé na vida individual, cumprindo seu papel na sociedade. Com: Christian Daily.

Protestos: cristãos temem pelo aumento da perseguição no Irã

Manifestações populares voltaram a se expandir em diversas cidades do Irã, motivadas pela desvalorização abrupta da moeda nacional, taxas elevadas de inflação e escassez generalizada de alimentos. As forças de segurança do país têm respondido a esses protestos com detenções em larga escala e uso de força letal, conforme relatos de agências de notícias internacionais.

Neste contexto de instabilidade social e econômica, analistas de liberdade religiosa apontam que a situação de cristãos de origem muçulmana e de igrejas domésticas no país tornou-se ainda mais vulnerável. Estas comunidades frequentemente são classificadas pelas autoridades iranianas como uma ameaça à “segurança nacional”, sujeitas a monitoramento e repressão direta.

Além do risco iminente de perseguição religiosa, as famílias de convertidos no Irã enfrentam uma rápida deterioração de sua situação econômica, com perda acelerada de renda. Redes de apoio locais, formadas por cristãos, lutam para prover necessidades básicas aos membros de sua comunidade em meio à crise.

A instabilidade interna no Irã ocorre em um momento de crescentes tensões diplomáticas e estratégicas envolvendo potências como Rússia, China, Estados Unidos e Israel, que possuem interesses históricos e relações complexas com a República Islâmica.

O Irã ocupa atualmente a 9ª posição na Lista Mundial da Perseguição 2025, ranking anual que classifica os 50 países onde os cristãos enfrentam a mais severa hostilidade por sua fé. A organização Portas Abertas, responsável pela lista, detalha que a perseguição no país é extrema em todas as esferas da vida.

Sugestões de oração pela situação no Irã, conforme divulgadas por organizações de monitoramento:

  • Por proteção para os cristãos iranianos frente às ondas de detenções.

  • Por coragem e sabedoria para os líderes das igrejas domésticas e ministérios locais, para que continuem suas atividades.

  • Para que, mesmo em meio à dificuldade, indivíduos no Irã possam ter acesso à mensagem do cristianismo.

Vídeo: profecia de 2018 sobre queda de Maduro volta à viralizar

Assine o Canal

Um vídeo contendo uma profecia proferida em 2018 pela líder religiosa norte-americana Cindy Jacobs voltou a circular em redes sociais após a captura do ex-presidente venezuelano Nicolás Maduro. Na gravação, Jacobs fala sobre a queda de diversos ditadores, incluindo Maduro.

A pregação, que estava sendo traduzida simultaneamente para o espanhol, indicando que ocorria em um país latino-americano, data de 2018. Nela, Jacobs afirma que, a partir de novembro de 2017, começou a listar governantes autoritários que “iriam começar a cair”.

“Primeiro profetizei sobre Mugabe, do Zimbábue, e eu disse: ‘Você vai cair’. E será de repente”, declarou Jacobs na ocasião. Robert Mugabe, que governou o Zimbábue de 1987 a 2017, renunciou sob intensa pressão política e militar em novembro de 2017, vindo a falecer em 2019.

A profetiza relatou que a queda de Mugabe ocorreu enquanto ela orava, em 6 de novembro de 2017. Em seguida, ela disse ter profetizado a saída de Jacob Zuma, então presidente da África do Sul, que foi substituído por Cyril Ramaphosa em 18 de dezembro do mesmo ano.

Após mencionar esses casos, Jacobs citou nominalmente o líder venezuelano. “Vamos ter de orar, mas acredito que vai acontecer, alguém aqui sabe o próximo nome que vai cair? Maduro”, afirmou, sendo interrompida por aplausos da plateia. “Maduro cai! Aleluia!”, exclamou, enquanto os presentes no culto reagiam.

A previsão ganhou nova atenção após os eventos do último sábado, 3 de janeiro, quando forças dos Estados Unidos, sob ordem do ex-presidente Donald Trump, capturaram Nicolás Maduro na Venezuela, bem como sua esposa. Segundo o governo americano, toda a operação especial durou menos de 1 minuto.

Maduro foi transportado para Nova Iorque, onde aguarda julgamento sob acusações de narcotráfico, conspiração para distribuição de cocaína e uso de armas automáticas.

“Profeta” que decretou vitória de Maduro é criticado após prisão

Com a transferência do ditador venezuelano Nicolás Maduro para a cidade de Nova York, onde enfrentará acusações de tráfico de drogas e crimes de terrorismo, diversas organizações e líderes religiosos evangélicos emitiram apelos por oração e reflexão. Outros, porém, aproveitaram a situação para criticar supostos “profetas” que saíram em sua defesa.

Nos meses anteriores à sua captura, Maduro havia intensificado uma aproximação pública com setores da igreja evangélica e vertentes neopentecostais estrangeiras.

Em novembro do ano passado, por exemplo, ele convocou líderes religiosos para um ato de “oração pela paz” no Palácio Presidencial de Miraflores, transmitido pela televisão estatal. Na ocasião, o autodeclarado profeta queniano David Edward Owuor impôs as mãos sobre Maduro e declarou: “você rejeitará o inimigo que vai atacá-lo; você terá a vitória em nome de Jesus.”

Até o momento, nenhum líder religioso de expressão nacional ou internacional emitiu declaração pública de apoio direto a Maduro após sua captura. O setor eclesiástico que havia comparecido a eventos oficiais do regime nos últimos anos também não se manifestou em sua defesa.

Nas redes sociais, muitos lembraram das palavras de David Owuor, questionando a sua autoridade espiritual, uma vez que a Bíblia chama de falsos profetas os que dizem falar em nome de Deus, fazendo previsões que não se cumprem.

“Profetizam mentiras e sonhos próprios, a Bíblia no livro do profeta Jeremias fala bastante desse tipo aí”, comentou uma seguidora do perfil Assembleianos de Valor, no Instagram. Outra pessoa completou:

“Maduro achou que a Bíblia oculta sujeira, [mas] ela expõe Maduro tudo o que está no oculto. Deus não deixa se escarnecer, Ele é fogo consumidor.”

‘Davi: Nasce um Rei’ bate recorde de bilheteria para filme cristão

Assine o Canal

A Angel Studios informou que o filme de animação Davi: Nasce um Rei já ultrapassou US$ 70 milhões em bilheteria e consolidou, no fim de semana de estreia, a maior arrecadação de ingressos já atribuída a uma animação com temática religiosa.

Davi: Nasce um Rei é uma animação infantil baseada em relatos bíblicos sobre a vida do rei Davi de Israel. O longa estreou nos cinemas dos Estados Unidos na sexta-feira, 19 de dezembro, com distribuição da Angel Studios, empresa que atua na produção e lançamento de filmes religiosos.

O Box Office Mojo, do IMDb, registrou que a bilheteria do filme passou de US$ 70 milhões na terça-feira, 30 de dezembro. O mesmo levantamento indicou que quase toda a arrecadação veio dos Estados Unidos, com cerca de US$ 400 mil fora do mercado americano. No Rotten Tomatoes, o filme aparece com 98% no Popcornmeter, índice baseado em avaliações do público.

No fim de semana de estreia, Davi: Nasce um Rei ficou em segundo lugar nas bilheterias dos Estados Unidos, com pouco mais de US$ 22 milhões, conforme os dados citados. O filme ficou atrás de Avatar: Fogo e Cinzas e à frente de A Empregada, produção estrelada pela badalada atriz Sydney Sweeney.

Nas semanas seguintes, o longa permaneceu entre os 10 filmes mais assistidos no país. Entre sexta-feira, 26 de dezembro, e domingo, 28 de dezembro, ele chegou ao sexto lugar, com mais de US$ 12 milhões em arrecadação nos Estados Unidos. No fim de semana seguinte, o filme ficou em sétimo, somando mais de US$ 7,6 milhões em vendas adicionais de ingressos.

Durante quase três semanas em cartaz, a animação foi exibida em 3.118 cinemas, segundo o conteúdo divulgado. Em comunicado publicado na segunda-feira, 22 de dezembro, a Angel Studios afirmou que o lançamento representou a melhor estreia de três dias da história da empresa, ao superar os US$ 19,6 milhões arrecadados no fim de semana de estreia de Som da Liberdade.

No mesmo comunicado, a empresa afirmou que o filme alcançou “a maior bilheteria de estreia de todos os tempos para uma animação com temática religiosa”, superando marcas atribuídas a O Rei dos Reis e O Príncipe do Egito.

O chefe de distribuição nos cinemas da Angel Studios, Brandon Purdie, declarou: “As famílias estão em busca de filmes que transmitam valores e honrem a esperança”. Ele acrescentou: “Valorizamos muito o apoio de nossos excelentes exibidores e esperamos uma longa e sólida exibição nos cinemas, enquanto este popular musical animado continua a aquecer corações e inspirar famílias”.

A Angel Studios afirmou que o desempenho internacional ainda não acompanhou o mercado americano e disse esperar mudança nas próximas semanas. No momento, o filme está disponível em cinco países fora dos Estados Unidos: Portugal, África do Sul, Singapura, Nigéria e Gana, de acordo com o The Christian Post.

No Brasil, Davi: Nasce um Rei tem estreia prevista para quinta-feira, 15 de janeiro de 2026, durante o período de férias escolares. A pré-venda de ingressos está prevista para quinta-feira, 08 de janeiro de 2026, de acordo com a informação divulgada por Heaven Content e 360 WayUp, distribuidoras no território nacional.