Índia: projeto de lei pode levar à perda de propriedades da igreja

Uma proposta de alteração na legislação que regula o financiamento estrangeiro na Índia pode impactar o apoio internacional a missões cristãs no país. O projeto trata de mudanças no Regulamento de Contribuições Estrangeiras, conhecido como FCRA.

A proposta prevê que o governo possa confiscar ativos de organizações que tenham a licença FCRA bloqueada ou vencida. Essa licença é o mecanismo que autoriza organizações não governamentais a receber recursos do exterior.

O líder Joseph D’Souza, presidente do Conselho Cristão de Toda a Índia, avaliou o cenário como crítico. “Esta é uma crise perigosa e profundamente alarmante, com consequências imediatas e potencialmente irreversíveis”, afirmou.

Críticos da proposta manifestaram preocupação com a possibilidade de aplicação da lei para atingir instituições cristãs. Eles apontam que propriedades ligadas a projetos sociais, especialmente voltados a dalits e outros grupos marginalizados, poderiam ser afetadas.

A organização Release International acusou o governo indiano de ampliar o controle sobre entidades beneficentes e missionárias ao restringir o acesso a financiamento externo. Segundo o grupo, desde que o Bharatiya Janata Party (BJP) assumiu o poder em 2014, mais de 20 mil licenças FCRA foram canceladas ou expiraram, reduzindo as fontes de recursos internacionais.

O debate sobre a proposta foi adiado para a sessão parlamentar prevista entre junho e agosto. De acordo com o The Christian Post, a Release International fez um apelo a cristãos dentro e fora da Índia para que se posicionem contra o projeto.

Um parceiro local da organização declarou que a medida pode ter impacto direto sobre instituições religiosas e sociais. “Esta legislação é um esforço deliberado para permitir que o Estado assuma o controle de propriedades eclesiásticas, instituições educacionais e instalações de saúde construídas ao longo de décadas de filantropia global, marcadas por sacrifícios”, afirmou, acrescentando que “Há mais de 50 anos, as ofertas sacrificiais de fiéis comuns — do Brasil e da África do Sul ao México e à Austrália — têm sido a base da ascensão social dos mais marginalizados da Índia”.

O diretor-executivo da Release International, Paul Robinson, afirmou que a proposta reflete um ambiente considerado mais restritivo para cristãos no país. Ele também mencionou leis anticonversão adotadas em diferentes estados indianos. Segundo Robinson, essas normas, embora apresentadas como instrumentos contra conversões forçadas, têm sido utilizadas, em alguns casos, como base para ações contra minorias religiosas.

Marcel van Hattem critica “campanha eleitoral” de ministros do STF

O deputado federal Marcel van Hattem (Novo-RS) afirmou que integrantes da cúpula do Supremo Tribunal Federal (STF) teriam dado início a uma mobilização de natureza político-eleitoral voltada a prejudicar postulantes que se posicionam em oposição ao governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). A manifestação do congressista foi veiculada em suas plataformas digitais nesta quarta-feira (15).

Na avaliação do parlamentar gaúcho, o pleito destinado à renovação das cadeiras do Senado Federal adquire, nesse contexto, um peso estratégico crucial.

— Teve início a ofensiva eleitoral dos magistrados da Suprema Corte contra os nomes que integram a Oposição. Por essa razão, a disputa pelo Senado se reveste de tamanha relevância. Chega de arbitrariedades — registrou o deputado em sua publicação.

Contexto da declaração

A fala do deputado Marcel van Hattem insere-se em um cenário de crescente tensionamento entre setores da classe política, sobretudo aqueles alinhados à oposição e o Supremo Tribunal Federal.

Nos últimos meses, decisões do STF envolvendo investigações, como o caso do banco Master e da fraude do INSS, têm abalado as estruturas de Brasília, uma vez que indícios de CPIs sugerem envolvimento dos magistrados da mais alta corte do país.

Como resultado, em pleno ano eleitoral, tais ministros estariam reagindo de forma contrária, mirando os parlamentares da oposição, supostamente a fim de calá-los e de restringir o crescimento do senador Flávio Bolsonaro nas pesquisas para a eleição presidencial deste ano.

A menção específica à “eleição ao Senado” não é fortuita. O Senado Federal detém a prerrogativa constitucional de processar e julgar ministros do STF em eventuais crimes de responsabilidade, além de sabatinar e aprovar os indicados à Suprema Corte. Dessa forma, a composição da Casa Legislativa é vista como um contrapeso institucional relevante, capaz de exercer fiscalização sobre o Judiciário.

A acusação de que ministros estariam promovendo uma “campanha eleitoral” surge em um momento em que pré-candidatos da oposição têm sido alvo de procedimentos investigatórios em tramitação no STF, o que, para parlamentares como Van Hattem, configura uma tentativa de constranger adversários políticos do governo e influenciar o resultado das urnas. Com: Pleno News.

Zé Bruno critica pastores que usam camarim e se isolam de fiéis

O pastor Zé Bruno, líder da banda Resgate e da igreja A Casa da Rocha, fez críticas ao modelo de liderança em parte do meio evangélico durante uma palestra recente. Ele abordou o que classificou como “elitização” do ministério pastoral e questionou práticas adotadas por algumas igrejas.

Segundo o pastor, estruturas que separam líderes dos fiéis contribuem para um distanciamento dentro das comunidades religiosas. “Você tem uma salinha onde fica enquanto as pessoas chegam? Eu não tenho”, afirmou ao comentar a existência de camarins, salas reservadas e atendimentos exclusivos.

Zé Bruno também criticou a presença de pessoas designadas para atender exclusivamente pastores. Ele afirmou que esse tipo de prática incentiva comportamentos de favorecimento. “Você está ensinando que o puxa-saco prospera”, declarou.

Durante a fala, ele defendeu que o pastor deve manter proximidade com a comunidade e relatou aspectos de sua rotina na igreja como exemplo. Segundo disse, costuma estacionar distante quando necessário, enfrentar filas e adquirir seus próprios itens. “A mesa do pastor não tem rixô. Se tem alguém abanando com folha de bananeira, você é um pachá, não um pastor”, afirmou.

De acordo com o Fuxico Gospel, ele também comentou o que descreveu como uma transformação institucional no ambiente religioso. Ele afirmou que, em alguns contextos, a prática da fé tem sido tratada como um empreendimento. Zé Bruno reconheceu que seu estilo direto costuma gerar reações negativas nas redes sociais, mas disse considerar necessário expor suas posições.

Índia ameaça asfixiar missões cristãs com confisco de bens

O fluxo de recursos internacionais destinados ao sustento de obras missionárias cristãs em território da Índia encontra-se sob grave ameaça diante de uma proposição legislativa que visa alterar o arcabouço normativo que rege as contribuições oriundas do exterior.

O texto em discussão, que modifica o Regulamento de Contribuições Estrangeiras (conhecido pela sigla FCRA), conferiria ao governo da Índia a prerrogativa legal de expropriar os ativos patrimoniais de quaisquer entidades cuja licença FCRA tenha sido suspensa, bloqueada ou simplesmente expirada em sua vigência.

A referida licença constitui o instrumento burocrático indispensável para que Organizações Não Governamentais sediadas na Índia possam receber e administrar doações de procedência internacional.

O Dr. Joseph D’Souza, presidente do Conselho Cristão de Toda a Índia, classificou o cenário com veemência: “Estamos diante de uma crise de proporções perigosas e profundamente inquietantes, cujos desdobramentos são imediatos e carregam o potencial de se tornarem irreversíveis.”

Os opositores da nova redação legal expressam o temor de que o dispositivo venha a ser instrumentalizado por setores do nacionalismo hindu como uma ferramenta para a apropriação de bens pertencentes à comunidade cristã, com especial incidência sobre propriedades voltadas ao amparo de dalits (os chamados “intocáveis”) e de outros extratos sociais historicamente marginalizados na Índia.

A organização Release International denunciou o que considera uma tentativa deliberada do governo indiano de exercer ingerência e controle sobre entidades filantrópicas e missionárias de confissão cristã, utilizando como mecanismo de coerção o estrangulamento de seu acesso ao financiamento externo.

A entidade ressaltou que, desde a ascensão do Partido Bharatiya Janata (BJP) ao poder central, em 2014, mais de 20 mil licenças FCRA expiraram ou foram sumariamente canceladas pelas autoridades, resultando na supressão abrupta das fontes de custeio internacional para as organizações afetadas.

A deliberação acerca da proposta de emenda foi postergada, ficando sua análise remetida para a sessão legislativa a ser realizada entre os meses de junho e agosto. Em paralelo, a Release International lançou um apelo veemente para que cristãos, tanto os residentes em solo indiano quanto os espalhados pelo globo, mobilizem todos os esforços ao seu alcance para fazer frente ao projeto de lei.

Um porta-voz da organização parceira local da Release International declarou em comunicado oficial: “Este instrumento legal configura um esforço premeditado para franquear ao aparato estatal o domínio sobre templos, complexos educacionais e unidades de saúde que foram erguidos ao longo de décadas de filantropia global, em um processo marcado por enormes sacrifícios pessoais.”

O comunicado prosseguiu: “Há mais de meio século, as ofertas voluntárias e os atos de desprendimento de fiéis comuns — oriundos de nações tão diversas quanto Brasil, África do Sul, México e Austrália — têm constituído o alicerce para a promoção social e a emancipação das camadas mais desassistidas da população indiana.”

Paul Robinson, diretor-executivo da Release International, avaliou que a emenda em questão é um sintoma inequívoco de um ecossistema social e político cada vez mais adverso e hostil para a minoria cristã na Índia.

Robinson chamou atenção, de forma específica, para a vigência das leis anticonversão em diversos estados da federação indiana.

Tais normativas, muito embora sejam oficialmente justificadas como mecanismos de proteção do cidadão contra a coerção em matéria de fé, na prática, conforme observado por críticos, frequentemente operam como subterfúgios legais para justificar a perseguição de cristãos e de outros credos minoritários que representam, ainda que indiretamente, uma ameaça à hegemonia do hinduísmo.

Vale notar que, até o presente momento, não há registros de ações penais movidas contra quem quer que seja por empregar força ou intimidação para induzir alguém a se converter ao hinduísmo. Com: The Christian Today.

Flávio Bolsonaro apoia a Frente Parlamentar Brasil-Israel

Nesta quarta-feira (15), o Congresso Nacional sediou a instalação oficial da Frente Parlamentar Brasil-Israel, um colegiado suprapartidário composto por deputados e senadores com a finalidade precípua de monitorar as agendas de interesse concernentes à nação do Oriente Médio e de robustecer os vínculos diplomáticos e cooperativos entre os dois países.

A coordenação dos trabalhos da nova frente ficará a cargo da deputada federal Carla Dickson (União Brasil-RN). De acordo com a parlamentar potiguar, a iniciativa se propõe a ser um instrumento de salvaguarda de princípios como a liberdade de culto e a tolerância mútua entre as nações, sem descuidar do enfrentamento ao antissemitismo e a quaisquer manifestações de intolerância voltadas à comunidade judaica.

Por meio de suas redes sociais, a congressista declarou que o grupo nasce imbuído da responsabilidade de acompanhar com acuidade as temáticas que tangenciam o Estado de Israel, ampliando a capacidade de articulação política do Legislativo nessa seara. A solenidade de lançamento contou com a presença de lideranças comunitárias israelenses e de diversos mandatários do Poder Legislativo federal.

Entre as autoridades que prestigiaram o ato, destacou-se a figura do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), nome que figura como pré-candidato à sucessão presidencial. Em sua fala durante o evento, o parlamentar fluminense ressaltou a premência de se intensificar as relações entre a República Federativa do Brasil e o Estado de Israel nos próximos ciclos governamentais.

O senador aproveitou a ocasião para tecer considerações acerca da atual conjuntura da diplomacia brasileira, emitindo críticas direcionadas a determinadas posturas adotadas por setores da esquerda política no que tange à complexa conjuntura do Oriente Médio.

Cumpre registrar que a Câmara Alta do Parlamento brasileiro já dispõe de um mecanismo institucional análogo, o Grupo Parlamentar Brasil-Israel, cuja coordenação está sob a batuta do senador Carlos Viana (Podemos-MG). A nova frente na Câmara dos Deputados soma-se, portanto, a essa estrutura já existente no Senado Federal, ampliando o espectro de atuação do Legislativo no tocante às relações bilaterais. Com: Exibir Gospel.

Tucker Carlson diz que ‘muçulmanos amam Jesus’

A rede Tucker Carlson Network (TCN) gerou debate teológico após uma publicação feita na terça-feira, 15 de abril, na rede social X. A mensagem afirmava que muçulmanos amam e reverenciam Jesus Cristo e alcançou mais de 11,3 milhões de visualizações até quinta-feira, 17 de abril.

“As pessoas no poder não querem que você saiba disso, mas os muçulmanos amam Jesus. O Islã o reverencia como um grande profeta e mensageiro do Senhor, acredita que Ele realizou milagres e afirma que Ele retornará à Terra para derrotar o Anticristo”, dizia a publicação.

O conteúdo foi divulgado um dia antes de Tucker Carlson afirmar que o ex-presidente Donald Trump estaria agindo como o Anticristo. A postagem também relacionava o tema à reação do presidente do Irã, Masoud Pezeshkian, a uma publicação de Trump na plataforma Truth Social, que o retratava com características associadas a Cristo. O conteúdo foi posteriormente removido, e Trump afirmou acreditar que a imagem o representava como “um médico”.

A publicação da TCN incluía um link para um boletim informativo de Carlson, no qual foram comparadas visões do Islã sobre Jesus com as de outras religiões. O material citava uma declaração do comentarista Ben Shapiro, que descreveu Jesus como “um judeu que tentou liderar uma revolta contra os romanos e foi morto por isso”.

A repercussão gerou críticas de usuários da plataforma, incluindo apoiadores de Carlson. O clérigo Calvin Robinson afirmou que a caracterização apresentada não considerou a perseguição a cristãos em países de maioria muçulmana. “Tenho muito respeito por Tucker. Mas o Islã é o seu ponto cego. ‘Os muçulmanos amam Jesus’ pode ser verdade ou não. Mas certamente não amam os cristãos. Os cristãos são o povo mais perseguido em todo o mundo. Especialmente em países de maioria muçulmana. O Islã é opressor”, escreveu.

Outros usuários também criticaram a publicação e destacaram diferenças teológicas entre cristianismo e islamismo. A comentarista Liz Wheeler mencionou dados sobre perseguição religiosa. “Os muçulmanos rejeitam a divindade de Jesus, rejeitam Jesus como Filho de Deus, rejeitam Jesus como a segunda pessoa da Trindade. Em 2025, 4.849 cristãos foram assassinados por causa de sua fé. 93% foram assassinados por islamitas na África. Mas nos digam mais sobre como os muçulmanos amam Jesus e seus seguidores”, afirmou.

A conta cristã Protestia também comentou o tema. “Os muçulmanos não amam Jesus: amam uma versão deturpada dele que nem as escrituras nem a história reconhecem. Eles não acreditam que ele seja Deus, ou que tenha morrido e ressuscitado. Em vez disso, acreditam que, quando ele voltar, ‘quebrará a cruz, matará os porcos e abolirá o imposto Jizya’”, publicou.

O autor Dan Burmawi, ex-muçulmano convertido ao cristianismo, afirmou que referências a Jesus e Maria no Alcorão seriam interpretadas de forma estratégica. “Os muçulmanos adoram exibir as menções a Jesus e Maria no Alcorão como se fosse um grande gesto de respeito”, declarou. Ele também afirmou que o texto islâmico nega elementos centrais da fé cristã. “O Alcorão despoja Jesus de tudo o que o torna a pedra angular do cristianismo. Nega a sua divindade, nega a sua filiação e nega a sua morte redentora na cruz”, disse.

O pesquisador Salam Almasri publicou um artigo de opinião com críticas semelhantes, afirmando que declarações inter-religiosas sobre o Islã seriam “um profundo ato de desonestidade intelectual”.

O autor e radialista Eric Metaxas classificou a publicação da TCN como “propaganda anticristã” durante episódio de seu podcast na quarta-feira, 16 de abril. Ele também mencionou declarações feitas na Comissão de Liberdade Religiosa da Casa Branca, em Washington, DC. “Imagine que eles têm essa negação plausível, onde dizem — e Tucker agora está propagando esses argumentos islâmicos — que ‘reverenciamos Maria e reverenciamos Jesus’. É um completo absurdo. Eles não dizem que Ele é o Messias. Eles não dizem que o adoramos como Senhor. Nada disso. Então é totalmente sem sentido, mas a manchete é que Tucker está promovendo isso”, afirmou.

Metaxas acrescentou críticas ao comentarista. “É muito difícil entender como ele poderia estar propagando essas mentiras, por que ele estaria propagando essas mentiras. É bizarro”, declarou, de acordo com o The Christian Post.

The people in charge don’t want you to know this, but Muslims love Jesus.

Islam reveres Him as a major prophet and messenger of the Lord, believes He performed miracles, and states that He will return to Earth to defeat the Antichrist. That’s why Donald Trump’s painting…

— Tucker Carlson Network (@TCNetwork) April 14, 2026

Jogador da NFL testemunha seu batismo: ‘Precisava ser salvo’

Powerful: Lions star safety Brian Branch got baptized and committed his life to Jesus Christ.

Brian is outspoken about his faith and devotion to God.

A true role model on and off the field 🙏 pic.twitter.com/9gvFHw8mHD

— Dov Kleiman (@NFL_DovKleiman) April 15, 2026

O jogador do Detroit Lions, Brian Branch, publicou nas redes sociais um vídeo de seu batismo e declarou publicamente sua fé cristã. Ele se junta a outros atletas da NFL que manifestaram posicionamentos semelhantes.

Reconhecido como um dos destaques defensivos da liga, Branch afirmou que sua decisão vai além da carreira esportiva. Em entrevista à Fox News, ele comentou o momento pessoal que atravessa. “Sinto que preciso ser salvo por Deus. Estou apenas passando por um momento assim. E, sim, isso traz um novo alívio”, declarou.

O jogador já era conhecido por mencionar sua fé em declarações públicas. Após a divulgação do batismo, fãs apontaram o episódio como um marco em sua trajetória. O influenciador esportivo Dov Kleiman também comentou o vídeo. “Um verdadeiro exemplo a seguir dentro e fora do campo”, escreveu no X.

Brian Branch atua na posição de safety pelo Detroit Lions e tem sido utilizado com frequência no sistema defensivo da equipe. Antes de ingressar na NFL, ele atuou pela Universidade do Alabama, onde integrou um dos programas mais tradicionais do futebol universitário.

No Draft da NFL de 2023, foi selecionado pelo Detroit Lions. Desde então, passou a ganhar espaço na equipe com atuações marcadas por versatilidade, intensidade e leitura de jogo. Analistas e torcedores o apontam como um dos nomes em ascensão entre os defensores da nova geração da liga.

Se eleito, Flávio diz que Brasil terá relação saudável com Israel

O senador e pré-candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL-RJ) afirmou que o Brasil deverá retomar uma “relação saudável, próxima e de parceria” com Israel a partir de 2027. A declaração foi feita na quarta-feira, 15 de abril, durante o lançamento da Frente Parlamentar Brasil-Israel.

“A partir de 2027 o Brasil voltará, sim, a ter uma relação saudável, próxima, de camaradagem e de parceria em todas as áreas [com Israel]”, declarou.

Segundo o senador, a criação da frente parlamentar tem como objetivo sinalizar o posicionamento de um eventual governo alinhado a países que, segundo ele, defendem a democracia e combatem o terrorismo. “Essa relação do Brasil com Israel tem que, todos os dias, ser cultivada, aproximada cada vez mais”, afirmou.

Durante o evento, ele também criticou o apoio de setores da esquerda ao Hamas e disse que há, no Brasil, pessoas que se posicionam contra a capacidade de defesa de Israel. “Ainda hoje há pessoas que têm a capacidade de defender quem persegue judeus”, declarou.

Flávio Bolsonaro afirmou ainda que o país enfrenta um momento negativo nas relações bilaterais. Ele mencionou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ao tratar do tema: “Temos um presidente que abertamente é antissemita”, disse, de acordo com o Poder360.

Evangélico é morto a tiros após discussão no trânsito

Um condutor de veículo de carga foi alvejado fatalmente no último sábado (11), no bairro Cohab Massangano, município de Petrolina, situado no sertão pernambucano. O crime ocorreu na sequência de um entrevero viário em frente ao estabelecimento onde a vítima exercia sua atividade profissional. O homem, que era evangélico, foi formalmente reconhecido como Sidnei Farias Lopes, contava 48 anos de idade.

Imagens captadas pelo circuito fechado de vigilância flagraram a sequência exata da ação criminosa. As gravações mostram o instante em que, logo após o caminhão ser estacionado, um automóvel de tonalidade clara realiza a aproximação.

Um dos indivíduos a bordo do carro trava um bate-boca com o acompanhante do motorista, que acaba por se retirar da cena. Logo depois, Sidnei desembarca do caminhão e, na tentativa de entabular um diálogo, é colhido de surpresa pelos tiros.

O trabalhador evangélico não suportou a gravidade das lesões e veio a óbito ainda no local dos fatos. Os restos mortais foram transladados para as dependências do Instituto de Medicina Legal (IML). A Polícia Civil do Estado de Pernambuco comunicou, por meio de nota, que já instaurou o competente inquérito e que as apurações estão a cargo da 25ª Delegacia Especializada em Homicídios.

Originário do estado do Rio Grande do Sul, Sidnei dedicava-se ao transporte e distribuição de água mineral na região do Vale do São Francisco. Paralelamente à sua labuta diária, ele era integrante da comunidade evangélica Verbo da Vida, a qual se manifestou publicamente por intermédio de uma nota de profundo pesar.

No comunicado divulgado, a denominação religiosa esclareceu que Sidnei e seu núcleo familiar haviam deixado a cidade de Caxias do Sul (RS) para se estabelecer em Petrolina no ano de 2023, atendendo a um direcionamento de natureza espiritual.

O texto também sublinhou a versatilidade de sua atuação eclesiástica, que abarcava desde o ministério no Centro de Cura e a instrução do público infantil até a condução de pequenos grupos de discipulado.

“Serviu de maneira contínua com lealdade, afeição e total entrega, constituindo-se em um paradigma de serviço cristão e legando um inequívoco testemunho de consagração ao Senhor”, registra um dos fragmentos da homenagem póstuma.

A liderança da igreja informou, ainda, que está dispensando toda a assistência necessária à cônjuge enlutada, aos filhos e aos demais parentes próximos do evangélico. “Nesta hora de profunda consternação, permanecemos ombreados à família com senso de dever, compaixão e presença constante”, finaliza o pronunciamento oficial da comunidade religiosa.

Pastor Luiz Sayão descreve sequelas de AVCs sofridos

Assine o Canal

O pastor Luiz Sayão compartilhou conhecimentos sobre história, linguística, Israel e Bíblia, além de relatar detalhes de sua recuperação após enfrentar complicações de saúde decorrentes da Covid-19 e dois AVCs em uma entrevista concedida ao podcast PodCrê.

Sayão, que pediu o fim dos convites para eventos há pouco mais de uma semana, aproveitou uma viagem ao Rio de Janeiro para uma consultoria no Seminário Batista do Sul para participar do programa.

Ele descreveu as sequelas causadas por um ataque isquêmico e os impactos neurológicos enfrentados no dia a dia. “Por causa desse ataque isquêmico fiquei com uma série de desdobramentos que o cérebro… o que morreu, na parte neurológica, tem dificuldade de controlar algumas coisas. Então, eu tenho fraqueza, pontada, dores, dormência, formigamento. Parece que tem uns bichos andando na cabeça”, afirmou.

Com experiência em viagens a mais de 50 países e conhecimento aprofundado sobre o Oriente Médio, incluindo domínio do hebraico, Sayão informou que, por recomendação médica, está impedido de realizar longos voos.

Após organizar diversas caravanas para Jerusalém, ele declarou não sentir revolta por não poder mais visitar o local. O pastor também abordou aspectos bíblicos, geográficos e políticos relacionados aos conflitos na região, com destaque para as tensões envolvendo Irã, Israel e Estados Unidos. Durante a análise, ele contestou a afirmação de que o Israel contemporâneo não corresponde ao descrito na Bíblia.