Morreu Rodhe, irmã de PC Baruk, após batalha contra o câncer

O cantor PC Baruk compartilhou a notícia da morte de sua irmã, Rodhe, após uma batalha de anos contra o câncer. O artista, que havia compartilhado dificuldades causadas pelo convênio médico em janeiro deste ano, contou que não estava perto no momento do passamento.

“Minha mana Rodhe descansou… e tudo o que eu consigo escrever agora é que ela foi, sem dúvida nenhuma, uma das pessoas que mais derramou amor sobre minha vida, das mais diversas maneiras. Deus sabe o quanto eu, mesmo sem ela cobrar absolutamente nada por me amar, tentei retribuir”, escreveu Baruk no Instagram.

Com a notícia da morte, o artista interrompeu um compromisso no Pernambuco: “Estou longe de casa, acolhido pelos amigos da banda e pelos amados irmãos pernambucanos que nos receberam com tanto carinho. Soube do seu falecimento no encerramento da programação e peço perdão aos irmãos pois realmente precisava me retirar para processar um pouco melhor. Já já, vou ao aeroporto, embarcar para estar com a família e tantos amigos, receber e oferecer abraços que acalentam”.

O artista fez questão de compartilhar fotos que, segundo ele, retratam “um pouquinho da doçura da minha mana que partiu para encontrar o Salvador”, acrescentando que orou ao Senhor em “gratidão por todos os dias de vida da Rodhe”.

“Orem por nossa família e pelos incontáveis amigos que ela fez, especialmente nesses quase 10 anos de tratamentos (AVC e depois o câncer). Tenho certeza, cada pessoa que a encontrou encontrou nela um amor e uma paz que excede todo o entendimento. Seja o Eterno louvado hoje e para sempre!”, concluiu PC Baruk.

Master: documentos de CPI apontam R$ 65 milhões para ministros

Documentos fiscais do Banco Master entregues à Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do Crime Organizado, no Senado Federal, indicam que a instituição financeira realizou pagamentos no valor total de R$ 65 milhões entre 2023 e 2025.

Os recursos foram destinados a empresas e escritórios de advocacia vinculados a ex-ministros de Estado, dirigentes partidários e ao ex-presidente Michel Temer (MDB).

De acordo com os registros, o escritório do ex-presidente Michel Temer recebeu R$ 10 milhões no período. Em nota, Temer confirmou a prestação de serviços ao Banco Master, mas afirmou que o montante contratado foi de R$ 7,5 milhões, referente a uma “atividade jurídica de mediação”. Ele não detalhou os motivos da divergência entre o valor declarado e o registrado nos documentos fiscais.

As empresas pertencentes aos ex-ministros da Fazenda Henrique Meirelles e Guido Mantega também figuram entre os beneficiários. O escritório de Meirelles recebeu R$ 18,5 milhões, enquanto o de Mantega foi contemplado com R$ 14 milhões.

Mantega informou que atuou como consultor econômico e financeiro do Banco Master em 2024 e parte de 2025. “Quando firmei o contrato não tinha conhecimento de nenhuma irregularidade eventualmente cometida por essa instituição financeira”, declarou. Meirelles, por sua vez, confirmou a relação comercial:

“Mantive um contrato de serviços de consultoria sobre macroeconomia e mercado financeiro com o Banco Master, em caráter opinativo, entre março de 2024 e julho de 2025.”

Pagamentos a ACM Neto, Lewandowski e Rueda

Os documentos também revelam o repasse de R$ 5,4 milhões a uma empresa de consultoria associada ao ex-prefeito de Salvador e pré-candidato ao governo da Bahia, ACM Neto (União Brasil). Em nota, ele afirmou que os serviços prestados foram lícitos e que nenhum dos sócios da empresa ocupava cargo público na época do contrato.

Ele não comentou os valores, mas acrescentou: “Imperativo relembrar que foi apresentada petição à PGR e ao STF na qual a A&M [empresa de ACM] se coloca à disposição para prestar eventuais esclarecimentos e detalhes dos serviços prestados, assim como requereu que se apurasse o vazamento de dados fiscais sigilosos.”

Outro pagamento identificado foi de R$ 6,1 milhões a um escritório utilizado por familiares do ex-ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) e ex-ministro da Justiça Ricardo Lewandowski. A assessoria de Lewandowski informou que, após deixar o STF em abril de 2023, ele retomou a advocacia e prestou consultoria jurídica ao Banco Master.

Também há registro de R$ 6,4 milhões pagos ao escritório de Antonio Rueda, presidente nacional do União Brasil. A defesa de Rueda afirmou que não confirma informações baseadas em dados fiscais “supostamente vazados”, mas garantiu que todos os serviços prestados foram legais.

Segundo a nota, os trabalhos incluíram pareceres, reuniões, audiências, manifestações em processos e acordos judiciais. “Os serviços jurídicos prestados ao conglomerado Master tiveram caráter estritamente técnico, com atuação relevante e devidamente documentada”, disse a defesa. Com: Pleno News.

Misoginia? Ativista do PSOL ofende Clarissa Tércio na Câmara

Nesta quarta-feira, 8 de abril de 2026, a reunião da Comissão da Mulher da Câmara dos Deputados foi marcada por um incidente envolvendo um ativista convidado. O homem, identificado como professor em Minas Gerais e filiado ao PSOL, dirigiu insultos à deputada Clarissa Tércio (PP-PE) durante a sessão, remetendo sua atitude ao PL da Misoginia.

De acordo com relatos, o ativista chamou a parlamentar de “feia” e “horrorosa” enquanto filmava as reações dos presentes. Em resposta, o deputado Éder Mauro (PL-PA) deixou seu lugar e se aproximou do militante. No momento de tensão, o parlamentar deu um tapa no celular do homem, que seguia gravando a discussão.

Erika Hilton (PSOL-SP), parlamentar transsexual que defende o PL da Misoginia, também participou da tentativa de conter os ânimos. Segundo Clarissa Tércio, Hilton inicialmente se manteve neutro e, posteriormente, manifestou solidariedade.

Já a deputada Fernanda Melchionna (PSOL-RS), conforme o relato, tentou defender o integrante do partido e se opôs, num primeiro momento, à sua retirada do local.

Após o episódio, a deputada Clarissa Tércio e outros parlamentares registraram denúncia junto à Polícia Legislativa, que instaurou investigação. Como medida cautelar, foi determinado que o ativista fica proibido de circular nas dependências da Câmara dos Deputados. Com: Pleno News.

STF julga ação que pode gerar perseguição a psicólogos cristãos

O ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal (STF), suspendeu o julgamento em ambiente virtual de ações que contestam uma norma do Conselho Federal de Psicologia (CFP) referente à suposta utilização da religião no exercício da profissão, algo que afeta diretamente os psicólogos cristãos.

O caso começou a ser analisado em 27 de março, mas será transferido para o plenário físico, ainda sem data marcada para a nova deliberação.

Até o momento da interrupção, apenas o relator do processo, ministro Alexandre de Moraes, havia apresentado seu voto. Ele se manifestou pela validade constitucional da Resolução nº 7/2023.

Em seu voto, Moraes argumentou que a norma não viola a liberdade religiosa dos psicólogos. Segundo ele, a medida tem como objetivo proteger os pacientes de eventuais influências religiosas durante o atendimento clínico, bem como garantir o respeito às crenças de cada indivíduo.

O ministro também mencionou o princípio da laicidade do Estado. Para o relator, a resolução assegura que a prática psicológica não seja confundida com atividades de cunho religioso ou proselitista, muito embora os psicólogos cristãos tenham argumentado claramente que não confundem o exercício profissional com a atividade religiosa.

Conteúdo da resolução e posicionamento das partes

A Resolução 7/2023 determina que os psicólogos devem fundamentar sua atuação em critérios científicos e éticos. O texto veda o emprego da religião como técnica terapêutica, sua vinculação a métodos psicológicos e sua utilização como estratégia de divulgação profissional.

Paralelamente, a norma reconhece a religiosidade do paciente como parte de sua subjetividade, permitindo que esse aspecto seja considerado no contexto do atendimento clínico.

O debate envolve duas ações distintas. Na primeira, o Partido Novo e o Instituto Brasileiro de Direito e Religião (IBDR) sustentam que a regra viola a liberdade de crença e a dignidade da pessoa humana, argumentando que a fé integra a identidade do indivíduo.

Na segunda ação, o Partido Democrático Trabalhista (PDT) e o Centro de Estudos Freudianos do Recife defendem a manutenção da norma. Eles afirmam que as regras são necessárias para estabelecer limites éticos e evitar qualquer forma de indução religiosa nos atendimentos.

Tanto a Procuradoria-Geral da República (PGR) quanto a Advocacia-Geral da União (AGU) manifestaram-se a favor da constitucionalidade da resolução. Ambos os órgãos entendem que as restrições se aplicam exclusivamente ao exercício profissional e não afetam a liberdade religiosa dos psicólogos em sua vida privada. Com: Exibir Gospel.

EBD passa a ser patrimônio cultural imaterial no MS

A EBD (Escola Bíblica Dominical) passou a ser reconhecida oficialmente como Patrimônio Cultural e Imaterial em Mato Grosso do Sul. A formalização ocorreu com a publicação do Decreto Legislativo 805/2026 na quarta-feira, 08 de abril, no Diário Oficial da Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul.

O ato normativo destaca a importância da atividade ao longo do tempo, mencionando seu papel nas áreas religiosa, educacional e social. Segundo o documento, a iniciativa tem impacto na formação de valores e na participação comunitária em diferentes regiões do estado.

A proposta foi apresentada pelo deputado Lidio Lopes. No texto, ele descreve a Escola Bíblica Dominical como uma prática organizada de ensino cristão, realizada tradicionalmente aos domingos, com foco no estudo das Escrituras e na transmissão de princípios éticos e familiares.

O decreto também aponta diretrizes relacionadas à preservação dessa tradição e ao estímulo à continuidade das atividades promovidas por igrejas. Entre os objetivos, está o reconhecimento institucional da contribuição dessas ações para a sociedade local.

Na justificativa, Lidio Lopes afirmou que a medida considera a abrangência da prática no estado. Segundo a revista Comunhão, o deputado acrescentou que o reconhecimento não altera garantias constitucionais, como a liberdade religiosa, nem estabelece favorecimento a grupos específicos.

‘Padre Caco’ causa tumulto ao afirmar que Eva foi a ‘primeira trans’

Um vídeo publicado pelo humorista Padre Caco passou a circular nas redes sociais nos últimos dias e gerou reações diversas. Na gravação, ele apresenta uma interpretação sobre a criação da humanidade descrita no livro de Gênesis e afirma que Eva teria sido a primeira “trans” da história.

Durante o vídeo, ele relaciona a narrativa bíblica à sua argumentação. “A primeira mulher da história da humanidade, Eva, foi trans. Ela era parte de Adão, que era um homem”, afirmou. Em seguida, acrescentou: “Você acredita que Adão tinha uma parte feminina? Então, Eva era um homem que se fez mulher. Mas digo mais, ela era uma costela de um homem. Então, ela transicionou de costela para mulher. Então, ela é uma mulher trans que antes era costela”, disse.

Ele também questionou elementos da narrativa tradicional. “Repare, Eva não tem infância, não tem adolescência. Eva não tem passado de mulher. Eva é trans. Ponto. Ou você acredita na Bíblia ou não acredita. E isso está na Bíblia”, declarou.

Em outro trecho, o humorista mencionou discussões sobre argumentos biológicos no meio cristão. “E Deus que fez o homem, deu vida ao homem. Não tinha útero e não menstruava. Ainda assim o fez. Eu tenho visto nesses dias muitos cristãos estranhamente evocando a biologia”, afirmou. Em seguida, concluiu: “Mas eles não entendem nem da nossa Bíblia”, disse.

A repercussão ocorreu tanto nas redes sociais quanto em portais de notícias. Parte do público interpretou o conteúdo como uma provocação voltada à reflexão sobre fé e temas contemporâneos, enquanto outros usuários manifestaram críticas e consideraram a a piada descabida e incompatível com o texto bíblico.

Bia Kicis diz que PL da Misoginia foi enterrado porque é uma ‘farsa’

A articulação política na Câmara dos Deputados do Brasil resultou no adiamento da tramitação do Projeto de Lei 896/2023 após acordo firmado no Colégio de Líderes na terça-feira, 08 de abril. O presidente da Casa, Hugo Motta, decidiu que a proposta não será levada ao plenário antes das eleições, interrompendo o avanço do texto aprovado pelo Senado em março.

A decisão foi comentada por parlamentares da oposição, que criticaram o conteúdo do projeto. Esses deputados afirmaram que a proposta apresenta definições amplas e pode gerar interpretações divergentes em sua aplicação.

A deputada Bia Kicis (PL-DF) avaliou o resultado do acordo: “O enterro do chamado PL da Misoginia foi sem dúvida uma vitória da oposição e do povo brasileiro. Na verdade, homens e mulheres devem respirar aliviados porque essa farsa, em forma de projeto de lei, em nada beneficiava estas e pairava como uma ameaça sobre aqueles. Prometia defesa das mulheres, mas entregaria controle sobre a liberdade de expressão para todos. E as mulheres que se virassem depois com a diminuição de oferta de emprego e de espaços para compartilharem com os homens. Quem em sã consciência quer conviver com uma pequena tirana que pode colocá-lo na cadeia por interrompê-la em uma discussão de trabalho, por exemplo? Enfim, por ora enterrada essa aberração e que nunca seja desenterrada!”, afirmou.

O deputado Nikolas Ferreira (PL-MG) também comentou o adiamento e declarou que a mobilização contrária ao projeto influenciou o recuo: “É um instrumento de lei extremamente subjetivo para poder silenciar as outras pessoas, inclusive mulheres”, afirmou.

O deputado Gustavo Gayer (PL-GO), líder da minoria, atribuiu o desfecho à repercussão negativa junto à opinião pública. Ele afirmou que o texto poderia gerar penalidades com base em interpretações consideradas amplas.

O Projeto de Lei 896/2023, de autoria da senadora Ana Paula Lobato, propõe incluir a misoginia na legislação relacionada à Lei do Racismo e prevê aumento de penas em situações enquadradas como violência doméstica. Durante a tramitação na Câmara, parlamentares discutiram os possíveis efeitos da proposta sobre a aplicação da lei e seus impactos no cotidiano.

Segundo o portal O Cruzeiro, o acordo entre os líderes partidários faz com que o projeto deixe de ser pautado no curto prazo e permanece sem previsão de votação no plenário.

Deputada quer Maria da Penha contra Erika Hilton por intimidação

As deputadas Rosana Valle, do PL de São Paulo, e Erika Hilton, do PSOL de São Paulo, trocaram acusações durante reunião da Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher da Câmara dos Deputados, na quarta-feira, 08 de abril.

Durante a sessão, Rosana Valle criticou a condução dos trabalhos pela presidente da comissão. Ela mencionou a ausência de deliberação de um requerimento de sua autoria que propunha a realização de audiência pública sobre prevenção, diagnóstico e tratamento da endometriose.

Ao se dirigir à colega, a deputada afirmou: “Enquanto mulher, na condição de mulher, a senhora não me representa. Nós estamos aqui para impedir que a comissão se torne, e aliás se tornou, uma comissão de militância ideológica”.

Na sequência, Rosana Valle acrescentou: “A senhora grita, a senhora fala com uma indignação, parece que vai partir para uma agressão. E falo mais: se a Vossa Excelência vier para cima de mim, para me enfrentar aqui, nós vamos procurar a Lei Maria da Penha porque a senhora tem a força de um homem, não tem a força de uma mulher”.

A declaração gerou reação de outras parlamentares. A deputada Fernanda Melchionna, do PSOL do Rio Grande do Sul, classificou a fala como transfóbica. Erika Hilton pediu às aliadas que evitassem ampliar o confronto. “Não entra nessa, que é a única maneira que algumas pessoas são capazes de aparecer”, disse.

Em resposta, Erika Hilton criticou a postura da colega e afirmou: “A Vossa Excelência não pode esperar que eu ouça os horrores. Vossa Excelência disse barbaridades contra mim. Ninguém vai tirar o meu direito de falar enquanto deputada”.

A presidente da comissão também comentou as críticas ao seu tom de voz, segundo o ND Mais: “Se Vossa Excelência acha que eu grito, eu lhe oriento a comprar um protetor auricular, porque quando eu descer enquanto membra, gritarei o que for necessário. Fui silenciada e calada durante muito tempo, e agora gritarei tudo aquilo que eu acho que é verdade”, declarou.

Compra do banco de Edir Macedo é anunciada pelo BTG Pactual

O BTG Pactual informou ao mercado, na quarta-feira, 08 de abril, que assinou documentos para assumir o controle do Banco de Edir Macedo, o Digimais, instituição pertencente ao líder da Igreja Universal e proprietário do Grupo Record. O banco não divulgou o valor da operação.

A conclusão do negócio depende de um processo competitivo, que permitirá a apresentação de propostas por outros interessados. O fechamento também está condicionado à aprovação do Banco Central e do Conselho Administrativo de Defesa Econômica.

O acordo segue as normas atualizadas do Fundo Garantidor de Créditos, que foram revisadas no ano anterior após a crise envolvendo o Banco Master. O Banco Digimais atua principalmente na concessão de crédito, com foco no financiamento de veículos no mercado nacional.

Edir Macedo adquiriu o banco em 2013, quando a instituição ainda operava sob o nome Banco Renner, pertencente à família ligada à rede varejista de roupas. Na ocasião, ele comprou 49% das ações e, posteriormente, adquiriu o restante do controle. A mudança para o nome Banco Digimais ocorreu em julho de 2020.

A atual negociação representa a segunda tentativa de venda da instituição. No ano anterior, um antigo sócio do Banco Master anunciou a intenção de compra, mas a operação não foi concluída. Com a saída desse interessado, o BTG passou a conduzir o processo para adquirir a totalidade das ações.

O BTG informou que os documentos assinados têm caráter vinculante e estabelecem um preço de referência para o mercado. Segundo a revista Oeste, a instituição declarou que só será considerada proprietária do banco após eventual vitória na disputa com outras propostas e a conclusão das etapas regulatórias.

Jim Caviezel anuncia data de estreia de filme sobre Bolsonaro

O filme Dark Horse, que retrata a trajetória do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), tem estreia prevista para o dia 11 de setembro deste ano. O anúncio foi feito pelo ator Jim Caviezel em publicação nas redes sociais.

Na mensagem, o ator divulgou o lançamento do longa-metragem. “Se você se importa com as nossas eleições, assista ao meu mais novo filme que vai sair em 11 de setembro de 2026!”, escreveu, ao compartilhar o cartaz da produção.

A data escolhida para a estreia coincide com o dia em que ocorreram os atentados às Torres Gêmeas, nos Estados Unidos, em 2001. Também corresponde à data em que Bolsonaro foi condenado pelo Supremo Tribunal Federal no ano anterior, quando recebeu pena de 27 anos e três meses de prisão por crimes como golpe de Estado e tentativa de abolição violenta do Estado democrático de Direito.

Além de Jim Caviezel no papel principal, o elenco inclui o ator Marcus Ornellas, que interpretará o senador Flávio Bolsonaro. O ator norte-americano Eddie Finlay dará vida ao ex-deputado Eduardo Bolsonaro, enquanto Sérgio Barreto interpretará Carlos Bolsonaro.

A produção aborda a trajetória política de Jair Bolsonaro, com destaque para a campanha presidencial de 2018 e o atentado ocorrido em Juiz de Fora (MG), quando ele foi atingido por Adélio Bispo.

O filme é dirigido pelo cineasta Cyrus Nowrasteh. O roteiro foi escrito pelo deputado federal Mario Frias, do PL de São Paulo, que também atuou como secretário especial de Cultura durante o governo Bolsonaro.