Ditadura sanitária? Pais são condenados por não vacinar filhos

Uma família de Curitiba foi condenada ao pagamento de R$ 500 mil em multas por não vacinar filhos contra a Covid-19. A penalidade foi aplicada em 2023 e reafirmada posteriormente, com a acumulação de multas diárias de R$ 300 para cada um dos pais.

O valor total, segundo a família, supera a capacidade de pagamento. Os pais aguardam julgamento de embargos de declaração ainda em primeira instância.

O caso teve início em 2017, quando o Conselho Tutelar apontou atraso na vacinação das crianças, que hoje têm 10 e 12 anos. Os pais regularizaram as vacinas pendentes na ocasião e consideraram a questão resolvida.

Em 2020, ano de início da pandemia, a pediatra dos meninos emitiu uma declaração que, de acordo com a família, foi utilizada como base para a sentença sobre vacinar filhos. O documento, no entanto, referia-se a outras vacinas, uma vez que a vacina contra a Covid-19 ainda não existia.

A defesa sustenta que esse fato não foi considerado pela Justiça, assim como o registro de que os dois irmãos contraíram Covid sem sintomas graves e o argumento de que a vacinação contra a doença não era obrigatória à época — condição que, para crianças, só passou a vigorar em 2023.

Documentos médicos e decisões judiciais

Em 2023, um infectologista identificado como Francisco Cardoso emitiu atestado contraindicando a vacina da Covid para os dois irmãos, que apresentam problemas respiratórios. O Ministério Público contestou o documento sob o argumento de que teria sido emitido após uma única consulta, realizada de forma remota sobre vacinar filhos contra a covid ou não.

A Vara da Infância e Juventude de Curitiba também descartou uma nova declaração da pediatra que acompanha as crianças. No documento, a médica esclarecia que sua manifestação anterior, de 2020, não se referia à vacina da Covid e que concordava com a avaliação do infectologista. A juíza responsável considerou que a declaração foi apresentada fora do prazo.

A defesa da família alega que a decisão desconsidera o artigo 493 do Código de Processo Civil, segundo o qual fatos supervenientes que influam no julgamento devem ser considerados pelo juiz, de ofício ou a pedido da parte, no momento da decisão.

Contexto da vacinação contra Covid

As multas foram aplicadas antes que a vacina contra a Covid fosse incorporada ao Programa Nacional de Imunizações (PNI), o que ocorreu em 2024. Atualmente, o PNI recomenda a vacina para crianças de até 5 anos. Na data do último pronunciamento judicial, os dois irmãos já haviam ultrapassado essa faixa etária.

Segundo dados citados pela defesa, o Brasil é o único país que mantém a exigência da vacina da Covid para crianças. Países que adotaram política semelhante já a reverteram. A Organização Mundial da Saúde (OMS) também retirou seu apoio à vacinação obrigatória para essa faixa etária, conforme registrado nos autos.

Situação atual

Os pais permanecem com a dívida acumulada e aguardam a análise dos embargos de declaração pela primeira instância. O caso reúne questionamentos sobre prazos processuais, validade de laudos médicos e a aplicação retroativa de exigências de vacinação. Com: Gazeta do Povo.

Psicóloga destaca: discipulado é a essência da cultura do Reino

Em um artigo publicado como encerramento da série alusiva ao mês da mulher, a psicóloga Darci Lourenção abordou o princípio bíblico do discipulado entre gerações e sua relevância para a formação de uma cultura eclesial saudável, algo destacado por ela como “cultura do reino“.

A autora sustenta que, embora as gerações mais jovens disponham de mais informação e ferramentas tecnológicas, a lógica do Reino de Deus opera de forma inversa: caberia às mulheres mais experientes transmitir sabedoria às mais novas.

Base bíblica e princípio espiritual

Lourenção fundamenta sua reflexão na passagem de Tito 2:3-5, na qual o apóstolo Paulo orienta que as mulheres mais velhas ensinem às mais jovens o que é bom. Segundo a autora, a recomendação não se trata de um conselho cultural, mas de um chamado espiritual que revela o coração de Deus para a formação de vidas maduras, saudáveis e firmadas na verdade.

A psicóloga observa que o momento atual é marcado por um excesso de informação associado a uma profunda desorientação emocional, o que tornaria esse princípio da cultura do reino ainda mais necessário.

Dimensão pastoral e psicológica

Do ponto de vista pastoral, Lourenção afirma que ninguém cresce sozinho no Reino. A maturidade cristã, segundo ela, desenvolve-se no convívio, na escuta atenta e na partilha de vida — processo no qual ocorre transferência não apenas de conhecimento, mas também de sabedoria.

As mulheres mais experientes, acrescenta, carregam histórias redimidas, dores curadas e aprendizados que podem servir de caminho para outras.

Sob a perspectiva psicológica, a autora aponta a necessidade humana de referência. Em diferentes fases da vida, toda mulher busca modelos que auxiliem na compreensão da própria identidade e na condução de sua trajetória.

Quando essa referência é saudável, amorosa e fundamentada na Palavra, argumenta, ela fortalece a identidade, reduz inseguranças e promove equilíbrio emocional. A ausência dessa mentoria, por outro lado, pode gerar confusão, solidão e repetição de padrões disfuncionais.

O modelo de Noemi e Rute

Lourenção utiliza a narrativa bíblica de Noemi e Rute como ilustração do discipulado entre gerações. Diante das dificuldades enfrentadas pelas duas mulheres viúvas, Noemi exerceu papel de orientação prática e intencional, conduzindo Rute a um caminho de restauração, honra e futuro.

“Mais do que um conselho circunstancial, havia discernimento espiritual: Noemi enxergava além da dor e conduzia Rute a um caminho de restauração, honra e futuro”, escreve a autora, que recomenda a leitura do livro de Rute como exemplo de sabedoria e encorajamento na relação entre gerações.

Conclusão e convite à prática

A psicóloga conclui que a cultura do Reino se estabelece quando há corações dispostos tanto a ensinar quanto a aprender, reconhecendo que o amadurecimento espiritual ocorre no encontro entre gerações.

Ela propõe em seu artigo para o Guiame duas perguntas como exercício de reflexão: “quem você tem discipulado — e de quem você tem aprendido?”.

Canadá aprova lei que torna citações bíblicas ‘discurso de ódio’

A Câmara dos Comuns do Canadá aprovou, na quarta-feira, um projeto de lei conhecido como “Lei de Combate ao Ódio”, identificado como Projeto de Lei C-09. A proposta recebeu 186 votos favoráveis e 137 contrários e impacta a liberdade religiosa.

O apoio à medida veio de parlamentares do Partido Liberal do Canadá e do Bloco Quebequense. A oposição foi registrada por membros dos partidos Conservador, Novo Democrático e Verde.

O texto estabelece que pessoas que cometerem infrações motivadas por ódio — com base em fatores como raça, origem, religião, sexo, idade, deficiência, orientação sexual ou identidade de gênero — poderão responder criminalmente. A proposta define ódio como “uma emoção de natureza intensa e extrema, claramente associada à difamação e à aversão”.

A legislação também prevê penalidades para condutas que busquem intimidar indivíduos e impedir seu acesso a locais como templos religiosos, instituições educacionais, residências para idosos e cemitérios utilizados por grupos protegidos.

O projeto inclui uma cláusula que permite a expressão de opiniões em debates públicos, desde que não haja intenção de promover ódio contra grupos identificáveis. O texto afirma que declarações de natureza educacional, religiosa, política ou científica podem ser feitas, desde que não incentivem discriminação.

A proposta prevê ainda a revogação de um trecho do Código Penal Canadense que atualmente protege a expressão de opiniões religiosas feitas de boa-fé. Esse ponto gerou manifestações de preocupação por parte de organizações religiosas.

O presidente da Conferência Canadense de Bispos Católicos, padre Pierre Goudreault, enviou carta ao primeiro-ministro Mark Carney no final do ano anterior. Ele afirmou: “A proposta de eliminação da defesa de ‘boa-fé’ em textos religiosos levanta preocupações significativas”.

Goudreault declarou que a mudança pode afetar a segurança jurídica de comunidades religiosas. De acordo com o The Christian Post, ele afirmou que “a remoção dessa disposição corre o risco de gerar incerteza para comunidades religiosas, clérigos e educadores”. Em seguida, acrescentou: “Eliminar uma salvaguarda legal clara provavelmente terá um efeito inibidor sobre a expressão religiosa”.

Antes de entrar em vigor, o projeto precisa ser aprovado pelo Senado do Canadá. A previsão é de que a análise ocorra após a retomada das sessões legislativas, marcada para segunda-feira, 14 de abril.

Batistas montam projeto focado em ajudar os casais cristãos

A Convenção Geral Batista do Texas (conhecida como Batistas do Texas) e o ministério nacional Communio, voltado ao fortalecimento do casamento cristão, estabeleceram uma parceria estadual com o objetivo de capacitar igrejas na promoção da estabilidade familiar, no apoio a casamentos e na divulgação do Evangelho em todo o território texano.

A Communio é uma organização sem fins lucrativos sediada na Virgínia, fundada pelo autor JP De Gance. A entidade oferece treinamento e suporte a igrejas de tradição evangélica, protestante e outros contextos cristãos, com foco na evangelização e no discipulado por meio da renovação de relacionamentos e da formação de famílias saudáveis.

Abrangência e recursos

A parceria concede às aproximadamente 5.300 igrejas filiadas aos Batistas do Texas acesso direto a especialistas, materiais e capacitação oferecidos pela Communio.

O suporte inclui auxílio a pastores e líderes na avaliação das necessidades relacionais das congregações, organização de eventos voltados a casais e solteiros, oferta de aulas e retiros baseados na fé sobre relacionamento e casamento, e uso do ministério de relacionamento como ferramenta de alcance comunitário, discipulado e crescimento.

Contexto demográfico

Segundo dados do Relatório 2024 da Texas Public Policy Foundation, aproximadamente 54% das crianças no Texas são criadas pelos pais biológicos casados — o que indica que quase metade da população infantojuvenil cresce fora desse formato familiar.

O mesmo relatório, com base em informações do Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC), aponta que mais de 42% dos nascimentos no estado ocorrem de mães solteiras, e o Texas registra 5,8 casamentos e 2,1 divórcios para cada mil residentes.

Experiência de igreja parceira

O pastor Ronny Marriott, líder da Primeira Igreja Batista em Richardson e ex-presidente dos Batistas do Texas, relatou os resultados obtidos em duas igrejas nas quais já trabalhou com a Communio em favor do casamento cristão.

“Utilizamos o Communio para nos ajudar a planejar e anunciar diversas festas de quarteirão no campus da nossa igreja. Eles nos ajudaram a criar os gráficos para as promoções, que usamos para mídias sociais, revistas comunitárias, cabides e cartões de convite”, disse Marriott ao The Christian Post.

Ele acrescentou que a organização também forneceu um banco de dados de possíveis contatos para a igreja, com envio de mala direta e e-mails para residências selecionadas conforme os parâmetros definidos pela congregação.

Segundo Marriott, a Communio ainda realizou uma pesquisa relacional entre os membros para auxiliar na compreensão das necessidades da igreja relacionadas ao crescimento e engajamento.

Resultados nacionais e declarações

JP De Gance, fundador e presidente da Communio, afirmou em comunicado que a organização observou “uma tremenda transformação vindo de nossas igrejas batistas parceiras no Texas, com aumentos de dois dígitos na frequência à igreja, centenas de convidados pela primeira vez e vários casamentos salvos”.

“Estou emocionado que esta nova parceria com os batistas do Texas dará a milhares de pastores acesso mais fácil aos nossos serviços de apoio ministerial. Isso significa que muito mais pessoas conhecerão Jesus e muitos mais casamentos cristãos prósperos”, completou De Gance.

A Communio também divulgou dados de igrejas parceiras preocupadas com o sucesso do casamento cristão em todo o país: entre as congregações que participaram do programa por um a dois anos, houve crescimento médio de 24% na frequência dominical.

Em 2025, mais de 56 mil pessoas participaram de experiências de extensão promovidas pela organização, sendo quase um terço composto por pessoas não frequentadoras da igreja. Além disso, mais de 82 mil pessoas participaram de eventos presenciais voltados ao ministério de relacionamento.

Desafios de comunicação

Sobre os desafios enfrentados pelas igrejas, Marriott destacou a dificuldade de comunicar com clareza os propósitos das iniciativas. “Nossa igreja está cheia de engenheiros que gostam de detalhes. Communio nos ajudou a elaborar nossa língua”, afirmou.

Outras parcerias

Além da parceria com os Batistas do Texas, a Communio informou que atualmente trabalha com outros parceiros ministeriais e organizações, incluindo a Arizona Mission Network, o Family Leader e o Center for Christian Virtue. Com informações: The Christian Post.

Vídeo de Nikolas rebatendo Janja tem 20 milhões de visualizações

O vídeo publicado pelo deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) como resposta à primeira-dama Rosângula da Silva, a Janja, ultrapassou 21 milhões de visualizações em pouco mais de 24 horas em redes sociais. No mesmo período, o conteúdo original divulgado por Janja sobre o mesmo tema não alcançou 900 mil visualizações.

A manifestação da primeira-dama foi publicada na sexta-feira (27) e abordou o projeto de lei que criminaliza o discurso de misoginia, recentemente aprovado pelo Senado. No vídeo, ela criticou um grupo de homens nas redes sociais e direcionou a fala a um deputado, sem mencionar o nome do parlamentar.

“Eu quero dizer que enquanto você, deputado, se preocupava em produzir um vídeo cheio de mentiras e protegendo aqueles homens que vão pra internet disseminar discurso de ódio, uma mulher era assassinada”, afirmou.

Janja também declarou que seguirá defendendo o combate ao discurso de ódio contra mulheres.

“Nós, mulheres, não vamos desistir. Nem eu, deputado, não se preocupe. Eu vou estar sempre ao lado das mulheres nessa luta contra esse discurso de ódio. Eu não vou desistir.”

Resposta de Nikolas

Em reação às declarações, Nikolas Ferreira publicou um vídeo no qual sustentou que o projeto não trata de violência contra a mulher, mas sim de controle sobre o que pode ser dito na internet.

“Obrigado, Janja, por mostrar que agora eu tenho mais do que certeza de que eu tô no caminho certo”, disse.

O deputado também criticou o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e afirmou que a primeira-dama tenta atribuir a ele a responsabilidade por crimes contra mulheres.

“Até mesmo porque as pessoas compreenderam que esse projeto não tem nada a ver com violência doméstica, agressão contra a mulher ou até mesmo morte contra as mulheres”, declarou.

Novo vídeo de Janja

Na segunda-feira (30), Janja publicou um novo vídeo sobre o tema. Na gravação, ela exibe manchetes de notícias sobre casos de mulheres assassinadas e, na legenda da publicação, acusou o deputado de mentir.

Em razão de comentários críticos direcionados ao governo do presidente Lula, a primeira-dama optou por restringir as interações na publicação, limitando a exibição de respostas, segundo informações do Pleno News.

Após críticas por avião, Malafaia admite planos de comprar outro

Assine o Canal

O pastor Silas Malafaia, líder da Assembleia de Deus Vitória em Cristo (ADVEC), se posicionou após críticas relacionadas ao uso de recursos e à substituição de uma aeronave vinculada ao seu ministério. A declaração foi feita em vídeo divulgado nas redes sociais.

Na gravação, o pastor contestou interpretações sobre a destinação de recursos das igrejas. Ele afirmou: “Ele faz uma outra aberração teológica. O dinheiro da igreja é para ser dividido entre os membros. Você tá de brincadeira. Onde é que tá isso na Bíblia? Que doutrina é essa? Você tá fazendo uma confusão”.

Em seguida, defendeu que a doação de bens no cristianismo ocorre de forma voluntária. “Os cristãos da igreja primitiva resolveram voluntariamente doar propriedades, riquezas com aqueles que não tinham. Uma decisão pessoal do cristianismo. Obras são pessoais. Dinheiro da igreja, biblicamente falando, é para manutenção da casa do Senhor e expansão do reino de Deus na terra”, declarou.

Silas Malafaia também afirmou que a aeronave foi adquirida com recursos diretos da AVEC. Ele disse: “O avião não foi comprado pela igreja. Eu passei a ser pastor da igreja a partir de 2010. O avião foi comprado em 2009 pela Associação Vitória em Cristo, dando satisfação aos parceiros que eu precisava de uma ferramenta, não para passear com a minha família, de trabalho”.

Ao comentar as críticas, comparou a aquisição do avião com a compra de veículos comuns. “Quer dizer que você pode comprar um carro não é errado, mas comprar um avião é pecado, porque o dinheiro é maior. Que lógica é essa?”, afirmou.

Sobre o estado da aeronave, ele declarou: “O avião que eu comprei hoje tá bem velho, ele é avião 1985, tá bem conservado e eu tô precisando trocar e tô orando a Deus para me abrir portas, para tocar em pessoas que eu preciso de um avião mais novo”.

O pastor também citou ações sociais desenvolvidas pela instituição. Ele afirmou: “A obra social que nós mantemos há mais de 20 anos banca mais de 4.000 pessoas por dia com obras sociais, recuperação de drogados, recuperação de mendigos, reforço escolar, um trabalho em Guiné-Bissau”.

Ao final, criticou acusações feitas contra líderes religiosos e citou um trecho bíblico. Ele declarou: “Hoje há uma onda para caluniar igrejas e pastores”. Em seguida, afirmou: “Por suas palavras vocês vão ser condenados e por suas palavras vão ser justificados”.

‘Deixe meu povo ir’: série ‘Moisés’ chegará ao Amazon Prime

Assine o Canal

A produtora Wonder Project anunciou a série Moisés, um especial em três partes intitulado originalmente The Old Stories: Moses, que abordará a história de Moisés. O projeto é realizado em parceria com a Amazon MGM Studios e tem estreia prevista para setembro nos Estados Unidos, com lançamento global posterior.

O especial foi criado pelo cineasta Jon Erwin e conta com Ben Kingsley no papel de Moisés e OT Fagbenle como Faraó. O elenco inclui ainda Louis Ferreira, Anna Khaja e Rada Rae.

Em comunicado ao The Christian Post, Jon Erwin afirmou: “Moisés é uma das figuras mais icônicas da história, e sua história ainda ressoa em nós hoje”. Ele acrescentou: “Nosso objetivo era contar ‘The Old Stories: Moses’ com uma grandiosidade e uma imponência cinematográficas que transmitissem uma sensação épica e, ao mesmo tempo, pessoal”.

O especial integra o universo da série Casa de Davi e apresenta eventos anteriores à ascensão de Davi ao trono. A narrativa acompanha um jovem pastor que observa a trajetória de personagens que o antecederam.

O trailer divulgado apresenta cenas baseadas em relatos bíblicos, incluindo a passagem da sarça ardente descrita em Êxodo 3. Na produção, o personagem afirma: “Eu ouvi uma voz. Ele sabia meu nome”. Em seguida, declara: “Ele me disse que eu devia retornar ao Egito, ao lugar onde nasci, onde meu povo está em cativeiro, escravo”.

As imagens também mostram episódios como o encontro de Moisés com o faraó, a ordem “Deixe meu povo ir”, a travessia do Mar Vermelho e as pragas do Egito.

Jon Erwin atua como diretor, roteirista e produtor executivo. Jon Gunn e Justin Rosenblatt também participam como produtores executivos, com Gavin J. Behrman como coprodutor executivo e Adam Abel como produtor.

Em entrevista, Jon Gunn afirmou: “A pureza é o que faz tudo funcionar”. Ele acrescentou: “Os estúdios muitas vezes tentam duplicar a autenticidade, mas falta-lhe alma”. Em seguida, declarou: “Se não me emocionar, não quero fazer”.

O produtor também afirmou: “Buscamos histórias que façam você querer contar aos seus amigos: ‘Vocês precisam ver isso’”. Ele concluiu: “Você consegue perceber quando alguém está tentando te vender algo em vez de algo que seja puro e autêntico”.

Reunião de oração resulta na prisão de 13 cristãos na Eritreia

A polícia da Eritreia prendeu 13 cristãos durante uma reunião em local não divulgado, segundo informações da organização Portas Abertas. Os detidos foram levados para a 5ª delegacia da capital Asmara.

De acordo com fontes da entidade, um dos presos já havia permanecido cerca de 15 anos no centro de detenção de Mitire e havia sido libertado há menos de um ano.

Segundo relatos, os cristãos detidos não devem ser formalmente acusados nem levados a julgamento, seguindo o padrão de prisões consideradas arbitrárias no país. A organização afirma que, ao longo dos últimos 24 anos, milhares de cristãos foram presos sem acesso a processos judiciais. Parte dos detidos é libertada após anos de encarceramento.

O governo da Eritreia proibiu, em 2002, a prática de religiões fora do islamismo e de denominações cristãs reconhecidas oficialmente, como as tradições Ortodoxa, Católica e Luterana. Desde então, autoridades têm realizado operações contra reuniões religiosas não autorizadas, incluindo igrejas domésticas.

A Portas Abertas afirmou, em nota, que acompanha o caso e pediu apoio em oração. A entidade declarou que ora para que Deus conceda “graça para que os cristãos recém-presos honrem a Cristo em meio às circunstâncias e não sejam dominados pelo medo e provisão divina às famílias enquanto estão separadas”.

A organização também afirmou que ora por “mudança de coração dos líderes do país e que as liberdades dos cidadãos de se locomover, se reunir sem medo e adorar de acordo com suas próprias convicções sejam respeitadas”.

Cristã é dada como “morta” e expulsa de casa por sua fé em Jesus

No estado de Chhattisgarh, na Índia, uma jovem identificada como Sonia foi expulsa de sua aldeia e declarada “morta” por sua própria família depois de se recusar a negar publicamente a fé cristã. O caso ocorreu após a conversão dela ter sido descoberta por familiares.

De acordo com a organização Global Christian Relief, que compartilhou o testemunho em suas redes sociais, Sonia converteu-se ao cristianismo depois de vivenciar uma experiência de cura em um albergue cristão. A partir de então, passou a seguir a fé em segredo durante anos.

Descoberta e rituais

Ao retornar à aldeia onde nasceu, sua conversão foi identificada. Segundo a Global Christian Relief, centenas de moradores se reuniram e exigiram que ela negasse Jesus publicamente.

Na ocasião, um residente da localidade teria jogado a Bíblia de Sonia no chão e ordenado que ela pisasse no livro. A jovem recusou-se a fazê-lo.

Em resposta, o próprio pai dela a agrediu e realizou um ritual simbólico de funeral, quebrando um vaso de barro e lavando as mãos — prática adotada em algumas regiões do país para declarar alguém “morto” perante a família.

Na mesma noite, Sonia foi expulsa da aldeia vestindo apenas as roupas que portava. Desde então, não teve mais contato com os familiares.

Declarações

Em seu relato, Sonia afirmou ter encontrado sustentação na fé apesar das perdas.

“Não há amor maior do que o amor de Jesus”, disse.

A Global Christian Relief, ao divulgar o testemunho, afirmou:

“Ela perdeu sua casa. Sua família. Tudo o que conhecia. Mas encontrou algo que seu pai não pôde tirar dela.”

A organização também publicou um pedido de oração:

“Vamos orar por Sonia e por outros crentes como ela que perderam suas famílias por seguirem Jesus: ‘Senhor, encontre-os em sua dor. Dê-lhes a sua paz que excede todo entendimento. Envolva-os com o seu amor e com comunhão. Deixe-os saber que não estão sozinhos. Amém’.”

Mais de 1.000 universitários se reúnem em culto na USP

A Praça do Relógio, na Universidade de São Paulo (USP), recebeu na sexta-feira (27) um culto promovido pelo Dunamis Pockets, movimento cristão voltado a universitários. Segundo os organizadores, mais de 1.150 estudantes participaram do encontro, que incluiu momentos de louvor, oração e testemunhos.

A liderança do Dunamis Pockets informou ao Pleno.News que, durante a programação, foram registrados relatos de curas.

“Foi um momento muito marcante. Durante o encontro, testemunhamos 14 curas e um grande mover, impactando profundamente a vida de muitos estudantes”, afirmou a organização.

Resistência e agressão

De acordo com a equipe do Dunamis, o evento também enfrentou oposição de parte dos alunos. Os organizadores relataram que houve tentativas de interromper o culto, incluindo uma ação para cortar a fiação que ligava o gerador de energia utilizado para alimentar microfones e instrumentos musicais.

Ainda segundo o grupo, uma voluntária do movimento teria sido agredida no momento da confusão. Apesar das ocorrências, a programação seguiu normalmente, com os participantes permanecendo reunidos no local.

“Enfrentamos retaliações, incluindo episódios de agressão, o que tornou tudo ainda mais significativo diante do que foi vivido naquele dia”, completou a liderança do Dunamis Pockets.