Previsão de pastor sobre arrebatamento ocorrer hoje falhou

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O pastor sul-africano Joshua Mhlakela declarou em junho que o fim do mundo ocorreria entre os dias 23 e 24 de setembro. A afirmação foi feita em entrevista a um canal no YouTube, mas a data transcorreu sem que a profecia se concretizasse. O vídeo, com quase uma hora de duração, alcançou grande repercussão e foi amplamente compartilhado em plataformas como TikTok e X.

Durante a gravação, Mhlakela relatou ter recebido a revelação após uma visão em que Jesus teria aparecido sentado em um trono e dito: “Estou chegando em breve”. A previsão coincidiu com o Rosh Hashaná, o Ano Novo Judaico, que inclui o toque do shofar. Em alguns grupos cristãos, esse elemento é associado ao retorno de Cristo descrito no Novo Testamento.

A interpretação sobre o arrebatamento, vinculada a esse entendimento, tem se difundido com o crescimento do movimento neopentecostal e a circulação de mensagens religiosas nas redes sociais. Pastores e influenciadores alertam, entretanto, que não é possível estabelecer datas específicas para a volta de Cristo.

Representantes de diferentes tradições religiosas também se pronunciaram sobre o tema. A pastora Baby do Brasil declarou acreditar que o arrebatamento pode acontecer nos próximos anos. Já o padre Paulo Ricardo destacou que a Igreja Católica não sustenta essa interpretação.

Segundo especialistas, previsões sobre o fim do mundo fazem parte de um padrão recorrente na história. O sociólogo Francisco Borba Neto afirmou à BBC que “esse tipo de anúncio ganha força em tempos de insegurança social, guerras e crises”.

Maioria das pessoas não entende o conceito de pecado, diz estudo

Uma pesquisa recente revelou que grande parte dos americanos continua confusa sobre a natureza do pecado, rejeitando definições bíblicas e até mesmo se recusando a se identificar como “pecadores”. Os dados fazem parte do American Worldview Inventory 2025, estudo conduzido pelo Centro de Pesquisa Cultural da Universidade Cristã do Arizona.

O responsável pelo levantamento, Dr. George Barna, classificou os resultados como “espiritualmente perigosos”. Ele afirmou: “Depois de mais de quatro décadas estudando as crenças dos americanos, estou convencido de que poucas questões são mais incompreendidas — ou mais perigosas espiritualmente — do que o pecado”.

Barna acrescentou: “Os americanos frequentemente admitem que o pecado existe, mas se recusam a levá-lo a sério — concentrando-se mais em como o pecado os faz sentir culpados do que no que o pecado faz ao seu relacionamento com Deus ou às suas vidas”.

A pesquisa destacou seis equívocos recorrentes. O primeiro é a visão de que o pecado não tem origem no coração humano: apenas 43% dos entrevistados acreditam que ações pecaminosas resultam de uma natureza corrompida, enquanto 75% defendem que as pessoas são “basicamente boas de coração”. O segundo é a ênfase nos sentimentos de culpa em detrimento da verdade, com 61% reconhecendo a culpa, mas tratando-a como mais preocupante que o próprio pecado.

O terceiro ponto é a minimização de seus efeitos: apenas 56% concordam que o pecado traz consequências duradouras. Em quarto lugar, muitos não o relacionam diretamente à desobediência a Deus: somente 62% aceitam a definição bíblica de que o pecado é rebelião contra a autoridade divina. O quinto equívoco diz respeito à definição do termo, já que apenas 53% o consideram uma transgressão intencional. Por fim, milhões rejeitam a ideia de que o pecado seja uma rebelião pessoal contra Deus, ainda que admitam falhas morais.

Barna avaliou que tais posturas mostram um enfraquecimento da compreensão nacional: “Como nação, fizemos as pazes com o pecado — e isso coloca nossas almas em risco”. O levantamento apontou que apenas 14% mantêm uma perspectiva bíblica sobre o tema. Embora 84% reconheçam sua existência, somente 52% acreditam que todos pecam, e esse mesmo percentual se identifica como pecador. Entre cristãos que se definem como “nascidos de novo”, dois terços aceitam o rótulo, mas um quarto rejeita essa identificação.

A percepção de que todos pecam varia entre gerações. Entre a Geração Z, 41% concordam com essa afirmação. Entre os Millennials, o índice chega a 49%; na Geração X, a 53%; e entre os Baby Boomers, a 57%. Segundo Barna, a confusão está ligada à escassez de mensagens sobre o assunto. Ele citou pesquisa da Pew Research, de 2019, indicando que apenas 3% dos cristãos mencionam o pecado em suas falas.

Em sua análise, isso gera impacto para a Igreja e para os indivíduos: “Quando uma doutrina tão central raramente é abordada, os crentes provavelmente não terão uma compreensão clara de sua condição diante de Deus e da obra redentora de Cristo. Com o tempo, essa ausência contribui para a confusão sobre a verdade, a moralidade e a natureza da salvação”. Para ele, o silêncio dos púlpitos deixa fiéis despreparados para entender a gravidade do pecado.

Apesar do diagnóstico, Barna ressaltou que a Igreja possui a responsabilidade de esclarecer. Ele questionou: “Se não vemos mais o pecado, como podemos entender nossa necessidade de um Salvador?”. Em seguida, defendeu que líderes e membros recuperem uma perspectiva bíblica: “A Igreja deve reivindicar seu mandato dado por Deus para se distanciar da cultura em sua compreensão e resposta ao pecado — porque quando a Igreja espelha o mundo, ela perde seu poder e autoridade espiritual”.

De acordo com o Christian Today, o pesquisador concluiu com um apelo à ação conjunta: “Todos nós compartilhamos o chamado de ensinar a verdade sobre o pecado, ser um exemplo de arrependimento genuíno e guiar as pessoas de volta ao desígnio de Deus. Juntos, podemos continuar a lançar luz sobre a crise de visão de mundo dos Estados Unidos, equipando a próxima geração de líderes, pais e igrejas para enfrentar a confusão com coragem e chamar as pessoas de volta à verdade de Deus”.

Nicodemus diz que Deus o alcançou quando pensava em se matar

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O pastor presbiteriano Augustus Nicodemus, conhecido por sua produção teológica e conteúdos bíblicos voltados à prática cristã, relatou episódios de sua juventude e a mudança de rumo que vivenciou.

O depoimento foi dado no Inteligência Ltda, em que ele descreveu o afastamento da fé na adolescência, o envolvimento com delitos e o retorno à vida cristã após um episódio decisivo em setembro de 1977. O relato inclui referências a família, estudos no exterior e decisões pessoais tomadas entre os 16 e os 23 anos. As declarações foram apresentadas em ordem cronológica para contextualização.

Nicodemus afirmou ter nascido em família cristã protestante de classe média alta e ter se afastado por curiosidade na adolescência. “Com 16 anos de idade, eu e mais um grupinho lá da igreja decidimos cair fora, porque queríamos ver porque a grama do outro lado da cerca parecia mais verde”, revelou ele. Nesse período, viajou aos Estados Unidos para intercâmbio e, sem supervisão familiar ou da igreja, disse ter adotado comportamentos que descreve como prejudiciais. “Minha primeira experiência sexual foi lá. Aí comecei tudo, foi maconha, cachaça, whisky, cerveja. Foram seis meses de orgia e eu voltei completamente diferente, para tristeza da minha família”, contou.

De volta ao Brasil, segundo o relato, o jovem passou a frequentar boates e a zona de prostituição em Recife (PE). “Eu ia para boates e ficava bêbado, saía para a zona de prostituição e peguei doença venérea”, disse. Ele declarou também ter liderado um grupo de motociclistas que promovia rachas e, com a redução da mesada, ter ingressado no crime, praticando assaltos com arma de fogo. Para sustentar esse estilo de vida, afirmou ter vendido bens de casa. “Vendi a câmera de filmar do meu pai, bujão de gás. Eu desci a esse ponto, tenho até vergonha de tudo que aconteceu”, confessou.

Aos 23 anos, relatou ter decidido abandonar os excessos e buscar rotina mais regrada, mas sem encontrar satisfação em relacionamentos e na vida acadêmica. “Comecei a entrar em depressão, nada me satisfazia”, lembrou. O ponto de inflexão, segundo ele, ocorreu em setembro de 1977, quando decidiu tirar a própria vida com a arma do pai. Ao chegar ao quarto, encontrou a mãe lendo a Bíblia e expôs o plano. “Ela disse: ‘Por que você não ora, meu filho? Você conhece a verdade’”, afirmou o pastor.

Nicodemus narrou que, naquele momento, orou “pela primeira vez” e descreveu a experiência como decisiva. “Levantei meu coração diante de Deus como se fosse uma criança. E caiu um peso de 200 quilos. Foi um negócio extraordinário. Essa foi a experiência mais marcante da minha vida. Naquela hora eu senti Deus do outro lado me respondendo”, testemunhou. Após o episódio, declarou que recordou os ensinamentos bíblicos da infância e da adolescência. “Meu coração se encheu de alegria”, disse.

Segundo o relato, o passo seguinte foi mergulhar nas Escrituras, sentir-se chamado à pregação e ingressar na faculdade de teologia. Nicodemus afirmou ter procurado reparar prejuízos causados no passado, devolvendo valores a pessoas lesadas. “Eu costumava ir para um bar tomar cerveja em Recife. O garçom servia, eu pedia alguma coisa, o garçom saía para buscar e eu ia embora, não pagava. Tinha um garçom que eu fiz isso várias vezes com ele”, comentou. “Depois da minha conversão, eu voltei lá e disse: ‘João, você se lembra de mim? Aqui está todo o dinheiro que eu fiquei devendo’.”

Ele relatou ainda ter vendido o carro para restituir valores roubados de um posto de gasolina e ter se apresentado ao proprietário, ciente do risco de ser denunciado. “Fui lá no posto e disse: ‘Seu Luiz, quem assaltou seu posto fui eu’. Dei a ele uma Bíblia e devolvi o dinheiro. Seu Luiz ficou feliz da vida porque recebeu dinheiro de volta com juros e ainda ganhou uma Bíblia. Ele disse: ‘Vai embora meu filho, Deus abençoe!’. Ele não me denunciou”, disse.

Ao final, Nicodemus registrou uma síntese do aprendizado, relacionando arrependimento e responsabilidade: “O arrependimento verdadeiro produz a disposição de assumir as consequências e resolver o que você fez de errado, ainda que isso lhe custe”, afirmou.

Assembleia de Deus celebra 91 anos em região com evangelismo

Entre os dias 11 e 14 de setembro, a Assembleia de Deus na cidade de Tucuruí, no Pará, realizou uma série de eventos em comemoração aos 91 anos de fundação da igreja no município. As atividades se concentraram na realização de evangelismo em espaços públicos.

Na programação, centenas de fiéis participaram de uma caminhada pelas ruas da cidade, acompanhados por banda musical e cartazes. A ação contou com o apoio do evangelista Clebson Bandeira, coordenador da missão “Evangelismo para o Brasil”.

Em publicação em sua conta no Instagram, Bandeira descreveu o evento: “As ruas ecoaram o clamor da igreja marchando em unidade. Milhares se reuniram proclamando: ‘Venha o Teu Reino, venha o Teu domínio sobre Tucuruí!’”.

À noite, na orla do Rio Tocantins, foi realizada uma cruzada evangelística aberta ao público. O evento reuniu um coral formado por aproximadamente mil mulheres para momentos de adoração. Segundo relato do evangelista Clebson Bandeira, que foi o pregador da noite, 201 pessoas registraram decisão de aceitar Jesus Cristo durante a campanha.

Ele também afirmou que foram registrados testemunhos de curas, incluindo o caso de duas mulheres que relataram recuperação da visão.

“Enfermos foram curados, sinais e maravilhas confirmaram a Palavra pregada. Foram dias em que o céu se abriu sobre a cidade, vidas foram restauradas e a chama missionária reacendeu”, declarou Bandeira.

O pastor titular da igreja, Ocelio Nauar, destacou a trajetória da denominação em vídeo divulgado nas redes sociais. “Há 91 anos esta igreja tem levado a Palavra de Deus no poder do Espírito Santo. A mensagem é sobre a cruz de nosso Senhor Jesus Cristo”, afirmou o pastor.

Grande Comissão

Para os protestantes, o evangelismo é entendido como uma prática fundamental e um mandamento bíblico direto, baseado na passagem de Mateus 28:19, conhecida como a Grande Comissão, onde Jesus ordena aos discípulos que façam discípulos de todas as nações.

Essa atividade é vista como a principal forma de cumprir a missão de propagar a mensagem de salvação através de Jesus Cristo, permitindo o crescimento numérico da igreja e o fortalecimento espiritual individual e coletivo.

Historicamente, desde a Reforma Protestante, a pregação leiga e o acesso direto às Escrituras incentivaram a participação de todos os fiéis neste dever, caracterizando-o não apenas como uma tarefa clerical, mas como uma responsabilidade de cada crente.

Formatura – Dentista evangeliza em discurso: ‘Creia no Evangelho’

Uma jovem cristã teve seu discurso de formatura divulgado amplamente nas redes sociais. O vídeo, publicado por Talita Santos, recém-graduada em odontologia, registrou o momento em que ela compartilhou uma mensagem do Evangelho durante a cerimônia.

A colação de grau ocorreu em 13 de agosto, com a presença de amigos e familiares. Oradora da turma, Talita, de 23 anos, atribuiu a Deus a conquista do diploma e apresentou uma mensagem de esperança cristã.

“Primeiramente, toda honra e toda glória dessa conquista minha e nossa seja dada ao Senhor”, afirmou. “Eu não poderia pegar o microfone aqui sem dizer que Jesus Cristo é real, ressuscitou, morreu por você e existe um amor incondicional disponível para te alcançar. Creia no Evangelho de Cristo. Sem a permissão Dele, nós não estaríamos aqui”, declarou.

No discurso, a formanda agradeceu o apoio recebido ao longo de cinco anos de faculdade. “Minha família, meus irmãos, meu namorado, meu cunhado, minha vó, minhas tias que estão aqui, minhas amigas, vocês sabem o quanto eu sou grata”, disse.

Em publicação no Instagram, Talita relatou ter contado com a ajuda de Deus para concluir o curso. “Foram muitos anos de esforço, noites de estudo, desafios que testaram meus limites e momentos em que só a graça de Deus me manteve firme”, escreveu.

“Para todos que me acompanharam nessa jornada, essa vitória não é apenas minha: é nossa. É o resultado da fé, do apoio e do amor de cada pessoa que fez parte dessa história”, concluiu.

Pastora lutou contra depressão profunda e viu irmã tirar a vida

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A pastora Nayra Pedrini, da Igreja Apostólica Unidade em Cristo, na Ilha do Governador (Rio de Janeiro), afirmou que sua trajetória é marcada por testemunhos que fortalecem a própria fé e a de quem a ouve, incluindo a vitória sobre a depressão.

O relato foi feito no episódio do podcast PodCrê publicado no YouTube nesta terça-feira, 23 de setembro.

Segundo Nayra, ela vem de uma família disfuncional e recordou que o pai levava “uma vida promíscua” antes de se converter. Ela afirmou que as experiências na infância se tornaram traumas levados para a vida adulta, com impacto para além dela.

A pastora disse ter enfrentado depressão profunda, que descreveu como resultado do acúmulo do que viveu. Entre os episódios narrados, mencionou o suicídio da irmã como momento decisivo de dor.

Ao comentar a reação de fiéis após a tragédia, Nayra declarou: “Eu não posso florear. Eu tenho que ser sincera com aquilo que aconteceu. Foi um lado não bonito, uma igreja não prepara para o caos. Evangélicos de várias denominações não souberam se comportar. Não souberam consolar, não souberam dar uma palavra”.

‘Dei a Ele meu coração’: atriz Cierra Ramirez é batizada nas águas

A atriz Cierra Ramirez, conhecida por Os Fosters: Família Adotiva, exibida no Canal Sony, e Good Trouble, disponível na plataforma Prime Video, celebrou seu batismo nas águas como marco em sua jornada espiritual. Em publicações nas redes sociais, a artista afirmou que havia decidido “seguir o Senhor” há anos e que agora deu o passo simbólico do batismo, oficializando sua fé.

Filha de pai colombiano e mãe mexicana, Ramirez descreveu o momento como a “melhor decisão” de sua vida. “Eu dei a Ele meu coração há muito tempo… hoje eu dei a Ele a melhor decisão da minha vida que já tomei! Obrigada, Senhor!”. O batismo ocorreu na Zoe Church LA, em Los Angeles, onde a atriz compartilhou imagens e palavras de gratidão.

Com quase 3 milhões de seguidores no Instagram, Cierra Ramirez iniciou a trajetória artística aos 10 anos, quando participou do programa Showtime at the Apollo, no quadro “Apollo Kids Star of Tomorrow”, cantando. Aos 30 anos, a atriz também atuou em filmes como “Girl in Progress”, trabalho pelo qual recebeu um ALMA Award, premiação voltada a reconhecer contribuições de artistas latinos na música, televisão e cinema nos Estados Unidos.

No campo pessoal, Cierra Ramirez se casou em 13 de setembro com o músico Jonathan Zallez, conhecido artisticamente como OTHRSYDE, em San Diego.

Viúva do reverendo Moon, da Igreja da Unificação, é presa

A Coreia do Sul enfrenta novo desdobramento envolvendo figuras políticas e religiosas. Hak Ja Han, 82, viúva do reverendo Moon Sun-myung e líder da Igreja da Unificação, foi presa nesta terça-feira, 23 de setembro, em Seul, sob suspeita de participação em um esquema de suborno ligado à ex-primeira-dama Kim Keon Hee.

Segundo comunicado oficial, “o Tribunal do Distrito Central de Seul emitiu o mandado (de prisão) ao considerar que existe risco de manipulação de provas”. A Promotoria apresentou o pedido após interrogar Han na segunda-feira sobre o envio de presentes de luxo em 2022.

De acordo com a investigação, os itens — entre eles uma bolsa de grife e um colar de diamantes — teriam sido enviados para influenciar a então primeira-dama e favorecer seu marido, Yoon Suk Yeol, recém-eleito presidente à época. Após a decisão judicial, Han foi levada ao Centro de Detenção de Seul.

Em nota, a Igreja da Unificação declarou: “Aceitamos humildemente a decisão do tribunal. Vamos cooperar sinceramente com a investigação em andamento e com os procedimentos judiciais para estabelecer a verdade, e faremos o possível para aproveitar esta oportunidade para restabelecer a confiança em nossa igreja. Pedimos desculpas profundamente por causar preocupação”.

O caso não se limita a Hak Ja Han. A ex-primeira-dama Kim Keon Hee também foi presa e responde por acusações de suborno e manipulação do mercado de ações. O ex-presidente Yoon Suk Yeol encontra-se detido e é julgado por uma tentativa fracassada de decretar lei marcial em dezembro. Ele ainda é acusado de oferecer 100 milhões de wons (cerca de 72 mil dólares) a um parlamentar em troca de apoio político.

Igreja da Unificação

A Igreja da Unificação foi fundada em 1954 por Moon Sun-myung, que se autoproclamava a segunda vinda de Cristo. O movimento se expandiu para diversos países e está ligado a uma rede de negócios que inclui mídia, turismo e indústria alimentícia.

Desde a morte de Moon, em 2012, Hak Ja Han assumiu a liderança, mantendo influência religiosa e política. A organização enfrenta críticas recorrentes por sua estrutura interna, métodos de captação de fiéis e proximidade com figuras do poder.

A investigação segue em curso e deve ter novos desdobramentos nos próximos meses, à medida que a Justiça avalia provas e ouve envolvidos, de acordo com informações da CNN.

Morre reverendo Moon, fundador da Igreja da unificação

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Novo estudo revela por que pastores abandonam o ministério cedo

Um levantamento da Lifeway identificou motivos centrais que ajudam alguns pastores a permanecer no ministério até a aposentadoria e que levam outros a se afastar antes.O abandono ao ministério pastoral é um dos principais dilemas da igreja evangélica contemporânea.

Segundo a pesquisa, apenas 1,1% dos pastores protestantes nos Estados Unidos deixam o púlpito a cada ano, mas a comparação entre ministros em atividade e ex-pastores revelou indicadores consistentes de longevidade ministerial.

O apoio familiar apareceu como decisivo. Pastores que priorizaram a família em momentos de conflito ministerial tiveram 1,7 vez mais probabilidade de permanecer. Em sentido oposto, ressentimento em casa foi citado entre os fatores que contribuíram para a saída antecipada.

Expectativas claras e realistas também se destacaram. Aqueles que receberam perfis honestos da igreja e descrições escritas de funções mostraram probabilidade significativamente maior de continuidade. Já exigências ocultas ou irrealistas surgiram como elementos recorrentes associados a desligamentos mais cedo.

Em declaração ao Christian Today, Scott McConnell, diretor-executivo da Lifeway, afirmou: “Pastorear é um trabalho árduo, mas o que torna o trabalho impossível é quando uma congregação tem visões irrealistas, ocultas ou conflitantes sobre o que o trabalho envolve”. Ele acrescentou: “Uma das coisas mais importantes e amorosas que uma congregação pode fazer é definir honesta e realisticamente o trabalho do pastor”.

Entre os recursos institucionais associados à permanência, o estudo citou aconselhamento, processos disciplinares claros e períodos sabáticos. No conjunto de fatores negativos mais fortes, apareceram conflitos sérios, especialmente de natureza política, e isolamento do líder.

O relatório concluiu que humildade, liderança compartilhada e unidade congregacional estão entre os elementos essenciais para a longevidade pastoral.

‘Jesus é o prêmio’, diz Justin Bieber sobre a fé a seus seguidores

Justin Bieber compartilhou uma reflexão teológica sobre Jesus e a graça em sua conta no X, oferecendo um incentivo espiritual aos seus 108,3 milhões de seguidores. O cantor de 31 anos escreveu que Jesus ensina que nossos esforços na vida “são simplesmente uma resposta aos dons da vida e do perdão”.

Em seguida, resumiu a mensagem: “Jesus se torna o prêmio”. E concluiu: “E o crescimento se torna algo que você deseja por causa da graça que recebemos”.

Bieber tem falado com frequência sobre como sua fé cristã remodelou sua vida desde o batismo em 2014. Sua esposa, Hailey Bieber, também é cristã, e o casal costuma abordar publicamente temas relacionados à fé. A publicação do artista, pai de um filho, ganhou tração rapidamente e ultrapassou 22 milhões de visualizações.

O músico está entre as pessoas mais seguidas no X, figurando de forma consistente entre as 10 maiores contas da plataforma no mundo e mantendo o título de artista mais seguido. Atualmente, ele frequenta a Churchome, congregação cristã não denominacional com sedes em Seattle e Los Angeles, e no passado foi ligado à Hillsong Church.

Em publicação recente no Instagram, Bieber expressou gratidão ao amor e ao perdão de Jesus Cristo, associando a fé ao enfrentamento de dias difíceis. “Grato por um novo dia. Grato a Jesus, ele me encontra todas as manhãs com perdão e amor que eu realmente não mereço”, escreveu o artista. Na sequência, acrescentou: “Sou muito grato por ele me dar esse amor tão livremente, tão graciosamente. Não conseguiria passar o dia sem o amor dele. Ele me encontra no meu momento mais difícil”.

Jesus teaches that our effort is simply a response

To being gifted life and forgiveness

Jesus becomes the prize

And growth becomes something you desire because of the grace we have received pic.twitter.com/lsrXq1fnD2

— Justin Bieber (@justinbieber) September 19, 2025