Vídeo: mãe de Kaiky Mello descreve detalhes do acidente do filho

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A vida do promissor cantor gospel Kaiky Mello, atualmente com 18 anos, mudou drasticamente após um aneurisma sofrido aos 16 anos, enquanto conduzia uma moto elétrica. Na queda, o jovem bateu a cabeça e sofreu traumatismo craniano.

De acordo com a mãe, após um período de recuperação desses traumas iniciais, Kaiky sofreu uma parada cardíaca de sete minutos logo após ser extubado, o que provocou sequelas neurológicas graves devido à falta de oxigênio no cérebro.

Desde então, Kaiky Mello permanece acamado e depende de cuidados constantes. Segundo a mãe, Tatiane Pauluze, que concedeu entrevista nesta terça-feira, 20 de maio, ao podcast PodCrê, ela e o esposo deixaram seus empregos para se dedicarem integralmente à assistência do filho.

Atualmente, Kaiky Mello não anda nem fala, mas, de acordo com Tatiane, apresenta pequenas reações, o que permite à família acreditar que sua condição não é a de estado vegetativo.

Ao longo da entrevista, Tatiane também recordou o início da trajetória artística do filho, que participou do programa de televisão apresentado pelo lendário Raul Gil. O comunicador chegou a organizar uma campanha de arrecadação para auxiliar nas despesas médicas da família, em um sinal de solidariedade.

O drama do jovem artista vem sendo acompanhado pelos fãs através das redes sociais desde o acidente. Em novembro de 2023, um ano e sete meses após o acidente, Kaiky foi levado novamente à igreja para um culto

Na ocasião, mesmo com a necessidade de equipamentos de suporte e acompanhamento profissional para locomoção e cuidados básicos, ele participou de um culto ao lado de familiares, onde recebeu orações e a ministração da Palavra de Deus.

“O Kaiky voltou aonde ele ministrou pela última vez, antes de passar mal”, declarou Tatiane, para em seguida acrescentar: “A Igreja foi tomada por Glória, oramos e profetizamos por cura!”, finalizou.

‘Luz do Mundo’: veja trailer e data de estreia do filme sobre Jesus

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Um novo longa-metragem de animação sobre a vida de Jesus, intitulado Luz do Mundo, está previsto para estrear nos cinemas dos Estados Unidos em 5 de setembro. Produzido em animação 2D desenhada à mão, o filme apresenta a narrativa bíblica sob a perspectiva do apóstolo João, com o objetivo de unir fidelidade às Escrituras, qualidade artística e apelo familiar.

O projeto é liderado por Brennan McPherson, presidente do The Salvation Poem Project, e dirigido por John J. Schafer (Superbook) em parceria com Tom Bancroft, animador conhecido por seu trabalho em A Bela e a Fera e O Rei Leão.

“João foi o único apóstolo presente na crucificação e provavelmente o mais jovem”, afirmou McPherson ao The Christian Post durante a Convenção Nacional de Emissoras Religiosas. “Isso nos deu uma maneira natural de apresentar a história através de uma perspectiva adolescente compreensível, sem comprometer a plausibilidade histórica”.

Ao optar pela animação tradicional, os criadores explicaram que a escolha artística buscou transmitir uma sensação de atemporalidade. “Queríamos que parecesse atemporal, como os filmes da Disney dos anos 90”, disse Schafer. “Mas também gostamos que a animação desenhada à mão tenha imperfeições. Ela reflete a humanidade, e isso se conecta à mensagem mais ampla do Evangelho”.

A representação de eventos como a crucificação exigiu decisões cuidadosas quanto ao conteúdo visual, com atenção especial ao público infantil. “Não queríamos evitar as partes difíceis, mas também não queríamos ser gráficos”, explicou Schafer. Uma das soluções encontradas foi mostrar o personagem João se afastando da cena da crucificação, limitando o que o público vê diretamente. “O que você não mostra às vezes pode ser mais eficaz do que o que você faz”.

Durante o processo de produção, McPherson exibiu versões do filme com sua própria família. “Minha filha assistiu a um corte recente e simplesmente disse: ‘É um bom filme’. Isso ajudou a confirmar que estávamos no caminho certo”.

A equipe afirmou ter se empenhado em manter a fidelidade bíblica durante o desenvolvimento do roteiro. “John e eu ficamos conhecidos como a ‘polícia da Bíblia’ no set”, contou McPherson. “Estávamos constantemente verificando: este momento está nas Escrituras? Se não, é plausível? Ele corrobora a mensagem?”.

O filme, no entanto, inclui alguns elementos fictícios, como uma cena em que o jovem João perde o dinheiro dos impostos da família. Segundo Schafer, a inclusão busca ampliar o contexto emocional de um milagre posterior. “Não está na Bíblia”, disse ele. “Mas é consistente com as pressões da época. Dá ao milagre do peixe mais contexto e peso emocional”.

A produção de Luz do Mundo envolveu uma equipe internacional: a animação foi finalizada na Irlanda, a trilha sonora orquestral gravada em Budapeste, e artistas de diversas partes da Europa participaram do projeto. Ao todo, mais de 380 pessoas estiveram envolvidas ao longo de quase quatro anos de trabalho.

O lançamento do filme ocorre em um momento de crescimento da presença de produções cristãs no cinema e na televisão. Títulos como The Chosen, A Casa de Davi e o sul-coreano Rei dos Reis têm alcançado sucesso entre o público, e grandes distribuidoras, como a Amazon, passaram a investir em conteúdos com temática espiritual. “Estamos vendo muitas mídias cristãs fortes surgindo globalmente”, declarou McPherson. “É encorajador ver diferentes culturas contando histórias bíblicas através de suas próprias lentes artísticas”.

A decisão de estrear o filme nos cinemas, e não diretamente em plataformas de streaming, foi estratégica. Segundo McPherson, o ambiente da sala de cinema pode atrair um público mais amplo. “As pessoas são mais propensas a aceitar um convite para um filme do que para um culto religioso. Esta é uma oportunidade para as famílias convidarem outras pessoas para uma história que pode gerar conversas importantes”.

A receita de bilheteria, segundo ele, será revertida para iniciativas ministeriais, e não para investidores privados. “O objetivo é apoiar mais alcance, mais ferramentas, mais recursos, não lucro”.

Além do filme, será lançado um currículo para ministério infantil e materiais impressos pela editora Tyndale House. “Queremos que este seja um recurso para igrejas e escolas, não apenas uma experiência única de visualização”, disse Schafer.

A equipe também está desenvolvendo um jogo de videogame baseado na fé, chamado Clay Fire. Inspirado no Evangelho de João, o jogo será lançado gratuitamente para consoles e PC. “É um jogo de verdade, uma experiência de seis horas de jogo desenvolvida por profissionais”, explicou McPherson. “Simplesmente não existem muitos jogos que sejam espiritualmente saudáveis e criativamente envolventes. Queremos mudar isso”.

McPherson, que se identifica como gamer, destacou que muitos profissionais cristãos desejam trabalhar com conteúdo religioso, mas não encontram espaço para isso na indústria. “Há um potencial real aqui. Queremos ajudar a expandir esse espaço”.

Luz do Mundo será lançado nos cinemas dos Estados Unidos em 5 de setembro. Até o momento, não há confirmação oficial sobre a data de estreia no Brasil.

Leitura bíblica está crescendo e surpreende especialistas; Veja

O engajamento com a leitura bíblica aumentou pela primeira vez em quatro anos, segundo o relatório State of the Bible 2025, publicado pela Sociedade Bíblica Americana (ABS).

De acordo com os dados, cerca de 11 milhões de pessoas a mais estão lendo a Bíblia nos Estados Unidos, em comparação a 2024, com destaque para o crescimento entre homens, millennials e integrantes da geração X — públicos que historicamente demonstravam menor envolvimento com as Escrituras.

“Ficamos extremamente encorajados”, afirmou John Plake, diretor de inovação da ABS, ao Christian Daily International após apresentar os resultados na convenção da Evangelical Press Association, realizada em 5 de maio. “Ainda não é uma tendência, mas é um passo significativo na direção certa”.

O relatório, em sua 15ª edição, avalia anualmente a relação dos adultos americanos com a Bíblia, a igreja e a fé cristã. A coleta mais recente, feita em janeiro, mostra uma reversão parcial da queda registrada desde 2021, ano em que 50% dos adultos se declaravam “usuários da Bíblia” — definidos como aqueles que leem as Escrituras fora dos cultos ao menos três a quatro vezes ao ano. Em 2022, esse índice caiu para 40%, depois para 39% em 2023 e 38% em 2024. No início de 2025, o número voltou a subir para 41%.

Esse crescimento, segundo a ABS, foi mais acentuado entre os homens (alta de 21%), millennials (30%) e geração X (14%). Já entre mulheres e pessoas com mais idade, a taxa permaneceu estável. “Algo está acontecendo, principalmente entre os homens jovens adultos”, observou Plake. “E não era isso que esperávamos ver”.

Aumento em regiões historicamente seculares

O relatório também identificou crescimento no uso da Bíblia em regiões onde a prática religiosa costuma ser menor. No Nordeste dos EUA, o percentual de leitores subiu de 28% para 33% (aumento de 18%), e o mesmo ocorreu no Oeste do país. O Centro-Oeste teve um acréscimo de 15%. Já no Sul — tradicionalmente conhecido como o “Cinturão da Bíblia” — os números se mantiveram.

Na região da Baía de São Francisco, marcada por baixos índices de filiação religiosa, a pesquisa revelou maior engajamento entre os jovens. Enquanto apenas 19% dos moradores com 61 anos ou mais leem a Bíblia com regularidade, 40% dos millennials da região são usuários da Bíblia, acima da média nacional de 39%. Na geração Z, o índice foi de 37%, levemente superior à média nacional (36%).

“Essas descobertas desafiam a suposição de que lugares como a Área da Baía de São Francisco são desertos espirituais”, disse Plake. “Não é que as gerações mais jovens estejam fechadas às Escrituras — muitas vezes, são os mais velhos que estão mais desinteressados”.

Curiosidade espiritual

Embora evite conclusões definitivas, a ABS sugere que os números refletem mudanças culturais. Em outubro de 2024, o Wall Street Journal relatou um aumento de 22% nas vendas de Bíblias em relação ao ano anterior, com destaque para compradores de primeira viagem — especialmente jovens.

Plake destaca um grupo que chama de “meio móvel”: cerca de 71 milhões de americanos curiosos sobre a Bíblia, mas com dúvidas. “Precisam de alguém que os acompanhe, responda às suas perguntas e os ajude a descobrir a história maior das Escrituras”, explicou.

O relatório também aponta que quase metade dos cristãos não praticantes estão abertos a retomar o contato com a Bíblia. “Muitas vezes, lhes ensinaram histórias bíblicas como contos morais — Sansão, Jonas, Noé —, mas perderam a grande narrativa que aponta para Jesus”, disse Plake.

Atualmente, 52 milhões de americanos são considerados “engajados com a Bíblia” — ou seja, leem as Escrituras de forma regular e transformadora. No entanto, muitos não se sentem preparados para compartilhar sua fé: “Essas pessoas amam a Palavra de Deus, mas nem sempre sabem como defendê-la. Esse é o próximo desafio para igrejas e ministérios”, afirmou.

Panorama internacional

Além dos dados nacionais, o relatório de 2025 começou a comparar os resultados americanos com tendências globais. O Capítulo Dois incorpora informações do Estudo Mundial de Engajamento Bíblico PATMOS, divulgado em 30 de abril, fruto de uma parceria entre a Sociedade Bíblica Britânica e Estrangeira e a Gallup. A pesquisa abrange 85 países e busca compreender como o engajamento bíblico se relaciona com identidade espiritual e bem-estar humano.

“Estamos vendo como os EUA se encaixam nesse ecossistema espiritual mais amplo”, explicou Plake. Segundo ele, outros capítulos do relatório abordarão temas como saúde mental, trauma e fé na esfera pública.

Aplicando os dados na missão

Plake ingressou na ABS em 2017 e combina experiência pastoral, pesquisa acadêmica e visão missionária. Ele afirma que seu objetivo é conectar o texto das Escrituras ao contexto da vida real. “Números não mudam vidas, mas nos ajudam a entender o mundo que estamos tentando alcançar”.

Ao comentar os próximos passos, Plake destacou que o momento é favorável. “Sim, menos pessoas estão lendo a Bíblia do que gostaríamos. Mas o fato de o número estar aumentando, especialmente entre aqueles que tradicionalmente se mantiveram afastados, significa que o terreno é mais fértil do que imaginamos”.

Por fim, ele dirigiu uma palavra à igreja global: “Embora o relatório se concentre nos Estados Unidos, suas implicações se estendem além das fronteiras. A fome espiritual entre jovens americanos pode refletir tendências em outros contextos. É por isso que essas comparações internacionais são tão importantes”.

A ABS segue investindo em tradução, acesso digital e colaboração entre sociedades bíblicas, visando alcançar mais pessoas com as Escrituras. “Queremos que as pessoas em todos os lugares encontrem Deus por meio de Sua Palavra”, concluiu Plake, de acordo com informações do The Christian Post.

Vídeo: pastor cita Salmo 115 após pedido para ungir bebê reborn


Uma cena inusitada foi compartilhada por um pastor em sua conta no Instagram: uma fiel levou um bebê reborn no culto para ser ungido, e ele aproveitou a oportunidade para ensinar um princípio doutrinário.

Ao ver que a fiel segurava um bebê reborn, ele a convidou ao púlpito e questionou “o que é isso?”. A fiel explicou e disse que o havia levado para “ungir”, e o pastor reagiu de forma calma, mas incisiva, citando o Salmo 115.

O texto do Antigo Testamento diz “O nosso Deus está nos céus, e pode fazer tudo o que lhe agrada. Os ídolos deles, de prata e ouro, são feitos por mãos humanas. Têm boca, mas não podem falar, olhos, mas não podem ver; têm ouvidos, mas não podem ouvir, nariz, mas não podem sentir cheiro; têm mãos, mas nada podem apalpar, pés, mas não podem andar; nem emitem som algum com a garganta. Tornem-se como eles aqueles que os fazem e todos os que neles confiam” (Salmos 115:3-8).

Na legenda do vídeo, compartilhado nas redes sociais, ele escreveu: “Muito cuidado com a idolatria. Salmo 115 fala que quando adoramos algo que tem olhos e não vê, boca mas não fala, nariz mas não cheira, isso é abominável aos olhos do Senhor. Não é problema e nem pecado ter uma boneca, o problema é a idolatria e a adoração que as pessoas estão fazendo em cima de um objeto inanimado”, escreveu o líder da Igreja Família de Deus.

NBA: famoso jogador diz que busca paz na Bíblia ao sofrer críticas

O armador Tyrese Haliburton, do Indiana Pacers, atribuiu sua resposta a recentes críticas no ambiente da NBA à sua fé em Deus. Durante uma partida dos playoffs em 29 de abril contra o Cleveland Cavaliers, Haliburton foi alvo de gritos de “superestimado” vindos da torcida. O jogo terminou com a vitória dos Pacers por 120 a 119, após um arremesso decisivo feito pelo jogador.

A origem das críticas está ligada a uma pesquisa conduzida pelo The Athletic, na qual jogadores da liga, de forma anônima, classificaram Haliburton como o atleta mais superestimado da NBA.

Em entrevista após a partida, Haliburton comentou: “Eu não sabia que tínhamos treta… Que bom para eles. Isso surgiu do nada. Acho que agora que esse rótulo existe, vai ser assim toda vez que jogarmos fora de casa”. Ele também afirmou: “Provavelmente isso vai me perseguir até a próxima enquete. Vamos ver se eu serei o número 1 de novo. Eu controlo o que posso e, sim, superestimo isso”.

A situação repercutiu entre outros atletas da liga. Em uma publicação na rede social X, o jogador LeBron James defendeu Haliburton: “Onde estão os idiotas que disseram que ele era superestimado??!”. James descreveu o armador dos Pacers como “tranquilo e simpático” e acrescentou que ele é “alguém com quem todos adorariam jogar”.

Os Pacers, equipe comandada por Haliburton e classificada como a quarta cabeça de chave na Conferência Leste, superaram o Cleveland Cavaliers, que entrou na disputa como o primeiro cabeça de chave.

Cristão assumido, Haliburton relatou em entrevista ao Sports Spectrum que os cultos realizados pela equipe têm desempenhado papel relevante em sua caminhada de fé. “São uma grande parte do meu sucesso e, honestamente, da minha sanidade”, afirmou. Ele acrescentou que a leitura bíblica o ajuda a manter a perspectiva fora das quadras: “Acho que esses 15 a 20 minutos que tenho todos os dias para me separar e falar sobre o que realmente importa, que é meu Senhor e Salvador, são muito importantes para mim”.

Antes das Olimpíadas de Paris, realizadas em 2024, Haliburton listou a Bíblia como um de seus dez itens essenciais. Na ocasião, ele afirmou: “Nos últimos dois anos, minha religião se tornou muito importante na minha vida”. Medalhista de ouro com a seleção dos Estados Unidos, o atleta foi fotografado segurando uma Bíblia.

“Só de entender que sou feito à imagem de Deus, num mundo onde você joga mal e está sendo massacrado nas redes sociais, ou a confiança oscila, posso sempre vir aqui. Esta é a minha paz”, disse, de acordo com o Crosswalk.

Haliburton também mencionou que as Escrituras o ajudam a lembrar que “somente [Deus] tem autoridade para realmente me julgar”. Embora cite versículos como Filipenses 4:13, ele reconheceu: “Nunca li a Bíblia. Quando criança, eu não frequentava a igreja nem nada parecido”.

Em entrevista concedida em 2023 ao portal Andscape, John Haliburton, pai do jogador, afirmou: “Tyrese é humilde e muito abençoado”. Ele concluiu: “Damos a Deus o louvor e a glória. Tyrese não é nada sem a misericórdia de Deus. Ele sabe como lidar com isso. Ele sabe de onde vem”.

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Com Junior Trovão, Miguel Oliveira canta música de Maria Marçal


Um evento pentecostal que tinha o pregador Junior Trovão como um dos convidados marcou uma reaparição do adolescente Miguel Oliveira, conhecido como “profeta Miguel” e alvo de polêmicas ao longo das últimas semanas.

Miguel Oliveira interpretou a faixa Deserto, de Maria Marçal, e também O Escudo, da Voz da Verdade, durante um evento gospel realizado em São Paulo, de acordo com a página Assembleianos de Valor.

Nos comentários da publicação, muitos seguidores da página manifestaram simpatia pelo adolescente: “Esse menino precisa de apoio mesmo, não julgamentos. Passa uma batalha travada em sua casa, mãe na espera do milagre”, escreveu uma usuária do Instagram.

“Volto a dizer: esse menino é brilhante e terá um futuro maravilhoso em Deus!”, elogiou outro. “Melhor ele louvando do que falando heresias”, contrapôs uma internauta.

Miguel Oliveira se envolveu em inúmeras polêmicas ao longo das últimas semanas, quando seus vídeos ultrapassaram a bolha do segmento evangélico, com suas supostas “línguas estranhas” virando matéria-prima de memes.

O pastor Anderson Silva chegou a sugerir que o adolescente era membro de um grupo envolvido com crimes: “Tem uma quadrilha por trás desse menino que operava em Brasília. Aí queimou o filme porque rouba os desobedientes, rouba tudo que pode: rouba carro, escritura de casa, dinheiro. Aí leva muitos à falência e quando é descoberto, sai para outro lugar”, disse o pastor.

“Não sei se você já ouviu uma falsa profetisa da cara inchada? Os olhos inchados? Ela é a líder da gangue. É o marido dela que fazia agenda do trombadinha”, acrescentou.

Refugiados cristãos são jogados ao mar pela Marinha da Índia

Ao menos 40 refugiados rohingyas de Mianmar, entre eles cerca de 15 cristãos, teriam sido forçados pela Marinha da Índia a entrar no mar perto da fronteira marítima com Mianmar em 8 de maio.

Segundo informações da agência Associated Press (AP), que citou familiares das vítimas, fontes ligadas à ONU e um advogado, os detidos foram levados de Nova Déli para um porta-aviões da Marinha indiana após serem presos em 6 de maio. No local, os militares teriam retirado suas vendas e amarras, fornecido coletes salva-vidas e ordenado que nadassem até uma ilha em território birmanês.

Embora tenham alcançado a costa, o Alto Comissariado das Nações Unidas para os Direitos Humanos afirmou, em nota publicada em 15 de maio, que o paradeiro dos refugiados é desconhecido. No dia seguinte, 16 de maio, a AP informou que cinco refugiados entrevistados relataram ter parentes entre os enviados ao mar. Entre eles, havia mulheres, crianças e idosos.

Tom Andrews, relator especial da ONU sobre a situação dos direitos humanos em Mianmar, classificou o ato como um “flagrante desrespeito às vidas e à segurança daqueles que necessitam de proteção internacional” e disse que a medida foi “nada menos que ultrajante”.

Em nota, Andrews declarou: “Tais ações cruéis seriam uma afronta à decência humana e representam uma grave violação do princípio de não repulsão, um princípio fundamental do direito internacional que proíbe os Estados de devolverem indivíduos a um território onde enfrentam ameaças às suas vidas ou liberdade”.

O Comissariado da ONU informou ter nomeado um perito independente para investigar os “atos inaceitáveis e inconcebíveis”. A agência da ONU também solicitou formalmente ao governo indiano que “se abstenha de tratamento desumano e com risco de vida aos refugiados rohingya, incluindo sua repatriação para condições perigosas em Mianmar”.

O advogado Dilawar Hussain, que representa os refugiados, afirmou que familiares das vítimas ingressaram com uma petição na Suprema Corte da Índia, solicitando o retorno de seus parentes a Nova Déli. Procurados pela AP, o Ministério das Relações Exteriores da Índia e a Marinha indiana não se pronunciaram.

Um refugiado rohingya residente na Índia, cujo nome foi mantido em sigilo por razões de segurança, relatou que seu irmão conseguiu entrar em contato após nadar até uma ilha em Mianmar. Ele teria usado o telefone emprestado de um pescador local para informar que as autoridades indianas os haviam forçado a pular no mar.

Outro refugiado relatou que alguns dos integrantes do grupo teriam sido agredidos por militares indianos. A AP destacou que essas alegações não puderam ser verificadas de forma independente até o momento. Também não houve resposta do governo militar de Mianmar ao pedido de comentário enviado por e-mail pela agência.

A população rohingya, predominantemente muçulmana, é historicamente perseguida em Mianmar e também na Índia, onde vive uma comunidade estimada em 40 mil refugiados. Conversos ao cristianismo também são alvo de hostilidades. Em Mianmar, o governo nega cidadania à etnia rohingya, alegando que são migrantes ilegais vindos de Bangladesh. Os rohingyas, por sua vez, afirmam ser nativos do estado de Rakhine, no oeste do país.

Antes da ofensiva militar de 2017 — que resultou na fuga de mais de 740 mil rohingyas para Bangladesh — a população desse grupo em Mianmar era estimada em 1,4 milhão de pessoas. Autoridades locais impõem severas restrições ao deslocamento, ao acesso à educação e ao emprego público da comunidade.

Organismos internacionais como a ONU e a Human Rights Watch descreveram a repressão aos rohingyas como “limpeza étnica”. Investigações conduzidas por missões da ONU identificaram relatos de incitação ao ódio por parte de budistas ultranacionalistas, além de práticas sistemáticas de prisões arbitrárias, execuções sumárias, tortura e trabalho forçado.

De acordo com o portal Christian Daily, a composição religiosa de Mianmar é formada por 87,9% de budistas, 6,2% de cristãos, 4,3% de muçulmanos, 0,8% de animistas e 0,5% de hindus.

Ativista pró-aborto realiza atentado em clínica de fertilização

Um atentado a bomba ocorrido no sábado, 18 de maio, destruiu grande parte de uma clínica de fertilidade no sul da Califórnia, feriu quatro pessoas e resultou na morte do criminoso, um ativista radical, segundo autoridades federais. O FBI informou que o ataque está sendo tratado como um ato intencional de terrorismo.

O autor do atentado foi identificado como Guy Edward Bartkus, de 25 anos, residente de Twentynine Palms, na Califórnia. De acordo com as autoridades, Bartkus conduzia um carro-bomba que explodiu ao atingir os American Reproductive Centers, uma clínica especializada em fertilização in vitro. O impacto da explosão estilhaçou janelas de prédios próximos e causou danos extensos à unidade médica. A clínica estava fechada no momento do ataque, o que, segundo o FBI, evitou uma tragédia maior.

“Este foi um ataque direcionado contra a unidade de fertilização in vitro”, afirmou Akil Davis, responsável pelo escritório do FBI em Los Angeles: “Não se enganem: estamos tratando isso, como eu disse ontem, como um ato intencional de terrorismo”.

A explosão, descrita por um alto funcionário do FBI à Associated Press como possivelmente “a maior cena de atentado a bomba que já tivemos no sul da Califórnia”, deixou quatro feridos, mas não houve outras mortes além do próprio autor.

Em uma declaração oficial publicada no Facebook, os American Reproductive Centers informaram que “todos os óvulos, embriões e materiais reprodutivos” estão seguros e intactos. “Nossa missão sempre foi ajudar a construir famílias e, em momentos como estes, somos lembrados de quão frágil e preciosa a vida é”, diz a nota da clínica.

O jornal Los Angeles Times reportou que um site supostamente vinculado ao autor do ataque havia prometido uma “guerra contra os pró-vida” e mencionava explicitamente o desejo de atacar uma clínica de fertilidade. O conteúdo do site promovia filosofias marginais como o veganismo abolicionista, que rejeita qualquer uso de produtos de origem animal, e o utilitarismo negativo, uma vertente filosófica que considera a redução do sofrimento como o maior bem moral.

“Basicamente, sou um pró-mortalista”, dizia uma das mensagens do site, referindo-se a uma ideologia que vê a morte como uma forma de aliviar o sofrimento da existência. Em outra passagem, o autor afirma que seu objetivo era “esterilizar este planeta da doença da vida”, segundo o Times.

Para Brian Levin, professor emérito da Universidade Estadual da Califórnia em San Bernardino e fundador do Centro de Estudos de Ódio e Extremismo, a internet tem desempenhado um papel decisivo na radicalização de indivíduos. “Hoje, temos basicamente um ecossistema do tipo faça-você-mesmo, onde pessoas sozinhas podem se envolver em condutas que antes pendia mais para grupos e pequenas células”, disse Levin ao Los Angeles Times. “Há todo um caldeirão que envolve radicalização, desinformação e legitimação da violência como método dentro desse conjunto de queixas, e é isso que temos”.

Levin acrescentou que a combinação entre o acesso a conteúdo técnico, redes sociais e ambientes digitais que incentivam a raiva cria um cenário perigoso. “A Califórnia viu todos os tipos de aspectos disso”, afirmou.

As investigações sobre o atentado seguem em andamento, com foco em entender a motivação completa do autor e possíveis conexões com grupos extremistas ou fóruns digitais que propaguem ideologias similares, de acordo com informações do CrossWalk.

Pastores em dificuldades cogitam medidas extremas, diz pesquisa

Uma pesquisa divulgada pelo Instituto Barna em maio revelou que 18% dos pastores protestantes seniores nos Estados Unidos afirmaram ter pensado em automutilação ou suicídio no último ano. A sondagem foi realizada no contexto do Mês de Conscientização sobre Saúde Mental e indica que quase metade dos pastores (47%) relatou sentir-se solitário ou isolado em sua rotina ministerial.

Joe Jensen, ex-pastor e atualmente vice-presidente sênior do Barna, comentou os resultados em entrevista ao Crosswalk Headlines. “É uma estatística alarmante e preocupante”, afirmou. Para Jensen, os dados reforçam a necessidade de oferecer apoio cotidiano aos líderes religiosos, frequentemente afetados por uma “epidemia de solidão que se esconde atrás do púlpito”.

Apesar da gravidade do quadro, Jensen observou que a maioria dos entrevistados descreveu esses pensamentos como passageiros ou episódios isolados. Ainda assim, ele destacou que a pesquisa evidencia “uma necessidade profunda que muitas vezes passa despercebida”.

Segundo Jensen, é comum que os membros da igreja não percebam que seus pastores se sentem sozinhos. “Embora os membros se inspirem constantemente no pastor, o próprio pastor muitas vezes não tem uma fonte de apoio”, explicou.

Ele acrescentou que a natureza do ministério contribui para o isolamento: “Acreditamos que, só por estarmos perto das pessoas, estamos nos conectando com elas. Mas muitos pastores não se beneficiam da comunidade que pastoreiam”. Jensen também apontou que a função pastoral costuma estar associada a grandes expectativas: “Pastores são humanos e passam pelas mesmas dificuldades que todos. Porém, sentem que devem estar sempre no controle, com a vida em ordem, e isso os leva ao recuo”, afirmou.

De acordo com Jensen, essa realidade é agravada pela necessidade de manter uma imagem de estabilidade diante da congregação: “Na manhã de domingo, os pastores projetam que ‘estão todos juntos’. Mas é uma espiral descendente viciosa que leva muitos a querer desistir do ministério e, em casos extremos, da própria vida”, disse.

Para Jensen, é necessária uma mudança profunda na forma como o sucesso ministerial é definido: “As expectativas atuais incentivam a busca por expressões externas de sucesso, às vezes às custas da saúde interior da alma”, declarou. Ele defendeu que a liderança das igrejas deve assumir responsabilidade pelo bem-estar dos pastores. “Presbíteros e conselhos precisam pensar: como podemos liderar nossos pastores rumo a uma saúde mais holística?”, questionou.

Jensen também sugeriu que os orçamentos das igrejas deem prioridade ao cuidado com o ministério pastoral. “Investimos em programas, evangelismo, ações de extensão — todas essas coisas são importantes, mas não funcionam se o pastor não estiver saudável. É um investimento”, observou.

Ao comentar as soluções possíveis, Jensen ressaltou que o aconselhamento cristão é útil, mas não suficiente. Ele enfatizou a importância da conexão entre pastores. “Não vou me abrir com a congregação sobre minhas lutas mais profundas, mas sei que há pastores próximos que entendem o que estou passando”, afirmou. “Podemos nos reunir com colegas de ministério, tomar um café e encontrar apoio mútuo — porque eles também estão passando por isso”.

A pesquisa do Instituto Barna reforça um cenário de vulnerabilidade emocional entre líderes religiosos e levanta o debate sobre o cuidado com aqueles que conduzem comunidades de fé.

‘Preciso acreditar que Deus existe’, diz Igor 3K do Flow Podcast

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O apresentador Igor Coelho, conhecido como Igor 3K, compartilhou reflexões sobre fé e espiritualidade durante um episódio recente do Flow Podcast. Em conversa com o humorista Arthur Petry, veiculada em maio, o comunicador afirmou estar em processo de aprofundamento na leitura bíblica e destacou aspectos que considera centrais na relação com Deus.

“Estou cada vez mais crente, não muito religioso, mas cada vez mais crente”, afirmou Igor. Ele disse que passou a ver sentido na vida ao considerar a existência de Deus: “Eu preciso acreditar que Deus existe porque, se não, as coisas param de fazer sentido”.

O apresentador explicou que sua fé se fortaleceu a partir de experiências cotidianas e coincidências que, segundo ele, indicam uma ordem além da razão. “Eu acabo acreditando mais em Deus, observando não só a realidade, mas também as coincidências que acontecem para que as coisas estejam no lugar que estão. E chama muita atenção essas coincidências”, declarou.

Como exemplo, citou o caminho que o levou até o Flow Podcast, resultado de uma sequência de eventos que, segundo ele, contribuíram diretamente para sua trajetória atual. “Só o fato da gente estar vivo e a galera falar: ‘Ah, mas o universo é infinito. Isso é uma possibilidade’. Sim, mas para mim, isso é só mais uma prova de que a lua tem que estar no lugar certo e no tamanho certo. Tem que ter um planeta e uma estrela em uma distância certa”, disse.

Atributos de Deus e leitura bíblica

Durante o diálogo, Igor refletiu sobre os atributos divinos e destacou a misericórdia como o aspecto mais marcante. “Para mim, a característica mais interessante de Deus, já que Ele é perfeito, era a justiça. Eu achava que a coisa mais linda que tem sobre Deus é que Ele é justo, e não é, é que Ele é misericordioso”, afirmou.

Ele prosseguiu dizendo: “A misericórdia é com certeza uma das características mais incríveis de Deus. Por que você sabe o que é justo? Quem é você para dizer o que é justo?”. Segundo Igor, os seres humanos, por sua limitação, não são capazes de exercer justiça plena.

“Eu parei de pedir a Deus para Ele ser justo comigo, agora, eu só peço para Ele ter misericórdia”, disse o apresentador. Ele afirmou que muitos não percebem as bênçãos que vivem por estarem focados apenas nas dificuldades: “A gente também foca tanto nos problemas que não percebemos que estamos vivendo o sonho que a gente sempre quis ou que a gente não sabia que queria”.

Ao relembrar o período anterior ao podcast, quando trabalhava como professor de inglês, Igor 3K atribuiu à misericórdia divina o percurso que o levou à sua posição atual. Quando Petry perguntou: “E para quem não chegou a lugar nenhum?”, Igor respondeu: “Está vivo”, sugerindo que a própria existência é um sinal da graça de Deus.

Ele ainda comentou: “A misericórdia de Deus vai se manifestando à medida que você vai dando material para Ele se manifestar. Quanto mais você corre atrás, Deus se manifesta”.

Segundo Igor 3K, a possibilidade de trabalhar com o que gosta é também parte desse processo: “A gente está fazendo algo em que acredita muito, e a possibilidade da gente estar aqui fazendo o que gosta e talvez ocupando um lugar que não sonhava estar, só pode ser Deus. E aí, eu vou ficando cada vez mais crente, estou lendo a Bíblia”.

O apresentador relatou que tem utilizado um aplicativo de celular para acompanhar a leitura das Escrituras: “Ele me dá um plano para eu ler. Comecei a ler o Novo Testamento, ele é mais tranquilo porque é mais descritivo. Estou lendo os caras contando como nasceu Jesus”.

Ao final, compartilhou uma curiosidade aprendida durante o estudo: “Agora, eu sei que João Batista era uns seis meses mais velho que Jesus, que nasceu de dois pais idosos e uma mãe estéril”.