Igreja Batista Atitude batiza 1.200 pessoas no Rio de Janeiro

No sábado, 17 de maio, cerca de 1.200 pessoas foram batizadas na Praia do Recreio dos Bandeirantes, na zona oeste do Rio de Janeiro (RJ), durante uma celebração realizada pela Igreja Batista Atitude. O evento reuniu milhares de fiéis e familiares em uma celebração pública de fé.

A igreja, que tem sede na capital fluminense, publicou imagens do batismo em suas redes sociais e descreveu o momento como uma expressão coletiva de entrega espiritual.

“Cada mergulho foi um grito de liberdade, cada lágrima uma resposta ao chamado de Deus. A areia virou altar. O mar virou testemunha. Famílias inteiras se renderam ao amor de Cristo”, declarou a denominação em publicação no Instagram.

Durante a cerimônia, os participantes também tiveram momentos de adoração e oração. Segundo a organização, uma equipe de intercessores esteve presente para acompanhar os batizandos, oferecendo apoio espiritual enquanto eles testemunhavam publicamente sua fé em Jesus Cristo.

A atividade foi nomeada “O Grande Batismo 2025” e, segundo a igreja, teve o objetivo de reafirmar a missão evangelística da denominação. “O Grande Batismo 2025 foi mais do que um evento — foi uma demonstração do poder do Evangelho em ação!”, afirmou a Igreja Batista Atitude.

Esta foi a terceira edição consecutiva do batismo em massa promovido pela igreja na Praia do Recreio. Em 2024, a mesma ação resultou no batismo de mais de 1.200 pessoas, fruto da campanha evangelística “Amigos de Fé”. Já em 2023, mais de mil novos convertidos também foram batizados no mesmo local.

A Igreja Batista Atitude é conhecida por ações evangelísticas de grande escala e por sua atuação na região metropolitana do Rio de Janeiro, com ênfase no discipulado e na integração de novos membros à comunidade cristã.

'Tudo fez sentido': ex-adepta da Nova Era se rende a Jesus Cristo

Priscilla Priem, de 34 anos, compartilhou publicamente sua jornada de conversão ao cristianismo após anos dedicados a práticas da Nova Era. Em entrevista à Revive, ela detalhou como encontrou paz espiritual ao substituir rituais ocultistas por uma relação pessoal com Jesus Cristo.

Nascida em um ambiente não religioso, Priscilla relatou questionamentos sobre o sentido da vida desde a adolescência. “Por que estou aqui? Essas perguntas me perseguiam”, disse.

Após a morte da sogra em 2017, mergulhou em atividades como tarô, comunicação com os mortos e cursos de ocultismo. “Achei que havia encontrado a luz, mas a inquietação interior continuava”, admitiu.

Virada em 2020

O nascimento do filho, em 2020, marcou o início de uma busca por respostas mais profundas. Através das redes sociais, descobriu testemunhos de ex-praticantes da Nova Era que encontraram fé em Cristo.

“Perguntei: ‘Quem é Jesus?’. Decidi pesquisar o cristianismo”, contou. Nos meses seguintes, dedicou horas a pregações online e à leitura da Bíblia, apesar de enfrentar ceticismo interno.

Um episódio em seu carro foi crucial. “Uma música dizia: ‘Me ame. Você é meu maior tesouro. Estou cansado de esperar’. Senti que Deus falava comigo”, relatou. Aos poucos, a leitura integral das Escrituras — do Antigo ao Novo Testamento — consolidou sua fé. “Tudo fez sentido. Entendi que fui criada por Deus para um relacionamento com Ele”, explicou.

Conversão

Sozinha no quarto do filho, Priscilla fez uma oração de entrega a Jesus em 2022. “Fui transformada de dentro para fora”, testemunhou. Meses depois, visitou uma igreja em Middelburg, na Holanda, e decidiu ser batizada. “Deus não precisa mais esperar. Este mundo é mais bonito desde que passei a crer”, declarou.

Hoje, Priscilla integra atividades ministeriais e usa sua história para incentivar outros. “Antes, chamava Deus de ‘universo’, um conceito vago. Agora, vivo em conexão com Ele e encontro força na oração”, afirmou. Amigos e familiares notam mudanças: “Dizem que irradio paz. Compreendo meu propósito”.

Segundo o Instituto de Pesquisa Religiosa da Holanda, 12% dos convertidos ao cristianismo no país em 2022 vieram de movimentos espiritualistas alternativos, como a Nova Era. Para Priscilla, a mensagem é clara: “Deus me sustentou mesmo quando não O conhecia. Quero compartilhar Seu amor, pois sei como é viver sem ele”.

Igrejas no Haiti passam a ser atacadas por gangues de vodu

Na região central do Haiti, a comunidade cristã de Petite Rivière foi alvo de dois ataques consecutivos atribuídos à gangue Gran Grif, composta majoritariamente por praticantes de vodu. As investidas, ocorridas recentemente, resultaram em quatro mortes, destruição de residências e o deslocamento forçado de dezenas de pessoas.

Entre os atingidos está o ministério Every Man a Warrior, vinculado à missão Rádio Trans Mundial (RTM). Um representante da organização, identificado como Obed, afirmou que a violência tem aumentado e levantou suspeitas sobre o acesso das gangues a armamentos pesados. “É provável que haja apoio externo envolvido”, declarou.

Obed também destacou o componente espiritual do conflito. Segundo ele, os membros da gangue combinam o uso de armas com rituais religiosos. “Eles realizam práticas de vodu no contexto dos ataques, o que torna a situação dos cristãos ainda mais delicada”, afirmou.

Em razão do clima de insegurança, diversas igrejas locais foram fechadas e os fiéis têm vivido sob constante medo. Obed apelou por solidariedade global: “Pedimos orações e apoio de cristãos ao redor do mundo por aqueles que estão sendo perseguidos pela fé”.

Com o objetivo de acolher os deslocados, a RTM iniciou um projeto de realocação em um terreno localizado próximo à fronteira com a República Dominicana. O espaço deverá servir como abrigo para as famílias que perderam suas casas, oferecendo condições mínimas de segurança.

Embora a liberdade religiosa seja garantida no Haiti, práticas como o vodu continuam difundidas em várias regiões do país. Segundo a Rádio Trans Mundial, a baixa taxa de alfabetização dificulta o acesso das pessoas à Bíblia por meios escritos, fazendo do rádio o principal canal de evangelização.

A atual onda de violência expõe uma perseguição religiosa persistente, segundo organizações cristãs e entidades de direitos humanos que atuam no país. Essas instituições têm solicitado intervenção e atenção internacional urgente para a proteção da população cristã e a promoção da paz no Haiti, conforme informado pelo Exibir Gospel.

Inteligência Artificial pode prejudicar formação teológica

A formação teológica, tradicionalmente compreendida como uma resposta ao chamado ministerial e um pilar essencial para o exercício pastoral, passa por mudanças significativas diante do avanço da tecnologia digital.

A presença crescente da inteligência artificial (IA) no cotidiano, inclusive em ambientes religiosos, tem provocado reflexões entre pastores e educadores cristãos sobre os rumos da preparação ministerial.

Ferramentas como assistentes virtuais, tradutores automáticos, algoritmos de recomendação e plataformas que geram sermões ou simulam aconselhamento pastoral tornaram-se acessíveis e populares. No entanto, líderes zelosos enfatizam que, apesar dessas inovações, a fidelidade às Escrituras e a profundidade nos estudos continuam sendo indispensáveis à formação teológica.

O pastor e professor Wagner Scatamburgo, da Faculdade Evangélica de São Paulo (FAESP), observa que a formação pastoral vive uma transição marcada por dois períodos distintos: antes e depois das redes sociais, agora somadas à influência da IA. “Antigamente, os pastores buscavam conhecimento bíblico com o propósito de edificar a fé da igreja, estruturando-a doutrinária e espiritualmente”, afirmou. Ele acrescenta que “hoje, muitos utilizam esse conhecimento como forma de performance, buscando seguidores e relevância digital”.

Segundo Scatamburgo, essa mudança de enfoque tem desviado parte da liderança cristã do propósito central do ministério. “A intenção era ganhar almas para Cristo, mas muitos buscam associados para seus próprios interesses, como vemos em Atos 8.18-20”, disse.

Esgotamento dos seminários

Outro ponto levantado por Scatamburgo é o esvaziamento dos seminários teológicos. Ele associa esse fenômeno à popularização de conteúdos prontos oferecidos por aplicativos e plataformas de IA. “Muitos líderes optam por não investir tempo na leitura bíblica nem na oração. Adotam um modelo mais próximo do coaching motivacional e negligenciam a suficiência das Escrituras, como Paulo adverte em 2 Timóteo 4.10-15”, afirmou.

Diante dessa realidade, algumas instituições têm revisto seus currículos para incluir disciplinas voltadas ao contexto digital, como ética pastoral nas redes sociais. Ainda assim, o professor defende que o foco deve permanecer na formação bíblica sólida. “O alcance virtual é significativo, mas é preciso preparo para que se promova o Reino de Deus, e não apenas visibilidade pessoal”, ressaltou.

Oferta ampla, compromisso escasso

O pastor Acyr de Gerone Junior, doutor em teologia, integrante da Sociedade Bíblica do Brasil (SBB) e professor da Faculdade Vitória em Cristo, no Rio de Janeiro, também observa mudanças na forma como a teologia tem sido ensinada no Brasil. Ele reconhece que a oferta de cursos aumentou, mas alerta para a falta de compromisso confessional em muitas dessas iniciativas.

“Há faculdades ofertando teologia sem nenhum vínculo com a Bíblia, a igreja ou a ortodoxia. Muitos desses cursos priorizam disciplinas estratégicas ou genéricas e oferecem pouco conteúdo bíblico ou sistemático”, declarou.

Acyr destaca que a tecnologia pode ser útil no processo de ensino, mas não deve substituir a essência do conteúdo. “Não podemos confundir forma com conteúdo. A formação teológica precisa priorizar a profundidade bíblica. O ideal é que a tecnologia sirva como apoio, não como substituto do ensino sério e fiel à Palavra”, afirmou.

Ao refletir sobre os caminhos da formação pastoral, Acyr citou uma frase do teólogo inglês John Stott: “Precisamos ouvir a Deus e ouvir o mundo”. Segundo ele, esse equilíbrio entre fidelidade bíblica e capacidade de dialogar com a realidade contemporânea é indispensável.

“Parafraseando Stott, precisamos de fidelidade a Deus sem perder nossa capacidade de compreender e responder ao mundo contemporâneo”, concluiu, de acordo com informações da revista Comunhão.

Jejum de redes sociais existe? Veja o que pastor ensinou

Em uma exposição sobre práticas espirituais, o pastor Augustus Nicodemus esclareceu qual é o entendimento bíblico sobre o jejum. Segundo ele, o cristão não deve encara-lo como uma prática meritória nem como um meio de pressionar Deus a realizar vontades humanas.

“Na Bíblia, o jejum não é visto como um ato meritório que tenha como objetivo convencer Deus a fazer alguma coisa por nós, como se fosse uma indulgência”, afirmou Nicodemus.

Para ele, o jejum deve ser compreendido como um acessório da oração, voltado ao quebrantamento pessoal e à dependência de Deus. O pastor explicou que a abstinência de alimentos, prática comum nas Escrituras, visa enfraquecer o corpo e evidenciar a necessidade espiritual do ser humano:

“Verificamos a nossa dependência de Deus através do pão cotidiano. Percebemos que somos criaturas, ao contrário de Deus, que é eterno”, disse.

Segundo Nicodemus, quando a prática correta “nos faz nos aproximar de Deus com a atitude mais correta”, destacando em seguida que não se trata apenas de passar fome, mas de um tempo dedicado à oração, meditação e reflexão espiritual: “A Bíblia não determina um tempo específico para o jejum. Jesus jejuou 40 dias, mas isso não é um padrão obrigatório”.

Jejum de redes sociais?

Ao abordar práticas contemporâneas, como “jejum de redes sociais”, “jejum de doces” ou “jejum de televisão”, o pastor foi categórico ao afirmar que tais expressões não correspondem ao conceito bíblico: “Esses jejum modernos são invenções”, afirmou.

“Na Bíblia, além do jejum de alimentos e água, só há menção à abstinência sexual entre casados, conforme 1 Coríntios 7”, citou Nicodemus, explicando que o apóstolo Paulo orienta os cônjuges a se absterem das relações “por mútuo consentimento, por um período, para vos dedicardes à oração”.

Segundo ele, essa é uma exceção permitida com finalidade espiritual clara e não deve ser confundida com práticas aleatórias ou motivadas por votos pessoais.

Ao final, Nicodemus citou ainda uma frase do pastor John Piper como reflexão: “O Facebook existe para, no dia do juízo, provar que muitos crentes deixaram de orar — e não foi por falta de tempo”.

Pregadora relata que satanistas tentaram converte-la com sutileza

A pregadora Savannah Ramsey relatou um episódio vivido nas ruas, quando foi abordada por pessoas que se identificavam como satanistas. Segundo ela, a conversa ocorreu de forma amistosa, mas revelou conceitos que contrastam diretamente com os ensinamentos bíblicos.

“Fui ‘evangelizada’ uma vez por satanistas. Eles estavam na rua e pareciam pessoas muito legais. E conversei com eles”, contou Ramsey. Ela afirmou ter ficado surpresa ao descobrir que, segundo o grupo, não seria necessário adorar Satanás para frequentar a igreja deles: “Eles riram [de mim]. Eles disseram: ‘Nós não fazemos isso’. Isso não é real. Eu pensei: ‘Sério?’”.

A pregadora detalhou que, durante a conversa, o grupo compartilhou uma máxima que chamou sua atenção: “Tudo o que importa é amar a si mesmo primeiro e depois amar os outros”. Ramsey comentou que a frase pareceu inicialmente convincente, mas que, à luz das Escrituras, há uma diferença fundamental.

“Isso não soa bem? Quer dizer, está quase certo, não é?”, disse. “Só que Deus diz: ‘Ame ao Senhor seu Deus primeiro e depois ame o seu próximo como a si mesmo’, e não ‘ame a si mesmo primeiro’”.

Em sua conclusão, Savannah Ramsey destacou o que considera ser a essência do engano: “Veja, é isso. Satanás não precisa que você o adore. Ele só quer que você se torne como ele, em vez de se tornar como Deus. Mas se você não conhece a verdade, aceitará qualquer mentira que ele lhe disser”.

Vídeo: teólogo diz que crianças não têm pecado e pastor rebate

Assine o Canal

O teólogo e filósofo William Lane Craig voltou a causar polêmica no meio cristão ao declarar que crianças não têm pecado, assim como pessoas com deficiência mental, contrariando a doutrina histórica do pecado original. A declaração provocou reações entre líderes evangélicos de diversas tradições, especialmente nas igrejas reformadas.

Entre os críticos, o pastor Rodrigo Mocellin, da Igreja Resgatar, em Guaratinguetá (SP), gravou um vídeo em que contesta as afirmações de Craig à luz das Escrituras e da tradição cristã.

Para ele, a fala representa uma negação de fundamentos essenciais da fé evangélica: “Isso aqui é heresia. É muita, muita heresia. Craig está negando uma doutrina básica da fé cristã, conhecida como pecado original”.

Crianças não têm pecado?

Durante uma exposição recente, Craig afirmou:

“Se, como eu, você não está convencido de que essa doutrina é bíblica, então os bebês e os deficientes mentais não nascem pecadores e, portanto, não têm nenhum pecado que precise ser perdoado ou indultado. E acho que isso está de acordo com a atitude de Jesus em relação às crianças”.

Baseado em textos como Mateus 18:3, Craig argumenta que Jesus via as crianças como puras e salvas por natureza. Para o filósofo, essa visão explicaria por que o Reino dos Céus é comparado a elas.

A resposta bíblica

O pastor Rodrigo Mocellin, que segue a tradição teológica reformada, rebate: “Craig está ignorando textos claríssimos das Escrituras”. Ele cita Romanos 5:12, onde o apóstolo Paulo afirma: “Portanto, como por um só homem entrou o pecado no mundo, e pelo pecado a morte, assim também a morte passou a todos os homens, por isso todos pecaram”.

Segundo Mocellin, o texto bíblico aponta para a realidade de que o pecado de Adão foi imputado a toda a humanidade. “A morte atinge até os bebês. Por quê? Porque a culpa de Adão está sobre eles. Se não houvesse pecado, não haveria morte. Mas crianças morrem — isso é evidência clara da condição pecaminosa herdada”.

Além de Romanos, ele recorre a Salmo 51:5 (“em pecado me concebeu minha mãe”), Gênesis 8:21 (“o coração do homem é mau desde a meninice”) e Provérbios 22:15 (“a estultícia está ligada ao coração da criança”) para mostrar que a Escritura atribui pecado e culpa desde o nascimento.

“Esses textos, que Jesus chamou de Palavra de Deus, estão afirmando a pecaminosidade da criança. E Jesus não está em contradição com eles”, afirma.

Paralelo com o pelagianismo

Mocellin também observa semelhanças entre as ideias de Craig e o pelagianismo, doutrina condenada no século V: “Pelágio dizia que o pecado de Adão não afetou a natureza humana. Craig repete isso com outras palavras. O Concílio de Cartago chamou esse ensino de heresia e declarou anátema quem dissesse que a culpa de Adão não foi transmitida à humanidade”, recorda.

O pastor da Igreja Resgatar cita o Cânon I do concílio:

“Se alguém disser que o pecado de Adão não afetou a humanidade inteira, mas que foi apenas um exemplo de erro, que tal pessoa seja anátema”.

A influência da ciência

Em outro trecho do vídeo, Mocellin propõe uma explicação para a mudança teológica de Craig: sua adesão à ciência moderna como critério final de verdade: “Ele mesmo diz que Gênesis é mito-história. Por quê? Porque a ciência fala de Big Bang, de evolução, e Craig quer adaptar a Bíblia a isso. Mas, ao fazer isso, ele nega a autoridade da Escritura”.

Segundo o pastor, essa tentativa de submeter a Bíblia aos pressupostos científicos está na raiz do liberalismo teológico. “Foi assim que tudo começou. Colocaram a ciência como fonte última de autoridade. E quando a Bíblia contrariava a ciência, começaram a reinterpretar tudo — ou simplesmente negaram o texto bíblico”.

Mocellin afirma que muitos líderes seguem esse mesmo caminho: “Hoje dizem que ansiedade não é pecado, mesmo que a Bíblia diga que é. Dividem em ansiedade ‘transtorno’ e ansiedade ‘pecaminosa’, mas não apresentam critério bíblico para isso. Fazem isso porque a ciência virou sua fonte de verdade”.

A importância da doutrina

Para o pastor reformado, a doutrina do pecado original está no cerne da mensagem do Evangelho: “Se não fomos condenados em Adão, também não podemos ser justificados em Cristo. Só faz sentido um Cristo que salva muitos, se houver um Adão que condena todos”.

Ele conclui alertando: “Tome cuidado com esses pastores que hoje parecem bíblicos, mas colocam a ciência acima da Bíblia. Amanhã, podem estar negando doutrinas fundamentais da fé cristã”.

Vídeo: Luiza Possi grava cover de ‘Lindo Momento’ e emociona fãs


A cantora Luiza Possi gravou um reel cantando a música Lindo Momento, de Julliany Souza. O cover emocionou os seguidores da artista, que fizeram questão de elogia-la nos comentários do vídeo.

Luiza Possi se converteu ao Evangelho ao lado do marido e em dezembro de 2024 compartilhou um registro do momento em que ambos foram batizados nas águas. Agora, nas redes sociais, ela tem compartilhado reflexões a respeito da fé cristã e de sua caminhada de fé.

“Eu sempre amei escutar os hinos de louvor, mesmo antes de me converter a Cristo. Hoje não passo um dia sem a Presença Dele. Louvor não é só música, é o ato de adorar”, escreveu a cantora Luiza Possi na legenda do vídeo compartilhado no Instagram.

Luiza Possi, que em outro momento negou que pretenda encerrar a carreira secular para se dedicar ao gospel, falou sobre o tempo que tem dedicado a cultuar a Deus: “E porque devemos Adorar? Para estarmos mais perto D’Ele e nos sentir nesse lugar maravilhoso. E sim, é um Lindo Momento quando isso acontece. A Ele toda honra e Glória”, finalizou.

Nos comentários, a apresentadora e atriz Karina Bacchi encorajou Luiza Possi: “Louvado seja Deus através de sua vida e sua voz, querida irmã em Cristo”.

O ex-BBB Eliezer também elogiou: “Essa música é tão forte, é tão sobrenatural o quanto ela nos toca. E na sua voz ficou ainda mais perfeita”.

“Meu Deus o céu desceu com esse louvor e esta voz”, disse outro seguidor da cantora. “Amo te ouvir louvando ao Reis dos Reis, ao único que é digno de honra e glória!”, acrescentou outra.

'Mudando histórias': veja como evangelismo de rua alcançou vidas

Membros da Igreja Assembleia de Deus em Joinville (SC) intensificaram ações com evangelismo de rua durante o mês de maio, período reconhecido globalmente como mês da evangelização.

Com atividades que incluíram trios elétricos, carreatas e até um barco com autofalante, a iniciativa resultou em 40 decisões públicas por Cristo, segundo relatos da liderança.

Estratégias 

As ações, coordenadas pelo pastor Anderson de Souza, ocorreram em diferentes pontos da cidade. Entre as atividades destacam-se:

  • Pregações em vias públicas com faixas e distribuição de literatura religiosa;

  • Carreatas com carros, motos e bicicletas percorrendo bairros;

  • Trio elétrico equipado com som, utilizado para declarar “bênçãos sobre a cidade”;

  • Barco evangelístico que levou mensagens a comunidades ribeirinhas e de difícil acesso.

“Todo dia, toda hora e em todo lugar é tempo de anunciar as Boas Novas da salvação”, afirmou Anderson, que também publicou registros das atividades em seu perfil no Instagram.

“Nossa igreja está pelas ruas impactando vidas e mudando histórias através do poder do Evangelho e da oração que é poder de Deus na Terra”, ressaltou.

Oração e serviço

Além da pregação, os voluntários realizaram:

  • Orações em frente a estabelecimentos comerciais;

  • Intercessão por funcionários da segurança pública;

  • Visitas a unidades de saúde para orar por pacientes e profissionais. “Os hospitais estão lotados, e o povo está oprimido, precisando de bênçãos”, explicou o pastor.

O pastor Clebison Bandeira, que participou das atividades, descreveu a experiência como “sobrenatural”: “A presença de Deus foi real. Cremos que vidas foram salvas para a glória do Senhor”.

A mobilização faz parte de um projeto semanal com temas específicos de oração, embora detalhes não tenham sido divulgados. Segundo a denominação, o objetivo é “impactar todas as esferas da sociedade”, incluindo áreas periféricas. Dados da igreja indicam que ações semelhantes em 2023 resultaram em 28 conversões — número superado este ano.

A igreja, agora, planeja expandir as ações de evangelismo para outros municípios catarinenses até o fim de 2025. “A Assembleia de Deus segue avante na evangelização de toda a cidade”, declarou Anderson, reforçando o compromisso com a continuidade do trabalho.

Convertido, ex-ativista LGBT relata superação do abuso sexual

James Parker, hoje com 34 anos e residente na Austrália, compartilhou publicamente sua história de vida marcada por abandono, abusos e uma busca por identidade que o levou ao ativismo LGBT — até encontrar uma transformação radical por meio da fé cristã.

O relato, divulgado em vídeo pela missão “True Love Is” no YouTube em 2023, detalha uma trajetória de décadas de conflitos emocionais e redenção.

Infância traumática

Abandonado pelos pais biológicos ao nascer, Parker foi adotado, mas sofreu abusos sexuais repetidos por amigos da família durante a infância. Aos 14 anos, ao perceber atração por pessoas do mesmo sexo, ligou para uma organização LGBT em busca de orientação. 

Um homem me disse: ‘Acho que você é gay. Esta é sua única opção, e só assim encontrará felicidade’”, relatou. Sem referências paternas, ele adotou o estilo de vida homossexual na adolescência. “Tentei preencher o vazio com pornografia, masturbação e mais de 200 parceiros. Estava perdido”, confessou.

Aos 17, assumiu-se gay para a família e amigos, que o apoiaram. Mudou-se para Londres aos 18 para estudar, integrou-se a grupos LGBT e chegou a identificar-se como “uma mulher heterossexual presa em um corpo masculino”. Manteve um relacionamento estável com um homem, mas continuou envolvido em encontros casuais.

Conversão

Na faculdade, Parker conheceu colegas cristãos cujo estilo de vida o impactou. “Desejei ter a integridade e a paz que eles tinham”, disse. Aos 22, decidiu “colocar Deus no comando” e encerrou o relacionamento.

Com ajuda de um discipulador, entendeu que buscava em homens “o amor paterno que nunca tive”. Paralelamente, iniciou terapia para tratar traumas dos abusos sofridos, que descreveu como “depravação que roubou minha dignidade”.

Processo de cura 

O processo incluiu perdoar os agressores e os pais biológicos. “O perdão foi primordial. Meus vícios e ansiedade diminuíram, e passei a reparar nas mulheres”, contou.

Parker afirmou que, com a fé, superou automutilação e pensamentos suicidas. “Jesus tomou minha vitimização na cruz. Hoje não sou apenas um sobrevivente”, testemunhou, segundo o God Reports.

Após anos de terapia e prática religiosa, Parker casou-se, teve filhos e se mudou para a Austrália, onde atua como conselheiro cristão. “Ajudo quem luta contra a homossexualidade, mostrando que há esperança além dos rótulos”, explicou.

Seu caso reacende debates sobre identidade de gênero, terapia de conversão e o papel da religião em processos de cura — temas que dividem opiniões entre especialistas em saúde mental e líderes religiosos.

A história de Parker, embora pessoal, ilustra discussões globais sobre traumas, orientação sexual e espiritualidade. Organizações LGBT+ contestam abordagens que associam homossexualidade à “cura”, enquanto grupos religiosos veem no relato mais uma prova de que ninguém nasce gay, sendo experiências sexuais traumáticas e a referência negativa paterna uma das possíveis causas para o desenvolvimento da tração por pessoas do mesmo sexo.