Jottapê anuncia o fim da carreira no funk após conversão

O cantor e ator Jottapê anunciou o encerramento de sua trajetória no funk durante um evento da Netflix no último sábado (1), no estádio do Canindé, em São Paulo. Conhecido por interpretar MC Doni na série Sintonia, da Netflix, o artista de 24 anos comunicou a decisão ao público durante sua última apresentação no gênero.

“Eu tenho um anúncio a fazer, algumas pessoas aqui me acompanham nas redes sociais. Isso que vocês acabaram de ver aqui, família, foi a minha última apresentação no funk. Eu quero agradecer a todo mundo que me acompanhou até aqui”, declarou no palco.

Ainda na ocasião, o cantor relatou sua conversão religiosa e afirmou que buscava sucesso, mas sentia um vazio. “Por muito tempo, eu corri atrás de tudo, dinheiro, fama, e eu consegui tudo isso, mas eu tinha um vazio enorme dentro de mim que nada preenchia. E graças a Deus, hoje eu não tenho mais esse vazio”, afirmou.

Durante o evento, a esposa do artista, Estefany Boro, entregou-lhe uma faixa com a mensagem: “Não vivo mais eu, mas Cristo vive em mim”, que ele mostrou ao público.

O vídeo do anúncio ultrapassou 900 mil curtidas no Instagram, e diversas mensagens destacaram a decisão de Jottapê.

Mudança

No dia seguinte, o cantor publicou nos stories que ainda estava assimilando o momento e descreveu a experiência como “uma bênção”. “Eu confesso que a única coisa que eu tinha preparado era aquela faixa, e eu fiquei pensando: ‘O que será que eu falo nesse momento?’”, escreveu.

Ele também citou um trecho bíblico de Lucas 12:11-12, no qual Jesus diz que o Espírito Santo ensinaria o que deveria ser dito.

Em um vídeo publicado no YouTube, Jottapê e Estefany compartilharam detalhes sobre o processo de conversão do casal. Ele cresceu em um lar cristão, enquanto Estefany veio de uma família católica, mas afirmou que não frequentava a igreja com regularidade.

“Tinha coisas que já vinham me incomodando e coisas que estavam incomodando o Jota. Eu e ele sempre conversamos e chegou a um ponto que nós não estávamos bem e fomos para um culto. Ali mesmo a gente sentiu no coração de aceitar Jesus”, disse Estefany.

Segundo Jottapê, o casal iniciou reuniões de oração em casa e, após experiências que definiram como “extraordinárias”, decidiu se batizar e mudar de estilo de vida. “Antes, a gente começou a fazer células em casa e ali a gente foi dando abertura para o Espírito Santo e algumas coisas foram nos constrangendo”, explicou.

O cantor afirmou que passou a enxergar sua carreira e influência sob uma nova perspectiva. “Eu me perguntava: ‘Por que toda essa relevância?’. Hoje, a gente entende que é para falar de Jesus. Desde os talentos que Ele me deu, desde a atuação ao musical, então eu comecei a usar para passar mensagens bíblicas e futuramente eu pretendo usar meu talento musical para o Reino”, concluiu. Assista:

CBB realiza o maior evento da Igreja Batista até domingo

A Convenção Batista Brasileira (CBB), em conjunto com a Convenção das Igrejas Batistas Unidas do Ceará (CIBUC), promove a Semana Batista – 104ª Assembleia da Convenção Batista Brasileira, que ocorre no Centro de Eventos do Ceará, em Fortaleza (CE), entre os dias 29 de janeiro e 1º de fevereiro de 2025.

No dia 2 de fevereiro está programado um Evento Evangelístico, organizado pela Junta de Missões Nacionais da CBB, que terá lugar no Aterro da Praia de Iracema.

Antes da assembleia principal, a partir do dia 27 de janeiro, aconteceram encontros das organizações da CBB, reunindo pastores, músicos, educadores, jovens, esposas de pastores, diáconos e outros líderes para momentos de decisões estratégicas e capacitação.

O tema central da assembleia é “Anunciemos o amor gracioso”, com a divisa bíblica “Nisto conhecemos o amor: que Cristo deu a sua vida por nós” (I João 3.16a). A música tema do evento é “O Amor de Deus” (Logo Eu), composta por Rachel Novaes e Paulo Cesar Baruk.

O evento está sendo realizado no Centro de Eventos do Ceará, localizado na Avenida Washington Soares, 999 – Edson Queiroz, Fortaleza (CE). Para mais informações e atualizações, os interessados devem acompanhar as comunicações oficiais da CBB.

Sobre a CBB

A Convenção Batista Brasileira (CBB) é uma das principais denominações batistas no Brasil, com raízes que remontam ao final do século XIX. Sua história está intimamente ligada à chegada de missionários batistas dos Estados Unidos, que vieram ao Brasil com o objetivo de estabelecer igrejas e disseminar a fé batista.

Hoje, a Convenção Batista Brasileira é uma das maiores denominações evangélicas do Brasil, com milhares de igrejas filiadas e uma presença significativa em todas as regiões do país.

A CBB continua enfatizando a autonomia das igrejas locais, a importância do batismo por imersão e a autoridade das Escrituras. Além disso, mantém um forte compromisso com a missão, tanto no Brasil quanto no exterior, e com a formação de líderes através de seus seminários e instituições educacionais.

A CBB também está envolvida em diversas iniciativas sociais, incluindo assistência a comunidades carentes, defesa dos direitos humanos e promoção da justiça social, sempre baseada em sua interpretação dos ensinamentos bíblicos.

Tribo ouve de Jesus pela primeira vez e se entrega, diz missionária

Em uma de suas recentes viagens ao Quênia, a missionária americana Angi Magoulis compartilhou o Evangelho com uma comunidade tribal que nunca havia tido contato com a mensagem cristã.

O momento, registrado em vídeo e fotos, mostra Angi pregando com uma Bíblia nas mãos, auxiliada por um intérprete local, enquanto questiona se os ouvintes desejam se entregar a Jesus. Quase todos os presentes levantaram as mãos em resposta ao apelo, marcando o que a missionária descreveu como uma experiência transformadora.

“Foi a primeira vez que eles ouviram falar de Jesus. Eles amaram cada segundo ouvindo a Palavra de Deus”, relatou Angi em uma publicação no Instagram, no dia 17 de janeiro. Ela acrescentou: “Este momento faz tudo na minha vida valer a pena. Orem por mim. Nós levaremos o Evangelho para novas tribos”.

O vídeo, divulgado pela organização Revive, mostra Angi pregando sob árvores para um grupo atento, composto por membros da tribo que nunca haviam sido expostos ao cristianismo. A iniciativa recebeu elogios de outros missionários e internautas, incluindo pedidos de pessoas de países como Índia e Paquistão, onde comunidades enfrentam perseguições religiosas, para que Angi leve sua mensagem a essas regiões.

Povos não alcançados

De acordo com dados do Joshua Project, organização cristã dedicada ao estudo de grupos não alcançados, aproximadamente 3,39 bilhões de pessoas em todo o mundo ainda não têm acesso ao Evangelho. Esse número representa 42,5% da população global. Atualmente, existem 17.443 grupos de pessoas consideradas não alcançadas, sendo 49 deles no Brasil.

A definição de “povos não alcançados” é baseada em critérios estabelecidos por organizações missionárias. Segundo Marv Newell, missiologista da Missio Nexus, um grupo é considerado não alcançado quando não há igrejas, Bíblias disponíveis no idioma local ou crentes cristãos. Essas comunidades muitas vezes estão localizadas em regiões remotas, de difícil acesso geográfico, o que dificulta a disseminação do Evangelho.

Diante desse cenário, diversas organizações têm intensificado esforços para levar a mensagem cristã a regiões isoladas. O International Mission Board (IMB), por exemplo, está enviando 300 missionários para localizar e compartilhar o Evangelho com grupos não alcançados.

Muitos desses missionários são jovens, na faixa dos 20 anos, dedicados a pesquisar e estabelecer contato inicial com essas comunidades.

Um exemplo é o missionário Rees Morgan, que atuou na Guiné e viajou por oito países para pesquisar 12 grupos de pessoas. “Minha função é estabelecer o primeiro contato com essas comunidades, criando oportunidades para que igrejas locais e a Igreja global se envolvam a longo prazo, levando o Evangelho a elas”, explicou Morgan em entrevista ao IMB.

Outro casal em destaque é Campbell e Elizabeth Bach, que lideram uma equipe dedicada a compartilhar o Evangelho e plantar igrejas no Sul da Ásia, região considerada a maior concentração de pessoas não alcançadas.

“Há mais de 4 milhões de pessoas para cada missionário do IMB aqui. A necessidade de mais trabalhadores é imensa”, afirmou Campbell.

O impacto da missão

A experiência de Angi Magoulis no Quênia ilustra o impacto desses esforços missionários. Ao levar o Evangelho a uma tribo que nunca havia ouvido falar de Jesus, ela não apenas registrou as primeiras conversões, mas também destacou a importância de continuar expandindo o alcance da mensagem cristã. “Este é apenas o começo”, disse Angi. “Há muito mais a ser feito.”

Enquanto organizações e missionários continuam seus trabalhos em regiões remotas, o desafio de alcançar os 3,39 bilhões de pessoas que ainda não conhecem o Evangelho permanece uma prioridade global para a comunidade cristã.

'Deus fez milagre', diz mulher que voltou à vida após orações

Em 2019, Sandra Taylor, uma paciente submetida a uma cirurgia cardíaca para substituir uma válvula danificada, vivenciou uma recuperação considerada um milagre após complicações graves. A cirurgia, inicialmente considerada bem-sucedida, foi seguida por uma parada cardíaca inexplicável, deixando Sandra em estado vegetativo.

Após o incidente, os médicos lutaram para reanimá-la, mas o tempo prolongado sem oxigenação adequada reduziu drasticamente as expectativas de recuperação. Seu esposo, Daniel Taylor, descreveu o momento como “assustador” e emocionalmente devastador. “Provavelmente ela nunca mais voltaria. O corpo está lá, mas a pessoa não”, afirmou Daniel em entrevista à CBN News.

Sandra foi mantida em suporte de vida, e a equipe médica informou à família que as chances de sobrevivência eram mínimas. “Um dos médicos nos disse que não esperava que ela sobrevivesse. Fiquei muito deprimido, mas nunca perdi a fé no amor de Deus e no poder de Jesus”, relatou Daniel.

Diante do prognóstico desanimador, Daniel mobilizou familiares e amigos para orar pela recuperação de Sandra. “Eles estavam orando por ela. Tudo era realmente crítico naquele momento, e todos nos apoiaram, o que nos deu conforto”, relembrou.

Sinais de recuperação

Apesar das orações, os médicos mantinham uma perspectiva cautelosa, sugerindo que a família considerasse a possibilidade de interromper os tratamentos. “Foi muito difícil ouvir isso. Queríamos continuar, mas os médicos não encorajavam”, explicou Daniel.

No entanto, após dias de incerteza, Sandra começou a apresentar sinais de melhora. “Ela começou a identificar as pessoas com os olhos. Assim que as reconhecia, sorria. Foi quando a mandaram para reabilitação”, contou Daniel.

Uma das enfermeiras que acompanhou o caso expressou surpresa com a recuperação. “Trabalhei com pacientes na mesma condição, e eles não se recuperam. Só temos que agradecer a Deus por isso”, declarou, segundo a CBN News.

Daniel atribuiu a melhora de Sandra à intervenção divina. “Eles a chamavam de Sra. Lázaro porque ela voltou à vida. Eu sabia que as orações seriam respondidas. Graças a Deus”, afirmou.

Sandra, que se recuperou gradualmente, também creditou sua melhora a um milagre. “Eu acredito que é um milagre. Eu acredito que Deus fez isso por mim. O poder da oração me fez passar por isso”, disse.

O caso de Sandra Taylor continua a ser lembrado por familiares e pela equipe médica como um exemplo de recuperação extraordinária, destacando a fé e a esperança como elementos centrais na jornada de superação.

Arqueólogos encontram templo do período do Reino de Judá

Um grupo de arqueólogos anunciou a descoberta de um antigo templo na região de Tel Lachish, no sul de Israel, datado do período do Reino de Judá, há aproximadamente 2,7 mil anos. A revelação, feita pela Autoridade de Antiguidades de Israel, destaca a singularidade do achado, considerado um dos poucos exemplares de templos desse tipo no país.

O local, que remonta ao período do Primeiro Templo (1200 a 586 a.C.), está situado próximo à antiga cidade de Lachish, um importante centro administrativo e militar do Reino de Judá. A estrutura foi identificada como um espaço de culto, com características arquitetônicas que refletem práticas religiosas da época.

Dentro do templo, os pesquisadores encontraram evidências de atividades ritualísticas, incluindo um altar de pedra com chifres nas extremidades, descrito na Bíblia Hebraica como parte integrante dos altares de sacrifício. Além disso, marcas no piso e resíduos de cinzas sugerem a realização de cerimônias que envolviam oferendas.

Entre os artefatos descobertos estão fragmentos de cerâmica com inscrições em hebraico antigo, selos reais e estatuetas de divindades, indicando a influência de culturas vizinhas nas práticas locais. Os arqueólogos acreditam que o templo fazia parte de um complexo religioso maior, vinculado à administração do reino.

Exploração histórica

O sítio arqueológico foi inicialmente explorado na década de 1930 por uma expedição britânica, mas apenas escavações recentes, iniciadas em 2015, revelaram a extensão e a importância do local.

Os pesquisadores descobriram que o templo foi deliberadamente desmontado e soterrado no final do século VII a.C., possivelmente durante as reformas religiosas lideradas pelo rei Josias, que buscaram centralizar o culto em Jerusalém.

A descoberta oferece novos insights sobre as práticas religiosas e a organização política do Reino de Judá, além de reforçar a conexão entre evidências arqueológicas e relatos bíblicos. Com informações: Correio Braziliense.

'Verdadeira alegria': ex-muçulmana supera traumas ao ter Jesus

Lily Meschi, uma iraniana ex-muçulmana que se mudou para os Estados Unidos ainda jovem, compartilhou sua jornada de superação de traumas emocionais e abusos após encontrar refúgio na fé cristã.

Nascida em uma família muçulmana em Teerã, no Irã, Lily emigrou para Austin, no Texas, aos 18 anos, acompanhando o pai, que buscava melhores condições de vida em meio à deterioração econômica do país.

Aos 19 anos, seguindo as tradições culturais do islamismo, Lily aceitou um casamento arranjado com um imigrante iraniano 14 anos mais velho. No entanto, o relacionamento rapidamente se tornou abusivo. Em entrevista ao canal do YouTube Allie Stuckey, ela relatou que o marido a controlava de forma obsessiva, monitorando seu celular e acusando-a de infidelidade.

“Ele era muito ciumento e controlador. Certa vez, enquanto eu dormia, ele começou a me estrangular porque sonhou que eu estava com outro homem”, contou Lily.

A situação a deixou profundamente deprimida. “Eu me sentia presa, sem saída, em completa escuridão”, descreveu a ex-muçulmana. Foi nesse contexto que Lily teve seu primeiro contato com o cristianismo, por meio de um amigo imigrante iraniano que a visitou com um grupo cristão.

Durante o encontro, uma das mulheres do grupo lhe disse: “Lily, eu sei que você passou por muita coisa. Você sabia que, quando você vier a Cristo, todo o seu passado desaparecerá e você se tornará uma nova criatura?”.

Essas palavras ressoaram profundamente em Lily, que buscava um novo começo. Após estudar a Bíblia e refletir sobre os ensinamentos de Jesus, ela decidiu se converter ao cristianismo e foi batizada aos 19 anos. A mudança não se limitou a ela: seus pais também abandonaram o islamismo e abraçaram a fé cristã. Segundo Lily, seu pai teve uma visão espiritual, e sua mãe foi impactada durante uma visita a uma igreja.

Apesar de inicialmente permanecer no casamento, tentando perdoar o marido conforme os ensinamentos cristãos, Lily enfrentou resistência por parte dele. “Ele jogou minha Bíblia longe de mim quando me viu lendo”, relatou. Eventualmente, ela se separou do marido, afirmando que Deus a libertou daquele relacionamento abusivo.

Ministério de transformação

Hoje, Lily dedica sua vida a ajudar outras mulheres iranianas que enfrentam opressão e abusos semelhantes. Ela integra o Iran Alive Ministries, uma organização fundada em 2000 com o objetivo de transformar o Irã em uma nação cristã.

Através de transmissões via satélite e plataformas digitais, o ministério alcança cerca de 130 milhões de espectadores no Irã e em países vizinhos, promovendo o cristianismo e oferecendo apoio espiritual.

Lily atua como defensora dos direitos das mulheres, combatendo práticas como casamentos arranjados de jovens com homens mais velhos e denunciando normas sociais que perpetuam a injustiça.

“No Irã, as mulheres são tratadas como cidadãs de segunda classe. Elas são vistas mais como posses do que como pessoas”, explicou. Ela destacou ainda que, embora as mulheres possam frequentar universidades, muitas enfrentam dificuldades para encontrar emprego após a graduação. Além disso, o casamento é permitido a partir dos 13 anos no país.

O Iran Alive Ministries também mantém uma escola de treinamento online, com mais de 3.300 alunos atualmente matriculados, e já distribuiu mais de 100 mil Bíblias no Irã desde 2001. Segundo o ministério, o país abriga a comunidade evangélica que mais cresce no mundo, com mais de 115 mil decisões documentadas por Cristo nos últimos anos.

Futuro de esperança

Lily Meschi acredita que sua história pode inspirar outras mulheres iranianas a encontrar liberdade e propósito em Jesus Cristo. “Minha oração é que elas descubram a verdadeira alegria e abundância que eu encontrei”, afirmou.

Ela espera que, ao compartilharem seus próprios testemunhos, essas mulheres possam levar outras a experimentar a mesma transformação.

Através de seu trabalho no Iran Alive Ministries, Lily continua a combater preconceitos culturais e a promover uma mensagem de esperança e liberdade para mulheres no Irã e além. Sua jornada é um testemunho do poder da fé em superar traumas e abrir caminhos para uma vida plena e significativa. Com informações: God Reports

Jovem que teve o corpo queimado em terreiro celebra conversão

Isadora Paloschi, uma jovem de 24 anos, que teve 64% do corpo queimado durante uma cerimônia religiosa em um terreiro, relatou sua trajetória de superação e conversão ao cristianismo em um vídeo publicado no último domingo (26) pelo influenciador cristão João Cris.

O acidente com Isadora ocorreu no dia 19 de agosto de 2023, durante uma gira de exu e pomba gira, e deixou marcas profundas em sua vida física e espiritual.

No vídeo, Isadora detalhou os momentos críticos que enfrentou após o incidente. “Eu passei 45 dias internada, fiz 20 cirurgias e recebi 27 bolsas de sangue. Foi uma luta intensa, mas hoje vejo isso como uma história de vitória”, afirmou.

A jovem, que ainda sente dores devido à reconstrução da circulação nas pernas, destacou que as cicatrizes são lembretes de uma batalha vencida, informou o Guiame.

O acidente aconteceu quando um galão de álcool foi colocado em um caldeirão com fogo, causando uma explosão. “O fogo veio diretamente em mim. Fui a mais atingida”, explicou Isadora. Durante sua internação, ela enfrentou não apenas desafios físicos, mas também espirituais. “Eu passei por uma guerra espiritual muito grande no hospital. Satanás não queria que eu encontrasse o caminho de Cristo”, relatou.

Apesar de ainda frequentar o terreiro na época, Isadora visitou uma igreja em fevereiro para agradecer pelas orações que recebeu durante sua recuperação.

“Eu sempre dizia que qualquer oração era bem-vinda, independente da crença”, lembrou. Foi durante essa visita que ela ouviu uma mensagem que mudaria sua vida. Um pastor lhe disse: “A sua mão que foi usada de forma negativa, hoje vai ser usada para curar muitas pessoas pelo Espírito Santo. O seu testemunho vai para o mundo”.

Essas palavras marcaram o início de sua conversão. “Eu não sabia nada sobre Deus, não sabia orar, mas decidi dar um voto de confiança. Falei: ‘Deus, se o Senhor me quer, eu estou aqui’”, contou Isadora. Após o batismo, ela descreveu uma transformação profunda em sua vida.

“Quando entendi que o amor de Cristo não exige nada em troca, apenas minha fidelidade, tudo mudou. Não preciso oferecer galinhas ou galos, apenas meu amor”, afirmou.

Hoje, Isadora usa sua história para encorajar outras pessoas a seguirem Jesus. “Mesmo eu não conhecendo Deus, Ele já me amava. Ele me tirou de um lugar onde eu poderia ter perdido a vida. O escolhido não tem escolha”, concluiu, emocionada. Seu testemunho, compartilhado nas redes sociais, tem inspirado milhares de pessoas a refletirem sobre fé, superação e o poder do amor divino.

'Impacto Jovem' leva muitos a Cristo em evangelismo com curas

Milhares de jovens se reuniram no Parque Ibirapuera, em São Paulo, para um evento evangelístico promovido pela missão “Impacto Jovem” no último domingo, dia 26. A ação de evangelismo começou às 9h da manhã, contou com momentos de louvor, pregação e oração, resultando em diversas decisões por Cristo, testemunhos de cura e um clima de intensa espiritualidade.

A missão “Impacto Jovem”, conhecida por realizar eventos semelhantes em cidades como Belo Horizonte e Salvador, trouxe para a capital paulista mais de 150 missionários de diferentes estados do Brasil. Entre os preletores estavam os evangelistas Lucas Mendes e Ana Clara Ribeiro, que compartilharam experiências e mensagens inspiradoras em suas redes sociais.

“Hoje é um dia para celebrarmos Aquele que é o centro de tudo. Não se trata de fama, números ou reconhecimento humano, mas de glorificar Jesus”, afirmou Ana Clara em um post no Instagram. Ela também citou o versículo de Romanos 1:16: “Porque não me envergonho do evangelho, pois é o poder de Deus para a salvação de todo aquele que crê”.

Durante o evento, Lucas Mendes pregou sobre a importância de levar a mensagem do Evangelho a todos os lugares. “Jesus não veio para os sãos, mas para os doentes. Ele não veio para os justos, mas para os pecadores. E essa mensagem precisa ser levada às ruas, porque as ruas são o lugar onde as pessoas estão”, declarou.

Ele ainda reforçou: “Deus não desistiu de você. Não importa o que você fez ou onde você está, Ele ainda te chama de filho”.

Ana Clara, por sua vez, destacou o amor incondicional de Deus. “Muitos dizem que a Igreja não se importa com quem está fora, mas hoje estamos aqui para provar o contrário. Nós amamos porque Ele nos amou primeiro. E esse amor não é apenas palavras, é ação. É estar aqui, debaixo do sol, para dizer que Jesus vive e que Ele transforma vidas”.

Testemunhos de cura

Após as pregações, muitos participantes relataram experiências de cura e libertação durante o evangelismo. Um jovem que sofria de dores crônicas nas costas há anos, afirmou ter sido curado durante o momento de oração.

“Eu não conseguia nem me curvar direito, mas agora estou livre. Sinto que posso mover meu corpo sem dor. Glória a Deus!”, disse ele, visivelmente emocionado.

Outra participante, chamada Mariana, compartilhou sua história de superação. “Eu lutava contra a depressão e a ansiedade há muito tempo. Hoje, senti que Deus tocou meu coração e me libertou dessas cadeias. Eu me sinto nova, renovada”, declarou.

“Isso é a Igreja viva”

Lucas Mendes encerrou o evangelismo com uma mensagem de encorajamento. “Isso aqui é a Igreja viva. Não são paredes, não são templos, são pessoas que carregam a presença de Deus para onde vão. E essa presença transforma vidas, cura feridas e liberta os cativos. Não importa se é em um parque, em uma avenida ou em uma praça, o importante é que Jesus seja glorificado”.

O evento, que durou até as 16h, reuniu cerca de 2 mil pessoas e deixou um legado de esperança e renovação espiritual. A missão “Impacto Jovem” já planeja novas ações em outras cidades do país, com o objetivo de continuar espalhando a mensagem do Evangelho. Assista:

Bloco da Laje é acusado de blasfêmia ao erotizar a figura de Jesus

Um vídeo que circulou nas redes sociais no último domingo (26) registrou a performance de um artista durante o desfile do Bloco da Laje, coletivo carnavalesco de Porto Alegre, que gerou polêmica e acusações de blasfêmia entre os internautas.

O multiartista, como se autodenomina, realizou uma apresentação que fazia referência à figura de Jesus Cristo, utilizando elementos simbólicos e uma música de autoria do próprio bloco.

Durante a performance, o homem, vestindo uma coroa de espinhos nas cores da bandeira LGBT, posicionou-se entre duas árvores para ser visto pela multidão. Enquanto cantava a música “Pregadão”, que repete o refrão “Vamos tirar Jesus da cruz… Eu vou tirar Jesus da cruz”, ele removeu parte de suas roupas, ficando apenas de sunga.

Em seguida, o artista se lançou em direção ao público em uma pose que remetia à crucificação de Cristo, sendo carregado pela multidão, que reagiu com entusiasmo à apresentação.

A música “Pregadão”, utilizada pelo Bloco da Laje há alguns anos, faz alusão ao momento bíblico em que Jesus é crucificado no Calvário. O coletivo carnavalesco, que se define como uma expressão das celebrações populares, descreve sua proposta como “a festa da carne, do povo, dionisíaca, anárquica, libertadora, democrática, pública, horizontal e visceral”.

Críticas

A repercussão do vídeo nas redes sociais foi intensa, especialmente entre grupos cristãos, que manifestaram indignação com a performance. Um internauta comentou: “Já aconteceu isso uma vez, em Sodoma e Gomorra, já houve o dilúvio e mesmo assim a humanidade continua a zombar de Deus. A última volta de Jesus está próxima e tudo isso terá um fim”.

Outro usuário afirmou: “Vamos ver o deboche no dia do julgamento! Meu Jesus não tá na cruz, Ele é um Deus vivo”.

Além das críticas, houve questionamentos sobre a atuação de autoridades. Uma mulher postou: “Cadê o MP [Ministério Público] que não faz nada, STF [Supremo Tribunal Federal], senadores e deputados federais? Se fosse alguém de direita com Bíblia, vendedor ambulante iria preso”.

O Bloco da Laje, conhecido por suas performances provocativas e temáticas que desafiam convenções sociais, segue sendo um dos destaques do carnaval de rua de Porto Alegre, atraindo tanto admiradores quanto críticos por sua abordagem irreverente e questionadora. Assista:

Marcha Pela Vida reúne multidão e autoridades contra o aborto

A Marcha Pela Vida, realizada em Washington, D.C., na sexta-feira (24), reuniu milhares de pessoas, incluindo ativistas, políticos e pessoas contrárias ao aborto.

O evento, que existe há 52 anos, ocorreu apesar do frio extremo em Washington, D.C., com temperaturas em torno de -10ºC.

Com o tema “Vida: Por Que Marchamos”, a marcha contou oradores que compartilharam suas histórias pessoais, elogiaram a vida como “presente de Deus” e defenderam a proteção dos não nascidos.

Muitos deles também explicaram o motivo de suas convicções pró-vida, incluindo uma médica ex-abortista, que mudou de ideia após conhecer Jesus. A Dra. Catherine Wheeler, antes favorável ao aborto, agora é obstetra pró-vida.

Ela compartilhou como sua própria gravidez não planejada durante a faculdade de medicina a fez compreender gradualmente que, ao realizar abortos, ela estava “intencionalmente [ignorando]” um de seus pacientes, ou seja, o feto.

Wheeler disse que passou a conhecer o amor de Jesus e, após ter realizado abortos, agora defende a causa pró-vida.

“A vida é um milagre incrível e belo, e a graça de Deus está disponível para cada um de nós”, afirmou.

Proteger mulheres e bebês

A atual presidente da Marcha Pela Vida, Jeanne Mancini, que lidera a organização desde 2012, apresentou a nova presidente Jennie Bradley Lichter, que destacou a importância de proteger todas as mulheres e bebês.

Lichter, mãe de três filhos, advogada e defensora de longa data da santidade da vida, tem sido ativa no movimento pró-vida desde a infância.

“Vocês sabem que o desejo de um ser humano não determina o nosso valor. Sabem que é certo e bom defender as pessoas que são pequenas demais para se defenderem… mas ultimamente, muitas das vozes mais altas têm gritado a mentira de que as mulheres precisam ter acesso ao aborto”, disse Lichter.

“Eu os verei todos de volta aqui no próximo ano e em todos os anos até que toda mulher e todo bebê sejam amados e protegidos”, acrescentou.

Após as declarações do senador John Thune, de Dakota do Sul, o presidente da Câmara, Mike Johnson, se apresentou como um “produto de uma gravidez adolescente não planejada”, o primeiro dos quatro filhos de seus pais, e expressou sua gratidão pelo fato de seus pais terem escolhido a vida.

Johnson continuou destacando o trabalho do Congresso na defesa das liberdades fundamentais e as ações pró-vida da nova administração, incluindo o perdão de ativistas pró-vida concedido por Trump e sua definição de que a vida começa na concepção.

“A América é fundamentada na verdade autoevidente de que cada pessoa é feita à imagem de nosso Deus criador, e, portanto, cada pessoa tem dignidade e valor inestimáveis”, disse Johnson.

Em seguida, o governador da Flórida, Ron DeSantis, incentivou todos os presentes a “mostrar coragem na defesa dos não-nascidos” e compartilhou como seu estado derrotou uma medida pró-aborto em uma votação em novembro, apesar das informações enganosas da oposição e dos aproximadamente 120 milhões de dólares gastos pelo lado pró-aborto.

Com a derrota da medida em 5 de novembro de 2024, a Flórida se tornou o primeiro estado a rejeitar uma iniciativa pró-aborto desde a revogação de Roe v. Wade, ao lado de Nebraska e Dakota do Sul, na mesma noite.

DeSantis argumentou que defender o direito à vida não é uma má política e que ele próprio é prova disso, citando sua vitória na Flórida após a revogação de Roe v. Wade.

DeSantis, que é católico, assinou uma legislação em abril de 2023 que proíbe o aborto na Flórida assim que o batimento cardíaco do feto for detectado, o que acontece por volta das seis semanas de gestação.

“A santidade da vida não depende de resultados de pesquisas, não depende da direção do vento, é uma verdade duradoura e representa a base de nossa sociedade”, disse DeSantis.

Planned Parenthood

Lila Rose, presidente do grupo pró-vida Live Action, contagiou a multidão com sua energia e os lembrou de que “abolir o aborto é a causa dos direitos humanos mais importante do nosso tempo”.

Ao pedir o corte de verbas para a Planned Parenthood em favor dos centros de recursos para gravidez, ela enfatizou a importância não apenas da ação política, mas também da responsabilidade de cada pessoa pró-vida em conquistar os corações e mentes de outras, ajudando-as a compreender o valor inestimável da vida.

“Meus amigos, essa é metade da batalha: aparecer”, disse Rose.

“Todos vocês aqui, todos vocês têm o poder de mudar mentes, à mesa de jantar, nos campi, nos jogos de futebol, vocês podem mudar mentes. Vocês são a voz para aqueles que não têm voz. Lembrem-se, a ciência está ao nosso lado. A lei natural está ao nosso lado. A verdade está ao nosso lado.”

Beverly Jacobson, CEO da Mama Bear Care, compartilhou os desafios que ela e seu marido enfrentaram quando sua filha foi diagnosticada com Trissomia 18, uma condição cromossômica também conhecida como síndrome de Edwards.

Sua experiência a inspirou a reunir um “exército de mamães urso” para apoiar mulheres que estão passando por provas semelhantes, ajudando-as a entender que “seus filhinhos são presentes de Deus que merecem ser celebrados”.

Josiah Presley, um adotado que sobreviveu a uma tentativa de aborto malsucedida, destacou que toda vida humana é valiosa porque foi criada à imagem de Deus.

Nascido na Coreia do Sul, Presley foi adotado por uma família em Oklahoma após sobreviver à tentativa de aborto e, atualmente, serve como ministro estudantil na North Pointe Baptist Church em Edmond, Oklahoma.

“Hoje eu marcho porque, quando eu era invisível e desvalorizado, Deus tinha um plano diferente”, disse Presley, que nasceu com um braço deformado como resultado da tentativa de aborto.

“E hoje marchamos para declarar o que nosso Criador já declarou, que toda vida humana é valiosa porque é criada à imagem de Deus.”

Trump e Vance

Após essas palestras, o presidente Donald Trump enviou uma mensagem em vídeo pré-gravada para a Marcha pela Vida, na qual prometeu acabar com a “armação” da aplicação da lei contra os americanos pró-vida.

Ele destacou seu recente perdão a 23 ativistas pró-vida que haviam sido presos sob a administração Biden e acrescentou que, sob sua liderança, um Departamento de Justiça reformado investigaria ataques a igrejas e centros de apoio à gravidez.

Trump afirmou que sua administração estará ao lado das famílias e da vida, e elogiou os participantes da marcha por sua dedicação em criar uma sociedade que protege cada criança como um presente de Deus.

Encerrando as palestras principais, o vice-presidente J.D. Vance, que esteve presente pessoalmente, reforçou suas convicções pró-vida como pai católico e afirmou que a administração Trump continuará a apoiar políticas pró-vida.

Ele expressou seu desejo por uma sociedade pró-família, destacando que a verdadeira medida do sucesso nacional é a facilidade de criar uma família. Nesse contexto, Vance abordou a proposta da administração Trump de aumentar o crédito fiscal para crianças e o apoio ao Born-Alive Abortion Survivors Act.

“Deixe-me dizer de forma bem simples: eu quero mais bebês nos Estados Unidos da América”, disse Vance, recebendo aplausos.

“Eu quero mais crianças felizes em nosso país. E eu quero jovens homens e mulheres bonitas que estejam ansiosos para recebê-los no mundo e para criá-los. E é tarefa do nosso governo tornar mais fácil para os jovens pais e mães poderem ter filhos, trazê-los ao mundo e recebê-los como as bênçãos que sabemos que são aqui na Marcha pela Vida”.

A Marcha Pela Vida, realizada em Washington, D.C., na sexta-feira (24), reuniu milhares de participantes, incluindo ativistas, políticos e defensores da causa pró-vida. O evento, que completou 52 anos, ocorreu sob condições climáticas adversas, com temperaturas próximas a -10ºC.

Com o tema “Vida: Por Que Marchamos”, a marcha contou com discursos de diversos oradores que compartilharam experiências pessoais, defenderam a proteção dos não nascidos e enfatizaram a vida como um “dom divino”.

Entre os presentes, destacou-se a presença da Dra. Catherine Wheeler, uma ex-abortista que se tornou defensora da causa pró-vida após uma transformação pessoal e espiritual.

Wheeler, que atuava como médica realizando abortos, relatou como uma gravidez não planejada durante sua formação a fez repensar sua posição. “Eu estava intencionalmente ignorando um de meus pacientes: o feto”, afirmou.

Após conhecer o amor de Jesus, ela abandonou a prática e passou a defender a vida. “A vida é um milagre incrível e belo, e a graça de Deus está disponível para cada um de nós”, disse.

A presidente da Marcha Pela Vida, Jeanne Mancini, que lidera a organização desde 2012, passou o bastão para Jennie Bradley Lichter, a nova presidente. Lichter, mãe de três filhos e advogada, destacou a importância de proteger tanto as mulheres quanto os bebês.

“O desejo de um ser humano não determina nosso valor. Sabemos que é certo defender aqueles que são pequenos demais para se defenderem”, afirmou. Ela criticou a narrativa de que o acesso ao aborto é essencial para as mulheres e prometeu continuar a luta até que “toda mulher e todo bebê sejam amados e protegidos”.

Compromisso pró-vida

O presidente da Câmara dos Representantes, Mike Johnson, compartilhou sua história pessoal como filho de uma gravidez adolescente não planejada. Ele agradeceu a decisão de seus pais de escolher a vida e destacou as ações pró-vida da atual administração, incluindo o perdão a ativistas pró-vida concedido pelo ex-presidente Donald Trump. “A América é fundamentada na verdade de que cada pessoa é feita à imagem de Deus e, portanto, tem dignidade e valor inestimáveis”, disse Johnson.

O governador da Flórida, Ron DeSantis, também discursou, incentivando os presentes a “mostrar coragem na defesa dos não nascidos”. Ele citou a recente vitória no estado, que rejeitou uma medida pró-aborto em novembro de 2024, tornando-se o primeiro estado a fazê-lo desde a revogação de Roe v. Wade.

DeSantis assinou uma lei em abril de 2023 que proíbe o aborto após a detecção do batimento cardíaco fetal, geralmente por volta das seis semanas de gestação. “A santidade da vida não depende de pesquisas ou tendências. É uma verdade duradoura”, afirmou.

Lila Rose, presidente do grupo Live Action, destacou a importância de abolir o aborto como a principal causa dos direitos humanos da atualidade. Ela pediu o corte de verbas para a Planned Parenthood e o direcionamento de recursos para centros de apoio à gravidez. “Todos aqui têm o poder de mudar mentes. A ciência, a lei natural e a verdade estão ao nosso lado”, disse Rose.

Beverly Jacobson, CEO da Mama Bear Care, compartilhou sua experiência como mãe de uma criança com Trissomia 18, uma condição cromossômica rara. Ela enfatizou a necessidade de apoiar mulheres em situações semelhantes e celebrou a vida como um presente divino. “Seus filhinhos são presentes de Deus que merecem ser celebrados”, afirmou.

Josiah Presley, um sobrevivente de uma tentativa de aborto, também discursou. Nascido na Coreia do Sul e adotado por uma família nos Estados Unidos, ele destacou que toda vida humana é valiosa por ser criada à imagem de Deus. “Quando eu era invisível e desvalorizado, Deus tinha um plano diferente”, disse Presley, que nasceu com uma deformação no braço devido à tentativa de aborto.

O ex-presidente Donald Trump enviou uma mensagem em vídeo, prometendo proteger os ativistas pró-vida e investigar ataques a igrejas e centros de apoio à gravidez. Ele destacou o perdão concedido a 23 ativistas pró-vida e reafirmou seu compromisso com a causa. “Estamos ao lado das famílias e da vida”, disse Trump.

J.D. Vance, vice-presidente dos Estados Unidos, encerrou o evento com um discurso em que reforçou suas convicções pró-vida.

Pai católico, ele defendeu políticas que facilitem a criação de famílias, como o aumento do crédito fiscal para crianças e o apoio ao Born-Alive Abortion Survivors Act. “Quero mais bebês nos Estados Unidos. Quero mais crianças felizes e jovens pais e mães ansiosos para recebê-las”, afirmou Vance, recebendo aplausos da multidão.

A Marcha Pela Vida de 2025 reafirmou o compromisso de milhares de pessoas com a defesa da vida, destacando histórias pessoais, ações políticas e a importância de engajar a sociedade em prol da causa pró-vida. Com informações de O Globo.