Cristolândia: mulher abandona vícios e se entrega a Jesus

A história de Érika, uma viciada resgatada das ruas do Rio de Janeiro pela missão Cristolândia, é um exemplo da transformação promovida pelo programa de ressocialização.

Após anos como dependente química, ela foi acolhida pela missão há dois anos, momento em que começou sua jornada de superação. Ao longo desse período, Érika teve acesso a serviços essenciais, como a emissão de documentos, tratamentos médicos, odontológicos e oftalmológicos, além de concluir um curso profissionalizante de cuidadora de idosos.

Durante sua permanência na Cristolândia, Érika também experimentou a restauração de seus vínculos familiares, testemunhando o poder de Deus em sua vida e no relacionamento com seus entes queridos.

Foi nesse ambiente que ela foi discipulada e acompanhada, até reconhecer Jesus como seu Salvador e ser batizada. Esse testemunho de fé e superação foi compartilhado com a comunidade, com a missão publicando em dezembro de 2024 fotos e palavras de celebração em seu Instagram, destacando a nova vida de Érika.

O texto publicado diz: “Eis que tudo se fez novo! Celebramos essa verdade.”

A Cristolândia, como parte de seu compromisso com a transformação de vidas, tem como objetivo o apoio a pessoas em situação de dependência química, oferecendo uma abordagem integral que inclui cuidados físicos, emocionais, intelectuais e espirituais. O programa é estruturado em três etapas: abordagem social, desintoxicação e ressocialização.

A primeira fase oferece serviços como banho, refeições e distribuição de roupas, acolhendo os indivíduos que se dispõem a iniciar o processo de recuperação. Já a fase de desintoxicação oferece cuidados profundos, enquanto a ressocialização busca restaurar vínculos familiares e promover a reintegração social, com foco também na qualificação profissional.

A duração do programa pode variar, mas em média é de 24 meses, e a participação é sempre voluntária. A Cristolândia atua para oferecer uma chance de recomeço, como no caso de Érika, que retorna à sua família restaurada e com uma nova identidade em Cristo.

Satanista se rende a Cristo e é curada de câncer na garganta

O testemunho de Ivy Schmitz, uma satanista que passou por uma transformação espiritual e física, tem ganhado destaque nas redes sociais, especialmente no Instagram.

Diagnostica com câncer na garganta em 2011, Ivy era satanista na época e não acreditava em Jesus. No entanto, na véspera de uma cirurgia planejada para tratar sua condição, ela compartilhou uma experiência sobrenatural, afirmando que foi curada por Cristo, algo que relatou em sua publicação: “Conheci Jesus no hospital e Ele me curou completamente”.

Apesar de relatar esse encontro transformador, Ivy ainda enfrentava sintomas persistentes, como dores, inchaço e sensação de aperto na garganta, o que a fazia sentir-se sufocada.

Ela descreveu a sensação como se estivesse constantemente usando uma blusa muito apertada ou como se alguém tivesse a mão em volta de seu pescoço. Além disso, devido à dor extrema, ela não conseguia ser abraçada adequadamente pela filha. Por mais de 12 anos, Ivy lidou com essas limitações e desconfortos físicos.

O cenário começou a mudar quando, em um evento na igreja, Ivy compartilhou um novo testemunho de sua cura total. “Agora, eu posso apertar meu pescoço e não consigo fazer isso há quase 12 anos”, disse ela, emocionada. Ela atribuiu sua cura diretamente ao toque de Jesus, expressando gratidão pela libertação da dor que a acompanhou por tanto tempo.

“Deus é tão bom. Depois de 12 anos, estou livre dessa dor. Nunca pare de acreditar em Jesus e continue orando. Ele sempre cumpre suas promessas. Sou muito grata”, afirmou.

O testemunho de Ivy foi compartilhado pelo perfil “The Jesus Journey” no Instagram, que enfatizou o poder da cura divina, afirmando que Jesus ainda realiza milagres nos dias de hoje. Na legenda do post, a organização escreveu: “Jesus ainda cura hoje. Oramos por esta preciosa filha amada para que ela recebesse o batismo do Espírito Santo e ela foi curada sem que nem mesmo orássemos por cura”.

Cristãos desafiam o Talibã com distribuição de Bíblias em mp3

Recentemente, uma missão humanitária no Afeganistão distribuiu mais de 3.000 dispositivos mp3 contendo Bíblias e devocionais em áudio, em uma ação de grande coragem e estratégia.

Os aparelhos foram doados pelas organizações Forgotten Missionaries e Keys 4 Kids Ministries, que, mesmo diante dos riscos de punições severas impostas pelo Talibã, conseguiram levar a Palavra de Deus para diversas regiões do país.

Desde o retorno do Talibã ao poder, em 2021, os cristãos no Afeganistão enfrentam severas restrições. A pregação do Evangelho e a distribuição de Bíblias foram proibidas, tornando-se atos de risco para aqueles que ousassem desobedecer às ordens do regime.

Em resposta a essa opressão, missionários se organizaram para criar uma estratégia alternativa de evangelização: a distribuição de mp3 discretos, com o conteúdo da Bíblia e mensagens cristãs, buscando atingir os corações dos afegãos sem levantar suspeitas.

Ação ousada

O projeto teve início há dois anos e exigiu grande criatividade e coragem. Em entrevista ao Mission Network News, o missionário Nehemiah compartilhou a alegria da equipe ao ver a receptividade da população local. “Os afegãos estão ouvindo a Bíblia e encontrando esperança em Jesus, mesmo em meio às trevas que tomaram o país”, afirmou Nehemiah.

Vários relatos de transformação têm sido compartilhados. Um vendedor de tapetes, que também era chefe de uma tribo, recebeu um dos mp3 com as Escrituras em áudio. Durante a escuta, ele se emocionou profundamente.

“Enquanto ouvia sobre Jesus, lágrimas caíram dos seus olhos”, contou Nehemiah. Sob o domínio do Talibã, o vendedor havia presenciado a morte de amigos e familiares que questionaram o regime islâmico. No entanto, ao ouvir a mensagem de Cristo, encontrou um novo sentido de esperança e conforto. O homem pediu mais aparelhos mp3 para distribuir entre os membros de sua família, o que gerou uma abertura para a evangelização de uma tribo inteira. Nehemiah ressaltou: “O que começou como uma simples conversa no mercado agora se tornou uma porta aberta para uma tribo inteira.”

Apesar do contexto de opressão, os missionários afirmam que Deus está operando poderosamente no país, onde a escuridão e o medo predominam.

O povo afegão, além de enfrentar a repressão do Talibã, também sofre com a pobreza e a fome, agravadas pela crescente presença de grupos extremistas. “É alarmante ver esses grupos se expandindo rapidamente, com o recrutamento de crianças para lutar contra o Talibã”, observou Nehemiah.

Diante dessa realidade, o missionário pediu orações para que os afegãos possam conhecer a Cristo através das bíblias em mp3, e pela proteção dos missionários que continuam atuando no país. “Que o Senhor continue a manifestar Sua soberania, mesmo nos lugares mais difíceis. O Evangelho não pode ser silenciado”, declarou Nehemiah.

O retorno do Talibã ao poder, em 2021, não foi apenas uma mudança política, mas um desastre iminente para a pequena comunidade cristã do Afeganistão. Thomas Muller, pesquisador da Portas Abertas, documentou as graves consequências para os cristãos no país.

“O Talibã passou a impor uma interpretação rígida da lei Sharia, onde a conversão ao cristianismo é considerada um crime capital”, relatou Muller. Cristãos começaram a ser perseguidos, com relatos de prisões, torturas e execuções. Muitos afegãos, incluindo cristãos e outras minorias religiosas, fugiram para países vizinhos em busca de segurança.

Mãe se converte após filha com 'buraco' no coração ficar curada

Na Bolívia, uma mãe tomou uma decisão transformadora após a missão Samaritan’s Purse realizar uma cirurgia cardíaca crucial para sua filha. Yudith relatou que sua filha, Nihan, nasceu com uma condição cardíaca grave: um buraco no coração, que ao longo do tempo se agravou, resultando em um diagnóstico de sopro cardíaco.

A condição de saúde da menina causava imensa dor à mãe, que afirmou: “Não há experiência que corte mais o coração de uma mãe do que a de ver um filho doente”.

Quando Nihan completou 5 anos, as dificuldades aumentaram, e ela começou a sentir sérias dificuldades até para caminhar pequenas distâncias devido à baixa resistência do seu coração. Seu irmão mais velho, Reynaldo, frequentemente a carregava no colo para ajudá-la. “Foi difícil vê-la ficando cada vez mais fraca”, recordou Yudith.

Foi então que o Children’s Heart Project (Projeto Coração Infantil), uma iniciativa da Samaritan’s Purse, soube do caso de Nihan e se dispôs a realizar a cirurgia cardíaca que ela tanto necessitava. Inicialmente, Yudith ficou apreensiva em viajar para um país desconhecido com pessoas que não conhecia. Porém, a equipe do projeto a tranquilizou, compartilhando histórias de outras famílias que haviam passado por situações semelhantes.

Ação sobrenatural

“Para mim, é um milagre que Deus tenha enviado vocês para nos ajudar”, disse Yudith, emocionada com o apoio recebido. Como a família de Yudith depende da venda de vegetais na região para sobreviver, eles não tinham condições financeiras para arcar com os custos da cirurgia.

Após a operação, realizada no Caribe, Yudith e Nihan aguardaram ansiosamente em sua casa, na Bolívia, enquanto a avó Clara e o irmão oravam pela recuperação de Nihan. Durante o procedimento, Yudith também orava, confiando que Deus guiaria a situação.

O médico, ao examinar a menina após a cirurgia, declarou que Nihan poderia correr e brincar sem restrições. “Agora, ela tem muito mais energia. Ela está em constante movimento, querendo ser ativa”, contou Yudith, visivelmente aliviada.

Nihan, com a saúde restabelecida, declarou: “Eu me sinto bem, estou curada”. Alguns dias depois, movida pela gratidão e pela experiência de fé, Yudith decidiu aceitar Jesus como seu Salvador e foi batizada em uma praia local. Em seu testemunho, ela compartilhou: “Eu reconheci uma mudança em mim mesma, que estou confiando em Deus não importa a circunstância. Eu posso confiar Nele, não importa o que esteja acontecendo na minha vida.”

Enquanto lia a Bíblia com a ajuda de um intérprete, Yudith memorizou alguns versículos e expressou o desejo de voltar para casa: “Estou ansiosa para voltar para casa, não só para me reunir com a família, mas para compartilhar meu testemunho com eles. Quero compartilhar com a família o que estou aprendendo aqui”.

Moçambique: crianças evangelizam pais e os levam à igreja

O trabalho missionário em Moçambique tem sido uma importante ferramenta de transformação social e espiritual, especialmente por meio do Projeto Abel, que faz parte da Missão Mãos Estendidas (MME).

A iniciativa, que começou modestamente sob uma árvore, cresceu significativamente, resultando na construção de um templo e na implantação de novas igrejas na região. O pastor Timóteo Mateus, responsável pelo projeto em Moçambique, relatou que o projeto tem se tornado um exemplo na cidade e até mesmo na província, com o aumento tanto no número de crianças atendidas quanto na qualidade do atendimento oferecido.

Em entrevista, o pastor Timóteo compartilhou como o Evangelho está impactando a vida das crianças e suas famílias: “Através das crianças, alcançamos a família e Jesus é glorificado na família”.

Ele explicou que, inicialmente, as crianças do projeto não tinham perspectivas de futuro, mas a ajuda proporcionada pela igreja tem gerado transformações significativas na vida delas. Muitas delas agora têm sonhos de se tornar engenheiros, médicos e advogados, o que, segundo Timóteo, só é possível graças ao apoio e à visão da MME.

Além de seu trabalho espiritual, o projeto também desenvolve atividades sociais, como a distribuição de cestas básicas e a melhoria de moradias, com recursos provenientes dos próprios membros da congregação. Segundo Timóteo, toda a igreja está envolvida nessas ações, e o impacto tem sido tão grande que o projeto atraiu a atenção de autoridades locais, como o governo distrital e provincial.

No entanto, o pastor também ressaltou as dificuldades enfrentadas na região devido ao contexto socioeconômico. Ele destacou que, em Moçambique, muitas pessoas lutam para garantir o básico, como a alimentação, e que pregar o Evangelho exige um esforço significativo. No entanto, para ele, o foco está no Evangelho de Jesus Cristo, que oferece uma solução para as dificuldades enfrentadas pela comunidade.

Ao final da entrevista ao Guia-me, Timóteo comentou sobre a “guerra espiritual” que ele e sua equipe enfrentam, mas destacou que, com oração, meditação na Palavra de Deus e aconselhamento com outros líderes experientes, tem sido possível superar os desafios diários e continuar o trabalho missionário com fé e determinação.

Morte de jovem evangélica leva pastor a defender pena de morte

O crime que culminou com o assassinato brutal da jovem Natany Alves, no Ceará, motivou um protesto contundente do pastor Renato Vargens, que lamentou que a Constituição no Brasil não permita a pena de morte.

Natany Alves foi abordada por três homens enquanto estava em seu carro, estacionado nas proximidades da igreja que ela frequentava em Quixeramobim, no interior do Ceará.

Ao tentar escapar dos criminosos, a jovem foi impedida de sair pela porta do passageiro, sendo levada à força para um matagal, onde os suspeitos, em uma reação ao que alegaram ser uma tentativa de resistência por parte da vítima, a assassinaram apedrejada.

Renato Vargens usou o X para expressar sua indignação com o caso: “O assassinato de uma menina de 20 anos no Ceará chocou o país. A moça, que era evangélica, foi morta de forma cruel e impiedosa por homens maus. Pena que no Brasil não existe pena capital, porque esses caras, devido ao crime cometido, deveriam pagar com suas próprias vidas”, desabafou, referindo-se à pena de morte.

A situação fora de controle na segurança pública em todo o país vem permitindo o aumento de casos extremos, pontuou o pastor:

“Semana passada assassinaram um ciclista em São Paulo, nesse domingo mataram friamente uma menina de 20 anos no Ceará, enquanto isso no Brasil a justiça segue tratando bandido como coitadinho e vítima da sociedade. Definitivamente a impunidade é uma das razões do porque a violência se multiplica no país”, concluiu.

Pastor lamenta que Brasil não tenha pena de morte após morte de jovem evangélica
Publicações do pastor Renato Vargens no X sobre o caso Natany Alves

Ao renunciar à Bola de Neve, Denise Seixas se dedicará à família

Com a morte de Rinaldo Luiz de Seixas Pereira, mais conhecido como Apóstolo Rina, em novembro do ano passado, a Igreja Bola de Neve se viu diante de um conflito pela sucessão da sua liderança, tendo como figura principal no centro dessa questão a viúva do líder religioso, Denise Seixas.

Co-fundadora da Bola de Neve, Denise ocupava o posto de vice-presidente da instituição, algo que, em sua avaliação, lhe dava o direito de assumir a liderança da igreja. No entanto, através de uma publicação feita por ela nas redes sociais, a pastora resolveu abrir mão desse direito.

“Carta à amada e preciosa igreja de Jesus Cristo, Bola de Neve Church. Começo essa carta, dizendo que hoje, cuidar da minha família é prioridade nesse momento”, inicia o texto de Denise, publicado no Instagram.

Segundo a co-fundadora da Bola de Neve, a sua decisão de abrir mão da liderança da igreja foi colocada diante de Deus, algo que lhe deu a confirmação necessária para tomar essa medida.

“Eu, Denise Seixas, pastora, viúva do Ap. Rinaldo Seixas, após período de oração e jejum, busquei uma direção da parte do nosso único Senhor e Salvador Jesus Cristo.

A qual pertence toda Glória, Honra, Poder e Majestade”, continua o texto.

Entendimento comum

Em seu comunicado, Denise Seixas também informou que a decisão de não querer assumir a liderança da igreja foi tomada, também, em comum acordo com a cúpula da instituição.

“Decidi em comum acordo com a diretoria e conselheiros da igreja, renunciar o cargo de presidente interina e vice presidente, permanecendo como co-fundadora da instituição. Também foi acertado que em 60 dias deverá ser convocada eleição dos membros da diretoria”, informou ela.

Por fim, a pastora encerrou o seu comunicado declarando a sua fé na providência divina, deixando claro que apenas Deus é o Senhor da Igreja, e não os seres humanos.

“Com a clareza que Jesus Cristo é soberano, DONO da igreja e Seu Supremo condutor, seguimos confiando que Ele guiará esse tempo. Ele tem o controle e o poder de todas as coisas em Suas mãos”, finaliza. Confira:

Reforma de igreja medieval revela ‘tesouros’ históricos

Uma escavação na igreja medieval de Santa Maria, localizada em Gardelegen, no norte da Alemanha, resultou na descoberta de mais de 1.000 artefatos, alguns dos quais datam da fundação do templo no século XIII.

As escavações começaram em junho de 2022 e se estenderam até setembro de 2023, abrangendo uma área de 145 metros quadrados e atingindo uma profundidade de aproximadamente 40 centímetros.

Entre os achados, destacam-se 679 moedas ou fragmentos de moedas, além de itens variados como alfinetes de vestido, fechos de livros, cerâmica, ossos de animais, cacos de vidro, pregos de ferro, vestígios de plantas, pinças e contas. Uma descoberta peculiar foi uma estatueta de macaco de bronze com oito centímetros, encontrada na nave da igreja.

A figura retrata o animal segurando um chifre nos lábios, gerando interpretações divergentes entre especialistas sobre se ele estaria bebendo ou soprando um instrumento musical.

O Escritório Estadual de Gestão do Patrimônio e Arqueologia informou ao Archaeology News que representações de macacos eram comuns em igrejas medievais. “Eles são frequentemente mostrados jogando jogos de tabuleiro, fazendo música, imitando humanos ou enredados em cipós e laços.

Durante o final da Idade Média, eles eram cada vez mais considerados criaturas demoníacas e caricaturas de comportamento humano pecaminoso e imoral”, afirmou o órgão.

Gardelegen, situada na Saxônia-Anhalt, foi fundada no século X e preserva construções históricas, como um hospital de 1285. A cidade, que conta com uma igreja católica e três evangélicas, enfrentou períodos conturbados ao longo da história, incluindo os conflitos da Guerra dos Trinta Anos.

Durante a Segunda Guerra Mundial, a região foi palco do massacre de mais de 1.000 prisioneiros de campos de concentração, organizado pela SS nos arredores da cidade, conforme informado pelo The Christian Post.

Google recua no progressismo e deixa de promover agenda LGBT

O Google removeu de seu aplicativo Google Agenda diversos eventos culturais, incluindo o Mês da História Negra, o Mês do Orgulho LGBTQIA+, o Mês da História das Mulheres e o Dia da Memória do Holocausto.

A empresa justificou a decisão afirmando que gerenciar manualmente “centenas de momentos globalmente não era escalável ou sustentável”. Como alternativa, os usuários podem adicionar manualmente esses eventos ao seu calendário.

Além disso, em janeiro de 2025, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, assinou a Ordem Executiva 14172, que instrui a renomeação do Golfo do México para “Golfo da América” nas documentações federais.

Em conformidade com essa ordem, o Google atualizou seu serviço de mapas para refletir a mudança: usuários nos EUA veem “Golfo da América”, enquanto no México permanece “Golfo do México”; em outras regiões, ambos os nomes são exibidos.

A decisão gerou reações internacionais, incluindo uma carta da presidente do México, Claudia Sheinbaum, ao CEO do Google, Sundar Pichai, solicitando a manutenção do nome “Golfo do México” nos mapas, argumentando que o nome é reconhecido internacionalmente desde o século XVII.

Essas ações ocorrem em um contexto mais amplo de empresas de tecnologia recuando de suas práticas progressistas de diversidade, equidade e inclusão, especialmente após diretrizes do governo Trump.

Convenção Batista cobra Congresso corte de verbas para aborto

A Comissão de Ética e Liberdade Religiosa da Convenção Batista do Sul (SBC) iniciou uma campanha pressionando o Congresso dos Estados Unidos a cortar o financiamento federal destinado à Planned Parenthood, o maior provedor de serviços de aborto do país.

O presidente da comissão, Brent Leatherwood, afirmou ao The Christian Post que a estratégia está centrada na utilização do processo de reconciliação, que permite aprovar medidas com uma maioria simples no Senado, atualmente dominado pelos republicanos.

Leatherwood destacou que a posição dos republicanos é clara quanto ao mal causado pela Planned Parenthood, mencionando os milhões de abortos realizados e o impacto nas mães vulneráveis.

Ele ressaltou que, com o controle da Câmara dos Representantes, do Senado e da Casa Branca pelos republicanos, agora seria o momento ideal para cumprir a promessa de desfinanciar a organização, garantindo que os recursos públicos não sejam destinados a essas atividades.

Líderes e membros da SBC, tanto passados quanto presentes, estão comprometidos em apoiar a campanha. A estratégia inclui contactar comitês chave, como o Comitê de Energia e Comércio e o Comitê de Orçamento, para pressionar por essa mudança. A ideia central é acabar com os fundos anuais destinados à Planned Parenthood, visando reduzir o custo para os contribuintes e, ao mesmo tempo, honrar as promessas feitas durante a campanha republicana.

Nos últimos 20 anos, legisladores e ativistas pró-vida tentaram, sem sucesso, remover uma parte significativa do financiamento federal que a Planned Parenthood recebe. Por outro lado, críticos da medida, como Nancy Northup, presidente do Center for Reproductive Rights, argumentam que cortar esse financiamento comprometeria a saúde das mulheres.

Northup classificou os esforços para desfinanciar a organização como uma “cruzada imprudente e politicamente motivada contra os cuidados de saúde das mulheres”.

Apesar das críticas, Leatherwood questionou a real eficácia da Planned Parenthood em fornecer serviços de saúde que não envolvem o aborto. Ele citou um artigo do New York Times, publicado em um sábado, que detalhou alegações contra a qualidade do atendimento prestado por clínicas afiliadas à Planned Parenthood.

O artigo revelou que muitas dessas clínicas enfrentam sérias dificuldades operacionais, incluindo equipamentos antiquados e equipes mal treinadas devido à alta rotatividade, o que resultou na queda no número de pacientes atendidos.

Leatherwood reiterou sua posição de que a principal preocupação da Planned Parenthood é o aborto, e que outros serviços médicos são secundários. Ele defendeu que a principal prioridade deve ser proteger as mães e crianças, e que a desfinanciação da organização seria a melhor forma de proteger vidas no Congresso.