Apostasia é igreja cheia com 'falsas doutrinas e falsos pastores'

A percepção de muitos cristãos é de que a volta de Jesus Cristo à Terra nunca esteve tão próxima, tendo em vista os sinais proféticos no mundo atual. Um deles, segundo o pastor Paulo Júnior, é a apostasia.

É um erro, porém, achar que apostasia significa igrejas fechadas. Não se trata da falta de interesse das pessoas nas coisas de Deus, mas sim do engano ao qual serão submetidas, segundo o pastor.

“Apostasia nas igrejas é quando houver o abandono da verdade para viver a mentira. O engano vai reinar. Apostasia não é ver igrejas vazias, pelo contrário, as igrejas estarão cheias e as pessoas viverão falsas doutrinas com falsos pastores”, explica o teólogo.

O engano, nesse caso, pode ser entendido por doutrinas que negam a inerrância da Bíblia, bem como distorcem seus ensinamentos, por exemplo, como na questão da sexualidade e família.

Outra forma de engano pode ser entendida pela substituição do culto a Deus pelo culto ao homem e às ideologias, algo visto em teologias setoriais como a da prosperidade e a do liberalismo teológico.

“Haverá falsas pregações e falsos cristãos por toda parte”, diz Paulo Júnior, lembrando que a Bíblia previu esses acontecimentos. “As pessoas darão ouvidos a espíritos enganadores e doutrinas de demônios, conforme 1 Timóteo 4”.

Desmoralização

Para o pastor Júnior, diferentemente do passado, quando tínhamos conhecimento dos sinas proféticos que nos davam a certeza da volta de Jesus, como guerras, fome e doenças, o mundo atual vivencia os sinais da iminência dessa volta.

“Estamos vendo a corrupção do gênero humano, blasfêmias, abusos e orgias”, diz ele, mostrando que o retorno de Cristo se dará em um contexto semelhante ao do mundo antes do dilúvio. “Isso é um sinal da iminência da volta de Jesus. Estamos vendo a abolição da verdade e da lei, tudo se tornando uma anarquia”. Assista:

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Teólogo rebate visão 'odienta' de pastora sobre regular igrejas

A perseguição religiosa aos cristãos existe desde o início da Igreja, mas conforme o tempo passa, essa realidade parece estar surgindo entre os que se dizem seguidores de Cristo, por exemplo, através de pedidos para que as igrejas sejam reguladas pelo Estado, algo que só existe em regimes autoritários, como no comunismo chinês.

Foi para rebater essa visão de regulação estatal das igrejas que o pastor, teólogo e professor Guilherme de Carvalho publicou um artigo no jornal Gazeta do Povo, a fim de expor os erros conceituais de Lusmarina Garcia, definida por ele mesmo como uma “pastora luterana e militante do PT”.

Segundo Carvalho, Lusmarina publicou uma carta pública recentemente, com o objetivo de fazer uma reclamação quanto “ao desinteresse de Lula pelos evangélicos progressistas, e especialmente aqueles ligados ao movimento ecumênico”, do qual ela faz parte, uma vez que integra o “Conselho Nacional de Igrejas Cristãs do Brasil (Conic), uma organização ecumênica que existe a reboque do progressismo nacional e global, com pouquíssimo interesse pela ortodoxia cristã”.

A queixa de Lusmarina, segundo Guilherme de Carvalho, se deu em face a uma “autorização para que o Ministério do Desenvolvimento assinasse um protocolo para que igrejas em contextos periféricos mediassem benefícios sociais”.

Tais igrejas são, na prática, denominações em sua maioria pentecostais, como a Assembleia de Deus, e também neopentecostais, que no Brasil atual se divide em inúmeras nomenclaturas independentes.

Essas instituições costumam ter muita capilaridade em comunidades periféricas, onde o serviço público é precário. Nesses lugares, onde a pobreza e problemáticas sociais como o abuso de drogas, desemprego, violência e exploração sexual estão presentes, as igrejas em sua maioria levam uma mensagem de esperança e transformação para a população.

Ao tratar dessas instituições, porém, Lusmarina se referiu a elas de forma estereotipada, generalista e em tom preconceituoso, atribuindo a elas a pregação do “fundamentalismo” ligado à “ultradireita”. Assim ela escreve, segundo reprodução da Gazeta:

“O discurso [dessas igrejas] é formatado a partir do capitalismo (Teologia da Prosperidade e anticomunismo), do patriarcalismo (que se traduz em compreensões e práticas de submissão das mulheres e degrada-se, não raro, em misoginia e em diferentes formas de violência), da intolerância com respeito às diferenças (seja ela religiosa, comportamental, política ou de gênero), da branquitude (a matriz do pensamento é racista, embora num contexto de maioria negra, como o Brasil, o discurso tenha sido adaptado)”.

Crítica

Para Guilherme de Carvalho, a visão de Lusmarina “é inequívoca, e traduz de forma transparente a opinião das esquerdas sobre igrejas e lideranças evangélicas: elas seriam ‘fundamentalistas’ (no dialeto da elite, fundamentalista é o evangélico típico que leva a Bíblia a sério, independentemente da qualidade de sua vida intelectual ou de sua inteligência social)”.

“A generalização da pastora Lusmarina é exagerada, preconceituosa e odienta. É menos análise crítica e muito mais aquele típico preconceito de classe média secularizada contra as massas religiosas”, completa o teólogo.

Segundo Carvalho, a autora da carta sugere como possível solução do que seria um problema de cunho social, a regulação das igrejas pelo Estado, pauta essa que foi levantada, também, pela jornalista Eliane Cantanhêde, da GloboNews, dias atrás.

Lusmarina, de fato, sugere a criação de uma espécie de grupelho especial de “iluminados” da área teológica, para que este atue como um filtro do que deva ser considerado ou não um legítimo pensamento cristão. Isto, para a ilustre acadêmica, é necessário para que o “fundamentalismo” seja combatido.

“Não me parece que haverá efetividade em uma campanha de comunicação direcionada aos evangélicos e às evangélicas se os conteúdos fundamentalistas não forem enfrentados. E para enfrentá-los, é preciso incorporar teólogos e teólogas que tenham a capacidade de elaborar argumentos bíblico-teológicos que promovam a releitura do arcabouço conceitual”, defende.

Surpreso, Guilherme de Carvalho comenta: “Ou seja: o Estado deveria assumir o controle do conteúdo da formação teológica dos pastores evangélicos, autorizar (ou não) e fiscalizar a atividade pastoral, e assim autorizar ou impedir a abertura de novas igrejas. Realmente… inacreditável.”

“O que a pastora recomenda, naturalmente, é uma brutal inconstitucionalidade, agravada por ser a religiosa uma acadêmica do Direito”, ressalta o pastor, que conclui fazendo a seguinte colocação:

“A proposta indecente demonstra, de modo cabal, que há na esquerda brasileira, incluindo a esquerda ‘evangélica’, uma vontade totalitária, de controlar e de ‘consertar’ o discurso e a teologia das igrejas, de modo a alinhá-la com o projeto hegemônico progressista. Lusmarina, militante desde 1987, sempre foi algo mais do que uma teóloga e pastora; revelou-se uma agente de conversão ideológica, empregando conexões religiosas como plataforma de interferência política no imaginário da comunidade cristã.”

Ex-gay faz relato impactante de superação das drogas e da prisão

O testemunho da ex-gay Edna Gooch é mais uma demonstração contundente do quanto Deus pode resgatar vidas que já pareciam destruídas, mesmo em locais tão improváveis como dentro de uma prisão. Foi nesse lugar onde ela encontrou o amor necessário para superar o vício em drogas e a homossexualidade.

Os traumas de Edna começaram a ser construídos na infância. Ela via o seu pai, viciado e alcoólatra, agredir sua mãe e também a si mesma. “Eu ouvia minha mãe gritar e então ele batia nela. Quando ele ficava com raiva dela, ele me atacava e gritava comigo”, disse ela.

A relação traumática com o pai, fez com que Edna se sentisse abandonada. Ela não tinha os cuidados necessários, como filha, e por isso não se sentia amada, o que tornou o seu pai uma figura afetivamente ausente.

“Eu só queria que ele fosse o pai, que me amasse como se eu fosse sua filha. Eu simplesmente não me senti amada. Eu senti que não conseguiria organizar minha vida”, disse ela à CBN News.

Consequências

Em decorrência dos problemas familiares, Edna passou a desenvolver sintomas de adoecimento emocional, sendo um deles o consumo de álcool, e isto com apenas 9 anos, portanto, enquanto ainda era apenas uma criança.

“Eu era alcoólatra. Eu bebia todos os dias. Eu iria para a escola bebendo bebidas destiladas”, disse ela, lembrando que foi a partir daí, entrando na adolescencia, que ela passou a desenvolver a sua homossexualidade. “Achei que era amor, atenção, me fez sentir como se alguém se importasse comigo. Eu estava muito confusa”, revelou.

Após o fim do Ensino Médio, Edna entrou para o tráfico de drogas sob a tutela do próprio pai. Foi com ele que ela passou a vender crack e também a se drogar, até se perder totalmente.

“Comecei a usar a tal ponto que perdi totalmente o controle. Eu simplesmente não me importava mais com a vida. Eu não conseguia trabalhar, bebia até desmaiar e comecei a usar meu próprio estoque de cocaína”, conta.

Restauração

Como a maioria das pessoas que entram para o crime e nas drogas, Edna foi parar na prisão aos 41 anos, após ser condenada a 10 anos de detenção por tráfico. Mas, foi também nesse lugar que Deus a resgatou.

Isso, porém, requereu uma iniciativa da sua parte: ela aceitou o convite para participar de um culto no presídio, após oito anos já estando presa, sofrendo com seus traumas e com o vício em cocaína.

“Foi nessa época que comecei a me aproximar de Deus. Eu pensei: ‘Se Deus existe, eu preciso de você. Deus, eu quero que minha vida mude’. Eu queria tanto ter um relacionamento com Ele, mas não sabia como. Eu não achava que era digna”, pensou ela.

O encontro com Deus ocorreu após a realização de uma cirurgia, quando ela fez uma oração, dizendo que serviria a Jesus pelo resto da sua vida, se conseguisse se libertar dos seus vícios.

A conversão ocorreu no dia seguinte: “Foi como se eu tivesse voltado à vida novamente. Eu me senti uma nova pessoa. Descobri que Ele me amava. Ele sempre me amou. Ele nunca me abandonou. Fui eu que o deixei. Fui eu que não reservei tempo para ter um relacionamento pessoal, para permitir que Ele entrasse no meu coração”.

Liberta da prisão aos 50 anos, restaurada emocional e espiritualmente, Edna, hoje ex-gay e ex-dependente química, serve a Cristo através de uma ONG cristã, onde usa o seu testemunho impactante para alcançar outras vidas.

De acordo com Edna, o amor de Cristo existe e permanece sendo oferecido a todos, mas o Senhor exige compromisso com as mudanças. “Deus ama você como você é, mas não quer que você permaneça como você é. E Ele pode mudar isso para você”, conclui.

Nota de pastores é uma reação após fala de Lula contra Israel

Após provocar uma crise diplomática com Israel por fazer um comparativo grotesco entre a reação militar israelense contra o Hamas e o holocausto nazista, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva aprofundou ainda mais, também, a sua distância de algumas das principais lideranças evangélicas no Brasil, como previu o deputado federal e pastor Cezinha de Madureira.

Uma prova disso é a publicação de uma nota de repúdio pelo Conselho Interdenominacional de Ministros Evangélicos do Brasil (Cimeb), que inclui nomes como os pastores Jorge Linhares, Silas Malafaia e Cláudio Duarte.

No documento, os pastores externam indignação com a declaração de Lula feita em Adis Abeba, na Etiópia, no último domingo, quando disse que “o que está acontecendo com o povo palestino na Faixa de Gaza não existiu em nenhum outro momento da história. Na verdade, existiu. Quando Hitler decidiu matar os judeus”.

“Nunca na história das nações democráticas vimos um presidente ou primeiro-ministro declarar tal absurdo, ao comparar o massacre cruel de mais de 6 milhões de judeus inocentes com qualquer guerra no mundo”, afirma a nota do Conselho.

Além dos nomes citados acima, a nota também foi assinada por Luiz Hermínio, do Mevam; Abe Huber, da Paz Church; Silmar Coelho, da Igreja Metodista Wesleyana e outros. Segundo a organização, o Conselho reúne ao menos 10.000 líderes de várias denominações evangélicas do Brasil.

Envergonha o Brasil

Diferentemente do que Lula sugeriu em seu comparativo escandaloso, o Cimeb lembrou que os ataques de Israel contra o Hamas, na Faixa de Gaza, são uma resposta militar à invasão dos terroristas ocorrida em outubro do ano passado, quando pelo menos 1.400 pessoas foram brutalmente assassinadas, sendo a absoluta maioria de civis incluindo crianças, mulheres e idosos.

As Forças de Defesa de Israel, por sinal, têm argumentado que os alvos dos ataques não são civis, mas os terroristas do Hamas, que se infiltram entre os civis com o objetivo de usá-los como escudos humanos, a fim de culpar os israelenses pelos efeitos colaterais da guerra.

Assim, o Cimeb conclui dizendo que lamenta “profundamente que a palavra do Presidente Lula envergonhe o Brasil diante das nações do mundo. A declaração de Lula não representa a opinião da maioria do povo brasileiro.” Veja:

Outro teólogo reage à música de Aymée Rocha: 'Tem problemas'

A música “Evangelho de Fariseus”, da cantora cristã Aymeê Rocha, conquistou o gosto de muitas pessoas e viralizou nas redes sociais, mas também dividiu opiniões no meio teológico quanto ao conteúdo da sua mensagem, considerado por alguns como parcialmente verdadeiro.

Conforme o GospelMais noticiou na terça-feira, um dos primeiros a tecer uma crítica à canção foi o professor, pastor e teólogo Tassos Lycurgo, que disse haver “mentiras perversas sobre a igreja” na letra da composição cantada por Aymeê Rocha.

O cantor e evangelista Marcos Sal da Terra, do ministério regional Sal da Terra, também fez algumas observações, destacando que apesar de algumas verdades, a canção generaliza o que seria a atuação da Igreja nos dias atuais, desconsiderando o “trigo” no meio do “joio”.

“Tem problemas”

Outro teólogo que também reagiu ao “Evangelho de Fariseus” da cantora Aymeê Rocha foi o pastor Ciro Sanches Zibordi, que publicou um texto fazendo observações semelhantes ao que Marcos Sal da Terra já havia feito.

Zibordi afasta a ideia implícita contida na letra da canção de que o mundo evangélico como um todo estaria contaminado por interesses comerciais e alheios à natureza e/ou à justiça social.

A música “tem verdades, admito. Mas também tem problemas”, diz ele. “O Evangelho farisaico existe, mas não devemos colocar tudo no mesmo bojo. Há também uma igreja vigorosa no Brasil (falo com conhecimento de causa), que ama a Palavra de Deus, bem como pratica a evangelização, o discipulado e ações sociais.”

“O reino virou negócio? Em muitos lugares, sim, porém nem todos foram cooptados pela teologia da prosperidade. O dízimo importa mais que os corações? Não, evidentemente. Mas contribuir para manutenção das comunidades cristãs é fundamental para sua subsistência. O que não devemos é fazer do dízimo um meio da graça”, observa o teólogo e escritor.

Zibordi conclui dizendo que a música de Aymeê Rocha é uma crítica ao “sistema” que agrada mais aos ouvidos de “celebridades e subcelebridades que rejeitam a luz do Evangelho”, por terem uma visão alinhada às ideologias do globalismo. Confira:

Daniel Mastral diz que passou por exorcismo ao deixar o satanismo

Convertido há vários anos, Daniel Mastral ainda possui detalhes aparentemente não revelados sobre o seu processo de libertação do satanismo, coisas que ele decidiu contar durante uma entrevista para o canal Na Real, de Bruno Di Simone, no YouTube.

Questionado sobre os motivos de ter deixado o ocultismo e suas práticas de adoração a Satanás, o escritor apontou algumas razões, sendo uma delas a recusa em fazer sacrifício humano. “E eu ia ter que matar uma criança”, disse ele.

“Eu já tinha ouvido falar disso, mas eu nunca tinha visto. Eu nunca tinha presenciado, assim, ao vivo”, revelou o ex-satanista, que já protagonizou uma polêmica no passado ao discutir com o pastor Silas Malafaia.

O outro motivo para ter abandonado o satanismo, segundo Daniel Mastral, foi por se deparar com uma adoração genuína a Deus durante um culto evangélico. “Na época, eu namorava uma moça que era evangélica e eu fui visitar a igreja dela”, disse ele.

“Lá havia um grupo fazendo uma adoração genuína, verdadeira. Não era show, não era espetáculo. A adoração genuína me derrubou no chão, sabe? Eu perdi o controle, desmaiei. Eu perdi a minha consciência”, explicou.

Exorcismo

O primeiro episódio de inconsciência voltou a ocorrer após uma proposta de oração feita pelo pastor da sua namorada. Antes disso, porém, Mastral disse que o grupo satanista do qual pertencia tentou impedir o líder evangélico.

“A minha namorada marcou um encontro com o pastor da igreja, porque ele queria falar comigo. Eu fiz um feitiço contra ele e fui até lá. Ele teve um problema e não foi. Marquei de novo, né? Ele teve outro problema também e não foi. Na terceira vez, eu falei com o senhor sacerdote pra me ajudar a fazer um feitiço mais robusto”, contou.

“Na segunda vez, eu fiz um feitiço pra matar ele e não funcionou. O cara estava vivo. Bateu o carro, mas não sofreu um arranhão. Ru fiquei muito indignado com isso, né? E aí [os satanistas] fizeram um ritual pra acabar com ele. E aí eu fui ao encontro [com o pastor] cheio de orgulho, soberba, pensando: ‘O cara não vai vir’. Esperei duas horas, quando tô indo embora, o cara chega.”

No encontro com o pastor, Daniel Mastral disse que recebeu uma oração, o que a princípio seria rápido. Contudo, ele não fazia ideia de que manifestaria uma força maligna, e que a ação sobrenatural duraria três horas.

“Ele me chamou e falou: ‘Posso orar por você, rapidinho, uma oração? Coisa rápida’. Ele me levou no gabinete, fechou a porta e eu só lembro de uma mão vindo na minha direção. Ele orou por mim, eu caí e me debati. Foi tipo um exorcismo”, disse ele, segundo o Metrópoles.

Após o episódio de exorcismo, Daniel Mastral disse que passou a se sentir em paz como nunca havia se sentido antes. Sua conversão marcou o início de uma carreira teológica, na qual está até hoje.

“E alguém a falar o que é [ter paz], era efêmero pra mim. Assim, eu senti paz, eu senti amor, eu me senti acolhido. O Criador, muito mais poderoso [que o demônio], olhou pra mim, sabe? Eu que sou só pó, poeira cósmica, eu sou nada, né? E Deus olhou pra mim, Deus morreu pra mim”, concluiu. Veja também:

Suicídios por depressão podem aumentar se Igreja continuar achando que é ‘demônio’, diz Isabela Mastral

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Universidade é acusada de abrigar ‘ídolo satânico' do aborto

A cultura atual abriga diversas ideologias contrárias aos princípios e valores cristãos, sendo uma delas o feminismo, movimento presente em diversas universidades que defende o aborto como um “direito da mulher“.

Nos Estados Unidos, por exemplo, a Universidade de Houston resolveu exibir em seu campus uma estátua que faz alusão à falecida juíza da Suprema Corte do país, Ruth Bader Ginsburg, conhecida por sua defesa da legalização do aborto.

A figura foi criada pela artista de origem paquistanesa Shahzia Sikander, e lançada ao público em janeiro do ano passado, mas agora será exibida nas dependências da Universidade de Houston, o que provocou a indignação do grupo pró-vida Texas Right to Life.

Em uma petição pública, o grupo repudia a presença da estátua na Universidade, dizendo para que a instituição mantenha “o ídolo do aborto satânico fora do Texas”.

Batizada de “Havah”, que segundo Sikander pode significar “atmosfera” ou “Eva” em árabe e hebraico, a escultura possui cabelos em formato de chifre, lembrando o símbolo de Baphomet, figura associada ao satanismo e ao ocultismo.

“Eva também foi a primeira infratora da lei, certo?”, questionou a artista, segundo a CBN News, ao defender a presença da sua escultura no Cullen Family Plaza, que pertence à Universidade, de 28 de Fevereiro até o final de Outubro.

Rejeição

Em sua petição, porém, o grupo Texas Right to Life argumenta que “o ídolo do aborto” não atende aos interesses da comunidade, sendo uma representação de cunho ideológico que fere o bom conceito de arte e tolerância.

“A desobediência a Deus certamente não deve ser estimada pela sociedade, muito menos elogiada por uma estátua”, diz o grupo. “Pelo contrário, a arte deve refletir verdade, bondade e beleza: três valores atemporais que revelam a natureza de Deus.”

“A arte não pode ter beleza sem verdade. A arte não pode ter a verdade sem bondade. Uma estátua que homenageia o sacrifício de crianças não tem lugar no Texas”, defende a organização pró-vida.

Em comunicado, a Universidade de Houston negou que a escultura de Sikander tivesse ligação com algo demoníaco, e que a sua presença no campus servirá para estimular o pensamento “crítico” dos estudantes.

“A escultura tem tranças em forma de chifres de carneiro, representando a unificação de fios diferentes. Os chifres de carneiro têm significado no Judaísmo, Cristianismo e Islã, bem como nas crenças da Ásia Central e do Sul, muitas vezes associadas ao poder e à coragem. A artista disse que as tranças se ligam a uma de suas pinturas que representa a coragem, fluidez e resiliência do feminino”, argumenta a instituição.

Isolamento de Israel e aumento do antissemitismo é 'sinal do fim'

Conforme a guerra de Israel contra o grupo terrorista Hamas avança na Faixa de Gaza, bem como outros conflitos pelo mundo, como no Leste europeu, entre Rússia e Ucrânia, líderes cristãos tentam compreender como esses desdobramentos constituem um “sinal do fim dos tempos”, algo que para o pastor Greg Laurie é absolutamente real.

O líder da Harvest Christian Fellowship, na Califórnia, Estados Unidos, acredita que não apenas as guerras em diferentes partes do planeta, mas também o crescimento do antissemitismo e o isolamento diplomático de Israel, algo cada vez mais visível, apontam para a segunda vinda de Jesus à Terra.

“A Bíblia nos diz que no fim dos tempos Israel estaria isolado e, finalmente, seria atacado pelo seu vizinho ao norte, identificado como Magog”, disse Laurie em uma entrevista recente para a emissora CBN News, em referência ao livro bíblico de Ezequiel.

“Muitos estudiosos acreditam que Magog é a Rússia moderna; eu tenderia a concordar com isso”, completou o pastor. De fato, alguns teólogos atribuem a profecia de Ezequiel ao território russo, mas esse não é um entendimento unânime.

Alguns teólogos também atribuem o significado de Magog à existência de um conjunto de forças militares contra Israel, como uma espécie de coalizão internacional que poderá ser liderada a partir do Norte de Israel. O fato a se destacar, porém, é que a Bíblia também prevê a vitória israelense contra os seus inimigos, com a ajuda de Deus.

Antissemitismo

Greg Laurie destacou a crescente rejeição ao povo judeu como um sinal profético, sintoma esse que pode ser percebido até mesmo na Organização das Nações Unidas, acusada de possuir funcionários ligados ao grupo Hamas.

“Eu diria que a ascensão do antissemitismo é um sinal real dos tempos. E tenho de admitir… até eu fiquei chocado com o antissemitismo extremo que vimos recentemente, quando Israel foi atacado em 7 de outubro por esta horrível organização terrorista”, disse o pastor.

O líder religioso também fez um alerta aos críticos de Israel, lembrando que há promessas de Deus quanto ao futuro dessa nação. “O Cristão precisa falar pelo povo Judeu”, disse ele. “Deus prometeu uma bênção para aqueles que abençoariam os Judeus e uma maldição para aqueles que amaldiçoariam os Judeus.”

Lula ‘erra feio com os evangélicos’ ao atacar Israel, diz Cezinha de Madureira

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Pela internet, ministério alcança mais de 3 milhões de pessoas

Se a internet propiciou o surgimento de coisas ruins para essa geração, por outro, ela também trouxe oportunidades que devem ser exploradas positivamente, como a facilidade de alcançar pessoas em todo o planeta. É o que faz o ministério  “Network211”, que já alcançou milhões de pessoas por meio dessa ferramenta.

Precisamente, segundo o ministério, já foram alcançadas mais de 3 milhões de pessoas em 242 países, sendo essa uma demonstração contundente de como o evangelismo online pode ser um recurso extremamente eficaz na busca pelos perdidos.

O levantamento da organização, segundo informações da Agencia das Assembleias de Deus dos Estados Unidos, a “AG News“, foi realizado através do Google. Segundo a empresa, ele “monitora e relata”, apontando que “pessoas estão sendo alcançadas em 242 países e territórios pela Network211 através da Internet”.

Logística

Para alcançar essas pessoas, o ministério possui um grande número de evangelistas atuando nas redes. Segundo a organização, eles conseguem abranger o idioma de pelo menos 28 países.

Quando alguém acessa a plataforma da Network211 em busca de ajuda, os evangelistas “fornecem uma resposta e oração personalizadas e depois os conectam a uma igreja Assembleia de Deus em sua vila ou cidade”.

“As pessoas procuram online diligentemente respostas para os seus dilemas de vida. O Network211 os atende quando precisam, compartilha o amor de Cristo e interage com eles através de conteúdos on-line. Depois, os conecta a uma igreja onde podem crescer como membros da família de Deus”, disse Mark Flattery, presidente do ministério.

O número de pessoas alcançadas foi divulgado em janeiro desse ano, e ele representa o trabalho do ministério desde o ano de 2008. O objetivo do grupo, agora, é alcançar 100 milhões de pessoas até 2028. “As sementes das Boas Novas continuam a ser plantadas em todo o mundo à medida que o Espírito orienta e capacita”, conclui a missão.

Música 'Evangelho de Fariseus' possui mentiras sobre a igreja

No último final de semana, viralizou nas redes sociais uma música da cantora Aymeê Rocha, chamada “Evangelho de Fariseus”, que foi rapidamente compartilhada por diversos internautas, incluindo personalidades públicas, como a senadora Damares Alves.

A canção foi tocada durante a apresentação de Aymeê no Dom Reality, um programa musical promovido pelo empresário Paulo Alberto, e que conta com a participação de jurados como Alex Passos e Marcos Freire.

A letra da música visa fazer uma crítica ao modo como o mundo evangélico atualmente estaria agindo. “Fazemos campanhas para nós mesmos/ eventos para nós mesmos/ estocamos o maná para nós/ oramos por nós e pelos nossos/ o Reino virou negócio/ o dízimo importa mais que os corações”, diz a canção.

Elogios

Muitos elogiaram a letra da música Evangelho de Fariseus, incluindo os jurados do programa, que ficaram emocionados. “O que você quer falar, as pessoas não querem ouvir (…). O mercado não quer isso, a Igreja não quer isso. As pessoas do mal não querem, mas as pessoas do bem precisam ouvir isso”, disse Alex Passos.

Marcos Freire, por sua vez, argumentou que Aymeê cantou “verdades” que incomodam uma geração que só estaria pensando em “prosperar”, mas não teria o devido olhar cristão de compaixão pelo próximo.

“Minha irmã, não pare de cantar essas verdades, não pare de alertar ao povo que está apático, pensando só em seus interesses, que está trabalhando para prosperar, mas não para tirar as pessoas da pobreza”, disse o jurado.

Críticas

Apesar do apelo emocional e das “verdades” incômodas, a música Evangelho de Fariseus também despertou críticas. O pastor apologista Tassos Lycurgo, por exemplo, professor titular da Universidade Federal do Rio Grande do Norte e presidente da igreja Defesa da Fé, em Natal, comentou:

“A música ‘Evangelho de Fariseus’ é Gramsci na prática: mentiras perversas sobre a igreja do Senhor, mas embrulhadas com o papel macio e vistoso do politicamente correto.”

Em outra postagem, também feita pelo X, antigo Twitter, Lycurgo deu a entender que algumas críticas feitas à Igreja destoam na verdadeira intenção de edificar.

“O pior ataque à igreja de Jesus é o que está sendo feito de dentro para fora, e muitos cristãos creem que há virtude em enveredar pelos projetos destrutivos da esquerda gospel. Continuemos orando pela igreja perseguida, mas passemos a orar mais pela igreja seduzida”, escreveu o pastor.

O cantor Marcos Sal da Terra, do ministério de música regional Sal da Terra, também comentou a canção, dizendo que ela traz verdades, mas também “uma meia verdade, quando generaliza o tema abordado apontando para os pecados na igreja e diz insistentemente ‘pra nós mesmos… pra nós mesmos’”.

“Nós? Vírgula! Nem todos se perderam, ou se perderão. A verdade é que Joio e trigo estarão juntos até o dia do juízo final, quando Jesus virá e, Ele mesmo, vai separar”, diz Marcos. “A generalização é infiel às Escrituras Sagradas, mesmo nos dias de Noé houve exceção. Esquecer do trigo é negar a graça e anular todo sacrifício de Cristo na cruz.” Assista:

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