Quase 80% dos evangélicos apoiam megaoperação no RJ

Uma pesquisa de opinião realizada pela AtlasIntel e divulgada na sexta-feira (31) indica que 77,6% dos evangélicos consultados manifestaram apoio à megaoperação policial realizada nos complexos do Alemão e da Penha, no Rio de Janeiro, na semana passada.

O confronto resultou em 121 óbitos. Entre os católicos, 55,7% declararam ser contrários à ação, percentual similar ao verificado entre ateus e agnósticos (55,7%).

O presidente da Convenção Evangélica dos Ministros das Assembleias de Deus no Estado do Espírito Santo (Cemades), pastor Álvaro Oliveira Lima, afirmou que é necessário distinguir o apoio a uma operação contra o crime do apoio a um massacre.

“Vejo que a ação é para combater o crime, àqueles que aliciam e viciam as crianças, entre outras criminalidades. Então, diante desse cenário, é razoável combater o crime, pois está dentro do nosso estado democrático de direito”, declarou.

O religioso enfatizou que o policial tem o dever de agir para coibir atividades criminosas e, quando confrontado com disparos de fuzil, precisa reagir. “Se na ação legítima acontecer mortes de quem está à margem da lei, tem todo o respaldo, ordenado pelas leis já instituídas na Constituição Federal e o Código Civil”, justificou.

Questionado sobre a possibilidade de o posicionamento majoritário dos evangélicos sobre a megaoperação estar vinculado a uma visão política bolsonarista, o pastor discordou.

“Hoje em dia, a pessoa que defende os seus princípios logo é rotulada como uma defensora de ideia política. Não vejo assim”, afirmou. Lima acrescentou que, em sua avaliação, “entre escolher morrer um pai de família ou alguém que vive à margem da lei, é natural escolher a vida de um pai de família, independentemente de posição política”.

O pastor também citou passagens bíblicas para fundamentar sua perspectiva, mencionando o episódio dos amalequitas, em que, segundo o relato de 1 Samuel 15, Deus determinou a eliminação completa de um povo considerado irrecuperável. “Porque eram irrecuperáveis. Não tinha mais solução para aquele povo”, explicou.

Sobre o papel da igreja, Lima afirmou que a instituição deve atuar na prevenção da criminalidade por meio de sua missão evangelizadora. “Onde a polícia tem que entrar com o fuzil, o crente entra apenas com a Bíblia, onde o Estado não consegue chegar”, disse. “Esse é o caminho da igreja. É colocar em prática o que Jesus mandou fazer.”

A pesquisa da AtlasIntel sobre a megaoperação ouviu 1.089 pessoas em todos os estados do país. A margem de erro é de três pontos percentuais para mais ou para menos, com um intervalo de confiança de 95%. Com informações: Comunhão.

Deputados tentam revogar ação de Lula sobre educação inclusiva

Um grupo de 40 parlamentares da Câmara dos Deputados apresentou projetos de decreto legislativo com o objetivo de sustar os efeitos do Decreto nº 12.686/2025, que institui a Política Nacional de Educação Especial Inclusiva. A norma, firmada pelo presidente Lula (PT), estabelece a matrícula obrigatória de estudantes com deficiência exclusivamente na rede regular de ensino e redefine as atribuições de instituições especializadas.

Os autores das propostas de sustação são integrantes de partidos como PL, PSD, MDB, União Brasil, Republicanos, PSB, PP, PSDB e PDT. O objetivo das iniciativas é revogar o decreto atual e restaurar as diretrizes do Decreto nº 7.611/2011, que garantia às famílias a opção de escolha entre o ensino regular e o especializado.

Entre as entidades diretamente impactadas pela nova regra estão as Associações de Pais e Amigos dos Excepcionais (APAEs) e os Institutos Pestalozzi. Essas organizações, de atuação filantrópica e com décadas de presença no país, oferecem serviços educacionais e terapêuticos para pessoas com deficiência intelectual, múltipla ou com transtorno do espectro autista.

A deputada federal Rosana Vale (PL-SP), autora de um dos projetos, declarou que o decreto que supostamente favoreceria a educação inclusiva representa, em suas palavras, “mais um retrocesso patrocinado pelo governo petista”.

Em sua avaliação, a medida desconsidera a realidade da inclusão escolar. “As famílias sabem que a inclusão, infelizmente, em muitas escolas públicas, não funciona como está no papel”, afirmou a parlamentar. “Faltam profissionais capacitados, e as crianças acabam sem o acompanhamento adequado.”

Rosana Vale protocolou o Projeto de Decreto Legislativo (PDL) 912/2025 e uma indicação ao presidente da República, solicitando a revisão da decisão. Ela citou a existência de aproximadamente 4,2 mil unidades da APAE em todo o país, que atendem a milhares de crianças e jovens. “A verdadeira inclusão deve respeitar a pluralidade de meios e de modelos educativos”, defendeu.

Os projetos de decreto legislado foram protocolados entre os dias 22 de outubro e 3 de novembro. Além de Rosana Vale, figuram como autores deputados como Delegado Marcelo Freitas (União-MG), Amom Mandel (Cidadania-AM), Clarissa Tércio (PP-PE), Luisa Canziani (PSD-PR), Delegado Ramagem (PL-RJ) e Rosângela Moro (União-SP).

As proposições aguardam despacho da Mesa Diretora da Câmara e, subsequentemente, serão encaminhadas para a análise das comissões temáticas da Casa, responsáveis dentre às quais pela a análise da educação inclusiva, segundo a Oeste.

Cristãos devem ter coragem, diz pastor que confrontou muçulmano

O pastor Ted Barham, da denominação Evangélica dos Irmãos de Plymouth, em Dearborn, no estado de Michigan (EUA), declarou que os cristãos devem amar seus vizinhos muçulmanos e, ao mesmo tempo, permanecer firmes no mandamento de Cristo para agir com coragem diante da perseguição. A cidade de Dearborn é conhecida por abrigar a maior proporção de população muçulmana nos Estados Unidos.

“Sinto que o ódio é quase demoníaco em nosso país e em grande parte do mundo, e acho que realmente precisamos diminuir isso, defendendo nossos direitos como cristãos, em primeiro lugar; e em segundo lugar, não respondendo ao ódio com ódio, mas sim com amor”, afirmou Barham.

Conflito com o prefeito

Barham ganhou notoriedade após um embate com o prefeito Abdullah Hammoud, de 35 anos, muçulmano descendente de libaneses, durante uma reunião do conselho municipal em 9 de setembro. Hammoud chamou o pastor de “intolerante”, “racista” e “islamofóbico” depois que ele criticou a proposta de nomear ruas da cidade em homenagem a Osama Siblani, líder árabe-americano que teria elogiado o ex-comandante do Hezbollah, Hassan Nasrallah.

“Quero que saiba que, como prefeito, você não é bem-vindo aqui”, disse Hammoud durante a sessão. “E o dia em que você sair da cidade será o dia em que farei um desfile para comemorar o fato de você ter ido embora, porque você não é alguém que acredita na coexistência”.

O pastor respondeu pedindo a bênção de Deus sobre o prefeito — tanto na ocasião quanto em uma reunião posterior, em 23 de setembro, após o episódio ganhar repercussão internacional. “O prefeito, de certa forma, me amaldiçoou, como se viu no mundo todo. E eu gostaria de repetir o que lhe disse naquele dia, Sr. Prefeito: ‘Que Deus o abençoe’”, afirmou Barham diante dos vereadores.

Hammoud, que enfrenta eleições nesta semana, não se desculpou pelas declarações, embora tenha afirmado ao Detroit Free Press que parte da cobertura da imprensa foi “sensacionalista” e reiterado que Dearborn é “uma cidade que acolhe e abraça a todos”.

Dois pesos, duas medidas

Em entrevista ao The Christian Post, Barham disse que o episódio tornou-se um exemplo público do tipo de hostilidade que, segundo ele, muitos cristãos enfrentam no mundo. “Acho que esse foi um exemplo muito útil, porque os muçulmanos estão se tornando cada vez mais poderosos aqui no Ocidente”, declarou.

O pastor reconheceu o direito dos muçulmanos de exercer poder político em sociedades democráticas, mas afirmou que há “um duplo padrão” na aplicação da tolerância religiosa. “Não acho justo que os muçulmanos desfrutem de todos os privilégios que lhes concedemos em nossos países ocidentais, sem que nos concedam os mesmos privilégios e direitos em seus países muçulmanos”, disse.

De acordo com o Pew Research Center, a população muçulmana deve crescer significativamente nas próximas décadas no Ocidente, impulsionada por migração e taxas de natalidade mais altas. Barham alertou, contudo, que a liberdade religiosa corre risco se o cristianismo deixar de ser livremente expressado em suas próprias origens culturais.

Testemunho cristão

Barham, que nasceu na Zâmbia e já liderou um ministério interdenominacional em Oxford (Reino Unido), declarou que, mesmo em países ocidentais como o Reino Unido e o Canadá, não sente liberdade plena para compartilhar o Evangelho entre muçulmanos “de maneira gentil e respeitosa”. “Nos países muçulmanos, somos silenciados pela lei da Sharia; e nos países ocidentais, somos silenciados sob o insulto ‘islamofobia’. Portanto, não temos plena liberdade de fé e expressão como cristãos em nenhum lugar do mundo”, afirmou.

Ele acrescentou que, se a liberdade cristã desaparecer nos Estados Unidos, “ela desaparecerá em todos os lugares”. “Essas portas da liberdade de fé precisam se abrir nesses países, e precisamos responsabilizar as pessoas por isso. Essa é uma questão muito importante e muito urgente”, completou.

Barham relatou ter conhecido cristãos no Oriente Médio cujos familiares foram mortos por deixarem o Islã. Disse não temer por si mesmo, mas expressou preocupação pelos que enfrentam perseguição. “Estou muito consciente dos meus irmãos cristãos em todo o mundo e quero falar em nome deles”, afirmou.

“Não tenham medo”

Ao ser questionado sobre a mensagem que deixaria a outros cristãos diante de ideologias contrárias à fé, Barham respondeu: “Jesus disse: ‘Não tenham medo’. Portanto, não devemos temer. Ele disse: ‘Estarei com vocês até o fim do mundo’, e devemos nos lembrar de que Ele está conosco”.

O pastor encorajou os cristãos a exercerem seus direitos de forma sábia, citando o exemplo do apóstolo Paulo, que, segundo o relato de Atos 16, utilizou sua cidadania romana para garantir justiça diante da prisão em Filipos. “Paulo exerceu seus direitos como cidadão, e acho que nós também precisamos exercer esses direitos”, declarou.

Barham concluiu dizendo que o compromisso dos cristãos deve unir cidadania e fé. “É aqui que o mundo e o Reino se encontram: quando usamos nossos direitos como cidadãos para promover a mensagem de outro mundo — a mensagem das Boas-Novas”.

Comunidade do PA beneficiada com ações do Luz na Amazônia III

Uma nova expedição missionária da Sociedade Bíblica do Brasil (SBB) levou o barco Luz na Amazônia III até a comunidade ribeirinha de Itaperaçu, no município de Bujaru (PA), onde foram realizados atendimentos sociais, serviços de saúde e atividades de evangelização.

A ação, promovida em parceria com o projeto “Esse Rio é Minha Rua”, beneficiou dezenas de famílias e deu continuidade a mais de 60 anos de atuação humanitária da SBB na Amazônia.

Segundo Karla Luz, coordenadora de Projetos Sociais da SBB, o programa atende comunidades em Belém, Bujaru, Acará e no arquipélago do Marajó, alcançando mais de 3 mil famílias por ano. “Buscamos integrar o cuidado social, a educação e a fé, sempre respeitando e valorizando a cultura local”, afirmou.

A iniciativa reuniu profissionais e voluntários das áreas de medicina, nutrição, odontologia, enfermagem e direito, com o objetivo de oferecer um atendimento amplo e humanizado. De acordo com Taíla Will, coordenadora do projeto Esse Rio é Minha Rua, a expedição teve como propósito “acolher a população de forma integral, atendendo tanto as necessidades físicas quanto emocionais”.

Assistência e missão

O diretor regional da SBB em Belém, pastor Adriano Casanova, explicou que o trabalho segue o princípio da missão integral, que combina assistência social e evangelização. “De um lado, levamos políticas públicas; de outro, a Palavra de Deus — juntas, essas ações promovem transformação e fortalecem as famílias”, declarou.

A gerente de Projetos Sociais da SBB, Emilene Araujo, ressaltou que o programa busca garantir direitos básicos e melhorar a qualidade de vida em comunidades de difícil acesso. “Nosso compromisso é oferecer oportunidades e fortalecer vínculos familiares, para que essas famílias vivam com mais dignidade”, disse.

Moradores locais destacaram a relevância da iniciativa. Maria da Conceição Lima agradeceu à equipe pelo atendimento recebido. “Eu estou muito agradecida a Deus e a esse povo maravilhoso pelas massagens, pelo cuidado e por todo o suporte que a gente está recebendo”, afirmou. Outra moradora ressaltou a importância do serviço médico: “O posto de saúde mais próximo fica muito longe. Essa ajuda é essencial, especialmente para crianças e idosos”.

Educação bíblica

Durante a expedição, foram distribuídos materiais bíblicos infantis e exemplares do Proclamador, aparelho que reproduz a Bíblia em áudio e pode ser usado em grupo ou em cultos domésticos. “Chegou no momento certo e trouxe esperança para toda a comunidade”, relatou Juliane Malaquias, moradora de Itaperaçu.

Para manter e ampliar as ações, o projeto depende de doações e do trabalho voluntário de profissionais e missionários. O pastor Adriano Casanova reforçou o convite à colaboração: “Quem ainda não conhece o programa, venha se envolver. Cada contribuição ajuda a transformar vidas nas margens dos rios amazônicos”.

A SBB atua na região desde a década de 1960, promovendo iniciativas de saúde, educação, assistência social e evangelização por meio de barcos missionários, que percorrem comunidades isoladas ao longo dos rios amazônicos.

De acordo com a revista Comunhão, o projeto Luz na Amazônia é considerado um dos principais programas de ação social e missionária fluvial do país, levando amparo físico e espiritual a populações que vivem em áreas de difícil acesso.

Egito: arqueólogos encontram fortaleza que comprova o Êxodo

Arqueólogos descobriram no norte do deserto do Sinai, no Egito, uma fortaleza milenar que reforça o relato bíblico da fuga do povo israelita do Egito, narrado no livro de Êxodo. A informação foi divulgada em outubro pelo Ministério do Turismo e Antiguidades do Egito, após escavações realizadas no sítio arqueológico de Tell El-Kharouba.

Datada de cerca de 3.500 anos, a estrutura corresponde à antiga Estrada Militar de Hórus, também conhecida como Rota de Hórus, mencionada em Êxodo 13.17 como o caminho mais curto entre o Egito e Canaã, que os israelitas evitaram durante a travessia conduzida por Moisés.

O texto bíblico registra: “Deus não os guiou pelo caminho dos filisteus, embora fosse o caminho mais curto. Pois Deus disse: ‘Se eles enfrentarem a guerra, podem mudar de ideia e voltar para o Egito’. Então Deus guiou o povo pela estrada do deserto em direção ao Mar Vermelho”.

De acordo com os pesquisadores, a localização, a idade e as dimensões da fortaleza coincidem com o contexto histórico e geográfico descrito na narrativa bíblica. O achado confirma, segundo os arqueólogos, a existência da estrada fortificada que ligava o Egito à Canaã e que era defendida por uma série de postos militares.

Estrutura militar

A fortaleza possui cerca de 7.900 metros quadrados, onze torres defensivas e paredes espessas de tijolos de barro, características que indicam sua função estratégica como ponto de defesa da fronteira oriental do Império Egípcio. Os especialistas classificaram o achado como uma das maiores e mais bem preservadas fortalezas descobertas ao longo da Rota de Hórus.

O complexo militar foi construído durante o período do Novo Império Egípcio, entre 1550 e 1070 a.C., época em que Moisés teria vivido, conforme a cronologia tradicional. As escavações indicam que a fortificação servia como um posto avançado para proteger o território egípcio contra invasões vindas do leste.

“Esta descoberta representa uma personificação tangível da genialidade dos antigos egípcios na construção de um sistema defensivo integrado para proteger a terra do Egito”, afirmou Sherif Fathy, ministro do Turismo e Antiguidades, em comunicado oficial. “Ela revela novos capítulos da história militar do Egito e reforça o status do Sinai como uma terra que carrega evidências civilizacionais únicas ao longo dos tempos”.

Contexto arqueológico

Durante as escavações, foram encontrados fragmentos de cerâmica, vasos de barro, um grande forno de pão, restos de massa fossilizada e a alça de uma jarra com o nome do faraó Tutmés I, que governou aproximadamente entre 1506 e 1493 a.C.. Esses artefatos indicam que o local funcionava não apenas como fortificação militar, mas também como centro de atividades cotidianas dos soldados.

De acordo com o Ministério do Turismo e Antiguidades, as descobertas reforçam a hipótese de que a região era intensamente vigiada, o que explicaria por que os israelitas, segundo o relato bíblico, evitaram essa rota direta e seguiram pelo deserto em direção ao Mar Vermelho.

Os pesquisadores destacam que a fortaleza de Tell El-Kharouba representa um elo significativo entre a arqueologia egípcia e o registro bíblico, oferecendo novas evidências sobre a infraestrutura militar do antigo Egito e sobre os caminhos percorridos durante o Êxodo.

Cristãos perseguidos na Nigéria: Nicki Minaj elogia Trump

A rapper Nicki Minaj se pronunciou sobre a escalada de violência contra cristãos na Nigéria e elogiou o presidente Donald Trump após ele sugerir uma possível intervenção militar no país africano.

As declarações foram feitas após publicações de Trump no Truth Social, nas quais ele acusou o governo nigeriano de permitir o assassinato de minorias religiosas.

Em mensagem publicada no sábado, 2 de novembro, Trump afirmou que, se a Nigéria “continuasse permitindo o assassinato de cristãos”, os Estados Unidos suspenderiam a ajuda financeira e poderiam “entrar no país com armas em punho para eliminar os terroristas islâmicos”.

“Por meio deste documento, instruo nosso Departamento de Guerra a se preparar para uma possível ação”, escreveu. “Se atacarmos, será rápido, brutal e certeiro, assim como os terroristas atacam nossos queridos cristãos. Aviso: o governo nigeriano deve agir rapidamente”.

Um dia antes, em 1º de novembro, Trump havia declarado que “islamitas radicais são responsáveis por esse massacre” e informou que planejava incluir a Nigéria na lista americana de Países de Preocupação Especial, classificação reservada a nações onde há tolerância à perseguição religiosa.

Nicki Minaj

Nascida em Trinidad e Tobago sob o nome Onika Tanya Maraj, a rapper Nicki Minaj reagiu no X, compartilhando uma captura de tela da publicação de Trump. Ela expressou gratidão por viver em um país onde pode praticar sua fé livremente. “Ler isso me fez sentir uma profunda gratidão. Vivemos em um país onde podemos adorar a Deus livremente”, escreveu.

A artista acrescentou que “nenhum grupo deve ser perseguido por praticar sua religião” e destacou que não é necessário compartilhar as mesmas crenças para haver respeito mútuo. “Inúmeros países ao redor do mundo estão sendo afetados por esse horror, e é perigoso fingir que não percebemos. Agradeço ao presidente e sua equipe por levarem isso a sério. Que Deus abençoe todos os cristãos perseguidos. Lembremo-nos de incluí-los em nossas orações.”

Após um fã criticar sua postura, afirmando que o país “usa a religião como arma contra os fãs gays”, Minaj respondeu em uma publicação que posteriormente foi apagada. “Imagine ouvir que cristãos estão sendo assassinados e transformar isso em uma questão sobre você ser gay”, escreveu.

A rapper continuou mencionando experiências pessoais, dizendo ter sido alvo de swatting — prática em que falsas denúncias mobilizam forças policiais —, situação que teria colocado sua família em risco. “Quando minha casa foi alvo de swatting várias vezes com meu filho pequeno e inocente dentro, com talvez 20 policiais armados apontados para nossa casa devido à corrupção política, o fato de você ser gay não pôde me salvar”, escreveu.

“Esperar que alguém permaneça oprimido, abusado, perseguido, assediado e consistentemente ignorado por figuras públicas que deveriam estar ajudando essa pessoa diz mais sobre você do que sobre qualquer outra pessoa”, acrescentou.

Resposta da Nigéria

No domingo, 03 de novembro, Trump voltou a mencionar a possibilidade de ação militar durante conversa com repórteres a bordo do Air Force One. “Pode ser. Quero dizer, outras coisas. Eu imagino muitas coisas. Eles estão matando um número recorde de cristãos na Nigéria… Eles estão matando cristãos e matando-os em grande número. Não vamos permitir que isso aconteça”, afirmou, segundo a Reuters.

Um porta-voz do presidente nigeriano Bola Tinubu, Daniel Bwala, respondeu às declarações, afirmando à Associated Press que a Nigéria não permitirá operações militares unilaterais em seu território. No entanto, o governo manifestou abertura para fortalecer a cooperação com os Estados Unidos na proteção das comunidades religiosas. “Acolhemos com satisfação a ajuda dos EUA, desde que esta reconheça a nossa integridade territorial”, declarou Bwala.

O caso reforça o debate internacional sobre liberdade religiosa e segurança em países africanos marcados por conflitos entre grupos extremistas e comunidades cristãs, tema que tem mobilizado governos, organizações humanitárias e lideranças religiosas nas últimas semanas.

Reading this made me feel a deep sense of gratitude. We live in a country where we can freely worship God.

No group should ever be persecuted for practicing their religion. We don’t have to share the same beliefs in order for us to respect each other.

Numerous countries all… pic.twitter.com/2M5sPiviQu

— Nicki Minaj (@NICKIMINAJ) November 1, 2025

Roblox e Discord processados após menina de 13 anos tirar a vida

Uma nova ação judicial apresentada na última semana no Tribunal Distrital dos Estados Unidos para o Distrito Leste de Kentucky, Divisão de Covington, alega que as plataformas Roblox e Discord foram negligentes ao não proteger uma adolescente de 13 anos, identificada como Audree Heine, que morreu por suicídio.

O processo foi movido por sua mãe, Jaimee Seitz, e acusa ambas as empresas de permitirem o funcionamento de comunidades on-line que expõem menores a conteúdos violentos e predatórios.

Segundo a denúncia, Audree foi influenciada por uma “comunidade online dedicada a glorificar a violência e a imitar notórios atiradores em massa”, grupo que prosperaria “graças à conduta extremamente ilícita dos réus”. O documento identifica essa comunidade como a True Crime Community (TCC), descrita como um espaço que “idolatra atiradores em massa e se sobrepõe a ideologias violentas e extremistas”.

O grupo, de acordo com o processo, reverencia os autores do massacre de 1999 na Columbine High School, no estado do Colorado, retratando-os como “párias incompreendidos” e incentivando comportamentos autodestrutivos e violentos.

O processo aponta o Roblox como um “local central” para a disseminação desse tipo de conteúdo, incluindo jogos que recriam tiroteios em massa do passado, e cita o Discord como plataforma usada para compartilhar instruções sobre a criação de simuladores de ataques em escolas e avatares que reproduzem a aparência de atiradores conhecidos.

“Por meio de suas declarações falsas e generalizadas sobre segurança, os réus apresentam seus aplicativos como locais apropriados para crianças brincarem”, afirma a petição. “Na realidade, e como os réus bem sabem, o design de seus aplicativos torna as crianças alvos fáceis para comportamentos predatórios”.

O texto alega que usuários adultos e mal-intencionados utilizam as plataformas para aliciar crianças vulneráveis à exploração sexual ou à violência. O processo também acusa as empresas de não adotarem sistemas adequados de verificação de idade nem implementarem mecanismos eficazes de segurança para menores.

A mãe da vítima é representada pelo escritório Anapol Weiss, com sede na Filadélfia (Pensilvânia), que já moveu 11 processos anteriores contra a Roblox por suposta negligência na proteção infantil.

“Não se trata de uma pequena falha de segurança, mas de uma empresa que fornece aos pedófilos ferramentas poderosas para atacar crianças inocentes e desavisadas”, declarou Alexandra Walsh, sócia do escritório. “O trauma resultante é horrível, desde o aliciamento à exploração e ao abuso sexual. Neste caso, uma criança perdeu a vida. Isto precisa parar”, acrescentou, de acordo com informações do portal The Christian Post.

A ação atual é o 12º processo do escritório contra plataformas de jogos online por alegada falha na proteção de menores. Segundo a Anapol Weiss, as ações apontam um “padrão de descaso corporativo com a segurança infantil”.

Críticas às plataformas

O Discord tem sido alvo de críticas por sua suposta ineficácia na proteção de crianças. O Centro Nacional de Exploração Sexual (NCOSE) inclui o aplicativo na lista “Dirty Dozen” há quatro anos consecutivos, que reúne empresas consideradas negligentes na prevenção da exploração sexual.

Em nota divulgada em março de 2024, a NCOSE afirmou que as medidas de segurança anunciadas pela plataforma “são meramente formais” e que “adultos e menores ainda compartilham as mesmas configurações padrão para conteúdo explícito”, o que permitiria o acesso de menores a pornografia e material sexualmente explícito em servidores públicos e mensagens privadas.

Em novembro de 2023, a Roblox Corporation anunciou novas políticas de segurança infantil, entre elas o controle remoto parental de contas, limites diários de uso, restrições de comunicação para menores de 13 anos e bloqueio de conteúdo gráfico. “Desde o dia do lançamento, temos uma crescente população de usuários jovens e queremos ajudá-los a permanecer seguros no Roblox. Levamos a segurança extremamente a sério”, afirmou a empresa em comunicado.

A Roblox acrescentou que seu objetivo é “tornar a plataforma on-line mais segura e civilizada possível, porque é o correto para as crianças, seus pais e responsáveis, nossos investidores e nossa empresa”.

Rastro de destruição do furacão Melissa já soma 28 mortes

O furacão Melissa, classificado como um dos mais poderosos já registrados na região, provocou a morte de ao menos 28 pessoas na Jamaica, segundo atualização divulgada pelo primeiro-ministro Andrew Holness nas redes sociais no último sábado, 01 de novembro.

“O governo jamaicano está profundamente entristecido ao confirmar 28 mortes relacionadas à passagem do furacão Melissa”, escreveu Holness no X. Ele acrescentou que “estão sendo verificadas outras informações que apontam para possíveis vítimas”.

Melissa devastou amplas regiões da Jamaica e causou inundações graves em partes do Haiti e de Cuba. Estimativas preliminares indicam cerca de 60 mortes em todo o Caribe desde o início da semana, quando o fenômeno começou sua trajetória pela região.

Pedido de ajuda

Diante da magnitude da destruição no oeste da Jamaica, o secretário-geral da ONU, António Guterres, destacou a importância de uma resposta global coordenada. Em comunicado divulgado no domingo, 02 de novembro, o porta-voz de Guterres informou que o líder “faz um chamado à mobilização de recursos massivos para enfrentar as perdas e os danos causados pelo furacão”.

O Fundo Central de Resposta a Emergências (CERF) da ONU destinou US$ 4 milhões para que suas agências e parceiros reforcem rapidamente as operações humanitárias na ilha. As ações incluem o envio de equipes médicas, alimentos, água potável e apoio logístico às comunidades mais afetadas.

Agências evangélicas organizam envio de ajuda a vítimas do furacão Melissa

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Furacão mais forte em décadas

Melissa atingiu o território jamaicano na terça-feira (29 de outubro) como categoria 5, o nível mais alto da escala Saffir-Simpson, com ventos que chegaram a 300 km/h. Foi o furacão mais intenso a atingir a Jamaica em 90 anos, superando em impacto o furacão Gilbert, registrado em 1988.

O economista Chuck Watson, da Enki Research, afirmou à agência Bloomberg que o impacto econômico é “devastador”. As perdas estimadas chegam a US$ 7,7 bilhões, o equivalente a aproximadamente 35% do PIB da Jamaica. Watson destacou que a magnitude dos danos se deve à lentidão do deslocamento do ciclone e ao elevado índice de umidade, fatores que ampliaram a destruição de moradias, edifícios e infraestruturas essenciais.

Resposta internacional

A resposta humanitária foi acionada em diversos países. O Departamento de Estado dos Estados Unidos informou, por meio da Bloomberg, que equipes de emergência foram enviadas à Jamaica, Haiti e Bahamas para colaborar na gestão da crise e na distribuição de alimentos, água e suprimentos de abrigo.

O Reino Unido também anunciou o envio de um navio da Marinha Real e de equipes de resposta rápida, com o compromisso de oferecer “apoio total” à Jamaica, segundo o primeiro-ministro Keir Starmer. Além disso, empresas e organizações privadas têm contribuído com a operação: a Starlink, de Elon Musk, está fornecendo comunicação via satélite a áreas isoladas da ilha.

Em Cuba, onde Melissa chegou como categoria 3 na quarta-feira, 30 de outubro, ainda não há balanço oficial de vítimas, mas estima-se que milhões de pessoas tenham sido afetadas por apagões, danos em residências, interrupções de transporte e falhas de comunicação. O ministro da Saúde cubano informou que o país receberá hospitais de campanha com apoio da Organização Mundial da Saúde (OMS), além de assistência de Espanha, Canadá e Índia.

Melissa é o 13º ciclone da temporada atlântica de 2025, somando-se a furacões como Erin, Gabrielle, Humberto e Imelda, e a tempestades tropicais como Andrea, Barry, Chantal, Dexter, Fernand, Jerry, Karen e Lorenzo. Entre esses fenômenos, apenas Chantal atingiu os Estados Unidos, em julho, deixando duas mortes na Carolina do Norte.

Audiência de cultos cai com retomada de fiéis nas igrejas

Durante o auge da pandemia de COVID-19, transmissões online tornaram-se parte essencial da vida de igrejas em todo o mundo. Congregações que nunca haviam realizado cultos digitais passaram a alcançar fiéis em outros estados e países.

Para muitas comunidades, essa adaptação foi uma forma de sobrevivência. Quatro anos depois, porém, o modelo virtual dá sinais de desgaste e levanta questionamentos sobre o futuro da vida comunitária nas igrejas.

Quando o fechamento de templos se tornou obrigatório, pastores recorreram a câmeras, plataformas de vídeo e ao Zoom para manter o contato com os fiéis. O fundador e CEO da Church Answers, Thom S. Rainer, recordou que, naquele período, muitos líderes celebravam recordes de visualizações — centenas ou milhares por culto — e acreditavam que o formato online representava uma nova era para a igreja. Entretanto, o entusiasmo inicial diminuiu.

De acordo com dados do Barna Group, 40% dos cristãos afirmam que provavelmente não participariam se os cultos permanecessem apenas online, e cerca de 22% relatam que não assistiram a nenhum culto, seja presencial ou digital, durante a pandemia. Rainer observa que a frequência diminuiu, o engajamento enfraqueceu e muitos fiéis “simplesmente se cansaram da igreja digital”.

Culto presencial

Assistir a um culto em casa, ainda que com bom conteúdo, é diferente de reunir-se fisicamente com outras pessoas. “Uma transmissão ao vivo entrega conteúdo, um sermão, uma música, uma oração. Mas o culto nunca foi concebido apenas para transferência de informações. O culto é vivenciado”, afirmou Rainer.

Essa vivência envolve pertencimento, convivência e presença. O espaço físico favorece atenção, comunhão e participação em rituais que não podem ser reproduzidos pelo ambiente doméstico. Um dos principais desafios do modelo digital, segundo Rainer, é a distração. “O espectador médio on-line raramente mantém atenção total e ininterrupta por mais de alguns minutos”, observou. Campainhas, telefonemas, redes sociais e tarefas cotidianas tornam o foco ainda mais difícil.

Muitos participantes não consideram o acompanhamento virtual como verdadeira presença no culto. Quando o encontro se torna mero conteúdo, perde-se o aspecto comunitário da fé — o que se reflete, segundo Rainer, em menor engajamento, doações reduzidas e enfraquecimento do voluntariado.

Conveniência

O formato on-line oferece conveniência para quem está doente, viajando ou em isolamento, mas Rainer alerta para os riscos da dependência excessiva. “O que começa como uma solução de curto prazo pode se tornar um substituto de longo prazo. Quando o culto se reduz à conveniência, o compromisso enfraquece”, disse.

Para ele, quando a igreja passa a ser apenas uma opção entre outras atividades e deixa de ocupar o centro da vida comunitária, perde-se o senso de corpo e de missão. “A igreja digital não vai desaparecer. Mas a prioridade deve permanecer clara: a igreja reunida é essencial”, afirmou o líder, de acordo com informações da revista Comunhão.

Rainer defende que o culto online não deve ser descartado, mas ajustado para complementar, e não substituir, o encontro presencial. Ele sugere manter transmissões para quem não pode comparecer, mas incentivar a presença física como principal expressão de fé e comunhão.

O ambiente virtual pode funcionar como porta de entrada, ferramenta de discipulado e extensão missionária, mas não como substituto da vida congregacional. A comunidade presencial, segundo Rainer, exige investimento em encontros, pequenos grupos e serviço ativo — elementos que fortalecem o compromisso e o crescimento espiritual.

Ao refletir sobre o futuro da adoração cristã, Rainer conclui que cada fiel deve considerar qual forma de culto realmente promove crescimento espiritual, comprometimento e pertencimento, em vez de apenas conforto. O culto online garantiu continuidade em um período de crise, mas, quatro anos depois, o desafio é redescobrir o valor insubstituível do encontro presencial.

Elon Musk expõe planos da esquerda nos EUA: ‘Importar eleitores’

O empresário Elon Musk criticou a política de imigração do Partido Democrata e defendeu medidas adotadas pelo governo do presidente Donald Trump durante uma entrevista de cerca de três horas ao programa The Joe Rogan Experience, publicada na sexta-feira.

Ao longo da conversa, Musk afirmou que os democratas estariam agindo de forma “antidemocrática” ao se oporem às políticas migratórias da atual administração.

Musk comentou o resultado das eleições de 2024, vencidas por Trump com uma plataforma que incluía deportações em massa e redução do desperdício governamental. Segundo o empresário, a reeleição do presidente foi decisiva para manter, na visão dele, a integridade do processo eleitoral nos Estados Unidos.

“Se Trump tivesse perdido, nunca mais haveria uma eleição de verdade. Porque Trump está de fato reforçando a segurança na fronteira… Haverá casos em que eles foram excessivamente zelosos na expulsão de imigrantes ilegais”, disse Musk. “Mas se você disser que o padrão para expulsar imigrantes ilegais deve ser a perfeição, então você não terá nenhuma expulsão, porque a perfeição é impossível”, acrescentou.

Paralisação do governo

Durante a entrevista, Musk afirmou que, ao contrário de Trump, o Partido Democrata desejaria a entrada de um maior número de imigrantes em situação irregular nos Estados Unidos. Ele associou esse suposto interesse à decisão de paralisar o governo em 1º de outubro e à resistência em reabrir as atividades federais.

“A base de toda a paralisação do governo é que a administração Trump, corretamente, não quer enviar… centenas de bilhões de dólares para financiar imigrantes ilegais nos estados democratas — ou em todos os estados, na verdade”, declarou Musk. “E os democratas querem manter a torneira de dinheiro aberta para incentivar a entrada de imigrantes ilegais nos EUA, que votarão neles. Esse é o cerne da questão”.

Parlamentares republicanos têm acusado repetidamente os democratas de manterem o impasse orçamentário para preservar recursos destinados à assistência médica de imigrantes ilegais, enquanto líderes democratas negam essas acusações.

Em junho, o Escritório de Orçamento do Congresso (CBO) estimou que cerca de 1,4 milhão de pessoas que seriam excluídas do Medicaid sob a lei de reconciliação orçamentária assinada por Trump em julho “seriam pessoas que não atendem aos requisitos de cidadania e status imigratório para inscrição no Medicaid, mas que seriam cobertas pela legislação vigente em programas financiados pelos estados”.

Teoria de Musk

Musk desenvolveu sua interpretação sobre o impasse político, relacionando a ajuda financeira a um suposto incentivo à imigração irregular, em termos que surpreenderam o apresentador Joe Rogan. “O motivo do impasse é que, se os bilhões de dólares investidos para criar um incentivo financeiro — esse enorme ímã para atrair imigrantes ilegais de todas as partes do mundo para esses países — forem desativados, os imigrantes ilegais irão embora”, afirmou. “Porque eles não estarão mais sendo pagos para vir aos Estados Unidos e ficar aqui”.

“Uau”, respondeu Rogan, diante da explicação de Musk. O empresário acrescentou que, em sua avaliação, os democratas perderiam muitos eleitores caso imigrantes em situação irregular perdessem benefícios e decidissem deixar o país como consequência. “Em resumo, o Partido Democrata quer destruir a democracia importando eleitores”, declarou. “E o Partido Republicano discorda disso”.

Percepções sobre Trump

Na parte final da entrevista, Musk comentou a forma como parte da opinião pública enxerga o presidente Trump e seus apoiadores. Segundo ele, alguns críticos tratam o presidente como se fosse uma figura absolutamente maligna.

Musk afirmou que os opositores “acreditavam que o presidente era análogo ao ‘diabo’”, em referência à intensidade do discurso contrário a Trump no debate político norte-americano: “Eu acho que Trump, na verdade… ele não é perfeito, mas também não é mau. Trump não é mau. Passei muito tempo com ele — e ele é um produto da sua época — mas ele não é mau”, finalizou, conforme informações do WND.