Priscila Seixas: Chorão teve encontro com Jesus antes de morrer

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A pastora, jornalista e escritora Priscila Seixas, uma das fundadoras da Bola de Neve Church ao lado do irmão, o apóstolo Rina (falecido em 2024), participou recentemente do programa PodCrê, onde compartilhou detalhes sobre sua trajetória, a infância no litoral de São Paulo e o surgimento da congregação que se tornou conhecida nacionalmente como a “igreja dos surfistas”.

Em conversa com os apresentadores, Priscila contou que tanto ela quanto Rina foram criados em contato com o mar e com a cultura do surfe, formando laços profundos com a comunidade praiana. Antes de se converterem, ambos viveram uma fase de intensa experimentação do mundo. A primeira mudança veio com Rina, que teve um encontro com Deus. Não muito tempo depois, foi a vez de Priscila passar pela mesma experiência de fé.

O Púlpito de Prancha

A ideia de fundar a Bola de Neve Church surgiu naturalmente enquanto os irmãos pregavam em um galpão utilizado para guardar pranchas de surfe. Em uma dessas ocasiões, improvisaram um púlpito com uma das pranchas, apoiando a Bíblia sobre ela.

O ato acabou se tornando um dos símbolos mais marcantes da igreja, assim como a escolha por paredes pretas — um visual que, na época, contrastava com o que se via em outras denominações.

“Às vezes, as pessoas perguntavam: ‘Seu irmão é de marketing? Vocês projetaram isso?’”, relembrou Priscila. “E para explicar, ninguém acreditava que não. A gente não pensava em nada, só em ganhar vidas”, afirmou, destacando o caráter espontâneo da iniciativa que, sem planejamento estratégico, acabou atraindo multidões.

Chorão e o Encontro com Jesus

Ao longo de sua história, a Bola de Neve recebeu diversas figuras públicas, mas uma das histórias mais emblemáticas envolve o saudoso cantor Chorão, líder da banda Charlie Brown Jr. De acordo com Priscila, o músico enfrentava uma grave depressão e lutava contra o vício em drogas.

Convidado por um amigo, ele visitou a igreja e, segundo a pastora, teve uma experiência com Jesus que o marcou profundamente.

Essa vivência teria influenciado, de forma sutil, os versos da canção “Só os Loucos Sabem”, um dos maiores sucessos da banda. Chorão morreu em 2013, vítima de uma overdose, poucos anos após aquele encontro.

A Perda de Rina e o Impacto na Família

Priscila também falou sobre a relação próxima que mantinha com o irmão e sobre o momento em que recebeu a notícia de sua morte, ocorrida em um acidente de moto. A pastora recordou que estava na igreja, aguardando para pregar, quando foi informada sobre a fatalidade.

“É muito complicado, é muito devastadora a morte, ainda a morte quando a pessoa é nova, sem doença. Acidente é igual ao sentimento das pessoas que desaparecem, é o mesmo sentimento”, declarou, emocionada. Rina Seixas, conhecido como apóstolo, foi uma figura central na expansão da igreja e permanece como referência para os membros da congregação até hoje.

‘André Mendonça merece ser aplaudido de pé’, diz Malafaia

PARABÉNS, ANDRÉ MENDONÇA! Você está dando uma aula do que é ser ministro do STF. pic.twitter.com/8PzSnozQo4

— Silas Malafaia (@PastorMalafaia) March 21, 2026

O Supremo Tribunal Federal (STF) atravessa um momento de visível turbulência interna, marcado por recados públicos entre ministros e questionamentos sobre o papel da Corte em meio às investigações do escândalo do Banco Master, atualmente relatadas pelo ministro André Mendonça.

Em análise no programa Ponto de Vista, da Jovem Pan, o colunista Mauro Paulino descreveu o cenário como um “paradoxo do STF”: uma instituição que demonstrou unidade e firmeza em julgamentos anteriores, mas que agora vê sua imagem arranhada por suspeitas envolvendo seus próprios integrantes.

O recado de Mendonça

O episódio mais recente da crise interna teve como gatilho o voto do ministro Gilmar Mendes no julgamento que confirmou a prisão de um banqueiro investigado. Na ocasião, Mendes fez duras críticas à atuação da Polícia Federal e direcionou sinais interpretados como direcionados ao relator do caso, André Mendonça.

Em resposta, Mendonça subiu à tribuna durante uma palestra para uma regional da Ordem dos Advogados do Brasil, no Rio de Janeiro, para um discurso que foi lido como uma resposta indireta aos colegas.

Sem mencionar nomes, Mendonça defendeu uma magistratura pautada pela técnica e pelo distanciamento de protagonismos pessoais. “O papel do bom juiz não é ser estrela”, afirmou. Ao insistir que as decisões devem ser tomadas “pelos motivos certos”, ele deixou transparecer uma preocupação com critérios que transcendem a estrita legalidade, em um ambiente marcado por alta polarização.

“Coragem é a capacidade de, no meio da adversidade, ter tranquilidade para decidir. Não é falar alto, ser arrogante ou subir o tom. Coragem não é irracionalidade; é tomar decisões de forma racional, justificada e motivada”, destacou Mendonça.

Nas redes sociais, o pastor e empresário Silas Malafaia comentou a recente atuação do “terrivelmente evangélico” ministro do Supremo, frisando a sua conduta discreta e técnica, a qual também tem sido elogiada por setores da imprensa tradicional.

Legendando um vídeo publicado nas redes sociais, o pastor disse que Mendonça está “dando uma aula do que é ser ministro do STF”, devendo por isso ser “aplaudido”.

O Paradoxo Paulino

O colunista Mauro Paulino sintetizou no programa Ponto de Vista a contradição atual da Corte com o termo “paradoxo do STF”. De um lado, o tribunal exibiu altivez e eficácia em julgamentos anteriores, especialmente aqueles relacionados aos atos de 8 de janeiro e à tentativa de golpe de Estado. De outro, agora é flagrado em um momento de fragilidade, forçado a dar explicações sobre a conduta de seus próprios membros.

“O que é o certo pode ser um para uma ala e outro para outra ala”, disse Paulino, apontando que a polarização política que divide o país já se instalou também dentro da mais alta Corte. Nesse ambiente, ministros que atuam em casos sensíveis acabam sendo puxados para o centro do embate político, intensificando as divergências.

Caso Master

Relator de processos de grande repercussão e também integrante do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), André Mendonça tem um papel central em um ano decisivo para o calendário político. Paulino destacou que essa dupla função exige dele um equilíbrio redobrado, já que ele se torna um dos personagens principais das tensões que se desenrolam nos bastidores.

O escândalo do Banco Master funciona como um catalisador do desgaste institucional. Ao envolver possíveis conexões de integrantes do Judiciário com os investigados, o caso coloca o tribunal em uma posição defensiva, distinta da que ocupou quando julgou os atos antidemocráticos. “Essas atitudes individuais acabam contaminando a imagem do Supremo como instituição”, avaliou Paulino.

No Nordeste, Flávio destaca “recorde de feminicídios” sob Lula

Em seu primeiro discurso como pré-candidato à Presidência na região Nordeste, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) concentrou sua fala em críticas ao governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), especialmente na área de segurança pública, e fez um novo movimento para atrair o eleitorado feminino.

O pronunciamento ocorreu no Rio Grande do Norte na sexta-feira (20), em um evento que reuniu prefeitos, senadores e aliados de estados vizinhos.

“Vocês querem um governo que se preocupe de verdade com as mulheres, que abrace as mulheres, que trabalhe para colocar agressor de mulher no mesmo dia preso? Ou vocês querem um governo que está batendo recorde de feminicídios? Recorde de mulheres agredidas?”, questionou Flávio, vestindo uma camisa com a inscrição “Nordeste é solução”.

Em tom eleitoral, o senador contrapôs dois caminhos para o país: um que chamou de “prosperidade”, associado à punição de criminosos, e outro que atribuiu a “assaltantes, estupradores, traficantes de drogas, pedófilos e agressores de mulheres”.

Ele também questionou a gestão petista no estado: “O governo Lula já está há quase 20 anos, ou o PT, melhor dizendo; o que melhorou na sua vida? Você consegue ir trabalhar em paz? Você consegue ir no posto de saúde e ser bem atendido?”.

A disputa pelo voto feminino

A aproximação com o eleitorado feminino tem sido uma das estratégias iniciais da campanha de Flávio. Em pesquisa AtlasIntel divulgada em fevereiro, 54% das mulheres afirmaram que a eleição do senador lhes causa “mais medo ou preocupação”, ante 38% que apontaram a reeleição de Lula. Nos recortes por gênero, o apoio feminino a Flávio oscila entre 28,6% e 33,5%. As mulheres representam 52% do eleitorado nacional, conforme dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) de 2024.

Palanques e a apropriação da lei antifacção

A agenda no Nordeste contou com a presença de aliados estratégicos para a construção de palanques regionais, como o senador Rogério Marinho (PL-RN), o prefeito de Natal, Paulinho Freire (União Brasil), e o senador Efraim Filho (PL-PB), que pretende disputar o governo da Paraíba.

Flávio também buscou capitalizar politicamente a aprovação do projeto de lei antifacção, enviado pelo governo federal mas modificado pelo deputado Guilherme Derrite (PL-SP), relator da proposta na Câmara. “É o caminho de quem vai deixar 80 anos preso quando a gente mudar a lei ainda esse ano”, afirmou.

O senador criticou a decisão do governo Lula de não classificar facções como o Comando Vermelho e o Primeiro Comando da Capital (PCC) como organizações terroristas, mencionando as comemorações registradas em presídios após o resultado das eleições de 2022.

“É um governo que não quer tratar Comando Vermelho, PCC como organização terrorista, porque os presídios ficaram em festa em 2022, quando ele foi anunciado presidente da República”, declarou.

Sem audiência, série ‘lacradora’ é cancelada pela Paramount+

A plataforma Paramount+ decidiu encerrar a série Star Trek: Starfleet Academy após a conclusão de sua segunda temporada. A produção, ambientada no universo de Star Trek, havia sido renovada previamente, e as gravações dos novos episódios já foram finalizadas.

A série acompanhava a formação de jovens cadetes da Frota Estelar e abordava temas ligados ao amadurecimento dos personagens. Durante sua exibição, dividiu opiniões entre crítica e público. Enquanto parte da crítica destacou elementos narrativos e desenvolvimento dos personagens, a recepção do público foi mais moderada. A produção registrou cerca de 51% de aprovação popular na plataforma de avaliação Rotten Tomatoes.

O desempenho também não se refletiu em forte audiência, segundo dados de mercado, e a série não apareceu entre as produções mais assistidas em rankings como os do instituto Nielsen. O cancelamento ocorre em um momento de indefinição para a franquia na televisão, com outras produções ainda sem data de lançamento confirmada.

A decisão também levanta dúvidas sobre o futuro do produtor executivo Alex Kurtzman, responsável por projetos recentes da franquia. O contrato dele com a Paramount está previsto para encerrar no fim de 2026, e há negociações em andamento sobre uma possível renovação.

Em nota, a CBS Studios agradeceu à equipe envolvida na produção. Criadores da série divulgaram carta aberta em que afirmam que temas como diversidade fazem parte da concepção original da franquia, criada por Gene Roddenberry. Eles também informaram que pretendem concluir a história com um desfecho estruturado.

Enquanto isso, o filme Devoradores de Estrelas registrou forte desempenho nas bilheterias. A produção, estrelada por Ryan Gosling, arrecadou mais de US$ 80 milhões nos Estados Unidos em seu fim de semana de estreia, segundo dados da indústria.

No mercado internacional, o longa ultrapassou US$ 60 milhões em cerca de 80 países, totalizando mais de US$ 140 milhões em arrecadação global. O resultado posicionou o filme entre os principais lançamentos do ano até o momento.

A produção é baseada no livro Project Hail Mary e alcançou o primeiro lugar em bilheterias em diversos países. O desempenho também representa um marco para a Amazon MGM Studios, que busca ampliar sua presença no setor cinematográfico.

O resultado ocorre em um período de mudanças na indústria do entretenimento, incluindo negociações envolvendo grandes estúdios. O desempenho do filme também se aproxima de resultados registrados por produções originais recentes, como Oppenheimer, que alcançaram altas bilheterias no lançamento.

Os dados indicam a continuidade do interesse do público por produções inéditas, em meio a um cenário de transformação no mercado audiovisual global.

Pastor Gil, da Assembleia, condenado por desvio de emendas

O Supremo Tribunal Federal condenou o deputado federal Pastor Gil por participação em um esquema de desvio de recursos de emendas parlamentares destinadas ao município de São José de Ribamar, no Maranhão. A decisão foi tomada pela Primeira Turma da Corte com base em provas apresentadas pela Procuradoria-Geral da República.

Segundo o julgamento, o parlamentar integrou um grupo acusado de exigir pagamento de propina para viabilizar a liberação de recursos públicos. A pena fixada foi de 5 anos e 6 meses de prisão em regime semiaberto, além de multa.

De acordo com a denúncia do Ministério Público Federal, o esquema envolvia a cobrança de aproximadamente 25% do valor das emendas como condição para o repasse dos recursos aos municípios. No caso analisado, os investigados teriam solicitado cerca de R$ 1,6 milhão em propina para liberar aproximadamente R$ 6,6 milhões em emendas destinadas à cidade maranhense.

A Procuradoria-Geral da República afirmou que o grupo atuava de forma estruturada, com divisão de funções entre os envolvidos, incluindo intermediários responsáveis por negociar os pagamentos com representantes da prefeitura.

O julgamento, relatado pelo ministro Cristiano Zanin, resultou na condenação de sete pessoas. Parte dos acusados foi absolvida de algumas imputações por insuficiência de provas, enquanto outros receberam penas por corrupção e participação em organização criminosa.

Gildenemir de Lima Sousa, conhecido como Pastor Gil, é pastor da Assembleia de Deus e atua na política do Maranhão. Natural de Monção (MA), ele possui trajetória ligada à igreja evangélica no estado e já ocupou o cargo de secretário-geral da Convenção Estadual da Assembleia de Deus no Maranhão.

Pesquisa: Flávio à frente de Lula em intenções de voto no Pará

Novo levantamento divulgado nesta terça-feira, 24 de março, pelo Paraná Pesquisas indica cenários de intenção de voto para a Presidência da República no estado do Pará.

Na pesquisa espontânea, em que os entrevistados indicam livremente seus candidatos, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva aparece com 22,8%, seguido pelo senador Flávio Bolsonaro, com 18,9%. O ex-presidente Jair Bolsonaro registra 4,8%. Brancos e nulos somam 5,9%, enquanto 45% dos entrevistados afirmaram não saber ou não opinar. Outros nomes citados incluem Renan Santos (0,6%), Ratinho Júnior (0,5%), Romeu Zema (0,4%) e Aldo Rebelo (0,2%).

No cenário estimulado, em que os nomes são apresentados aos eleitores, Flávio Bolsonaro aparece com 41% das intenções de voto, enquanto Lula registra 38,3%. Brancos e nulos somam 7%, e 4,9% não souberam ou não opinaram. Na sequência, aparecem Ratinho Júnior (3,1%), Tereza Cristina (2,4%), Renan Santos (1,5%), Romeu Zema (1,2%) e Aldo Rebelo (0,6%).

De acordo com a revista Oeste, a pesquisa também simulou cenários de segundo turno. Em uma disputa direta entre Flávio Bolsonaro e Lula, o senador aparece com 47,4%, contra 42,9% do presidente. Em outra simulação, Lula enfrentaria Ratinho Júnior e registraria 43,9%, enquanto o governador do Paraná teria 37,7%.

O levantamento avaliou ainda a percepção sobre o governo federal. Segundo os dados, 53,7% dos entrevistados no Pará desaprovam a gestão de Lula, enquanto 43,1% afirmam aprová-la.

Na avaliação qualitativa, 47,2% classificam o governo como ruim ou péssimo. Outros 31,7% consideram a administração ótima ou boa, enquanto 19,8% a definem como regular. A parcela que não soube ou não opinou corresponde a 1,4%.

A pesquisa ouviu 1.400 eleitores em 59 municípios do Pará. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral sob o número BR04700/2026, com nível de confiança de 95% e margem de erro de 2,7 pontos percentuais.

Alusão a ocultismo faz torcedores reprovarem camisas da Seleção

A nova coleção de camisas da Seleção Brasileira, lançada pela Nike para a disputa da Copa do Mundo 2026, despertou polêmica nas redes sociais por elementos inseridos nas peças que estão sendo associados a entidades cultuadas em religiões de ocultismo.

A primeira peça apresentada foi a camisa do uniforme n° 2, azul, que traz um padrão alegadamente abstrato, mas foi imediatamente associado aos contornos da figura de Baphomet, um bode com chifres associado ao satanismo.

Já a principal camisa da Seleção, a amarela usada como titular, estendeu a polêmica após a designer Rachel Denti, da Nike, alegar em um vídeo divulgado pelo Uol que os torcedores do Brasil gritam “vai, Brasa” nos estádios para torcer pela equipe e por isso esse termo foi inserido em adereços do uniforme, como a etiqueta da camisa e os meiões.

De imediato, torcedores associaram o termo “Brasa” a uma entidade cultuada em religiões de matriz africana, o “exu brasa” e iniciaram protestos nas redes sociais. O especialista de marketing esportivo Fábio Wolff, sócio-diretor da Wolff Sports, afirmou que a reação negativa é natural em casos de tentativa forçada de criar um slogan.

“Quando parece forçado, a rejeição é imediata. Em termos de marketing, a ideia é boa, mas o sucesso depende muito mais da identificação genuína do público do que apenas da estética ou da frase escolhida”, declarou Wolff ao Estadão.

No meio evangélico, houve pastores que costumam comentar futebol nas redes sociais reagindo negativamente aos lançamentos. Pedro Pamplona, pastor da Igreja Batista Filadélfia e torcedor do Fortaleza, comparou em uma publicação no X a estética do uniforme n° 2 do Brasil com a escolha feita pela mesma empresa para a segunda camisa da Espanha: “A diferença é brutal”.

“Essa campanha de marketing da Nike para o uniforme da seleção é inacreditável de ruim. Me recuso a acreditar que o vídeo daquela moça falando em brasa e faixas da capoeira seja real. Parece feita por gente que mora fora há anos e perdeu a conexão real com o próprio país”, acrescentou Pamplona.

Já o torcedor do Grêmio, pastor Jack, indicou no X seu boicote: “Podem divulgar a vontade… mas tenham certeza, que cristãos conservadores não comprarão esses materiais da Nike”.

A página Não Esqueço aprofundou as críticas à empresa e à designer, resgatando antigas publicações de Rachel nas redes sociais: “A Nike achou uma boa ideia colocar uma comunista, que exalta pornografia e drogas, e que provavelmente odeia o que a camisa da seleção representa politicamente, para fazer o design do novo uniforme. Resultado: um monte de penduricalho idiota em um ‘Vai Brasa’, que eu nunca ouvi NINGUÉM FALAR na vida, escrito no meião… Ah, só uma pergunta, será que o Departamento de Justiça dos EUA sabe que tem ali uma imigrante apoiando abertamente o grupo terrorista Antifa?”, questionou.

A Nike achou uma boa ideia colocar uma comunista, que exalta pornografia e drogas, e que provavelmente odeia o que a camisa da seleção representa politicamente, para fazer o design do novo uniforme.

Resultado: um monte de penduricalho idiota em um ” Vai Brasa”, que eu nunca… pic.twitter.com/cP7XVRuHGQ

— Não Esqueço (@CanalNaoEsqueco) March 22, 2026

ONG processa Erika Hilton por ofensa a mulheres

A organização não governamental Matria protocolou, no domingo, 22 de março, uma ação civil pública contra Erika Hilton, parlamentar pelo PSOL. A medida foi tomada em razão de declarações publicadas pela parlamentar em suas redes sociais no dia 11 de março, quando assumiu a presidência da Comissão da Mulher da Câmara dos Deputados.

Segundo a ONG, a ação foi apresentada em nome de mulheres que se consideraram ofendidas pelas declarações. Na publicação, Hilton utilizou termos como “imbeCIS” e “esgoto da sociedade” ao se referir a críticos.

Na petição, a entidade argumenta que as declarações ultrapassam os limites da liberdade de expressão. — Este tipo de agressão verbal tem um propósito claro: o silenciamento. Ao desqualificar não a ideia, mas a pessoa, a ré tenta criar um ambiente hostil e intimidatório, onde a discordância é punida com a humilhação pública — afirmou a organização.

A ONG também sustenta que manifestações públicas devem respeitar limites legais. — A liberdade de expressão não pode ser interpretada como uma licença para ofender, um salvo-conduto para humilhar ou um escudo para discursos que visam aniquilar simbolicamente o interlocutor — declarou.

Entre os pedidos apresentados à Justiça, a Matria solicita a retirada da publicação, a realização de retratação pública e o pagamento de indenização por danos morais no valor de R$ 500 mil. Segundo a entidade, o montante deve ser destinado ao Fundo de Defesa de Direitos Difusos ou a programas de apoio a mulheres em situação de vulnerabilidade.

Mais de 400 novos convertidos são batizados em Santa Catarina

A Abba Pai Church realizou, no sábado, 14 de março, um batismo coletivo em Criciúma, no sul de Santa Catarina. A cerimônia ocorreu no templo da igreja e reuniu adultos, jovens e adolescentes em um ato público de profissão de fé.

Segundo a organização, 420 pessoas foram batizadas em uma piscina instalada no local. O evento contou com a participação de famílias inteiras, que optaram por realizar o ritual conjuntamente.

O pastor Telmo Martinello afirmou que a adesão coletiva contribui para o fortalecimento da comunidade. — Quando famílias inteiras optam por caminhar na mesma direção, há um fortalecimento não só individual, mas também do senso de pertencimento — declarou.

O líder religioso também destacou o significado do batismo para os participantes. — Trata-se de uma manifestação externa de uma transformação interior. Esses testemunhos indicam um avanço consistente da fé entre os membros — afirmou.

Em publicação nas redes sociais, a igreja descreveu a cerimônia como um momento de celebração que se tornou “um dos dias mais marcantes do ano”, de acordo com o informado pela revista Comunhão.

Sinalização de paz: Trump anuncia acordo para trégua com Irã

O presidente Donald Trump anunciou nesta segunda-feira, 23 de março, a suspensão temporária das operações militares dos Estados Unidos contra o Irã. A medida estabelece uma pausa inicial de cinco dias em ações aéreas e terrestres voltadas a alvos ligados à infraestrutura energética do país.

Segundo comunicado da Casa Branca, a decisão foi tomada após avanços em negociações diplomáticas conduzidas nas últimas 48 horas.

— Muito boas e produtivas — afirmou Trump ao comentar o andamento das conversas. O presidente informou que determinou ao Departamento de Defesa o adiamento de ataques planejados, condicionando a continuidade da trégua ao progresso das negociações ao longo da semana.

As tratativas buscam uma solução para o conflito que se intensificou no Oriente Médio desde o final de fevereiro. O cenário recente elevou a preocupação internacional, especialmente após a alta do preço do petróleo, que superou a marca de US$ 100 por barril.

A mudança de postura dos Estados Unidos ocorre em meio a críticas de líderes internacionais, entre eles o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que questionou a atuação de potências no conflito. A suspensão das ações militares atinge diretamente ataques direcionados à infraestrutura energética iraniana, considerados estratégicos no contexto da guerra.

Trump afirmou que a possibilidade de retomada das operações permanece em avaliação. Segundo ele, eventuais novas ações dependerão do avanço das negociações com o governo iraniano.

O conflito já resultou na morte de figuras relevantes da liderança iraniana, incluindo o ex-líder supremo Ali Khamenei e integrantes do governo. Diante do cenário, a pausa nas operações é vista como uma tentativa de abertura para uma solução diplomática.

Enquanto as negociações seguem, o Pentágono mantém tropas em estado de prontidão. A continuidade da trégua dependerá do desfecho das conversas em andamento, segundo a revista Oeste.