Espírito de engano e a volta de Jesus em sonhos e visões

Uma jovem identificada apenas como Mariana compartilhou sonhos que tem tido com o que ela descreve como revelações de Deus sobre o tempo de engano que caracteriza a contemporaneidade, e afirmou que os crentes só vencerão essa luta se dedicando à oração e leitura da Palavra.

Circula nas redes sociais o depoimento gravado por Mariana, que mostra as anotações que faz em um “caderno profético”, e diz que Deus a estava incomodando para fazer o vídeo e compartilhar com outros cristãos alertas sobre o período que antecedem a volta de Jesus.

“Desde que Deus começou conversar comigo através de sonhos, eu anoto tudo. Peço que tenha paciência pois vou ter que montar uma timeline dos sonhos e revelações que Ele me deu”, diz ela, explicando o motivo de ter um “caderno profético”.

Espírito de engano

Segundo Mariana, o engano está crescendo conforme se aproxima o dia em que Cristo voltará: “Meu marido teve uma revelação muito forte. Ele foi tomado pelo Espírito Santo em sonho […] e ele viu um homenzinho muito pequenininho vindo do céu. E conforme ele vinha chegando próximo à terra, ele ia crescendo e tomando proporções gigantescas”, introduz a jovem.

“O Espírito Santo falou com meu marido ‘esse é o espírito de engano que está se levantando sobre a terra; quando ele começar a operar, a volta de Jesus vai estar mais próxima do que nunca esteve antes’”, acrescenta.

A volta de Jesus

Em seguida, Mariana conta que dias depois ela mesma teve um sonho que a deixou intrigada: “Eu também tive um sonho, estava numa rua evangelizando mendigos, e eu ia impondo as mãos sobre esses mendigos, e tinha um que estava prostrado no chão. No sonho, eu encostei nele e perguntei se estava tudo bem, pedi que ele levantasse […] Quando ele foi se levantando, de repente ele olhou pra mim [e começou a dizer] ‘Ele está vindo, Ele está vindo, Jesus está vindo, Jesus está vindo’”.

“Eu perguntava no sonho ‘o que Jesus falou para você?’. [O mendigo respondeu:] ’Ele falou para mim que nesse tempo é para a gente reforçar a leitura da Bíblia, porque nós vamos vencer esse tempo somente com a leitura da Palavra. Acordei naquele dia perguntando para Deus por que eu não vi Jesus e por que não falou comigo de forma muito direta”, diz a jovem.

Mariana, então, diz que mais tarde entendeu o motivo: “Deus me lembrou de uma frase do Charles Spurgeon que foi algo muito certeiro: ‘Evangelismo é um mendigo contando a outro mendigo onde encontrar o pão’. Por isso o mendigo, agora faz sentido. Estou aqui como uma mendiga na sua frente contando onde você vai encontrar o pão para essa temporada que está se iniciando sobre a terra”.

‘Blue Beam’

Ao final do vídeo, Mariana revela que uma das formas de engano que Deus apontou para ela envolvem um projeto chamado “Blue Beam”, que é tratado pela grande mídia como uma teoria conspiratória sobre uma tentativa de formação de um governo mundial.

“Antes do Natal, no dia 23, Deus me trouxe à memória um sonho que eu tive. Ele me lembrou desse sonho, conectou esse sonho ao sonho do meu marido e ao sonho do mendigo. Nessa visão que Ele me deu, eu estava na rua onde nasci e olhava para o céu à noite e de repente formou-se o rosto de Jesus no céu. As pessoas olhavam para aquilo admiradas, falando que era a volta de Jesus. A rua lotou de pessoas e eu ia no meio delas dizendo ‘não é Jesus, é blue beam que está operando, é o espírito de engano que está operando’. As pessoas não me ouviam”, lamenta a jovem.

“Deus está me mostrando que no começo de 2023 as coisas já estavam sendo preparadas para que o blue beam entrasse em operação […] entrem no YouTube e pesquisem o que é o blue beam. Nós temos o Umberto Volts e Daniel Lopez que falam sobre isso”, sugere Mariana.

Ao final, ela diz para que sua audiência não se guie por seu relato, mas que vá buscar ao Senhor em oração para compreender a mensagem: “Peço que você ore pelo que eu estou falando. Vá ao Espírito Santo e peça direcionamento, discernimento sobre o que eu estou falando. A gente só vai vencer esse tempo buscando direcionamento e discernimento no Espírito Santo”.

Assista:

Fidelidade de Deus: ex-primeiro ministro da Austrália lança livro

Scott Morrison, cristão que foi primeiro-ministro da Austrália, compartilhou reflexões sobre sua fé cristã e desafios enquanto liderava o país durante a pandemia de COVID-19.

Em entrevista ao portal The Christian Post, Morrison destacou como sua relação com Deus o sustentou em momentos difíceis e revelou detalhes do livro Plans For Your Good: A Prime Minister’s Testimony of God’s Faithfulness (2024).

O Livro e Suas Reflexões

O livro de Morrison é baseado em Jeremias 29:11 e propõe três questões centrais: “Quem sou eu?”, “Como devo viver?” e “O que devo esperar?”. Ele descreve o trabalho como uma mensagem de esperança, evitando o foco em política. “Não é um livro político. Se fosse, teria três vezes o tamanho e abordaria minha agenda política”.

Morrison enfatizou que sua fé cristã tornou-se mais pública após deixar o cargo, permitindo maior abertura sobre sua relação com Deus.

Liderança na Crise

Primeiro-ministro entre 2018 e 2022, Morrison enfrentou uma das maiores crises da história moderna da Austrália. Durante a pandemia, o país adotou medidas rigorosas contra a COVID-19, recebendo elogios e críticas. Apesar de controvérsias, a Austrália foi uma das poucas nações a atingir zero casos adquiridos localmente em 2020. “Foi um momento de grande incerteza”, disse Morrison. “Sabíamos que lidávamos com algo perigoso.”

Além da pandemia, Morrison destacou a relação com a China como o maior desafio de seu governo, citando tentativas de intimidação por parte de Pequim durante crises internas, como recessão e desastres naturais. “A força para enfrentar esses desafios veio de Deus”, afirmou, mencionando apoio de aliados, especialmente dos Estados Unidos.

Saúde Mental e Ansiedade

Em 2021, Morrison começou a sofrer ataques de ansiedade, recorrendo a medicação. Ele destacou que buscar ajuda para saúde mental é essencial, especialmente diante de crises. “A ansiedade é humana”, disse. “Assim como tomamos remédios para dores físicas, devemos cuidar de nossa saúde mental.”

O ex-premiê também apontou para a importância de uma comunidade cristã de apoio. “Deus nos fortalece por meio da oração e da comunhão com outros fiéis”, afirmou, incentivando cristãos a buscar suporte espiritual e comunitário.

Humildade e Propósito

Morrison relembrou momentos de fracasso, incluindo sua demissão da agência de turismo australiana, o que o levou a refletir sobre como sua autoestima estava atrelada a conquistas pessoais. “O amor de Deus não depende do que realizamos”, escreveu. Essa lição o preparou para lidar com outras perdas, como a derrota eleitoral em 2022.

Ele concluiu ressaltando a fidelidade de Deus em todas as fases da vida. “O prêmio é Cristo e Sua presença”, disse. “Essa é a força que nos sustenta em qualquer circunstância.”

7 lições do profeta Elias destacadas por Hernandes Dias Lopes

O pastor Hernandes Dias Lopes compartilhou um artigo falando sobre a oração como matéria-prima da capacitação dos servos de Deus a agirem de maneira impactante no mundo, apontando essa prática em 7 lições tiradas da vida de Elias.

Na introdução, o reverendo presbiteriano lembrou que Tiago, o irmão de Jesus, referia ao profeta Elias como um homem dedicado ao ministério da oração:

“Elias falou mais com Deus do que com os homens. Ele se levantou diante dos homens, porque primeiro se prostrou diante de Deus. Elias só prevaleceu na pregação, porque primeiro prevaleceu na oração”, explicou Hernandes.

Em seguida, o artigo publicado pela revista Comunhão destaca sete lições extraídas da leitura atenta da Bíblia Sagrada:

Zeloso

“Em primeiro lugar, um homem que ora movido pelo zelo que tem pelo nome de Deus. Quando Elias orou para que não chovesse em Israel, não estava cometendo uma maldade contra o povo, estava reivindicando a santidade do nome de Deus. A nação estava deixando o Senhor, a fonte de todas as bênçãos, para servir a Baal, o falso deus das chuvas.

O engano religioso e a perseguição política movida pela rainha Jezabel, levaram o povo à apostasia. Era necessário desbancar a credibilidade de Baal antes de convocar o povo a voltar-se para o Senhor. Foi o zelo pelo nome de Deus que levou Elias a orar pela manifestação do juízo divino”, explicou Hernandes.

Amoroso

“Um homem que ora para manifestar seu amor aos aflitos. Elias foi enviado por Deus a Sarepta, uma vila de Sidon, o centro nevrálgico do culto a Baal, a terra de Jezabel. Ali, Deus usou uma viúva para sustentá-lo e usou-o para cuidar dessa viúva e seu filho. Não faltou farinha na panela da viúva nem azeite em sua botija até à chegada das chuvas.

Mas o filho dessa viúva morreu e Elias entrou numa luta com Deus em favor da ressurreição do menino. Deus ouviu Elias e o menino voltou a viver. Elias é o homem que ora para a manifestação do juízo e também pela demonstração da misericórdia”, observou.

Combatente

“Em terceiro lugar, um homem que ora para que os deuses falsos sejam desmascarados. Deus ordenou a Elias a voltar para Israel e manifestar-se a Acabe. O profeta retorna e confronta o rei Acabe, o povo indeciso e os profetas de Baal. Desafiou os profetas de Baal a provarem a realidade de Baal. Foi uma espécie de batalha dos deuses. O deus que respondesse por fogo, no Carmelo, esse seria Deus.

Elias está só de um lado e do outro lado quatrocentos e cinquenta profetas de Baal. A pugna religiosa atraiu o povo, que aguardou o desfecho do embate. Baal não respondeu aos seus profetas que clamaram. Elias zombou deles. Então, o profeta de Deus clamou ao Deus de aliança, e o Senhor respondeu com fogo e a nação toda, prostrada, clamou: ‘Só o Senhor é Deus, só o Senhor é Deus’”, escreveu Hernandes, recapitulando o episódio mais conhecido da jornada do profeta.

Misericordioso

“Em quarto lugar, um homem que ora para que o seu povo seja perdoado antes de ser restaurado. Quando Elias restaurou o altar do Senhor que estava em ruínas, colocando sobre ele o holocausto, clamou por fogo. Com isto estava dizendo que antes da bênção das chuvas chegar, era precisa passar pelo altar do sacrifício. Sem expiação não há perdão. Sem sacrifício pelo pecado, não se chega à presença de Deus. O fogo precede à água. O perdão precede à restauração”, ensinou.

Evangelista

“Em quinto lugar, um homem que ora para que seu povo seja salvo. A oração de Elias, no Carmelo, era para que o povo de Israel se voltasse para o Senhor. ‘Responde-me, responde-me, para que este povo saiba que Tu, Senhor, és Deus e que a Ti fizeste retroceder o coração deles’ (1Rs 18:37). O propósito de Elias era ‘evangelístico’. Ele anseia, ardentemente, pela conversão do seu povo. Elias ora e prega; prega e ora. Sua oração é por salvação. Seu anelo é ver a nação se voltando para o Senhor”, descreveu Hernandes.

Perseverante

“Em sexto lugar, um homem que ora sem esmorecer até ver um sinal do favor de Deus. Depois da retumbante vitória contra os profetas de Baal, Elias sobe para o cume do Carmelo, e ali, longe dos holofotes, prostra-se com o rosto em terra para clamar ao Senhor pelas chuvas restauradores. Ele ora perseverante e incansavelmente até ver um sinal do favor de Deus. Mesmo não vendo a chuva com os olhos físicos, ouvia, pela fé, o ruído dela”, ilustrou o pastor.

Paternal

“Em sétimo lugar, um homem que ora pela restauração da sua nação. Tendo provado a inocuidade de Baal e mostrado as graves consequências do pecado, agora Elias clama ao Senhor pela chegada das chuvas benfazejas. O Senhor disciplina e restaura. Faz a ferida e a cura. Repreende e perdoa. Fecha as janelas dos céus e também as abre para derramar sobre o seu povo bençãos sem medida”, finalizou Hernandes Dias Lopes.

Hamas trava negociação por reféns e Trump dá ultimato

As negociações para a libertação de reféns entre Israel e Hamas enfrentam novo impasse próximo à posse de Donald Trump nos Estados Unidos. Apesar de esforços significativos, a chance de um acordo não avançou nos últimos dias.

A proposta inicial previa a libertação de reféns israelenses mantidos pelo Hamas em troca de um cessar-fogo na guerra em Gaza, mas divergências profundas persistem entre as partes.

O prazo para o avanço das negociações foi fixado até 20 de janeiro, quando termina o mandato do presidente Joe Biden. Caso o acordo fosse alcançado, Biden encerraria sua gestão com um marco positivo, enquanto Trump assumiria a presidência sem este conflito em sua agenda imediata.

Ultimato de Trump

Questionado na última terça-feira, 31 de dezembro, durante um evento em sua propriedade em Mar-a-Lago, na Flórida, Trump foi direto ao comentar sobre as negociações: “Deixe-me colocar desta forma. É melhor que eles [Hamas] deixem os reféns voltarem logo”, afirmou, sugerindo que a paciência americana com o grupo terrorista está se esgotando.

No início das negociações, autoridades americanas demonstraram otimismo ao relatarem que o Hamas havia flexibilizado algumas de suas exigências de longa data. No entanto, o grupo voltou a endurecer sua posição, insistindo que Israel deve se comprometer com um cessar-fogo permanente e declarando dificuldades para fornecer uma lista detalhada dos reféns sob sua custódia.

De acordo com o The Wall Street Journal, mediadores do Egito e do Catar confirmaram que Israel mantém sua posição de exigir reféns vivos na troca inicial, recusando-se a receber apenas os corpos de reféns mortos. Além disso, Israel rejeitou a liberação de prisioneiros considerados “terroristas veteranos de alto risco” como parte do acordo.

Segundo o Kan News, o Hamas se recusou a liberar 12 reféns de uma lista de 34 nomes prioritários apresentada por Israel. Em contrapartida, o grupo ofereceu devolver 12 corpos, o que foi amplamente rejeitado pelas autoridades israelenses.

Obstáculos

John Kirby, porta-voz do Conselho de Segurança Nacional dos EUA, declarou na sexta-feira passada: “Continuamos trabalhando nisso o mais duro que podemos para tentar fechar um acordo de cessar-fogo antes de deixarmos o cargo”.

Ele culpou o Hamas pelo bloqueio nas negociações, afirmando que o grupo tem criado obstáculos e alterado detalhes previamente acertados.

O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, ecoou essas críticas no domingo, antes de passar por uma cirurgia de remoção da próstata. Ele acusou o Hamas de adotar táticas evasivas, descrevendo o grupo como culpado pela falta de progresso: “Eles voltaram às suas antigas exigências e mudam de direção constantemente”, afirmou.

Por outro lado, um alto funcionário do Hamas afirmou ao canal saudita Al-Sharq que o grupo precisa de mais tempo e da retirada de drones israelenses para entrar em contato com diferentes facções que detêm os reféns e obter informações detalhadas sobre eles. Relatórios do jornal saudita Asharq al-Awsat indicam que o Hamas também comunicou que só poderia iniciar a libertação de reféns dias após o cessar-fogo, citando rígidos protocolos de segurança entre os grupos envolvidos.

Famílias

Enquanto as negociações continuam, o Fórum Tikva, um grupo formado por famílias de reféns, emitiu uma declaração exigindo que o governo israelense suspenda as negociações e intensifique a pressão militar sobre os terroristas: “O Hamas quer libertar uma pequena quantidade de reféns em troca de um cessar-fogo de uma semana, que lhe permitirá reabilitar, colocar armadilhas em casas e esconder melhor os reféns restantes”, afirmaram.

O grupo também defendeu a ocupação completa da região norte de Gaza e a imposição de controle sobre alimentos e combustíveis, argumentando que “os reféns não têm tempo para negociações infrutíferas que apenas os colocam em perigo”.

A situação permanece volátil, com negociações fragilizadas e pressão crescente sobre todas as partes envolvidas. O destino dos reféns e a viabilidade de um acordo ainda são incertos, de acordo com o The Christian Post.

‘Vocês não podem sair sem a armadura de Deus’, diz pastor

O pastor Jack Hibbs, da Calvary Chapel Chino Hills, na Califórnia, usou sua mensagem na virada de ano para convocar os cristãos a fortalecerem sua preparação espiritual ao iniciarem o novo ano com a armadura de Deus.

Baseando-se na passagem bíblica de Efésios 6, que destaca a “armadura completa de Deus”, Hibbs enfatizou a necessidade de os crentes se prepararem para os desafios espirituais que enfrentam diariamente.

“Cada dia com Jesus será um de ‘Vamos nos armar’. Temos que acordar, e a primeira coisa que fazemos é nos preparar espiritualmente”, afirmou Hibbs durante sua pregação. “Cristãos, ouçam com atenção: vocês não podem sair sem a armadura de Deus”.

Batalha Espiritual

Hibbs destacou que as lutas enfrentadas pelos cristãos não são apenas terrenas, mas também espirituais. Ele apontou a oração, a leitura das Escrituras e a vigilância como componentes essenciais para enfrentar essas batalhas.

“Estamos em uma guerra”, disse, explicando que o inimigo não se importa com a frequência à igreja, mas se incomoda quando os crentes se inflamam por Jesus e pela Palavra de Deus.

O pastor usou uma analogia impactante, comparando a falta de preparo espiritual à vulnerabilidade dos participantes do programa Largados e Pelados. Ele alertou que, assim como estar fisicamente desprotegido é motivo de temor, o mesmo ocorre espiritualmente: “Não saia neste novo ano sem seu armamento espiritual. Você estará nu, e é por isso que tem medo”.

Armadura de Deus

Hibbs detalhou cada peça da armadura espiritual descrita em Efésios 6, incluindo o capacete da salvação, o escudo da fé, a espada do Espírito e o cinto da verdade. Ele explicou que esses elementos protegem os crentes das armadilhas do diabo e fortalecem sua fé e propósito.

Além disso, o pastor destacou Romanos 12:1, que incentiva os cristãos a oferecerem seus corpos como sacrifícios vivos, um ato de adoração e dependência da misericórdia divina. Ele também lembrou que até mesmo não crentes reconhecem o valor da oração em tempos difíceis: “Até o ateu ora quando algo está errado. O problema é que ninguém está ouvindo. Mas para nós, como crentes, orar é parte de estar blindado”.

Fé e Perseverança

Hibbs ilustrou o papel ativo da fé ao contar uma experiência com seu neto, que tentou subir uma escada rolante que descia. Ele comparou a situação a um cristão que, apesar de estar “caminhando em direção ao Céu”, pode estar “andando para trás” espiritualmente, devido à falta de comunhão ativa com Deus.

Ele encerrou a mensagem com uma citação de João 14:31: “Levantem-se e vamos embora daqui”. Segundo o pastor, esta é a ordem de marcha para 2025: “Todos os dias, levantem-se e estejam à frente, conforme a Vontade e o plano de Deus”, declarou Hibbs, de acordo com as informações do portal The Christian Post.

Economia está no rumo errado para 61% dos brasileiros

Um levantamento realizado pelo Datafolha revelou que 61% dos brasileiros acreditam que a economia do País segue um caminho equivocado. Apenas 32% dos entrevistados consideram que a trajetória econômica está correta.

A percepção de que a economia, comandada por Fernando Haddad (PT) no governo Lula, está no rumo errado é majoritária em todas as faixas etárias analisadas.

Entre os jovens de 16 a 24 anos, 71% avaliam negativamente a situação econômica, enquanto 23% têm uma visão positiva.

Na faixa de 25 a 34 anos, 68% acreditam que a economia segue uma direção errada, contra 27% que discordam.

Para os entrevistados de 35 a 59 anos, 64% consideram o rumo inadequado, e 33% enxergam positivamente.

Já entre os maiores de 60 anos, 55% veem a economia como errada, e 36% como correta.

No recorte por renda, 67% dos brasileiros que ganham acima de cinco salários-mínimos avaliam que o rumo econômico está errado, enquanto 30% consideram adequado. Entre os que recebem até dois salários-mínimos, 55% têm uma visão negativa e 37% positiva.

Pessimismo para 2025

Além da avaliação econômica, o Datafolha apontou que o otimismo dos brasileiros em relação ao ano novo é o menor registrado desde 2020.

De acordo com informações da Agência Estado, pela primeira vez em cinco anos, menos da metade dos entrevistados acredita que a população terá uma situação melhor em 2025.

Os resultados indicam que:

  • 25% preveem uma piora na situação;
  • 25% acreditam que permanecerá igual;
  • 47% afirmam que haverá melhora;
  • 3% não souberam responder.

Igreja Anglicana do Brasil ordena primeiro sacerdote homossexual

A Igreja Episcopal Anglicana do Brasil (IEAB) em Caxias do Sul, Rio Grande do Sul, confirmou a ordenação de seu primeiro sacerdote abertamente gay na história da denominação no Brasil.

O reverendo Auderli Sidnei Schroeder, 52 anos, foi consagrado em uma cerimônia de ordenação presbiteral realizada em 15 de dezembro de 2024. Natural de Novo Hamburgo, Schroeder atua como diácono na Paróquia Anglicana da Virgem Maria desde 2022, dedicando-se à pauta LGBTQIA+ na comunidade.

Presente no Brasil há 134 anos, a IEAB se destaca por suas posições teologicamente liberais. Desde 1984, a instituição permite a ordenação de mulheres, o que possibilitou a atuação de diaconisas, presbíteras e bispas.

A reverenda Carmen Etel Alves Gomes foi a primeira mulher ordenada no país, em maio de 1985, de acordo com o Estadão.

A Diocese Meridional, com sede em Porto Alegre e à qual pertence a Paróquia da Virgem Maria, também autoriza o sacramento do matrimônio para pessoas do mesmo sexo. O templo anglicano de Caxias do Sul está localizado no centro da cidade.

Após a ordenação, o reverendo Schroeder compartilhou suas reflexões nas redes sociais:
 “Só tenho que dizer gratidão. Estar na Igreja Episcopal Anglicana do Brasil e ser ordenado por ela é ser aceito numa igreja inclusiva, onde se vê o rosto amoroso de Deus na compaixão, acolhida e solidariedade. Uma igreja que mostra que Jesus Cristo está para todos e todas sem distinção de raça, orientação sexual e gênero”.

Além de suas responsabilidades religiosas, Schroeder atua como guia turístico, divulgando roteiros de viagens e atividades culturais em suas plataformas digitais.

Fiel do círculo de oração tira a própria vida na Assembleia de Deus

Uma integrante do círculo de oração da Assembleia de Deus Abreu e Lima foi encontrada sem vida na tarde desta segunda-feira (30) no bairro de Paratibe, em Paulista, Região Metropolitana do Recife.

Conforme divulgado pela página Assembleianos de Valor, Carla, conhecida pela sua atuação na igreja, teria utilizado uma corda para tirar a própria vida dentro do templo localizado na Avenida Lindolfo Collor.

O corpo foi encontrado já sem vida e, após os procedimentos iniciais, encaminhado ao Instituto de Medicina Legal (IML) do Recife.

Até o momento, o pastor Ailton José Alves, presidente da Igreja Evangélica Assembleia de Deus de Pernambuco (IEADPE), não emitiu declarações sobre o ocorrido.

O suicídio de pastores e líderes religiosos (como no caso da irmã líder do círculo de oração) e seus familiares tem se tornado um tema recorrente e preocupante entre comunidades de fé. Descrito por alguns como uma “onda de suicídios,” o fenômeno não é novo.

Nos últimos anos, pastores em diversas regiões do Brasil tiraram suas próprias vidas, expondo uma situação alarmante.

Fatores

Especialistas indicam que os fatores mais comuns relacionados ao suicídio de líderes religiosos incluem depressão, esgotamento físico e emocional, traições no ambiente ministerial, salários baixos e isolamento social.

Segundo o Instituto Schaeffer:

70% dos pastores enfrentam depressão constante;

71% se consideram esgotados;

80% acreditam que o ministério pastoral impacta negativamente suas famílias;

70% afirmam não possuir amizades próximas.

Contexto e pressões

A solidão no ministério pastoral é frequentemente agravada por frustrações, cansaço, insatisfação com a liderança e desafios financeiros.

A pressão sobre pastores modernos também contribui para esse cenário. Líderes têm sido cobrados e pressionados por resultados numéricos que impactam diretamente suas condições de sustento e permanência na posição.

Essa dinâmica tem levado à perda da figura do pastor como conselheiro e cuidador, que acolhe os sofrimentos da comunidade e oferece suporte espiritual. Em contraste, muitos enfrentam uma crise de identidade funcional, tentando conciliar o chamado ministerial com as demandas institucionais.

Criador de ‘The Chosen’ prega o Evangelho a Jordan Peterson

Dallas Jenkins, criador da série de sucesso The Chosen, emocionou-se recentemente ao compartilhar o Evangelho com o psicólogo e autor de best-sellers Jordan Peterson.

O momento ocorreu durante um episódio do The Jordan B. Peterson Podcast, no qual os dois discutiram a produção artística e seu impacto religioso.

Durante a conversa, Jordan Peterson, de 62 anos, criticou filmes religiosos por sua tendência a se tornarem excessivamente proselitistas. Segundo ele, essa abordagem compromete tanto a qualidade artística quanto o propósito espiritual da obra:

“Filmes religiosos podem ser propagandísticos assim como filmes políticos, e então eles falham. Eles não são interessantes”, afirmou Peterson, destacando que tais produções prejudicam a busca artística ao tentar impor mensagens pré-determinadas: “Não há nem mesmo fé nisso. Não há risco de certa forma”, acrescentou.

Apreço por The Chosen

Em contraste, Peterson elogiou The Chosen, que ele assiste junto com sua esposa, Tammy, destacando a qualidade da série e sua abordagem inovadora: “Eu estava assistindo com minha esposa, que passou por uma transformação religiosa profunda antes de começarmos a assistir The Chosen“, relatou.

Ele descreveu a produção como “interessante independentemente de convicções religiosas ou falta delas”, e expressou alívio ao perceber que a série não possui a intenção proselitista que ele tanto critica: “Eu sou muito sensível à intenção propagandística; eu não gosto nem um pouco. Até mesmo um pouco disso é um desestímulo para mim”.

Abordagem artística

Dallas Jenkins respondeu às observações destacando seu objetivo de humanizar Jesus na série. Ele explicou que busca afastar a imagem formal e distante frequentemente associada a Jesus em vitrais e estátuas: “Minha série foi criada para trazer Jesus do vitral ou da estátua e lembrar que Ele é um ser humano além de Sua divindade”, afirmou Jenkins.

O roteirista também enfatizou a importância de criar produções de alta qualidade para representar Deus: “Se for sobre Deus, precisa ser da mais alta qualidade possível”, disse Peterson, ecoando a visão de Jenkins.

Evangelização

Em um momento de forte emoção, Jenkins compartilhou o Evangelho diretamente com Peterson, ressaltando o caráter pessoal do relacionamento com Jesus. “Jesus conhece nossos corações, [e] Ele quer um relacionamento com você especificamente”, disse Jenkins, contendo a emoção.

A série The Chosen, atualmente em sua quinta temporada, já arrecadou mais de US$ 31 milhões nas bilheterias, apesar de estar disponível gratuitamente em seu aplicativo de streaming. A próxima temporada está prevista para abril de 2025.

A produção continua a atrair atenção pela sua abordagem inovadora e impacto significativo, alcançando tanto o público religioso quanto aqueles fora desse contexto.

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Pastor de jovens morre em ataque de tubarão enquanto pescava

Um pastor de jovens em Queensland, Austrália, morreu após sofrer um ataque de tubarão durante uma atividade de pesca submarina.

Luke Walford, de 40 anos, foi mordido no pescoço enquanto estava na água com sua família. O incidente ocorreu no último fim de semana, segundo informações do The Straits Times.

Walford estava pescando na Ilha Humpy, no Parque Nacional Keppel Bay Islands, na Grande Barreira de Corais, quando o ataque aconteceu. Um porta-voz da ambulância de Queensland informou que ele sofreu um “ferimento significativo com risco de vida no pescoço” e morreu no local.

Apesar das tentativas de socorro, a gravidade dos ferimentos impossibilitou a sobrevivência do pastor de jovens.

Homenagens

Claude Fingleton, pastor da Cathedral of Praise em Rockhampton, onde Walford atuava, destacou sua dedicação à comunidade: “Esse era um jovem que amava as pessoas, que amava a Deus. Ele era muito amado”.

Outros reforçaram sua generosidade e impacto positivo, especialmente entre os jovens. Donna Kirkland, membro do Parlamento Estadual de Queensland, descreveu Walford como “um amigo da família” e lamentou profundamente o ataque.

Histórico da região

Humpy Island, localizada no Parque Nacional Keppel Bay Islands, é uma área popular para atividades como mergulho e snorkel, atraindo visitantes pela rica biodiversidade da Grande Barreira de Corais.

No entanto, incidentes com tubarões são registrados na região. Dados oficiais indicam mais de 1.200 ataques de tubarões na Austrália desde 1791, dos quais mais de 250 resultaram em mortes.

O último ataque fatal na Austrália havia ocorrido em dezembro de 2023, quando um adolescente foi morto por um tubarão branco no sul do país, conforme reportado pela BBC.

O trágico falecimento de Luke Walford ressalta os riscos inerentes a atividades realizadas em áreas de vida marinha, mesmo em destinos amplamente apreciados por sua beleza natural.